Frases sobre ser
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“É mais fácil ser amante do que marido, pois é mais fácil dizer coisas bonitas de vez em quando do que ser espirituoso dias e anos a fio.”

Honoré De Balzac (1799–1850) Escritor francês

Il est plus facile d'être amant que mari, par la raison qu'il est plus difficile d'avoir de l'esprit tous les jours que de dire de jolies choses de temps en temps.
Oeuvres illustrées - Volume 3 - Página 14 https://books.google.com.br/books?id=ynY_AAAAcAAJ&pg=RA3-PA14, Honoré de Balzac, ‎Tony Johannot - Marescq, 1832

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“Ser útil para a sociedade é uma das essências da vida!”

Eike Batista (1956) Empresário brasileiro

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“Odeio ser ser humano!”

Rafael Alves (1985) futebolista brasileiro
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“O mundo muda constantemente, e, na Natureza, ser constante seria uma inconstância.”

Abraham Cowley (1618–1667)

Variante: O mundo muda constantemente, e, na Natureza,
ser constante seria uma inconstância.

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“Já que sou, o jeito é ser.”

Clarice Lispector (1920–1977) Escritora ucraniano-brasileira
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“Se o coração tem razões que a razão desconhece, isso deve-se ao facto da razão ser menos sensata do que o coração.”

Raymond Radiguet (1903–1923)

Variante: Se o coração tem razões que a razão desconhece, isso deve-se ao fato da razão ser menos sensata do que o coração.

“Pênalti é uma coisa tão importante que devia ser cobrado pelo presidente do clube”

Neném Prancha (1906–1976)

citado em Placar Magazine - 26 out. 1973 - Página 8 http://books.google.com.br/books?id=Be5xZ1ovVx8C&pg=PA8, Nº 189 - ‎Revista, Publicado por Editora Abril
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“Não ser é outro ser.”

Fernando Pessoa (1888–1935) poeta português
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“Você as vezes não estranha de ser você?”

Clarice Lispector (1920–1977) Escritora ucraniano-brasileira

As Palavras
Variante: Você de repente não estranha de ser você?

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“Apesar de você, amanhã há de ser outro dia.”

Chico Buarque (1944) compositor, cantor e escritor brasileiro
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“A diferença entre a moral e a política está no fato de que, para a moral, o homem é um fim, enquanto que para a política é um meio. A moral, portanto, nunca pode ser política, e a política que for moral deixa de ser política.”

Pío Baroja (1872–1956)

Variante: A diferença entre a moral e a política está no facto de que, para a moral, o homem é um fim, enquanto que para a política é um meio. A moral, portanto, nunca pode ser política, e a política que for moral deixa de ser política.

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“Escuta: eu te deixo ser, deixa-me ser então”

Clarice Lispector (1920–1977) Escritora ucraniano-brasileira
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“Há um morcego de papel da festa das bruxas pendurado num cordão acima de sua cabeça; ele levanta o braço e dá um piparote no morcego, que começa a girar.
- Dia de outono bem agradável - continua ele.
Fala um pouco do jeito como papai costumava falar, voz alta, selvagem mesmo, mas não se parece com papai; papai era um índio puro de Columbia - um chefe - e duro e brilhante como uma coronha de arma. Esse cara é ruivo, com longas costeletas vermelhas, e um emaranhado de cachos saindo por baixo do boné, está precisando de dar um corte no cabelo há muito tempo, e é tão robusto quanto papai era alto, queixo, ombros e peitos largos, um largo sorriso diabólico, muito branco e é duro de uma maneira diferente do que papai era, mais ou menos do jeito que uma bola de beisebol é dura sob o couro gasto. Uma cicatriz lhe atravessa o nariz e uma das maçãs do rosto, o luga em que alguém o acertou numa briga, e os pontos ainda estão no corte. Ele fica de pé ali, esperando, e, quando ninguém toma a iniciativa de lhe responder alguma coisa, começa a rir. Ninguém é capaz de dizer exatamente por que ele ri; não há nada de engraçado acontecendo. Mas não é da maneira como aquele Relações Públicas ri, é um riso livre e alto que sai da sua larga boca e se espalha em ondas cada vez maiores até ir de encontro às paredes por toda a ala. Não como aquele riso do gordo Relações Públicas. Este som é verdadeiro. Eu me dou conta de repente de que é a primeira gargalhada que ouço há anos.
Ele fica de pé, olhando para nós, balançando-se para trás nas botas, e ri e ri. Cruza os dedos sobre a barriga sem tirar os polegares dos bolsos. Vejo como suas mãos são grandes e grossas. Todo mundo na ala, pacientes, pessoal e o resto, está pasmo e abobalhado diante dele e da sua risada. Não há qualquer movimento para faze-lo parar, nenhuma iniciativa para dizer alguma coisa. Ele então interrompe a risada, por algum tempo, e vem andando, entrando na enfermaria. Mesmo quando não está rindo, aquele ressoar do seu riso paira a sua volta, da mesma maneira com o som paira em torno de um grande sino que acabou de ser tocado - está em seus olhos, na maneira como sorri, na maneira como fala. [1]
- Meu nome é McMurphy, companheiros, R. P. McMurphy, e sou um jogador idiota. - Ele pisca o olho e canta um pedacinho de uma canção : -…. " e sempre eu ponho… meu dinheiro… na mesa " - e ri de novo.”

One Flew Over the Cuckoo's Nest

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