Frases sobre brasil

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da brasil.

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„Brasil, condenado à esperança".“

—  Millôr Fernandes cartunista, humorista e dramaturgo brasileiro. 1923 - 2012

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„O Brasil não tem povo, tem público.“

—  Afonso Henriques de Lima Barreto escritor e jornalista brasileiro 1881 - 1922

citado em "O império do grotesco" - Página 151; de Muniz Sodré, Muniz Sodre - Raquel Paiva, Raquel Paiva - Publicado por Mauad Editora Ltda, 2002 ISBN 8574780618, 9788574780610 - 154 páginas
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„Todo o mundo culpa o Brasil pela destruição da Amazônia“

—  Mick Jagger cantor britânico 1943

No dia 22 de fevereiro, no Superpop da Rede TV.

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„O meu único medo de ir para o Brasil é nunca mais querer sair de lá.“

—  Johnny Depp ator, músico, produtor de cinema e diretor americano 1963

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„Brasil? Fraude explica.“

—  Carlito Maia 1924 - 2002

Vale o escrito: crônicas publicadas na imprensa - Página 17, Carlito Maia - Editora Globo, 1992, ISBN 852501091X, 9788525010919, 165 páginas

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„Nós não tivemos esse erro, ao contrário, usamos e abusamos da pimenta que nos veio da África, mas, por outro lado, temos como política imigratória, o não Ter política e, sim, um open door imprevidente e perigoso. No caminho que adotamos, podemos dar numa maionese perfeita, mas, como estes molhos, quando mal batidos - podemos desandar. O Brasil é sempre menos de portugueses e emigrantes e mais de indesejáveis entrantes - esquecendo que cada galego, por mais bruto e rude que seja, traz-nos cromossomos semelhantes aos navegadores, colonizadores e degredados - mantendo a nossa possibilidade de repetir um Nunálvares, um Mestre de Alviz, um Camões, um Herculano, um Egas Moniz, um Eça, um Antônio Nobre, um Fernando Pessoa. E não são eles mesmos que já repontaram aqui nos que escorraçaram o batavo e o francês e no gênio de José de Alencar, Machado de Assis, Manuel Bandeira e Carlos Drummond de Andrade? Eu sei que não é possível princípios racistas no Brasil. Mas ao menos tenhamos uma imigração onde se procure manter a boa unidade do galinheiro. Não falo em unidade racial, Deus me livre! Peço é unidade cultural. Impossível é continuar nessa tentativa absurda de cruzar galinha com papagaio e pato com pomba-rola. Isso que se vê por aí não é democracia nem falta de preconceito, não, meus quindins. Isso não dá ovo e chama-se burrice. Mantenhamo-nos um pouco caboclos (orgulhosamente), bastante mulatos (gloriosamente), mas, principalmente, sejamos lusitanos. Vinde a nós portugas, galegos, mondrongos - mesmo se fordes da mesma massa de degredados que chegaram com os primeiros povoadores. O que esses tão degredados eram, não tinha nada demais. Ladrões? Assassinos? Nada disto. Criminosos sexuais, simpáticos bandalhos. Baste ler as Ordenanças e verificar a maioria dos motivos de degredo para o Brasil: comer mulher alheia, deflorar, estuprar, ser corno complacente e mais, e mais, e mais ainda - entretanto, nada de se temer. Fazer lembrar as delinqüências brejeiras de que um juiz mineiro que conheci, dizia, com inveja e depois de julgar -serem, exatamente, as que ele, juiz, tinha vontade de perpetrar.“

—  Pedro Nava, livro Baú de Ossos

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