Frases sobre perspectiva

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da perspectiva.

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„A árvore falante


…carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados… 1 Pedro 2:24


Um dos primeiros poemas cristãos da literatura inglesa é The Dream of the Rood [O sonho do poste]. A palavra rood se origina da palavra rod, poste em inglês arcaico, e se refere à cruz em que Cristo foi crucificado. Nesse antigo poema do século 7, a história da crucificação é recontada a partir da perspectiva da cruz. Quando o madeiro descobre que será usado para matar o Filho de Deus, ele rejeita a ideia de ser usado dessa maneira. Mas, nesse poema, Cristo pede a ajuda da árvore para proporcionar a redenção a todos os que crerão nele.

No jardim do Éden, uma árvore foi a origem do fruto proibido que nossos pais espirituais provaram, permitindo que o pecado entrasse na raça humana. E, quando o Filho de Deus derramou o Seu sangue como sacrifício definitivo pelo pecado de toda a humanidade, Ele foi pregado sobre o madeiro por nós. Cristo “…[carregou] ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados…” (1 Pedro 2:24).

A cruz é o ponto de conversão para todos os que confiam em Cristo para a salvação. E, desde a crucificação, ela se tornou o símbolo, que representa a morte sacrificial do Filho de Deus para a nossa libertação do pecado e da morte. A cruz é, indescritivelmente, a maravilhosa evidência do amor de Deus por nós.

Cristo entregou a Sua vida pregado numa cruz 
para a nossa salvação eterna. Dennis Fisher“

—  pão_diário_é_só_noticias_boas

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„Uma aliança cujo objetivo não compreenda o propósito de guerra não tem sentido nem valor. Alianças são feitas apenas para combater. E por mais distante no tempo que esteja o conflito no momento de concluir um pacto de aliança, a perspectiva de uma realização armada é, contudo, o íntimo pretexto para que aconteça.“

—  Adolf Hitler militar, escritor, político e líder nazista alemão durante a Segunda Guerra Mundial 1889 - 1945

Variante: Uma aliança cujo objectivo não compreenda o propósito de guerra não tem sentido nem valor. Alianças são feitas apenas para combater. E por mais distante no tempo que esteja o conflito no momento de concluir um pacto de aliança, a perspectiva de uma realização armada é, contudo, o íntimo pretexto para que aconteça.

„Do medo à fé


O Senhor Deus é a minha fortaleza, e faz os meus pés como os da corça, e me faz andar altaneiramente. v.19


As palavras do médico pousaram em seu coração com um baque. Era câncer. Seu mundo parou quando pensou no marido e nos filhos. Tinham orado diligentemente, esperando um resultado diferente. O que eles fariam? Com lágrimas escorrendo pelo seu rosto, ela disse suavemente: “Deus, isso está além do nosso controle. Por favor, seja nossa força.”

O que fazemos quando o prognóstico é devastador, quando as nossas circunstâncias estão além de nosso controle? Para onde nos voltamos quando a perspectiva parece desesperada?

A situação do profeta Habacuque estava fora do seu controle, e o medo que ele sentiu o aterrorizou. O julgamento futuro seria catastrófico (vv.16,17). No entanto, no meio do caos iminente, Habacuque escolheu viver pela sua fé (2:4) e se alegrar em Deus (3:18). Ele não colocou a sua confiança e fé em suas circunstâncias, habilidade ou recursos, mas na bondade e na grandeza de Deus. Sua confiança em Deus o compeliu a proclamar: “O Senhor Deus é a minha fortaleza, e faz os meus pés como os pés como os da corça, e me faz andar altaneiramente” (v.19).

Ao enfrentarmos circunstâncias difíceis — doença, crise familiar, finanças — devemos sempre colocar a nossa fé e confiança em Deus. Ele está conosco em tudo o que enfrentamos.

Quando confrontados com circunstâncias difíceis, 
podemos confiar que Deus é a nossa força. Kevin Williams“

—  pão_diário_é_só_noticias_boas

„Oriente e Ocidente


Quem és tu que julgas o servo alheio?… v.4


Quando os alunos do sudeste da Ásia tiveram aulas com um professor visitante, este aprendeu uma lição. Depois de dar aos alunos um teste de múltipla escolha, surpreendeu-se ao descobrir muitas perguntas sem resposta. Enquanto devolvia os testes corrigidos, ele sugeriu que, da próxima vez, em vez de deixar respostas em branco eles deveriam dar um palpite. Surpreso, um dos estudantes levantou a mão e perguntou: “E se eu acidentalmente acertar a resposta? Estaria dando a entender que sabia a resposta.” O aluno e professor tinham perspectivas e práticas diferentes.

