Frases sobre grave
página 2

Agostinho da Silva photo
Vergílio Ferreira photo
Salustio photo
Paul Verlaine photo
Eça de Queiroz photo
Jean Baptiste Alphonse Karr photo
Vergílio Ferreira photo
Friedrich Nietzsche photo
Confucio photo
Oscar Wilde photo
Multatuli photo
Seth Godin photo
Fernando Pessoa photo
Antoine de Saint-Exupéry photo
João Guimarães Rosa photo
Elias Canetti photo

“Entre as repreensões que […] tive que ouvir muitas vezes, havia uma que me incomodava: que eu não sabia o que era a vida, estava cego, e nem ‘queria’ mesmo sabê-lo. Que eu usava viseiras, e estava decidido a jamais enxergar sem elas. Que eu sempre procurava aquilo que conhecia dos livros. Seja porque eu me restringia demais a ‘uma’ espécie de livros, seja porque eu tirava deles as conclusões erradas --- toda tentativa de falar comigo sobre as coisas como efetivamente eram estava destinada ao fracasso. “Você quer que ou tudo seja do mais alto padrão moral, ou então que seja o oposto”. A palavra liberdade, que sempre está em sua boca, é uma piada. Não há pessoa menos livre do que você. É-lhe impossível ficar ‘imparcial’ diante de um acontecimento, sem desenrolar diante deles todos os seus preconceitos, até que já não seja visível. Isso não seria tão grave […] se não fosse essa resistência obstinada, essa arrogância, essa determinação firma de deixar tudo como está, sem alterar coisa alguma. Apesar de todas as suas belas palavras, você não tem ideia […] utilidade que uma pessoa tem para as outras. […] Você, o que faz?.” […] Eu tinha a sensação de que, ao tomar conhecimento de coisas reprováveis, eu me tornava cúmplice das mesmas. Eu não queria aprender, quando aprender significava trilhar o mesmo caminho. Eu me defendia do aprendizado ‘imitativo’. Assim que eu percebia que me ‘recomendavam’ alguma coisa, só porque era costume no mundo, eu empacava e, aparentemente, não entendia o que queriam de mim.”

Elias Canetti (1905–1994)

The Torch in My Ear

Aldous Huxley photo
Virginia Woolf photo
Jorge Amado photo
Franz Kafka photo
Roberto Bolaño photo

“Há uma literatura para quando se está aborrecido. Abunda. Há uma literatura para quando está calmo. Esta é a melhor literatura, acho. Também há uma literatura para quando se está triste. E há uma literatura para quando se está alegre. Há uma literatura para quando se está ávido de conhecimento. E há uma literatura para quando se está desesperado. oi esta última que Ulisses Lima e Belano quiseram fazer. Grave erro, como se observará a seguir. Tomemos, por exemplo, um leitor médio, um tipo tranquilo, culto, de vida mais ou menos sadia, maduro. Um homem que compra livro e revistas de literatura. Bem, aí está. Esse homem pode ler aquilo que se escreve para quando se está sereno, para quando se está calmo, mas também pode ler qualquer outra classe de literatura, com o olhar crítico, sem cumplicidades absurdas ou lamentáveis, com desapaixonamento. É o que eu acho. Não quero ofender ninguém. Agora, pensemos no leitor desesperado, aquele a quem presumivelmente é dirigida a literatura dos desesperados. Quem é ele? Primeiro; é um leitor adolescente ou um adulto imaturo, acovardado, com os nervos à flor da pele. É o típico babaca (perdoem a expressão) que se suicidaria depois de ler Werther. Segundo: é um leitor limitado. Por que limitado? Elementar, porque só pode ser literatura desesperada ou para desesperados, dá na mesma, um tipo ou um exemplo, A montanha mágica (em minha modesta opinião, um paradigma da literatura tranquila, serena, completa) ou, já que aqui estamos, Os miseráveis, ou Guerra e Paz. Acho que fui bem claro, não? (…) E mais: os leitores desesperados são como as minas de ouro da Califórnia. Mais cedo do que se espera eles se esgotam! Por quê? É evidente! Não se pode viver desesperado a vida inteira, o corpo acaba se dobrando, a dor acaba se tornando insuportável, a lucidez se esvai em grandes jorros frios.”

Roberto Bolaño (1953–2003)
Irène Némirovsky photo
Philip Roth photo
Che Guevara photo
Jair Bolsonaro photo
Jair Bolsonaro photo
Jair Bolsonaro photo
Aécio Neves photo

“Ao expor à execração pública o diplomata Eduardo Saboia, o governo brasileiro se curva, mais uma vez, a conveniências ideológicas. Mais grave ainda, abandona as melhores tradições da nossa diplomacia.”

Aécio Neves (1960) político brasileiro

Aécio Neves declaração do senador no dia 27 de agosto de 2013.
Fonte PSDB http://www.psdb.org.br/itamaraty-declaracao-do-senador-aecio-neves-psdb-mg/

Aécio Neves photo

“Os graves acontecimentos envolvendo políticos não depõem apenas contra indivíduos. Acabam por rebaixar a atividade política como um todo. Infelizmente, nos últimos anos, aos olhos da população, a política vem perdendo sua dimensão de instrumento transformador da sociedade.”

