Frases sobre amor
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“Poema – Astaroth

‘’ Quando um homem
se entrega as feridas
que existem em sua alma

Um abismo se abre
em seu coração
e de lá nascem os mais perversos demônios

Uma vez que o primeiro
demônio se liberta
mata-se o homem
e nasce a besta… ‘’

Os suicidas caminham em horizontes
entre os sonhos da vida
e os desejos da morte

Através deste desfiladeiro
tenho em mim as angustias de um homem morto

Se algum dia eu chorei por amor,
foi porque me entreguei a este sentimento sórdido
até transformá-lo em repulsa

Constantemente me encaro nos espelhos da vida
e me arrependo por não ter enforcado aquela maldita criança
no útero da minha mãe

Poupando a mim mesmo da miséria dos deuses
e os homens dos meus sonhos infantis

Se eu estou calado em um canto escuro
com o destino selado por uma corda em meu pescoço
é porque se eu falar sobre os meus sentimentos
vou faze-los se matarem em meu lugar

Me entreguei a rebeldia de judas
cuspindo em mim mesmo
como um verme miserável

Ainda que eu ame os meus familiares
mais do que as estrelas amam as constelações

Me odeio de maneira tão intensa
que prefiro dar a eles um lindo funeral
com o meu corpo pregado em uma cruz
do que flores para me chamarem de Jesus

'' - Lembram-se quando vocês eram jovens
e cheios de sonhos?
e hoje são produtos da própria derrota;''

Fracassei até mesmo em amar
só me resta a vitória dos meus sonhos perdidos
em um mar de baratas e podridão

Em palavras inocentes
revelarei com plena honestidade
ainda que na epiderme imunda
de uma infância hostil
e claramente sem futuro

Fui feliz
sem saber que algum dia
desejaria ter enforcado aquela
criança inocente em frente ao espelho

Finalizo estes versos
com uma dor que não pode
ser descrita em Poesias, Filosofias
ou maldições

Mas vocês vão se lembrar de mim
quando lerem a carta de suicídio
que eu cravei em seus corações
- Gerson De Rodrigues”

Gerson De Rodrigues (1995) poeta, escritor e anarquista Brasileiro

Niilismo Morte Deus Existencialismo Vida Nietzsche

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“Poema – Pequenininha

Em um mundo de angustias
dois corações improváveis
se encontraram

Essa é a história do poeta
que se apaixonou pelo anjo;

Perdido em sua própria escuridão
o poeta chorava lágrimas de sangue
e todas as noites antes de dormir
chorava abraçando um velho travesseiro

O Anjo havia perdido as suas asas
e caminhava sozinha no vale das sombras

Em seu passado remoto
os homens mais cruéis a fizeram sangrar

Ferida e sem esperanças
encontrou nos olhos do jovem Poeta
esperanças para viver mais um dia

Mas o poeta nunca acreditou no amor
o seu coração havia se partido
ah muito tempo

Ainda que em sua juventude
o suicídio o abraçou
mais do que a sua própria mãe;

O Anjo ferido sem desistir
com uma voz doce
ressoou a sinfonia dos deuses

Fazendo o jovem Poeta
se apaixonar pela primeira vez

Dois corações improváveis
agora sangravam juntos
banhando as rosas brancas
com o seu sangue

O Poeta que antes vivia na escuridão
agora chamava o seu anjo
de pequenininha
protegendo-a com a sua própria vida

Quem diria?
que um homem morto
poderia amar ao menos uma vez (…)

Em uma destas noites frias
quando as bruxas dançavam o Sabbath
72 dos demônios Goéticos possuíram
o coração daquele anjo

Transformando o seu amor
em um ódio incontrolável

O jovem poeta
novamente teve
o seu coração estilhaçado

Quando sentiu as mãos doces
do seu anjo
transformando-se em garras para feri-lo

Palavras malditas
eram proclamadas pelo anjo

E em cada uma delas
o poeta chorava o seu próprio sangue (…)

‘’ Como um homem apaixonado
Poderia sobreviver as angustias
De um amor infernal?’’

