Frases sobre correto
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“Os cachorros nos dominaram de tal forma que hoje o correto seria dizer "Homem, o melhor amigo do cão.”

Alex Periscinoto (1925)

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“A matemática, vista correctamente, possui não apenas verdade, mas também suprema beleza - uma beleza fria e austera, como a da escultura.”

Bertrand Russell (1872–1970)

Mathematics, rightly viewed, possesses not only truth but supreme beauty— a beauty cold and austere, like that of sculpture <br class="br">Contemplation and Action, 1902-14 - Página 86 https://books.google.com.br/books?id=yqolyQXrB5UC&amp;pg=PA86, Bertrand Russell, ‎Andrew Brink, ‎Richard A. Rempel - Psychology Press, 1985, ISBN 0415104629, 9780415104623, 612 páginas <br class="br">Variante: A matemática, vista correctamente, possui não apenas verdade, mas também suprema beleza - uma beleza fria e austera, como a da escultura.

“É fácil criticar corretamente; e difícil executar mediocremente.”

Diderot

Variante: É fácil criticar correctamente; e difícil executar mediocremente.

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“Não vou colocar um negro no meu programa para bancar o politicamente correto.”

Roberto Justus (1955) Investidor, Administrador, publicitário, empresário e apresentador de televisão brasileiro

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“Não há dúvida de que o conhecimento da lógica é de considerável importância prática para todos os que desejam pensar e inferir corretamente.”

Alfred Tarski (1901–1983)

There can be no doubt that the knowledge of logic is of considerable practical importance for everyone who desires to think and infer correctly.
Introduction to Logic and to the Methodology of Deductive Sciences. - Olaf Helmer (trad.) - p. 109 - (ed. 2013) ISBN-13: 978-1614275404

“Nós - esquerdistas, acadêmicos, professores - deixamos a política para quem o poder de fato é muito mais interessante do que suas implicações simbólicas. O politicamente correto e a política dos gêneros, mas acima de tudo a hipersensibilidade aos sentimentos feridos (como se existisse um direito de não ser magoado): eis aí o nosso legado.”

Tony Judt (1948–2010)

No original: "We—the left, academics, teachers—have abandoned politics to those for whom actual power is far more interesting than its metaphorical implications. Political correctness, gender politics, and above all hypersensitivity to wounded sentiments (as though there were a right not to be offended): this will be our legacy."
O Chalé da Memória (2010)
Fonte: Capítulo XXI - Mulheres, Mulheres, Mulheres. Tradução de Celso Nogueira.

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“Não se pode negar que em tempos que a vida do homem que tinha sido um de labuta e sofrimento. É correto dizer, portanto, que a civilização moderna e o progresso da ciência melhoraram muito a vida do homem e trouxeram conforto e facilidade na sua trilha. Mas a civilização pode servir homem tanto para o bem como para fins maléficos. A experiência mostra que tem invariavelmente trouxe grandes dividendos para aqueles que o usam para fins de bom enquanto tem sempre trouxe prejuízos incalculáveis e condenação para aqueles que usam isso para fins maléficos. Para fazer as nossas vontades obedientes às boas influências e evitar o mal, portanto, é mostrar o maior sabedoria. A fim de acompanhar este objectivo deve ser guiada pela religião. Progresso sem religião é como uma vida cercada de perigos desconhecidos e pode ser comparada a um corpo sem alma. Todas as invenções humanas, desde as mais primitivas moderna ferramenta para o átomo, podem ajudar homem grandemente nos seus empenhos pacífica. Mas, se forem usados para fins maléficos. Eles têm a capacidade de aniquilar a raça humana a partir da superfície da terra. É só quando a mente humana é guiado pela religião e moral que o homem pode adquirir a visão necessária para colocar toda sua ingênua invenções e artimanhas para realmente útil e benéfico fins.”

Haile Selassie (1892–1975) Regente e Imperador da Etiópia

"Entrevista na voz da Etiópia (5 de abril de 1948)."

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“Um mapa não é o território que representa. Mas, se correto, tem uma estrutura semelhante à do território, o que justifica sua utilização…”

Alfred Korzybski (1879–1950)

Alfred Korzybski, Science & Sanity, 4th Ed., 1958, pp. 58-60. como cit. p/ Bandler & Grinder em A Estrutura da Magia, Vol. 1, pp. 27-28; tradução de Raul Bezerra Pedreira Filho, Ed. LTC Editora, 1977 - 270 páginas.
Analogia na qual nossas interpretações/representações da realidade seriam mapas, enquanto a realidade em si, o território.

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“Mesmo um pequeno progresso é um avanço quando se está no Caminho correto.”

