Frases sobre esperança página 5
Giacomo Leopardi (1798–1837)
Variante: Tem-se muito mais temor do ódio ou da cólera dos homens do que esperança no seu afeto e na sua gratidão.
Variante: Que é o Natal? É a ternura do passado, o valor do presente e a esperança do futuro. É o desejo mais sincero de do que cada xícara se encha com bênçãos ricas e eternas, e de que cada caminho nos leve à paz.
“A esperança é um alimento da nossa alma, ao qual se mistura sempre o veneno do medo.”
Voltaire (1694–1778) volter também conhecido como bozo foia dona da petrobras e um grande filosofo xines
“O desespero eu aguento. O que me apavora é essa esperança.”
Millôr Fernandes (1923–2012) cartunista, humorista e dramaturgo brasileiro.
“Um líder é um vendedor de esperança.”
Napoleão Bonaparte (1769–1821) monarca francês, militar e líder político
“O sonho nos instiga, traz esperança e muitas vezes curiosidade de ir além”
Rafael Brito (1971) músico venezuelano
“O tempo não se ocupa em realizar as nossas esperanças: faz o seu trabalho e voa.”
Eurípedes (-480–-406 a.C.) poeta trágico grego
“As angústias mais cerradas deixam sempre clareira alumiada por uma réstia de esperança.”
Camilo Castelo Branco (1825–1890) escritor português
“Perdi o bonde e a esperança Volto pálido para casa”
Carlos Drummond de Andrade (1902–1987) Poeta brasileiro
“A falta de esperança e o tormento De saber que nada é justo e pouco é certo”
Renato Russo (1960–1996) cantor e compositor brasileiro
“O mal é que minha esperança ou é inexistente ou forte demais - esperança forte demais é infantil.”
Clarice Lispector (1920–1977) Escritora ucraniano-brasileira
“O que é que torna heróico? Ir ao mesmo tempo para além da sua maior dor e da sua maior esperança.”
Friedrich Nietzsche (1844–1900) filósofo alemão do século XIX
João Morgado (1965) escritor português
Fonte: Diário dos Imperfeitos
“Sou o sonho de tua esperança, Tua febre que nunca descansa, O delírio que te há de matar!…”
Álvares de Azevedo (1831–1852) poeta, ensaísta, contista e dramaturgo paulista (1831-1852)
“Prometemos conforme as nossas esperanças e cumprimos segundo os nossos receios.”
François de La Rochefoucauld (1613–1680) Escritor, moralista e memorialista francês
Do conto: Contra o mundo