Ainda que sangrando
o jovem poeta caminhou
em um desfiladeiro entre a vida e a morte
com uma corda em seu pescoço

E todas as noites enforcava a si mesmo
para faze-la sorrir ao menos uma vez

Mas ele não sobreviveu por muitos anos
certa vez o anjo ganhou asas negras
e partiu para o abismo

Levando com ela o brilho nos olhos
do já falecido poeta…”

Gerson De Rodrigues (1995) poeta, escritor e anarquista Brasileiro

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“A amizade é muito mais trágica que o amor. Dura mais tempo.”

Oscar Wilde (1854–1900) Escritor, poeta e dramaturgo britânico de origem irlandesa
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“Poema – Sodoma

No esgoto dos ratos
Os suicidas trepam com as baratas
Para esquecer o seu medo da morte

Enquanto aqueles que já se mataram
Participam de orgias com a mãe de cristo
Em busca de salvação
Da condenação divina;

Há uma jovem neste exato momento
Que teve o seu coração partido

Ela jura que a arma na gaveta do seu pai
Pode solucionar todos os seus problemas

Enquanto o seu vizinho ao lado
Chora todas as manhãs

Com uma única chance
De faze-la sorrir

O quão irônica é a vida?
Enquanto padres estupram crianças

Mães rezam para que cristo as protejam
Do homem que as violentam todos os dias

Como uma sinfonia composta por
Beethoven e apreciada pelo Diabo
A vida e a morte caminham de mãos dadas

Enquanto nós meros mortais
Clamamos por um abraço daqueles
Que nos apunhalaram pelas costas

Um homem de sessenta anos
Teve o seu coração partido
Mais vezes do que todos os seus filhos

Hoje ele chora sozinho em sua sala de estar
Se perguntando por que não teve coragem
De se matar aos dezesseis anos

Talvez porque a dor em seu coração
Não fosse tão forte
Quanto a sua vontade de viver mais um dia?

Vivemos vidas miseráveis
Enquanto nos perdemos em ambições
De uma vida feliz e um amor sincero

Existe um boato no inferno
Que todas as almas felizes são condenadas
Ao abismo da melancolia

Enquanto aqueles que sofreram em vida
São abraçados pelo acalanto amor
De um anjo apaixonado

Mas todos nós sabemos que
Os contos bíblicos são mentiras

Contadas por homens que queimavam
Mulheres inocentes
Em fogueiras de pura covardia e terror

Blasfêmias ofendem mais
Do que crianças morrendo de fome

Ou adolescentes cortando seus pulsos
Enquanto seus pais dizem que o sangue
Que escorre pelas suas veias
É pura frescura

Uma mulher inocente
Foi estuprada por um monstro imundo

Ela se enforca se sentindo culpada
E o crápula é aplaudido pelos vermes
Que chamam de amigos

Vivemos em uma sociedade doente
E o suicídio para alguns é o remédio
Menos doloroso…
- Gerson De Rodrigues”

Gerson De Rodrigues (1995) poeta, escritor e anarquista Brasileiro

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“Poema – Solitude & Depressão

Há um demônio que vive dentro de mim
Todas as vezes que eu tento ser eu mesmo
Ele machuca as pessoas que eu amo

Então sou obrigado a fingir
Ser outro alguém

Aqueles que realmente me conhecem
Me olham com olhar de ódio e repulsa

Mas eu não posso culpá-los
Quem amaria um monstro como eu?

Tentei me esconder na solidão
Mas a depressão fez de mim
Vítima da minha própria doença;

Corri em meio a florestas
Atormentadas por bruxas e demônios
E pela primeira vez me senti em casa

Todas as manhãs ascendo velas
Para o diabo
E ele me conta histórias fantásticas

De um lugar repleto de luz
Aonde a minha escuridão
Não pode ferir ninguém;

Há uma criança tímida que vive
Dentro de mim

Tudo que ela queria fazer
Era amar e sorrir como uma pessoa normal

Mas quando olham diretamente em seus olhos
Eles veem apenas o demônio
Que tenta se esconder em meio as suas lágrimas

Hoje a única pessoa que eu acreditei
Que me amava
Disse que eu havia mudado

Ela finalmente descobriu quem eu realmente era
Sei que em algum momento ela irá embora
Como todos fazem

Mas eu não posso culpa-los…
Quem iria amar um monstro como eu?

