Frases sobre molho

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da molho.

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„Ele irá fornecer

Abraão disse: “Meu filho, Deus proverá para si o cordeiro”. Escritura de hoje :
Gênesis 22: 1-14

O pastor Roy S. Nicholson contou sobre uma época em que ele não tinha dinheiro para comprar comida. Determinado a confiar em Deus para suas necessidades e não contar a ninguém, ele e sua esposa apresentaram seu caso ao Senhor em oração.

Na manhã seguinte, ele colocou a mesa para o café da manhã, confiante de que o Senhor providenciaria algo para comer. Nesse momento, um menino da escola dominical veio até a casa com um saco de farinha e um pouco de leite. Lágrimas brotaram nos olhos do pastor. Mal saíra do que a “vovó”, Turner apareceu na porta carregando uma grande travessa carregada com presunto de Virgínia, ovos, grits e molho, biscoitos quentes, manteiga, geleia e café. Nicholson estava cheio de louvor a Deus.

Abraão enfrentou um teste de fé ainda mais sério. Deus lhe havia dito que ele seria o pai de uma grande nação, mas então Deus lhe pediu que sacrificasse seu filho prometido Isaac no altar. Como poderia Abraão fazer uma coisa dessas? Muitos anos de confiar em Deus para o filho há muito esperado lhe ensinaram que sua confiança em Deus seria plenamente recompensada. "Deus proverá para Si mesmo o cordeiro", disse ele a Isaac.

Fé assim não nasce em um dia. É o resultado de anos de ver a fidelidade de Deus às Suas promessas, e cresce à medida que diariamente escolhemos acreditar no que Ele diz.

Refletir e Orar
Oração
Senhor, perdoa-nos por não confiar mais em você. Quando enfrentamos tempos de testes, podemos seguir o exemplo de Abraão e acreditar que você fornecerá exatamente o que precisamos.

A pobreza do homem nunca é uma pressão sobre a provisão de Deus. Dennis J. DeHaan“

—  ministério_pão_diário

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„A liberdade de eleição permite que você escolha o molho com o qual será devorado.“

—  Eduardo Galeano 1940 - 2015

La libertad de elección te permite elegir la salsa con que serás comido
Las palabras andantes‎ - Página 61, de Eduardo Galeano, José Borges - Publicado por Siglo XXI, 1994, ISBN 9682319013, 9789682319013 - 328 páginas
Outras

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„Um imenso animal leiteiro aproximou-se da mesa de Zaphod Beeblebrox. Era um enorme e gordo quadrúpede do tipo bovino, com olhos grandes e protuberantes, chifres pequenos e um sorriso nos lábios que era quase simpático.
– Boa noite – abaixou-se e sentou-se pesadamente sobre suas ancas –, sou o Prato do Dia. Posso sugerir-lhes algumas partes do meu corpo? – Grunhiu um pouco, remexeu seus quartos traseiros buscando uma posição mais confortável e olhou pacificamente para eles.
Seu olhar se deparou com olhares de total perplexidade de Arthur e Trillian, uma certa indiferença de Ford Prefect e a fome desesperada de Zaphod Beeblebrox.
– Alguma parte do meu ombro, talvez? – sugeriu o animal. – Um guisado com molho de vinho branco?
– Ahn, do seu ombro? – disse Arthur, sussurrando horrorizado.
– Naturalmente que é do meu ombro, senhor – mugiu o animal, satisfeito –, só tenho o meu para oferecer.
Zaphod levantou-se de um salto e pôs-se a apalpar e sentir os ombros do animal, apreciando.
– Ou a alcatra, que também é muito boa – murmurou o animal. – Tenho feito exercícios e comido cereais, de forma que há bastante carne boa ali. – Deu um grunhido brando e começou a ruminar. Engoliu mais uma vez o bolo alimentar. – Ou um ensopado de mim, quem sabe? – acrescentou.
– Você quer dizer que este animal realmente quer que a gente o coma? – cochichou Trillian para Ford.
– Eu? – disse Ford com um olhar vidrado. – Eu não quero dizer nada.
– Isso é absolutamente horrível – exclamou Arthur -, a coisa mais repugnante que já ouvi.
– Qual é o problema, terráqueo? – disse Zaphod, que agora observava atentamente o enorme traseiro do animal.
– Eu simplesmente não quero comer um animal que está na minha frente se oferecendo para ser morto – disse Arthur. – É cruel!
– Melhor do que comer um animal que não deseja ser comido – disse Zaphod.
– Não é essa a questão – protestou Arthur. Depois pensou um pouco mais a respeito. – Está bem – disse –, talvez essa seja a questão. Não me importa, não vou pensar nisso agora. Eu só… ahn…
O Universo enfurecia-se em espasmos mortais.
– Acho que vou pedir uma salada – murmurou.
– Posso sugerir que o senhor pense na hipótese de comer meu fígado? Deve estar saboroso e macio agora, eu mesmo tenho me mantido em alimentação forçada há meses.
– Uma salada verde – disse Arthur, decididamente.
– Uma salada? – disse o animal, lançando um olhar de recriminação para ele.
– Você vai me dizer – disse Arthur – que eu não deveria comer uma salada?
– Bem – disse o animal –, conheço muitos legumes que têm um ponto de vista muito forte a esse respeito. E é por isso, aliás, que por fim decidiram resolver de uma vez por todas essa questão complexa e criaram um animal que realmente quisesse ser comido e que fosse capaz de dizê-lo em alto e bom tom. Aqui estou eu!
Conseguiu inclinar-se ligeiramente, fazendo uma leve saudação.
– Um copo d’água, por favor – disse Arthur.
– Olha – disse Zaphod –, nós queremos comer, não queremos uma discussão. Quatro filés malpassados, e depressa. Faz 576 bilhões de anos que não comemos.
O animal levantou-se. Deu um grunhido brando.
– Uma escolha muito acertada, senhor, se me permite. Muito bem – disse –, agora é só eu sair e me matar.
Voltou-se para Arthur e deu uma piscadela amigável.
– Não se preocupe, senhor, farei isso com bastante humanidade.“

