Frases sobre usar
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“Uma celebridade é uma pessoa que trabalha duro a vida inteira para se tornar conhecida e depois passa a usar óculos escuros par não ser conhecida.”

Fred Allen (1894–1956)

Variante: Uma celebridade é uma pessoa que trabalhou duro a vida inteira para se tornar conhecida e depois passa a usar óculos escuros para não ser conhecida.

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“"Você é mais chato que entrevista do Neymar". Pode usar a vontade.”

Rafinha Bastos (1976) Humorista brasileiro

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“Conquistas sem riscos são sonhos sem méritos. Ninguém é digno dos sonhos se não usar suas derrotas para cultivá-los.”

Augusto Cury (1958) Psiquiatra e Escritor brasileiro

Do livro 'O Vendedor de Sonhos'
Variante: Ninguém é digno dos sonhos se não usar suas derrotas para cultivá-los.

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“Escrever é usar as palavras que se guardaram: se tu falares demais, já não escreves, porque não te resta nada para dizer.”

Miguel Sousa Tavares (1952)

No teu deserto
Variante: Escrever é usar as palavras que se guardaram: se tu falares de mais, já não escreves, porque não te resta nada para dizer.

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“Então Guinevere quebrou o juramento do matrimônio - disse Nimue. - Você acha que ela foi a primeira? Ou acha que isso a torna uma prostituta? Nesse caso a Britânia está cheia de prostitutas até a borda. Ela não é prostituta, Derfel. Ela é uma mulher forte que nasceu com mente rápida e boa aparência, e Artur amou a aparência e não quis usar a mente dela. Não a deixou torná-lo rei, por isso ela se voltou para aquela religião ridícula. E tudo que Artur fazia era dizer como ela seria feliz quando ele pudesse pendurar Excalibur e começar a criar gado! - Nimue riu da ideia. - E como nunca ocorreu a Artur ser infiel, ele jamais suspeitou de Guinevere. O resto de nós suspeitava, mas não Artur. Ele vivia se dizendo que o casamento era perfeito, e o tempo todo estava a quilômetros de distância e a boa aparência de Guinevere atraía homens como a carniça atrai moscas. E eram homens bonitos, homens inteligentes, homens bem-humorados, homens que queriam o poder, e um era um homem bonito que queria todo o poder que conseguisse agarrar, por isso Guinevere decidiu ajudá-lo. Artur queria um curral de vacas, mas Lancelot quer ser Grande Rei da Britânia, e Guinevere acha esse um desafio mais interessante do que criar vacas ou limpar a merda dos bebês. E aquela religião idiota a encorajou. Árbitra dos tronos! - Ela cuspiu. - Guinevere não estava dormindo com Lancelot porque era uma prostituta, seu grande idiota, estava dormindo com ele pra fazer de seu homem o Grande Rei.”

Bernard Cornwell (1944)

Enemy of God

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“Se olharmos os dados da telemetria em curvas rápidas, ou o seu tempo de reação nas freadas, não veremos diferença nenhuma. Ainda é o velho Michael … Mas, nas curvas lentas, ele não consegue usar os pneus do jeito que o Nico (Rosberg) consegue.”

Ross Brawn (1954)

Ross Brawn sobre o retorno de Michael Schumacher à Fórmula 1 em 2010 após 3 anos de aposentadoria; citado em Uol Esporte http://esporte.uol.com.br/f1/ultimas-noticias/2010/09/29/em-2011-voltaremos-a-ver-o-verdadeiro-schumacher-diz-brawn.jhtm, 29 de Setembro de 2010

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“Atualizando o nosso programa nuclear foi discutida no Parlamento da Grã-Bretanha… Me pediram durante o debate, se eu estava pronto para usar armas nucleares como o incrível poder que responderam positivamente.”

Theresa May (1956) política britânica, ex-Primeira-Ministra do Reino Unido

PM vows to make Britain 'sovereign' in first Brexit details http://uk.mobile.reuters.com/article/idUKKCN1213NJ?il=0, Reuters.com, 2016.