Johnny De' Carli

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“Não se encontra o que é correto com meios incorretos.”

Johnny De' Carli

reiki universal, Johnny de' Carli, citações, desonestidade

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“O Bandido Assumido consegue ser muito mais Honesto do que qualquer Covarde sob a segunda pele do Braço Armado do Estado.

É uma verdade que incomoda — e talvez deva mesmo incomodar. 

Porque ela não exalta o crime, mas expõe uma ferida mais profunda: a da confiança traída por quem deveria, por princípio, protegê-la.

O bandido declarado não esconde suas intenções. 

Ele não se disfarça de virtude, não se abriga na legitimidade de um uniforme, não reivindica para si a autoridade moral de agir em nome da lei. 

Seu erro é explícito — e, por isso mesmo, enfrentado como tal. 

Há clareza no confronto.

Já o covarde que veste o poder como fantasia opera num terreno muito mais perigoso. 

Ele não apenas erra; ele distorce. 

Usa a força que lhe foi confiada como escudo para suas fraquezas, como instrumento para seus desvios, como licença para ultrapassar limites que deveria defender. 

E, ao fazer isso, não fere apenas uma vítima — corrói a própria ideia de justiça.

Porque quando a violência vem de onde se esperava proteção, ela não é só agressão: é Desilusão. 

E desilusão, quando se instala, é mais devastadora do que o medo. 

O medo nos alerta. 

A desilusão nos paralisa.

Não se trata de romantizar quem vive à Margem da Lei, mas de reconhecer que a hipocrisia tem um peso moral diferente. 

O erro de quem nunca prometeu ser correto é Gravíssimo. 

Mas o erro de quem jurou ser justo — e falha por conveniência, abuso ou covardia — é uma quebra de pacto que não merece perdão.

E talvez seja isso que mais nos inquieta: perceber que o problema não está apenas na existência do mal declarado, mas na infiltração silenciosa do desvio dentro das estruturas que deveriam contê-lo.

No fim, a sociedade não se sustenta apenas por leis, mas pela confiança de que aqueles que as aplicam não as dobrarão ao sabor de seus próprios interesses. 

Quando essa confiança se rompe, o que sobra não é apenas insegurança — é um vazio ético onde qualquer narrativa pode se impor.

E é nesse vazio que a verdade mais incômoda ecoa: não é a presença do Bandido Assumido que mais ameaça a ordem, mas a perda da integridade de quem deveria garanti-la.”

Alessandro Teodoro

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“Talvez se os “de bem” se libertassem da hipocrisia, já seria o bastante para resolver metade dos problemas no mundo.

Isso incomoda porque expõe uma contradição silenciosa: o rótulo de “bem” muitas vezes não nasce de virtude, mas de conveniência.

É mais fácil vestir a moral como um uniforme do que praticá-la como um exercício diário.

A hipocrisia, nesse cenário, deixa de ser um desvio e passa a ser um mecanismo de proteção — um escudo que permite condenar no outro aquilo que não se quer reconhecer em si mesmo.

Há uma espécie de conforto em apontar o erro alheio.

Ele cria a ilusão de superioridade sem exigir transformação.

Enquanto isso, a coerência — essa sim, exigente — cobra silêncio antes do julgamento, escuta antes da reação, e, principalmente, revisão antes da acusação.

Não é à toa que ela é tão rara.

O problema não está apenas nos que erram, mas nos que se absolvem com facilidade demais.

Porque quando a régua moral muda de acordo com o interesse, o conceito de “bem” se torna elástico, moldado pela conveniência e não pela consciência.

E aí, o discurso vira palco, mas a prática continua nos bastidores — muitas vezes em desacordo com tudo o que se defende em voz alta.

Libertar-se da hipocrisia não é só um gesto grandioso, é um exercício muito incômodo.

Exige reconhecer falhas sem terceirizá-las, alinhar discurso e atitude, e abrir mão da necessidade constante de só parecer certo.

Talvez por isso seja tão evitado: porque é mais difícil ser íntegro do que parecer correto.

Se metade dos problemas do mundo nascem dessa incoerência cotidiana, então a solução não está em grandes revoluções, mas em pequenos alinhamentos.

Menos discurso inflamado, mais prática silenciosa.

Menos julgamento, mais autocrítica.

Menos aparência de virtude, mais esforço real para vivê-la.

No fim, não é sobre deixar de errar — isso é inevitável.

É sobre deixar de fingir que não erramos.

Porque, talvez, o verdadeiro “bem” comece justamente onde termina a necessidade de parecer bom.

Sem a covardia de muitos que se julgam bons, os maus jamais subsistiriam.”

Alessandro Teodoro

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“Os Canalhas não mudam de opinião, só recalculam a rota para distrair a animosidade dos asseclas.