Aécio Neves (1960) político brasileiro

Aécio Neves artigo publicado no dia 2 de dezembro de 2013.
Fonte Folha de S.Paulo http://www1.folha.uol.com.br/colunas/aecioneves/2013/12/1379365-mentiras-e-verdades.shtml

Aécio Neves photo

“Talvez, em todo esse momento mais recente da vida política brasileira, não tenha havido uma denúncia tão grave e de tantas consequências para o Brasil como essa. Portanto, nós vamos, na próxima terça-feira, nos reunir à oposição no Congresso Nacional e construir um grande esforço para que possamos ter a CPI da Petrobras.”

Aécio Neves (1960) político brasileiro

Aécio Neves Em entrevista coletiva no dia 20 de março de 2014.
Fonte PSDB http://www.psdb.org.br/presidente-nacional-psdb-critica-versoes-de-dilma-para-compra-de-refinaria-em-pasadena/

Coluche photo

“O comunismo é uma das poucas doenças graves que não foi experimentado inicialmente em animais.”

Coluche (1944–1986)

Le communisme, c'est une des seules maladies graves qu'on n'a pas expérimenté d'abord sur des animaux.
PC-CGT, Coluche: l'intégrale, sexto volume, Sony Music (1996).

Kofi Annan photo
Juan E. Méndez photo
Ricardo Araújo Pereira photo

“Isto é muito grave, não sei exactamente porquê mas é.”

" Ua ua uê ua uê ", Mixórdia de Temáticas 17-03-2014

Moreira Franco photo

“O problema maior é ter milhões de desempregados. Agora que estamos recuperando o emprego, a renda, você voltar a uma situação de depressão da atividade econômica e da esperança. Isso é que é grave.”

Moreira Franco (1944) político brasileiro

Ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Moreira Franco, em entrevista ao Correio Braziliense
Correio Braziliense http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2017/06/25/internas_polbraeco,604741/entrevista-moreira-franco-qualquer-governo-sangra.shtml, 25/06/17

Benito Mussolini photo
Arthur Schopenhauer photo

“Tanto no bem quanto no mal, tirante os casos graves de infelicidade, importa menos saber o que ocorre e sucede a alguém na vida, do que a maneira como ele sente.”

Arthur Schopenhauer (1788–1860) filósofo alemão

Tradução de Jair Barbosa; Página 15 (Cap. 2)
Tradução de André Díspore Cancian; Página 7 (Cap. 2)
Aforismos para a sabedoria de vida
Variante: "Tanto nas coisas boas quanto nas ruins, importa menos aquilo que acontece conosco que o modo como o encaramos."

Esta tradução está aguardando revisão. Está correcto?
George Eliot photo

“Ainda que todos os políticos fossem corruptos, seria menos grave do que se todos os corruptos fossem políticos.”

A maior ameaça no universo da política não são os políticos que se corrompem, são os corruptos que viram políticos.

Esta frase aguardando revisão.

“Ainda que todos os políticos fossem Corruptos, seria menos grave que se todos os corruptos fossem Políticos.


Em ano de Eleições — especialmente as gerais — sempre arrastamos a Corrupção para o centro do palco.


Mas quase sempre nos esquecemos, por descuido ou capricho, que o combate à Corrupção começa com o nosso bom comportamento.


Ela é sempre arrastada para o centro do palco como a grande vilã nacional, apontada em debates, estampada em manchetes, tomada como inimiga número um por quase todos.


Mas, terminado o espetáculo, o que fazemos com o espelho?


É muito curioso como denunciamos com veemência os desvios bilionários, enquanto tratamos como irrelevantes os pequenos atalhos do cotidiano: a vantagem indevida — o “jeitinho brasileiro” — e o silêncio cúmplice diante do erro que nos favorece.


Condenamos os políticos corruptos, mas normalizamos a infração que nos beneficia.


Se tivéssemos a idoneidade da qual só sentimos falta neles, certamente o Brasil não padeceria da Metástase Cultural da Corrupção.


Exigimos ética em Brasília, mas relativizamos a nossa nas esquinas.


Talvez porque seja mais confortável enxergar a Corrupção como um monstro muito distante, habitante exclusivo dos palácios, e não como uma “cultura” que se infiltra nas escolhas diárias.


É mais fácil votar contra ela do que viver contra ela.


O combate à Corrupção não começa nas urnas — começa no caráter.


Não nasce nos discursos inflamados — nasce nos hábitos.


Ele se fortalece quando o cidadão decide que sua integridade não depende de quem governa, mas de quem ele é.


Se quisermos, de fato, mudar o enredo político, precisamos antes revisar o roteiro pessoal.


Porque um povo que naturaliza pequenas desonestidades, e ainda as batiza de “jeitinho”, dificilmente sustentará grandes virtudes.


No fim, talvez a pergunta mais honesta, urgente e necessária — não só em ano eleitoral — não seja apenas “quem é o menos corrupto?”, mas “o quanto estou disposto a não ser?”.⁠”