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“O acordo nuclear é uma oportunidade que devemos usar para desenvolver nosso país, melhorar o bem-estar da nação e criar estabilidade e segurança na região. Ao implementar o acordo, todos estão felizes exceto os sionistas, belicistas, semeadores de discórdia entre as nações islâmicas e extremistas nos Estados Unidos (EUA). O resto está feliz.”

Hassan Rohani (1948) diplomata e clérigo iraniano, Presidente do Irã

Fonte: Folha http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2016/01/1730434-presidente-do-ira-pede-economia-menos-dependente-do-petroleo.shtml — Páginas atualizada 24/10/2016

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“O que tu estás a usar quando estás de roupa de andar em casa são pré-panos.”

Ricardo Araújo Pereira (1974)

" Roupa de andar em casa ", Mixórdia de Temáticas 15-04-2015

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“Só no Brasil existe essa loucura que é usar dinheiro de impostos para bancar produções cinematográficas, sem vigiar para que não se infle artificialmente o custo dos filmes.”

Fernando Solanas (1936)

Fernando Solanas, diretor de cinema argentino, em workshop em São Paulo <br class="br">Fonte: Revista Veja, Edição 1 658 - 19/7/2000 http://veja.abril.com.br/190700/vejaessa.html

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“Usar a blasfêmia como entretenimento é tão vulgar quanto um comediante contar uma piada de peido.”

Lady Gaga (1986) cantora e compositora dos Estados Unidos

Katy Perry, no que a imprensa interpretou como crítica ao videoclipe &quot;Alejandro&quot; de Gaga, crítica esta negada por Perry <br class="br">Katy Perry <br class="br">Fonte: Katy Perry afirma que não criticou clipe de Lady Gaga no Twitter, Virgula UOL, 15 de junho de 2010 http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2010/06/15/251561-katy-perry-afirma-que-nao-criticou-clipe-de-lady-gaga-no-twitter,

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“⁠⁠Talvez a conversão mais urgente e necessária seja parar de usar o nome de Deus para se esconder, aparecer e se promover.


Porque, quando a fé vira biombo, a devoção perde o brilho — e o sagrado perde o silêncio que o protege.


Há os que invocam Deus como quem veste uma fantasia: para parecer maior, mais puro e muito mais certo do que realmente é.


Mas Deus não é disfarce.


Não é medalha para pendurar no peito de quem busca aplausos.


Nem é escudo para fugir de críticas, nem trampolim para saltos de vaidade.


Usar o nome d’Ele como vitrine é profanar o altar que deveria moldar o coração.


E talvez seja por isso que tantas palavras ditas em Seu Santo nome soam tão ocas: porque não nasceram do arrependimento, mas da autopromoção.


A fé verdadeira não chama atenção — chama responsabilidade.


Não ergue palcos — ergue consciência.


Nem vende imagem — transforma caráter.


E O Caminho, a Verdade e a Vida — deve estar muito "Entristecido" com a romantização dos atalhos, das mentiras e das mortes — descaradamente defendida, e até praticada — por inescrupulosos que insistem em usar seu Santo Nome.


Talvez a dor mais silenciosa do Sagrado seja ver Sua mensagem, feita para libertar, transformada em arma para manipular.


Ver mãos que deveriam curar, apontarem dedos.


Vozes que deveriam consolar, retroalimentar discurso de ódio.


Ver corações que deveriam ser moldados pela misericórdia — se tornarem instrumentos de Ambição, Vaidade e Poder.


Enquanto isso,
O Caminho segue ignorado por quem prefere atalhos;
A Verdade, torcida por quem lucra com mentiras;
E a Vida, reduzida por quem abraça a morte — de reputações, de esperanças, de dignidades…


Sequestrar a mente humana não é tão difícil, mas o sagrado não se deixa sequestrar.


O Cristo não vira cúmplice só porque O invocam em vão.


E a fé continua sendo o que sempre foi:
um convite para viver o que se prega,
não um salvo-conduto para quem apenas prega o que não vive.


Toda e qualquer forma de manipulação é ruim, mas nenhuma é tão execrável quanto a que se apodera da fé religiosa.”

