Frases sobre revelação

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da revelação, vida, vida, ser.

Frases sobre revelação

Leo Buscaglia photo
Luiz Inácio Lula da Silva photo

“Eu me sinto traído. Traído por práticas inaceitáveis das quais nunca tive conhecimento. Estou indignado pelas revelações que aparecem a cada dia e que chocam o país.”

Luiz Inácio Lula da Silva (1945) político brasileiro, 35º presidente do Brasil

Em pronunciamento em rede nacional (agosto de 2005), um dia depois de o marqueteiro Duda Mendonça confessar que recebeu dinheiro de caixa dois do PT em uma conta no exterior (agosto de 2005); citado em Revista Veja http://veja.abril.com.br/281205/vejaessa.html, Edição 1937 . 28 de dezembro de 2005
Gerais, 2005

Emil Mihai Cioran photo
Ludwig Van Beethoven photo
Virginia Woolf photo
Salvador Dalí photo
Clarice Lispector photo
Emil Mihai Cioran photo
Virginia Woolf photo
Leo Buscaglia photo
Bahá'u'lláh photo
Rudolf Karl Bultmann photo
Margot Fonteyn photo

“Coisas menores podem tornar-se momentos de grande revelação quando as encontramos pela primeira vez.”

Margot Fonteyn (1919–1991)

Minor things can become moments of great revelation when encountered for the very first time.
Margot Fonteyn: Autobiography‎ - Página 9, de Margot Fonteyn - Publicado por Knopf : distributed by Random House, 1976, ISBN 039448570X, 9780394485706 - 266 páginas

E. W. Bullinger photo
Gotthold Ephraim Lessing photo
Hegel photo
Novalis photo
André Breton photo
Nelson Mandela photo
Calderón de la Barca photo
Carl Gustav Jung photo
Virginia Woolf photo
Umberto Eco photo
Albert Einstein photo
Ludwig Van Beethoven photo

“A música é uma revelação superior a toda a sabedoria e filosofia.”

Ludwig Van Beethoven (1770–1827) compositor alemão

Musik höhere Offenbarung ist als alle Weisheit und Philosophie
citado em "Ludwig van Beethoven: Ein musikalisches Charakterbild" - página 228, G. Mensch - F.C.E. Leuckart (C. Sander), 1871 - 298 páginas
Atribuídas
Variante: Música é revelação mais sublime do que toda sabedoria e filosofia.

Ludwig Van Beethoven photo

“Música é revelação, o terreno elétrico no qual nosso espírito vive, pensa e inventa.”

Ludwig Van Beethoven (1770–1827) compositor alemão

Musik ist der elektrische Boden, in dem der Geist lebt, denkt, erfindet.
citado em "Ludwig van Beethoven: leben und schaffen: Volume 1" - página 125, Adolf Bernhard Marx, Gustav Behncke - O. Janke, 1875
Atribuídas

Marcel Proust photo
Gabriel García Márquez photo
Clarice Lispector photo
Camilo Castelo Branco photo
Chico Xavier photo
Carl Sagan photo
Gabriel García Márquez photo
Octavio Paz photo
Clarice Lispector photo

“A desistência é uma revelação.”

Clarice Lispector (1920–1977) Escritora ucraniano-brasileira
Giovanni Papini photo

“A Etimologia tentou separar duas raízes: de um lado a raiz-lua que, com men (lua) e mensis (mes) pertence a raíz ma do sacrifício mas; e de outro, a raiz sânscrita manas, com menos (grego), mens (latim) etc., que representa o espirito por excelência.
Da raiz-espírito brota uma ampla ramificação de sentidos espirituais significativos: menos, espirito, coração, alma, coragem, ardor; menoinan, considerar, meditar, desejar; memona, ter em mente, pretender; mainomai pensar e também perder-se em pensamentos e delirar, a qual pertence mania, loucura, possessão e também manteia, profecia. Outros ramos da mesma raiz-espírito são menis, menos, raiva, menuo, indicar, revelar; meno, permanecer, demorar-se, manthano, aprender; menini, lembrar; e mentiri, mentir. Todas essas raízes-espírito originam-se de uma raiz original sânscrita Mati-h, que significa pensamento, intenção.
Em nenhum lugar, seja ele qual for, essa raiz foi colocada em oposição a raiz-lua, men, lua; mensis, mes; mas, que e ligado a ma, medir. Dessa raiz origina-se não só matra-m, medida, mas também metis, inteligência, sabedoria; matiesthai, meditar, ter em mente, sonhar; e, mais ainda, para nossa surpresa, verificamos que essa raiz-lua, pretensamente oposta a raiz-espírito, e da mesma maneira derivada da raiz sânscrita mati-h, significando medida, conhecimento.
Em conseqüência, a única raiz arquetípica subjacente a esses significados e espírito-lua, que se expressa em todas as suas ramificações diversificadas, revelando-nos assim sua natureza e seu significado primordial. O que emana do espírito-lua e um movimento emocional relacionado de perto com as atividades do inconsciente. Na erupção ativa e um espirito igneo: coragem, cólera, possessão e ira; sua auto-revelação conduz a profecia, cogitação e mentira, mas também a poesia. Junto com essa produtividade ignea, no entanto, coloca-se outra atitude mais “ medida “ que medita, sonha, espera e deseja, hesita e se retarda, que se relaciona com a memória e o aprendizado, e cujo efeito e a moderação, a sabedoria e o significado.
Discutindo o assunto em outro lugar, mencionei, como uma atividade primaria do inconsciente, o Einfall, isto e, o pressentimento ou o pensamento que “ estala “ na cabeça. O aparecimento de conteúdos espirituais que penetram na consciência com suficiente forca persuasiva para fascina-la e controla-la, representa provavelmente a primeira forma de emergência do espirito no homem. Enquanto numa consciência ampliada e num ego mais forte esse fator emergente e introjetado e concebido como uma manifestação psíquica interna, no começo parece atingir a psique “ de fora “, como uma revelação sagrada e uma mensagem numinosa dos “ poderes “ ou deuses. O ego, ao experimentar esses conteúdos como vindos de fora, mesmo quando os chama de intuitos ou inspirações, recebe o fenômeno espiritual espontâneo com a atitude característica do ego da consciência matriacal. Porque ainda e verdade, como sempre foi, que as revelações do espírito-lua são recebidas mais facilmente quando a noite anima o inconsciente e provoca a introversão do que a luz brilhante do dia.”

