Citações de amor página 35
“O amor puro engrandece as almas; e quem sabe amar, sabe morrer. Não há pérola semelhante ao amor.”
Victor Hugo (1802–1885) poeta, romancista e dramaturgo francês
“Embora raro o verdadeiro amor, é-o ainda mais que a verdadeira amizade.”
François de La Rochefoucauld (1613–1680) Escritor, moralista e memorialista francês
Do conto: Se isso não é amor, eu não sei o que é
“Que o amor, de olhos vendados, encontre o caminho para a sua vontade”
William Shakespeare (1564–1616) dramaturgo e poeta inglês
“Tornar um amor real é expulsá-lo de você, para que ele possa ser de alguém!”
Nando Reis (1963)
Variante: Tornar o amor real é expulsá-lo de você, pra que ele possa ser de alguém.
“Exagerado. Jogado aos teus pés. Eu sou mesmo exagerado. Adoro um amor inventado.”
Cazuza (1958–1990) cantor e compositor brasileiro
“Bem que podia ser hoje, bem que podia ser agora, um amor novinho em folha.”
Martha Medeiros (1961) escritora e jornalista brasileira
Vinícius de Moraes (1913–1980) cantor, poeta, compositor e diplomata brasileiro
Variante: A felicidade é como a gota
De orvalho numa pétala de flor
Brilha tranquila
Depois de leve oscila
E cai como uma lágrima de amor
“O amor sem esperança não tem outro refúgio senão a morte.”
José de Alencar (1829–1877) escritor e romancista brasileiro
“Se o amor é fantasia, eu me encontro ultimamente em pleno carnaval.”
Vinícius de Moraes (1913–1980) cantor, poeta, compositor e diplomata brasileiro
“O amor é uma ocupação, uma distracção ou um escolho.”
Napoleão Bonaparte (1769–1821) monarca francês, militar e líder político
“O amor, como a vida inteira, está cheio de lugares-comuns.”
Júlio Dantas (1876–1962) escritor português
João Morgado (1965) escritor português
Fonte: Diário dos Imperfeitos
“Em tempo algum teve um tranquilo curso o verdadeiro amor.”
William Shakespeare (1564–1616) dramaturgo e poeta inglês
“Na terra nasce o amor, no céu floresce.”
Maciel Monteiro (1804–1868) poeta e diplomata pernambucano (1804-1868)
“Por favor, pai, proteja-me no amor, não contra o amor!”
João Morgado (1965) escritor português
Fonte: Diário dos Imperfeitos