Há quem confunda conveniência com arrependimento, silêncio com reflexão e mudança de discurso com transformação moral. 

Mas nem toda curva indica uma nova direção; muitas vezes, é apenas um desvio calculado para evitar o desgaste da estrada principal.

Os maus-caracteres raramente abandonam suas convicções por compreenderem o dano que causaram ou podem causar. 

O que frequentemente abandonam é a forma como as expõem. 

Quando a reprovação cresce, quando os aplausos diminuem ou quando os seguidores começam a demonstrar inquietação, surge uma repentina moderação que, vista de longe, pode parecer maturidade. 

Vista de perto, sem as lentes embaçadas pela paixão, revela apenas estratégia.

Não se trata de uma revisão de valores, mas de gerenciamento de danos. 

O objetivo não é encontrar a verdade, e sim preservar a influência. 

Não é corrigir os próprios erros, mas impedir que eles cobrem um preço alto demais. 

O discurso muda porque o ambiente mudou. 

A essência permanece intacta.

Talvez por isso seja tão difícil distinguir integridade de oportunismo em tempos de exposição permanente. 

Vivemos cercados por narrativas cuidadosamente editadas, onde o cálculo político, social ou pessoal veste as roupas da virtude. 

E, para muitos, basta uma nova declaração para apagar uma longa história de más atitudes.

Mas o caráter não se revela nos momentos em que a aprovação está garantida. 

Revela-se justamente quando manter uma posição correta custa prestígio, poder ou conveniência. 

Quem muda apenas para conservar ou arregimentar mais seguidores não demonstra evolução; demonstra dependência. 

E torna-se refém da plateia que diz ou acredita conduzir.

A verdadeira transformação exige algo que o mau-caráter teme profundamente: reconhecer que estava errado sem negociar a própria imagem. 

Exige humildade para admitir falhas sem esperar recompensa, sem buscar aplausos e sem transformar a confissão em espetáculo.

Por isso, antes de celebrarmos cada mudança de discurso como sinal de consciência, convém observar o que permanece quando as palavras se acomodam, quando as cortinas se fecham.

Afinal, existem pessoas que mudam de ideia porque aprenderam algo novo. 

E existem aquelas que apenas recalculam a rota para continuar chegando ao mesmo destino por caminhos menos espinhosos. 

O caráter, no fim, está menos na direção anunciada e mais no lugar para onde se insiste em caminhar.”

Alessandro Teodoro

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“Num país com a mesma quantidade de especialistas que problemas, os Cheios de Certezas preferem aumentar o tom que os Argumentos.

Talvez porque argumentos exigem muito trabalho.

Exigem escuta, leitura, dúvida, revisão de rota…

Exigem a humildade intelectual de admitir que a realidade é mais complexa do que os slogans que cabem em um comentário de rede social ou em uma breve conversa.

A “certeza absoluta”, por outro lado, é bastante confortável.

Ela dispensa perguntas.

Não precisa de evidências quando já decidiu suas conclusões antes mesmo de conhecer os fatos.

Quem está cheio de certezas muito raramente procura compreender; quase sempre procura vencer.

Vivemos tempos em que a opinião apressada vale mais do que a reflexão paciente.

Antes que um problema seja entendido, já existem milhares de diagnósticos.

Antes que uma pergunta seja formulada corretamente, já há filas de especialistas improvisados oferecendo respostas definitivas.

E quanto mais complexa a questão, mais simples e categórica costuma ser a explicação apresentada.

Nesse cenário, a dúvida passou a ser confundida com fraqueza.

Mudar de ideia virou sinal de incoerência.

Reconhecer limites no próprio conhecimento parece menos admirável do que sustentar convicções inabaláveis, mesmo quando elas colidem com a realidade.

Mas o progresso humano nunca foi construído pela arrogância das respostas à pronta entrega.

Foi construído pela coragem de questionar, testar, errar e aprender.

A ciência avança assim.

A maturidade também.

E as sociedades mais saudáveis são aquelas que valorizam mais a qualidade das perguntas do que o tom das respostas.

Talvez o verdadeiro especialista não seja aquele que tem resposta para tudo, mas aquele que sabe distinguir o que conhece do que apenas acredita conhecer.

Porque entre a ignorância assumida e a certeza infundada, a segunda costuma causar muito mais estragos.

Num país abarrotado de especialistas em quase tudo, a sabedoria continua sendo um recurso muito raro: a capacidade de ouvir antes de concluir, de pensar antes de reagir e de admitir que, às vezes, a frase mais inteligente da conversa ainda é: “Eu posso estar errado.””

Alessandro Teodoro