Nos dias do Novo Testamento, os convertidos judeus e gentios vinham para Cristo com perspectivas tão diferentes quanto o Oriente dista do Ocidente. Em pouco tempo, eles estavam em desacordo sobre assuntos tão diversos como dias de culto e o que um seguidor de Cristo seria livre para comer ou beber. O apóstolo Paulo exortou-os a lembrar um fato importante: Nenhum de nós está em posição de saber ou julgar o coração do outro.

Por uma questão de harmonia com outros cristãos, Deus nos exorta a percebermos que todos nós somos responsáveis diante de nosso Senhor, por agir de acordo com a Sua Palavra e nossa consciência. No entanto, somente Ele está em posição de julgar as atitudes do nosso coração (Romanos 14:4-7).

Seja lento para julgar os outros, 
mas rápido para julgar-se a si mesmo. Mart De Haan“

—  pão_diário_é_só_noticias_boas

„Permanecer ou morrer na praia?


…eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça… v.16


Havia uma propaganda que dizia: “O homem é eterno quando sua obra permanece”. Foi esse pensamento que motivou muitos no passado a fazer belas construções e obras de arte. Mas, na realidade nossas obras também passam. Até as pirâmides do Egito estão se desfazendo! Falando nisso: quem as construiu mesmo?

A Bíblia afirma que nós permanecemos quando damos fruto e esse fruto permanece. A diferença entre obra e fruto é que o segundo não é resultado de esforço. É consequência natural da seiva que percorre a árvore. E o fruto permanece porque tem em si a semente que produzirá mais frutos.

O permanecer que Jesus enfatiza aqui é o permanecer orgânico: ficar dentro, habitar, continuar. A ideia de fugir permeia nossa literatura e música. Desde quem quer ir para Pasárgada (Vou-me embora para Pasárgada, Manuel Bandeira) até os que desejam sumir. E o que Jesus fala? “Permaneçam em mim, como eu permaneço no Pai”. Permanecer mesmo no momento da poda, sabendo que o objetivo é que frutifiquemos mais. Que busquemos a seiva do amor com mais afinco!

Jesus afirmou que permanece nele quem ama ao próximo, como Ele nos amou (v.12). Isso é o que marca a diferença entre a vida produtiva e a estéril. Meu avô, em seu leito de morte, me ensinou uma grande lição: sob a perspectiva da morte iminente o que se leva dessa vida é o amor com que se ama. O que permanece é o fruto resultante do amor. O restante passa.

O fruto que permanece é aquele que é produzido 
pela seiva do amor de Deus. Davi Charles Gomes“

—  pão_diário_é_só_noticias_boas

„Qual é a ocasião?


Sei que tudo quanto Deus faz durará eternamente… v.14


Arthur, 4 anos, espiou para fora do capuz do seu moletom favorito deixando à vista o seu alegre rostinho. O capuz imitava uma cabeça de jacaré com mandíbulas de pelúcia que pareciam engolir a cabeça dele! Sua mamãe não aprovou o moletom escolhido. Ela queria causar uma boa impressão na visita que fariam a uma família que não viam há tempos.

Então ela lhe disse: “Esse moletom não é apropriado para a ocasião de hoje.”

“É sim!”, Arthur protestou prontamente.

“Sim, e que ocasião você acha que é?”, perguntou ela. Arthur respondeu: “Você sabe, mãe. Vida!” O garoto convenceu a sua mãe a deixar ele vestir o moletom que preferia!

Arthur já aprendeu o que lemos em Eclesiastes 3:12: “…nada há melhor para o homem do que regozijar-se e levar vida regalada”. Esse livro pode parecer deprimente e muitas vezes é incompreendido porque foi escrito a partir de uma perspectiva humana, não divina. O escritor, o rei Salomão, perguntou: “Que proveito tem o trabalhador naquilo com que se afadiga” (v.9)? No entanto, nele vislumbramos a esperança, pois ele também escreveu: “…é dom de Deus que possa o homem comer, beber e desfrutar o bem de todo o seu trabalho” (v.13).