Eu tento do fundo do meu coração
Ser uma boa pessoa
Mas até mesmo a minha forma de falar
Acaba ferindo aqueles que se aproximam de mim

Acredito fielmente
Que eu deveria me enforcar
Enquanto todos dormem

E deixá-los
Somente com as memórias
Do homem que eu nunca fui…

Mas há uma criança tímida
Que vive dentro de mim…

E tudo que ela queria fazer
Era sorrir e amar como uma pessoa normal

Mas por que?
Oh deus!

Por que?
Vocês não conseguem enxergá-la?

Tudo que veem é um
Demônio solitário
Clamando por um pouco de amor…

Me desculpem!
Por favor me desculpem
Por ter nascido!

Eu prometo que eu vou concertar
Esse erro algum dia…

- Gerson De Rodrigues”

Gerson De Rodrigues (1995) poeta, escritor e anarquista Brasileiro

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“Poema – Fevereiro

Hoje eu tomarei todos os meus antidepressivos
Colocarei fogo na casa
E dormirei em meio as chamas

Não porque eu deixei de amá-la
Ou porque desisti da vida

E sim porque não existe em mim
Um único resquício de esperança…

Flertar com a morte
Me ajuda sobreviver dias infernais

Mas devo confessar a todos vocês
Já não tenho mais forças
Ou psicológico para continuar lutando

As minhas batalhas foram todas perdidas
Este não é um Poema
E sim uma despedida

Não há metáforas ou maldições
Capazes de esconder as feridas
Que corroem a minha alma

Tudo que eu fui um dia
Desapareceu com o tempo

As pequenas realizações
O amor que senti uma única vez
Os breves sonhos que nunca vão se realizar

Hoje tornaram-se memórias
De um cadáver podre
Que deitado em uma cama sozinho
Em posição fetal
Aguarda o acalanto abraço frio da morte

Sei que nunca mais serei capaz de amar outra pessoa
Até mesmo a insônia me abandonou
Me tornei escravo de medicamentos
Que me obrigam a dormir

Ainda não sei como dizer aos meus Pais e Amigos
Que eu estou indo embora

Se realmente me compreendessem
Ou sentissem a minha dor
Saberiam que essa é a minha única saída

Já fazem dois dias que eu não consigo
Parar de chorar
E o que eu deveria fazer?

Continuar mentindo para mim mesmo?
Inventando motivos para mover uma vida
Da qual odeio repulsivamente?

Apenas saibam que sim
Eu vivi lindos momentos

Amei intensamente um anjo
Que fez meus olhos brilharem

Espalhei pelo mundo
Poesias & Maldições
Descritas em livros!

Mas hoje…
Já não existe nada
Que seja capaz de me manter neste mundo

A solidão me assusta…
O amor me fez sangrar…

E nenhum abraço
É capaz de me salvar

Algumas pessoas dizem
Que o tempo será capaz de curar
As minhas feridas

Mas nenhum de vocês percebeu
Que não são as feridas que me machucam

E sim a ausência de um sorriso
Que um dia me deu motivos para viver

Quando eu estiver morto
Não chorem (…)
Lembrem-se que este velho Poeta

Que tanto flertou com a morte
Um dia se apaixonou pela vida
E sorriu ao menos uma única vez…
- Gerson De Rodrigues”

Gerson De Rodrigues (1995) poeta, escritor e anarquista Brasileiro

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“O amor era uma mistura de café com cachaça que acelera e deixa zonzo. Uma agitação mole.”

