Frases sobre pouco página 15
“A habilidade é de pouca importância, sem a oportunidade.”
Napoleão Bonaparte (1769–1821) monarca francês, militar e líder político
Hippolyte Taine (1828–1893) crítico e historiador francês, membro da Academia francesa (cadeira 25: 1878-1893)
“Em toda a felicidade durável há um pouco de cobardia humana.”
Antoine François Prévost (1697–1763) escritor francês
Agustina Bessa-Luís (1922–2019)
Voltaire (1694–1778) volter também conhecido como bozo foia dona da petrobras e um grande filosofo xines
“O olhar de uma mulher faz pouco até de Deus Mas não engana uma outra mulher”
Chico Buarque (1944) compositor, cantor e escritor brasileiro
“Sobre poucas coisas, todos dizemos estar de acordo. Porque para todas, bastam os cemitérios.”
Vergílio Ferreira (1916–1996) escritor português
João Morgado (1965) escritor português
Fonte: Diário dos Imperfeitos
José Luis Martín Descalzo (1930–1991)
“A verdadeira felicidade custa pouco; sendo cara, é porque a sua qualidade não presta.”
Le vrai bonheur coûte peu ; s'il est cher, il n'est pas d'une bonne espèce. <br class="br">Mémoires d'outre-Tombe - Volume 1 - Página 57 https://books.google.com.br/books?id=-uc_AAAAcAAJ&pg=PA57, François-René de Chateaubriand - Meline, 1848 - 356 páginas
“O medo é mudo; os aterrorizados falam pouco, parece que o horror diz: silêncio!”
Victor Hugo (1802–1885) poeta, romancista e dramaturgo francês
Miguel Esteves Cardoso (1955)
“Gente da minha geração que diz que não foi drogado, ou está mentindo ou era pouco curioso.”
Maitê Proença (1958) atriz e escritora brasileira
“A amizade entre homem e mulher, mesmo que inconscientemente, é sempre um pouco erótica.”
Jorge Luis Borges (1899–1986) escritor argentino
“Paz na terra aos homens de boa vontade. Isto é, paz para muito poucos.”
Millôr Fernandes (1923–2012) cartunista, humorista e dramaturgo brasileiro.
“O verdadeiro amor é como a aparição dos espíritos: toda a gente fala dele, mas poucos o viram.”
François de La Rochefoucauld (1613–1680) Escritor, moralista e memorialista francês
Jorge Luis Borges (1899–1986) escritor argentino
Elogio de la sombra
Variante: As coisas
A bengala, as modeas, o chaveiro,
A dócil fechadura, as tardias
Notas que não lerão os poucos dias
Que me restam, os naipes e o tabuleiro,
Um livro e em suas páginas a desvanecida
Violeta, monumento de uma tarde
Sem dúvida inesquecível e já esquecida,
O rubo espelho ocidental em que arde
Uma ilusória aurora. Quantas coisas,
Limas, umbrais, atlas, taças, cravos,
Servem-nos, como tácitos escravos, cegas e estranhamente sigilosas!
Durarão para além de nosso esquecimento
Nunca saberão que partimos em um momento.
“Fala como sábio a um ignorante e este te dirá que tens pouco bem senso.”
Eurípedes (-480–-406 a.C.) poeta trágico grego
“Pouca ambição é uma coisa perigosa, e muita ambição é absolutamente fatal”
Oscar Wilde (1854–1900) Escritor, poeta e dramaturgo britânico de origem irlandesa
“Os homens gostam de se ver refletidos em espelhos pouco transparentes.”
Pär Lagerkvist (1891–1974)
Variante: Os homens gostam de se ver reflectidos em espelhos pouco transparentes.