“CANÇÃO DO OUTONO
Os soluços graves
Dos violinos suaves
Do outono
Ferem a minh'alma
Num langor de calma
E sono.
Sufocado, em ânsia,
Ai! quando à distância
Soa a hora,
Meu peito magoado
Relembra o passado
E chora.
Daqui, dali, pelo
Vento em atropelo
Seguido,
Vou de porta em porta,
Como a folha morta
Batido…”
Última atualização 8 de Julho de 2019. História
Citações relacionadas
“Outono é outra primavera, cada folha uma flor.”
Albert Camus (1913–1960)
citado em "Frases Geniais" - Página 343, Paulo Buchsbaum, 2004, Ediouro Publicações, ISBN 8500015330, 9788500015335440 páginas
Atribuídas
“Hai-Kai de Outono
Uma borboleta amarela?
Ou uma folha seca
Que se desprendeu e não quis pousar?”
Mário Quintana (1906–1994) Escritor brasileiro