The Fear of the Feminine and Other Essays on Feminine Psychology

Machado de Assis photo
Andrew Marr photo
Bertrand Russell photo
Haile Selassie photo
Mansour al-Hallaj photo
Esta tradução está aguardando revisão. Está correcto?
Oscar Wilde photo
Esta frase aguardando revisão.

“⁠⁠A gente só para de flertar com a m0rte todos os dias quando descobre que o melhor dia para se viver é hoje.


Há uma espécie de suicídi0 muito silencioso que pouca gente se atreve a nomear como tal.


Ele não acontece apenas nos gestos extremos, nas decisões finais ou nas manchetes trágicas.


Às vezes, ele se instala gradualmente, no adiamento crônico da vida, na rotina de empurrar para amanhã aquilo que já pede coragem no agora, na mania de sobreviver sem realmente habitar a própria existência.


Muita gente não quer m0rrer — quer apenas descansar da exaustão de existir sem sentido.


E é justamente aí que mora o flerte cotidiano com a m0rte: quando se abandona a urgência de viver.


Viver, porém, não é apenas respirar, cumprir tarefas, pagar contas e colecionar ausências disfarçadas de compromissos.


Viver é reconhecer que o tempo não faz promessas.


O amanhã é uma hipótese muito elegante, mas continua sendo hipótese.


O hoje, com todas as suas imperfeições, é a única matéria concreta que temos nas mãos.


E talvez amadurecer seja justamente isso: perceber que a vida não começa “quando tudo se ajeitar”, “quando a dor passar”, “quando houver mais dinheiro”, “quando a paz finalmente chegar”.


A vida está acontecendo agora — inclusive no caos, inclusive nas faltas, inclusive enquanto ainda estamos tentando entender quem somos.


Há quem flerte com a m0rte não por desejar o fim, mas por tratar a vida com permanente negligência.


Negligencia os afetos, as pausas, a própria saúde, os pedidos de socorro da alma, os sinais do corpo, os vínculos que importam, as palavras que deveriam ser ditas enquanto ainda há quem possa ouvi-las.


Age como se viver fosse um ensaio infinito, como se sempre houvesse tempo para recomeçar, pedir perdão, recalcular a rota, amar melhor, ou simplesmente descansar.


Mas nem todo adiamento é prudência; às vezes, é desistência parcelada.


Descobrir que o melhor dia para viver é hoje não é um clichê otimista — é uma revelação muito dura.


Porque obriga a gente a encarar a própria covardia, os próprios álibis e a confortável ilusão de controle.


Nos obriga a admitir que há muita m0rte disfarçada de rotina eficiente, muita apatia travestida de maturidade, muito medo chamado de prudência.


E, ao mesmo tempo, essa descoberta também liberta: porque devolve ao presente a dignidade que o imediatismo e a ansiedade roubaram.


Faz a gente entender que viver bem não é ter a vida perfeita, mas parar de oferecer o próprio tempo em sacrifício a tudo aquilo que nos afasta de nós mesmos.


Talvez a grande virada aconteça quando deixamos de esperar uma razão extraordinária para viver e passamos a reconhecer a grandeza escondida no ordinário: no abraço ainda possível, na conversa adiada que enfim acontece, no descanso sem medo e sem culpa, na lágrima que finalmente se deixa rolar, no riso que interrompe o peso do mundo — ainda que por alguns segundos.


O hoje não precisa ser grandioso para ser valioso.


Ele só precisa ser vivido com presença — e não desperdiçado como se fosse descartável.


No fim, flertar com a m0rte todos os dias talvez tenha menos a ver com desejar partir e mais com não se permitir ficar por inteiro.


E viver, em sua forma mais honesta, começa quando a gente decide parar de se ausentar da própria história.


Porque o melhor dia para viver não é o dia ideal, nem o dia fácil ou o prometido.


É este.


O único que realmente chegou — o agora.”