Citações de paz página 8
“Quero que todos sejam felizes e me deixem em paz.”
Clarice Lispector (1920–1977) Escritora ucraniano-brasileira
“Paz
Os caminhos estão descansando.”
Mário Quintana (1906–1994) Escritor brasileiro
Fonte: Frases e Poemas, p. 556 (In: A Vaca e o Hipogrifo) [2]
“O amor de mãe é paz. Ele não precisa ser adquirido, não precisa ser merecido.”
Erich Fromm (1900–1980) professor académico alemão
“Toda guerra termina por onde começou: a paz.”
Jules Barthélemy-Saint-Hilaire (1805–1895) político francês
“Coração quebrado tem cura: A paz de não precisar mais aguardar a perfeição que não existe.”
Fernanda Young (1970–2019) Escritora, roteirista e atriz brasileira
“Jamais existiu uma boa guerra ou uma paz má.”
Benjamin Franklin (1706–1790) político e fundador dos EUA
“As feridas da alma são curadas com carinho, atenção e paz.”
Machado de Assis (1839–1908) escritor brasileiro
“A paz é uma jornada de mil quilômetros e deve ser dado um passo de cada vez.”
Lyndon Baines Johnson (1908–1973) 36º Presidente dos Estados Unidos
“Um ato de confiança dá paz e serenidade.”
Variante: Um acto de confiança dá paz e serenidade.
Jean Giraudoux (1882–1944)
Variante: Em que consiste a pior das covardias? Parecer-se covarde perante os outros e manter a paz? Ou ser-se covarde perante nós próprios e provocar a guerra?
“Quem não tem dinheiro, meios e paz, carece de três bons amigos.”
William Shakespeare (1564–1616) dramaturgo e poeta inglês
“Graças a Deus que existe e, lá de cima, tá vendo tudo. Batalho ferozmente a minha paz.”
Caio Fernando Abreu (1948–1996) escritor brasileiro
Melody Beattie (1948)
“É bom ter livros de citações. Gravadas na memória, elas inspiram-nos bons pensamentos.”
Winston Churchill (1874–1965) Político britânico
“O amor é ajudado pela força. A doçura do perdão traz a esperança e a paz.”
Charlie Chaplin (1889–1977) Comediante, ator e cineasta britânico
“É fácil demais viver em paz, é a gente que complica tudo.”
Thalles Roberto (1977) cantor brasileiro
Trecho da música Meu mundo
“Paz na terra aos homens de boa vontade. Isto é, paz para muito poucos.”
Millôr Fernandes (1923–2012) cartunista, humorista e dramaturgo brasileiro.