Fonte: Desamparo, Fred Di Giacomo, Editor: Marcelo Nocelli/Editora Reformatório

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“Quando digo às pessoas que sou misantropo, elas reagem como se fosse uma coisa má, as idiotas. Eu vivo em Londres, por amor de Deus. Por acaso passaram pela Oxford Street recentemente? A misantropia é o que nos faz sobreviver. Não é um defeito, é uma aptidão.”

Whenever I tell people I'm a misanthrope they react as though that's a bad thing, the idiots. I live in London, for God's sake. Have you walked down Oxford Street recently? Misanthropy's the only thing that gets you through it. It's not a personality flaw, it's a skill.
Creator Spotlight: Charlie Brooker; como citado in Grammar Girl's 101 Words to Sound Smart - Página 66 https://books.google.com.br/books?id=D6nEzi1GrrMC&pg=PA66, Mignon Fogarty - St. Martin's Press, 2011, ISBN 142995129X, 9781429951296, 128 páginas

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“O país é a memória… Pedaços de vida envolto em pedaços de amor ou dor; a palma farfalhando, música conhecida, o jardim e sem flores, sem folhas, sem vegetação. Oh tão pequena que você caber toda todo país sob a sombra da nossa bandeira: talvez você era tão jovem para que eu pudesse tomar em toda parte dentro do coração!”

Ricardo Miró (1883–1940)

Barcelona, (1909). Publicado na Revista Nuevos Ritos https://books.google.com.br/books?id=YA0fsgdSO34C&pg=PA273&lpg=PA273&dq=Revista+Nuevos+Ritos&source=bl&ots=1eYTA6ODFH&sig=fQcoFpAujYnHEJVbyxDr1dMKjks&hl=pt-BR&sa=X&ved=0ahUKEwiU1-7N68TTAhVNl5AKHf9xAV4Q6AEIRTAE#v=onepage&q=Revista%20Nuevos%20Ritos&f=false, Nº 50, 01 setembro de 1909.

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“Não há muitas surpresas que você recebe na vida, então isso não funciona se você é um ator que realmente gosta de colocar no trabalho e criar um personagem, mas se você é realmente bom em seus pés e você Amor fazendo o trabalho e se você tem uma vida cheia, então realmente não importa.”

"There’s not that many surprises that you get in life, so it kind of doesn’t work if you’re an actor who really loves to put in the work and create a character, but if you’re really good on your feet and you love doing the work and if you have a full life, then it really doesn’t matter."
Fonte: By Lance Carter http://www.dailyactor.com/interview/rockmond-dunbar-intervew-sons-of-anarchy/

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“O amor e a morte se parecem: quando estamos perdidos acudimos a eles.”

Silvina Ocampo (1903–1993)

El amor y la muerte se parecen: cuando estamos perdidos acudimos a ellos.
Cuentos completos, Volume 1, Emecé, 1999 - 481 páginas, p. 135 https://books.google.com.br/books?id=YUlfAAAAMAAJ&q=%22El+amor+y+la+muerte+se+parecen:+cuando+estamos+perdidos+acudimos+a+ellos.%22&dq=%22El+amor+y+la+muerte+se+parecen:+cuando+estamos+perdidos+acudimos+a+ellos.%22&hl=pt-BR&sa=X&ved=0ahUKEwi8uMLg9-zRAhWKIJAKHYDyBOQQ6AEIJDAB.

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“Começamos na rua. Depois, com a falta de espaço, fomos para a estação São Bento. O rap era o funk falado. A gente fazia muito pela diversão, pelo amor, pra aprender o que estava fazendo.”

Thaíde (1967) rapper, compositor, produtor, apresentador e ator brasileiro

como citado in: Jovem Pan http://jovempanfm.uol.com.br/panico/gente-ensaiava-na-rua-e-dancava-na-cadeia-diz-rapper-thaide-sobre-regime-militar.html: “A gente ensaiava na rua e dançava na cadeia”, diz rapper Thaíde sobre regime militar , 27/05/2015 13h45 . - Atualizado em 13/04/2016 05h00

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“Esta aceitação incondicional das exigências impostas pelo mesmo padrões mais elevados é a base de todo o progresso humano. Um amor de qualidade superior, devemos lembrar, é essencial em um líder.”