Nós servimos a um Deus que nos dá boas coisas para desfrutar. Tudo o que Ele faz “durará eternamente” (v.14). À medida que o reconhecemos e seguimos os Seus ensinos de amor, Ele incute e inspira em nós o Seu propósito, significado e alegria de viver.

O Senhor, que o criou, 
quer ser o centro de sua vida. Tim Gustafson“

—  pão_diário_é_só_noticias_boas

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„Limpeza da casa


Despojando-vos, portanto, de toda maldade e dolo, de hipocrisias e invejas e de toda sorte de maledicências. 2:1


Troquei de quartos e isso levou mais tempo do que o esperado. Eu não queria transferir minha extensa bagunça ao outro cômodo; mas recomeçar bem organizado. Depois de horas de limpeza e triagem, os sacos de objetos estavam prontos para serem descartados, doados ou reciclados. Porém, no final, um belo quarto me esperava e eu poderia me reorganizar.

Isso me trouxe uma nova perspectiva ao ler 1 Pedro 2:1, na paráfrase bíblica A Mensagem: “Por isso, limpem a casa! Tratem de varrer tudo que é malícia, fingimento, inveja e comentários maldosos.” Depois de uma alegre confissão de sua nova vida em Cristo (1:1-12) Pedro os exorta a jogar fora os hábitos destrutivos (1:13–2:3). Quando a nossa caminhada com o Senhor se torna confusa e o amor por outros está tenso, isso não deve nos fazer questionar nossa salvação. Não mudamos nossa vida para sermos salvos, mas porque somos salvos (1:23).

Da mesma maneira que a nossa nova vida em Cristo é verdadeira, os maus hábitos adquiridos não desaparecem do dia para a noite. Cada dia, precisamos “limpar a casa”, jogar fora tudo o que nos impede de amar os outros (1:22) e amadurecer (2:2). No espaço novo e limpo, experimentamos a maravilha de sermos recém- -construídos (v.5) pelo poder e pela vida de Cristo.

Todos os dias podemos rejeitar os hábitos destrutivos 
e experimentar a nova vida em Jesus. Monica Brands“

—  pão_diário_é_só_noticias_boas

„Esquecido por nossa causa


…De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei. Hebreus 13:5


Ter um amigo por perto torna a dor mais suportável? Foi feito um estudo fascinante para responder a essa pergunta e saber como o cérebro reage à perspectiva de dor, e se reage de maneira diferente se uma pessoa enfrenta a ameaça de dor sozinho, segurando a mão de um estranho, ou de alguém que lhe é próximo.

Fizeram-se os testes em dezenas de pares, e os resultados foram consistentes. Quando uma pessoa estava só ou segurando a mão de um estranho, na expectativa de um choque, as regiões do cérebro que processam o perigo iluminavam-se. Ao segurar as mãos de alguém de confiança, o cérebro relaxava. A presença de um amigo fez a dor parecer mais suportável.

Jesus precisava de conforto ao orar no jardim do Getsêmani. Ele sabia que estava prestes a enfrentar traição, prisão e morte. Ele pediu aos Seus amigos mais próximos para ficarem e orarem com Ele, dizendo-lhes que a Sua alma estava “profundamente triste” (v.38). Mas Seus amigos dormiram.

Jesus enfrentou a agonia, sem o conforto da mão de alguém para segurar. Mas por Ele suportar essa dor, podemos ter a certeza de que Deus nunca nos deixará nem nos abandonará (Hebreus 13:5). Jesus sofreu para que jamais venhamos a experimentar a separação do amor de Deus (Romanos 8:39). A companhia do Senhor faz qualquer coisa que tenhamos que enfrentar ser mais suportável.

Por causa do amor de Deus, 
nunca estamos realmente sozinhos. Amy Peterson“

—  pão_diário_é_só_noticias_boas

„Tendo bons frutos


Ele é como árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto… v.3


A vista da minha janela do avião era marcante: uma fita estreita de campos de trigo maduros e pomares entre duas montanhas áridas. Um rio atravessava o vale. Água gerando vida, sem a qual não haveria qualquer fruto.

Assim como uma colheita abundante depende de uma fonte de água limpa, a qualidade do “fruto” em minha vida, as minhas palavras, ações e atitudes dependem do meu alimento espiritual. O salmista descreve isso no Salmo 1: A pessoa “…cujo prazer está na lei do Senhor […]. É como a árvore plantada junto a corrente de águas, que no devido tempo, dá o seu fruto…” (vv.1-3). E Paulo escreve em Gálatas 5 que aqueles que andam em sintonia com o Espírito são marcados por “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio…” (vv.22,23).