—  Douglas Adams, livro The Restaurant at the End of the Universe

The Restaurant at the End of the Universe

„Azedou o molho!“

—  Silvio Luiz 1934

quando a seleção Brasileira sofria um gol, usado na Copa do Mundo de 1998

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„O saco do lixo baba molho de lixo para o balde do lixo.“

—  Ricardo Araújo Pereira 1974

" Molho de lixo ", Mixórdia de Temáticas 08-01-2013

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„As partículas sub-atómicas têm massa, também têm molho?“

—  Ricardo Araújo Pereira 1974

" Descoberto o bosão de Higgs ", Mixórdia de Temáticas 05-07-2012

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„Ó filho, molha o milho no molho!“

—  Ricardo Araújo Pereira 1974

" Dia do milho ", Mixórdia de Temáticas 24-04-2012

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„Mestre, meu mestre querido!
Coração do meu corpo intelectual e inteiro!
Vida da origem da minha inspiração!
Mestre, que é feito de ti nesta forma de vida?

Não cuidaste se morrerias, se viverias, nem de ti nem de nada,
Alma abstrata e visual até aos ossos,
Atenção maravilhosa ao mundo exterior sempre múltiplo,
Refúgio das saudades de todos os deuses antigos,
Espírito humano da terra materna,
Flor acima do dilúvio da inteligência subjetiva…

Mestre, meu mestre!
Na angústia sensacionista de todos os dias sentidos,
Na mágoa quotidiana das matemáticas de ser,
Eu, escravo de tudo como um pó de todos os ventos,
Ergo as mãos para ti, que estás longe, tão longe de mim!

Meu mestre e meu guia!
A quem nenhuma coisa feriu, nem doeu, nem perturbou,
Seguro como um sol fazendo o seu dia involuntariamente,
Natural como um dia mostrando tudo,
Meu mestre, meu coração não aprendeu a tua serenidade.
Meu coração não aprendeu nada.
Meu coração não é nada,
Meu coração está perdido.
Mestre, só seria como tu se tivesse sido tu.
Que triste a grande hora alegre em que primeiro te ouvi!
Depois tudo é cansaço neste mundo subjetivado,
Tudo é esforço neste mundo onde se querem coisas,
Tudo é mentira neste mundo onde se pensam coisas,
Tudo é outra coisa neste mundo onde tudo se sente.
Depois, tenho sido como um mendigo deixado ao relento
Pela indiferença de toda a vila.
Depois, tenho sido como as ervas arrancadas,
Deixadas aos molhos em alinhamentos sem sentido.
Depois, tenho sido eu, sim eu, por minha desgraça,
E eu, por minha desgraça, não sou eu nem outro nem ninguém.
Depois, mas por que é que ensinaste a clareza da vista,
Se não me podias ensinar a ter a alma com que a ver clara?
Por que é que me chamaste para o alto dos montes
Se eu, criança das cidades do vale, não sabia respirar?
Por que é que me deste a tua alma se eu não sabia que fazer dela
Como quem está carregado de ouro num deserto,
Ou canta com voz divina entre ruínas?
Por que é que me acordaste para a sensação e a nova alma,
Se eu não saberei sentir, se a minha alma é de sempre a minha?

Prouvera ao Deus ignoto que eu ficasse sempre aquele
Poeta decadente, estupidamente pretensioso,
Que poderia ao menos vir a agradar,
E não surgisse em mim a pavorosa ciência de ver.
Para que me tornaste eu? Deixasses-me ser humano!

Feliz o homem marçano
Que tem a sua tarefa quotidiana normal, tão leve ainda que pesada,
Que tem a sua vida usual,
Para quem o prazer é prazer e o recreio é recreio,
Que dorme sono,
Que come comida,
Que bebe bebida, e por isso tem alegria.
A calma que tinhas, deste-ma, e foi-me inquietação.
Libertaste-me, mas o destino humano é ser escravo.
Acordaste-me, mas o sentido de ser humano é dormir.“

—  Fernando Pessoa poeta português 1888 - 1935

Poemas de Álvaro de Campos

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„A boa educação não está tanto no fato de não derramar molho sobre a toalha de mesa, mas em não perceber se outra pessoa o faz.“

—  Anton Pavlovitch Tchékhov 1860 - 1904

Anton Tchekhov como citado in: Amor e Disciplina para Criar Filhos Felizes - página 164 https://books.google.com.br/books?id=7HeZBAAAQBAJ&pg=PT164, Elaine Cruz - CPAD - Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2014, ISBN 8526311921, 9788526311923, 297 páginas
Atribuídas
Variante: A boa educação não está tanto no fato de não derramar molho sobre a toalha de mesa, mas em não perceber se outra pessoa o faz.

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„Olha, Entre um pingo e outro A chuva não molha.“

—  Millôr Fernandes cartunista, humorista e dramaturgo brasileiro. 1923 - 2012

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