Frases sobre correto
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“Os cachorros nos dominaram de tal forma que hoje o correto seria dizer "Homem, o melhor amigo do cão.”

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“A matemática, vista correctamente, possui não apenas verdade, mas também suprema beleza - uma beleza fria e austera, como a da escultura.”

Bertrand Russell (1872–1970)

Mathematics, rightly viewed, possesses not only truth but supreme beauty— a beauty cold and austere, like that of sculpture
Contemplation and Action, 1902-14 - Página 86 https://books.google.com.br/books?id=yqolyQXrB5UC&pg=PA86, Bertrand Russell, ‎Andrew Brink, ‎Richard A. Rempel - Psychology Press, 1985, ISBN 0415104629, 9780415104623, 612 páginas
Variante: A matemática, vista correctamente, possui não apenas verdade, mas também suprema beleza - uma beleza fria e austera, como a da escultura.

“É fácil criticar corretamente; e difícil executar mediocremente.”

Variante: É fácil criticar correctamente; e difícil executar mediocremente.

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“Não vou colocar um negro no meu programa para bancar o politicamente correto.”

Roberto Justus (1955) Investidor, Administrador, publicitário, empresário e apresentador de televisão brasileiro
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“Não há dúvida de que o conhecimento da lógica é de considerável importância prática para todos os que desejam pensar e inferir corretamente.”

Alfred Tarski (1901–1983)

There can be no doubt that the knowledge of logic is of considerable practical importance for everyone who desires to think and infer correctly.
Introduction to Logic and to the Methodology of Deductive Sciences. - Olaf Helmer (trad.) - p. 109 - (ed. 2013) ISBN-13: 978-1614275404

“Nós - esquerdistas, acadêmicos, professores - deixamos a política para quem o poder de fato é muito mais interessante do que suas implicações simbólicas. O politicamente correto e a política dos gêneros, mas acima de tudo a hipersensibilidade aos sentimentos feridos (como se existisse um direito de não ser magoado): eis aí o nosso legado.”

Tony Judt (1948–2010)

No original: "We—the left, academics, teachers—have abandoned politics to those for whom actual power is far more interesting than its metaphorical implications. Political correctness, gender politics, and above all hypersensitivity to wounded sentiments (as though there were a right not to be offended): this will be our legacy."
O Chalé da Memória (2010)
Fonte: Capítulo XXI - Mulheres, Mulheres, Mulheres. Tradução de Celso Nogueira.

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“Não se pode negar que em tempos que a vida do homem que tinha sido um de labuta e sofrimento. É correto dizer, portanto, que a civilização moderna e o progresso da ciência melhoraram muito a vida do homem e trouxeram conforto e facilidade na sua trilha. Mas a civilização pode servir homem tanto para o bem como para fins maléficos. A experiência mostra que tem invariavelmente trouxe grandes dividendos para aqueles que o usam para fins de bom enquanto tem sempre trouxe prejuízos incalculáveis e condenação para aqueles que usam isso para fins maléficos. Para fazer as nossas vontades obedientes às boas influências e evitar o mal, portanto, é mostrar o maior sabedoria. A fim de acompanhar este objectivo deve ser guiada pela religião. Progresso sem religião é como uma vida cercada de perigos desconhecidos e pode ser comparada a um corpo sem alma. Todas as invenções humanas, desde as mais primitivas moderna ferramenta para o átomo, podem ajudar homem grandemente nos seus empenhos pacífica. Mas, se forem usados para fins maléficos. Eles têm a capacidade de aniquilar a raça humana a partir da superfície da terra. É só quando a mente humana é guiado pela religião e moral que o homem pode adquirir a visão necessária para colocar toda sua ingênua invenções e artimanhas para realmente útil e benéfico fins.”

Haile Selassie (1892–1975) Regente e Imperador da Etiópia

"Entrevista na voz da Etiópia (5 de abril de 1948)."

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“Um mapa não é o território que representa. Mas, se correto, tem uma estrutura semelhante à do território, o que justifica sua utilização…”

Alfred Korzybski (1879–1950)

Alfred Korzybski, Science & Sanity, 4th Ed., 1958, pp. 58-60. como cit. p/ Bandler & Grinder em A Estrutura da Magia, Vol. 1, pp. 27-28; tradução de Raul Bezerra Pedreira Filho, Ed. LTC Editora, 1977 - 270 páginas.
Analogia na qual nossas interpretações/representações da realidade seriam mapas, enquanto a realidade em si, o território.

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“Mesmo um pequeno progresso é um avanço quando se está no Caminho correto.”

reiki universal, Johnny de' Carli, citações, caminho

“Não se encontra o que é correto com meios incorretos.”

reiki universal, Johnny de' Carli, citações, desonestidade

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“O Bandido Assumido consegue ser muito mais Honesto do que qualquer Covarde sob a segunda pele do Braço Armado do Estado.

É uma verdade que incomoda — e talvez deva mesmo incomodar. 

Porque ela não exalta o crime, mas expõe uma ferida mais profunda: a da confiança traída por quem deveria, por princípio, protegê-la.

O bandido declarado não esconde suas intenções. 

Ele não se disfarça de virtude, não se abriga na legitimidade de um uniforme, não reivindica para si a autoridade moral de agir em nome da lei. 

Seu erro é explícito — e, por isso mesmo, enfrentado como tal. 

Há clareza no confronto.

Já o covarde que veste o poder como fantasia opera num terreno muito mais perigoso. 

Ele não apenas erra; ele distorce. 

Usa a força que lhe foi confiada como escudo para suas fraquezas, como instrumento para seus desvios, como licença para ultrapassar limites que deveria defender. 

E, ao fazer isso, não fere apenas uma vítima — corrói a própria ideia de justiça.

Porque quando a violência vem de onde se esperava proteção, ela não é só agressão: é Desilusão. 

E desilusão, quando se instala, é mais devastadora do que o medo. 

O medo nos alerta. 

A desilusão nos paralisa.

Não se trata de romantizar quem vive à Margem da Lei, mas de reconhecer que a hipocrisia tem um peso moral diferente. 

O erro de quem nunca prometeu ser correto é Gravíssimo. 

Mas o erro de quem jurou ser justo — e falha por conveniência, abuso ou covardia — é uma quebra de pacto que não merece perdão.

E talvez seja isso que mais nos inquieta: perceber que o problema não está apenas na existência do mal declarado, mas na infiltração silenciosa do desvio dentro das estruturas que deveriam contê-lo.

No fim, a sociedade não se sustenta apenas por leis, mas pela confiança de que aqueles que as aplicam não as dobrarão ao sabor de seus próprios interesses. 

Quando essa confiança se rompe, o que sobra não é apenas insegurança — é um vazio ético onde qualquer narrativa pode se impor.

E é nesse vazio que a verdade mais incômoda ecoa: não é a presença do Bandido Assumido que mais ameaça a ordem, mas a perda da integridade de quem deveria garanti-la.”