Às vezes, a minha perspectiva sobre as minhas circunstâncias azeda, ou minhas ações e palavras tornam-se persistentemente indelicadas. Não há bons frutos, e percebo que não investi tempo em quietude diante da Palavra de Deus. Mas quando o ritmo dos meus dias está enraizado na confiança em Deus, produzo bons frutos. A paciência e a gentileza caracterizam as minhas interações com os outros; e é mais fácil escolher a gratidão do que murmurar.

O Deus que se revelou a nós é a nossa fonte de força, sabedoria, alegria, compreensão e paz (Salmo 119:28,98,111,144,165). Ao fortalecermos a nossa alma nas palavras que nos levam a Ele, a obra do Espírito de Deus se tornará clara em nossa vida.

O Espírito de Deus habita em Seu povo, 
a fim de trabalhar por meio deles. Peter Chin“

—  pão_diário_é_só_noticias_boas

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„Em Wittenberg, o pensamento de Lutero relativo ao pecado e à redenção desafiou muito do ensino tradicional. Os académicos continuam a debater o verdadeiro grau de radicalidade da sua teologia – decerto não era única. A essência do problema era esta. A mais antiga tradição escolástica medieval insistia que o Deus do amor condenava a humanidade pecadora ao Inferno com base em leis tão estritas e ferozes que não podiam ser cumpridas à letra. A perspectiva de Lutero concluía que a humanidade era totalmente pecaminosa, corrupta, decadente e não podia ser transformada numa criatura que merecesse o Paraíso pela simples repetição de orações ou realização de obras caridosas.
Como podia então alguém aceder à salvação? Num mundo tão intensamente religioso, tratava-se de uma questão urgente.
Lutero resolveu-a quando concluiu que Deus ignorava os pecados daqueles que tinham verdadeira fé – aqueles que eram salvos, os eleitos. O pecado era demasiado poderoso para ser derrotado pela acção humana. Só um milagre de amor divino poderia vencê-lo. O sacrifício de Cristo, ao tomar sobre si mesmo as consequências da tendência para o pecado da humanidade, foi o meio pelo qual se realizou esse milagre. Para se ser salvo, apenas era necessária verdadeira fé nisto. O problema óbvio da conceção de Lutero é que implicava que o comportamento pecaminoso não importava necessariamente. Tenter vencer o pecado no quotidiano era inútil. A fé era tudo o que contava. A resposta de Lutero a uma tal objecção foi que os que obtivessem a salvação sentir-se-iam tão gratos que não quereriam pecar. (Isto, como concluiriam muitas gerações de protestantes, era um bocadinho fácil de mais): a sátira do escritor escocês James Hogg, Confissões de um Pecador Justificado, zurzia a facilidade com que hipócritas podiam conseguir o seu bolo pecaminoso e comê-lo).
O pensamento de Lutero era o de um intelectual cristão que acabara a censurar o pensamento grego clássico, cerebral e sofisticado, de Platão e Aristóteles, sobre o qual se sustentava a teologia tradicional da Igreja. O seu principal impulso, quando chegou à sua conclusão sobre o pecado, foi emocional e pessoal, um sentimento premente de libertação e alegria que exigia ser comunicado – e que nada tinha a ver com a hierarquia ou as liturgias da Igreja. Descreveu-se a si mesmo como sentindo-se «de novo nascido», uma experiência que se encontra ainda no âmago do actual protestantismo evangélico.
Isto teria sempre empurrado um homem como Lutero, uma estranha combinação de brutamontes e sonhador, para uma desavença com as autoridades eclesiásticas. Contudo, foi a prática do comércio de indulgências que o levou a perder a paciência.“

—  Andrew Marr jornalista britânico 1959

História do Mundo

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„O marxismo tem sido a maior fantasia do nosso século. Foi um sonho que oferecia a perspectiva de uma sociedade de perfeita unidade, na qual todas as aspirações humanas seriam cumpridas e todos os valores reconciliados.“

—  Leszek Kołakowski, livro Main Currents of Marxism

Marxism has been the greatest fantasy of our century. It was a dream offering the prospect of a society of perfect unity, in which all human aspirations would be fulfilled and all values reconciled.
"Main Currents Of Marxism" (1978) - p.1206 - Traduzido por P. S. Falla, W.W. Norton & Company, New York, 2005, ISBN 978-0-393-32943-8

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