Haile Selassie (1892–1975) Regente e Imperador da Etiópia

"Discurso sobre liderança em discursos proferidos em diversas ocasiões, maio de 1957-Dezembro de 1959 (1960), P. 138."

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“O xadrez, como o amor, como a música, tem o poder de fazer os homens felizes.”

Das Schach hat wie die Liebe, wie die Musik die Fähigkeit, den Menschen glücklich zu machen.
Das Schachspiel: systematisches Lehrbuch für Anfänger und Geübte - página 12 https://books.google.com.br/books?id=_kkg6qDr9CsC&pg=PP12, Siegbert Tarrasch - BoD – Books on Demand, 2009, ISBN 394167000X, 9783941670006, 204 páginas

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“Não quero ser só apenas o Teu servo quero atrair teu olhar de amor, Senhor eu venho a ti como um filho que te ama tudo o que eu quero é estar perto de ti.”

Aline Barros (1976) Cantora gospel

na música Casa do Pai http://letras.mus.br/aline-barros/casa-do-pai/

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“O homem que disse, uma vez, sabia: / Nascer é mesmo muito comprido. / Nascer, meu amor, não termina nunca.”

In Canções Meninas, (Editora Ardotempo, 2019)
Crônicas, Poemas

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“O amor devia ser / mas uma fortaleza fecha-se / em anéis tantos, / com um sério exército e seu balaço, / que o amor não é.”

Continência, in "Trajetória de Antes", (Editora Iluminuras, 1999)
Crônicas, Poemas

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“O amor, até o amor existe, / Um lunático mendicante que vadia pela terra / À espera de outra chance -.”

Miragem, in "O Amor e Depois", (Editora Iluminuras, 2012)
Crônicas, Poemas

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“Te desejo demais entre os lençóis; Nosso amor é louco puro extase.. Esta noite é só você e eu.. Esta noite é só você e eu.”

Lino Krizz (1974) músico brasileiro

na música Esta Noite é Só Você e Eu http://www.vagalume.com.br/lino-crizz/esta-noite-e-so-voce-e-eu.html
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“Estou representando para eles gangstas em todo o mundo ainda bater-lhes cantos neles menina baixa de baixo … (Dr. Dre) … Ainda tomando o meu tempo para aperfeiçoar a batida … E eu ainda tenho o amor para as ruas, é o DRE.”

Snoop Dogg (1971)

Tradução: "I'm representing for them gangstas all across the world Still hitting them corners in them low low's girl... (Dr. Dre) ...Still taking my time to perfect the beat... And I still got love for the streets, it's the D-R-E."
Verificadas
Fonte: na música ( Still Dre http://www.vagalume.com.br/snoop-dogg/still-dre.html)

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“Fingir marido aumenta o preço - arma pretextos! / O Amor aumenta, se adiar a noite.”

Propércio (-47–-16 a.C.)

"Et simularem uirum pretium facit: uteri causes! / Maior dilata nocte recurret Amor."
Elegias. 4.5.29-30. Sexto Propércio; tradução e organização de Guilherme Gontijo Flores.

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“No Amor muito auxiliam constância e lealdade: / quem muito pode dar, muito há de amar.”

Propércio (-47–-16 a.C.)

"Multum in Amore fides, multum constantia prodest: / qui dare multa protest, multa et amare prodest"
Elegias. 2.26b.27-8 https://books.google.com.br/books?id=8RGdCgAAQBAJ&pg=PT172. Sexto Propércio; tradução e organização de Guilherme Gontijo Flores.
Segundo Flores, este dístico é considerado como espúrio por S. J. Heyworth.
Fonte: Sexto Propércio. Elegias de Sexto Propércio; organização, introdução, tradução e notas: Guilherme Gontijo Flores. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2014. página 371. Nota referente a elegia 2.26b.27-8.

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“Tal como um touro no começo nega o arado / e, afeito ao jugo, manso ruma ao prado, / também jovens se agitam rebeldes no Amor, / mas domados aceitam justo e / injusto.”

Propércio (-47–-16 a.C.)

"Ac ueluti primo taurus detractat aratra, / post uenut assueto mollis ad arua iugo, / sic primo iuunes trepidant in Amore feroces, / dehinc domiti post haec aequa et iniqua ferunt."
Elegias, 2.4.(3.47-50) https://books.google.com.br/books?id=8RGdCgAAQBAJ&pg=PT142. Sexto Propércio; tradução e organização de Guilherme Gontijo Flores.

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“Evita desprezar meus cantos com orgulho: / O Amor tardio cobra imensos juros.”

Propércio (-47–-16 a.C.)

"Tu caue nostra tuo contemnas carmina fastu: / Saepe uenit magno faenore tardus Amor."
Elegias. 1.7.25-6 https://books.google.com.br/books?id=8RGdCgAAQBAJ&pg=PT66. Sexto Propércio; tradução e organização de Guilherme Gontijo Flores.
Esta profecia, que vem a se cumprir em 1.9, é dirigida ao poeta épico Pôntico, que segundo Propércio desprezava a elegia (poesia amorosa), e que este desprezo cobraria um alto preço, pois quando Pôntico se apaixonasse, não saberia como proceder, e que chegado este momento, já seria tarde de mais para agir.
Fonte: Sexto Propércio. Elegias de Sexto Propércio; organização, introdução, tradução e notas: Guilherme Gontijo Flores. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2014. página 327 https://books.google.com.br/books?id=8RGdCgAAQBAJ&pg=PT332. Nota referente a elegia 1.7.

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“Todos se comovem do meu insano amor… e tu só, tu permaneces em profunda indiferença… sem escrever-me senão cartas frias, cheias de cansadas repetições, que nem enchem a metade do papel, dando a conhecer grosseiramente que morrias da impaciência de findá-las…”

"Tout le monde est touché de mon amour, et vous demeurez dans une profonde indifférence, sans m’écrire, que des lettres froides, pleines de redites ; la moitié du papier n’est pas rempli, et il paroît grossièrement que vous mourez d’envie de les avoir achevées."
Atribuídas, Carta segunda
Fonte: Lettres portugaises (As Cartas Portuguesas - Carta segunda)

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“O fato de ser pederasta não implica nenhuma grandeza, mas tampouco impede nenhuma. Talvez a verdadeira grandeza da pederastia está nas suas servidões, porque, mesmo entre os gregos, que contudo a divinizaram, ela obligava seus praticantes a lutar contra os preconceitos do vulgar. Em todas as épocas, a vida do pederasta tem sido um combate. Combate, quando ele é jovem, contra seus mestres e contra sua família, combate após contra a sociedad, ameaça perpétua para sua honra e sua posição, ódio feroz dos reprimidos, dos hipócritas e dos idiotas. Não nos enganemos respeito das vitórias dalguns pederastas em áreas específicas. Elas sempre são duramente adquiridas e asperamente questionadas. Finalmente, como a pederastia é o tipo de amor para o qual o casal ideal é o mais difícil de constituir, manter e desenvolver, este é o que proporciona menos éxitos e no qual o prazer substitui geralmente a felicidade.”

Roger Peyrefitte (1907–2000)

Le fait d’être pédéraste ne comporte aucune grandeur, mais il n’en interdit non plus aucune. Peut-être la vraie grandeur de la pédérastie est-elle dans ses servitudes, car, jusque chez les Grecs, qui l’avaient pourtant divinisée, elle obligeait ses adeptes à lutter contre les préjugés du vulgaire. À toutes les époques, la vie du pédéraste a été un combat. Combat, lorsqu’il est jeune, contre ses maîtres et contre sa famille, combat ensuite contre la société, menace perpétuelle pour son honneur et sa position, haine farouche des refoulés, des hypocrites et des imbéciles. Qu’on ne s’abuse pas sur les victoires de certains pédérastes dans des domaines particuliers. Elles sont toujours chèrement acquises et âprement contestées. Enfin, comme la pédérastie est le genre d’amour où le couple idéal est le plus difficile à constituer, à maintenir et à parfaire, c’est celui qui offre le moins de réussites et où le plaisir tient lieu le plus souvent de bonheur.
«Grandeur et servitudes de la pédérastie», em Le Crapouillot, nº 12, Les pédérastes, agosto-setembro 1970, p. 15.

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“Fazer amor com um/uma menino/menina é uma experiência hierofânica, uma prova batismal, uma aventura sagrada.”

Coucher avec un/une enfant, c’est une expérience hiérophanique, une épreuve baptismale, une aventure sacrée.
Les Moins de seize ans
Fonte: Op.cit., p. 75

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“Esse gosto pelos garotos jovems, é homossexualidade? Stricto sensu, sim é: um garoto de treze anos é do mesmo sexo que eu, portanto fazendo amor com ele eu efetuo um ato homossexual. Todavia, se homos significa semelhante em grego, é claro que esse garoto e eu não somos semelhantes.”

Ce goût des jeunes garçons, est-ce de l’homosexualité ? Stricto sensu, oui : un garçon de treize ans est du même sexe que moi, donc en couchant avec lui j’accomplis un acte homosexuel. Pourtant, si homos signifie semblable en grec, il est clair que ce gosse et moi, nous ne sommes pas semblables.
Les Moins de seize ans
Fonte: Matzneff, Gabriel, Les Moins de seize ans, Paris, Julliard, 1974, p. 22

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“Pelo amor de Deus, ele só queria brincar de robô. O que havia de tão errado nisso?”

John Green (1977) Escritor, empresário e vlogger norte-americano

Colin Singleton, p. 29
Quem é Você, Alasca? (2005), O Teorema Katherine (2006)

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“Então você está a fazer amor com a máquina de secar as mãos?”

" Mentol no matraquilho ", Mixórdia de Temáticas 24-02-2015

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“Leva carinho, leva amor, leva, por vezes, maionese.”

" Furta-sanduíches ", Mixórdia de Temáticas 11-04-2014

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“Uma noite de amor com Cauã Reymond me faria ficar.”

Monica Iozzi (1981)

Monica, brincando sobre qual motivo a faria permanecer no Video Show (26 de julho de 2015)
Atribuídas
Fonte: Entrosamento de Otaviano Costa e Monica Iozzi fez com que a interação do público com o ‘Vídeo show’ aumentasse 600%, http://extra.globo.com/tv-e-lazer/entrosamento-de-otaviano-costa-monica-iozzi-fez-com-que-interacao-do-publico-com-video-show-aumentasse-600-16946886.html#ixzz49bXLKZ4V, 24 de maio de 2016, Extra, 26 de julho de 2015, 2015, julho, Estrelando, português http://extra.globo.com/tv-e-lazer/entrosamento-de-otaviano-costa-monica-iozzi-fez-com-que-interacao-do-publico-com-video-show-aumentasse-600-16946886.html,

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“Senhor, quero padecer e ser desprezado por amor de Vós.”

João da Cruz (1542–1591)

Atribuídas

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“O amor e como a sopa: as primeiras colheres são desagradáveis porque queimam, e as últimas são horríveis porque estão muito frias.”

Jeanne Moreau (1928–2017)

L'amour, c'est comme le potage : les premières cuillères sont trop chaudes, ... une citation de Jeanne Moreau. ... potage : les premières cuillères sont trop chaudes, les dernières trop froides.
como citado in Les tribulations de Patna: Chef de cuisine à domicile, página 139 https://books.google.com.br/books?id=L16rDgAAQBAJ&pg=PT139, Patricia DECORAY - 2016, Librinova, ISBN 9791026208419