Alessandro Teodoro

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“Sem o avanço exponencial do Fanatismo, talvez a Instrumentalização Religiosa não tivesse tanto Palco ou Plateia.

Há uma verdade muito incômoda nessa provocação: nenhuma Instrumentalização Religiosa prospera sozinha.

Ela precisa de um ambiente em que a fé tenha sido suficientemente capturada pelas paixões, pelos medos e pelas certezas absolutas para que Deus deixe de ser o centro e passe a funcionar como argumento.

O fanatismo não é simplesmente uma fé intensa.

Fé e fanatismo podem até usar as mesmas palavras, mas caminham em direções totalmente opostas.

A fé madura conduz à humildade; o fanatismo conduz à convicção de que somente nós, nosso grupo ou nossa causa possuímos a verdade.

A fé reconhece o mistério de Deus; o fanatismo transforma Deus em propriedade particular.

A fé se deixa corrigir pela verdade; o fanatismo transforma qualquer crítica em perseguição.

É nesse terreno infértil que a Instrumentalização Religiosa encontra seu palco.

Quando uma pessoa deixa de perguntar “o que Deus exige de mim?” e passa a perguntar apenas “como posso usar Deus para legitimar aquilo que já decidi?”, a religião corre o risco de deixar de ser caminho de transformação para tornar-se ferramenta de poder.

A Bíblia é profundamente crítica a esse tipo de apropriação.

Os profetas denunciaram repetidamente uma religiosidade que mantinha ritos, discursos e aparências enquanto negligenciava justiça, misericórdia e verdade.

O Cristo também confrontou religiosos que honravam a Deus com os lábios, enquanto o coração permanecia distante.

Talvez essa seja uma das grandes tragédias espirituais do nosso tempo: não é que Deus tenha desaparecido do Discursou Público.

Pelo contrário.

Deus é frequentemente citado, invocado, defendido e utilizado.

O problema é que podemos falar muito sobre Deus e, ao mesmo tempo, revelar muito pouco d'Ele.

Há uma diferença enorme entre testemunhar a fé e utilizá-la como instrumento.

Quem testemunha a fé procura encarnar aquilo que anuncia.

Quem instrumentaliza a fé procura fazer com que aquilo que anuncia sirva às suas agendas ocultas.

Um, busca coerência; o outro, eficácia.

Um aceita perder privilégios por fidelidade ao Evangelho; o outro adapta o Evangelho para não perder privilégios.

E talvez seja justamente aí que o fanatismo se torna perigoso: ele oferece ao indivíduo a confortável sensação de estar lutando em nome de Deus, quando, na realidade, pode estar apenas santificando os próprios desejos.

O fanático não precisa necessariamente abandonar a religião.

Às vezes, ele se torna ainda mais religioso — mais barulhento, mais combativo, mais indignado, mais disposto a defender símbolos.

Mas a pergunta teológica essencial permanece: que Deus está sendo defendido?

Porque o Deus revelado em Jesus Cristo não parece interessado em conquistar consciências pela violência da imposição, nem em transformar adversários em inimigos absolutos.

Ele se aproxima dos feridos, acolhe os pecadores, confronta os poderosos, denuncia a hipocrisia e chama seus discípulos a amar até mesmo aqueles que pensam de maneira diferente.

Por isso, quando a fé produz ódio permanente, talvez seja necessário perguntar se ainda estamos diante da fé ou diante de uma ideologia religiosa.

O problema não está apenas nos que instrumentalizam a religião.

Está também em nós, quando entregamos nossa consciência ao grupo, quando confundimos fidelidade a Cristo com fidelidade a uma liderança, quando transformamos opinião em dogma e quando aceitamos qualquer discurso, desde que ele venha acompanhado de uma linguagem religiosa.

A Instrumentalização precisa de palanque, mas também precisa de plateia.

E talvez a responsabilidade cristã comece justamente quando deixamos de ser plateia.

Uma fé intelectualmente responsável não teme perguntas.

Uma Espiritualidade Saudável não precisa fabricar inimigos para sobreviver.

Uma consciência iluminada pelo Evangelho não precisa demonizar o outro para afirmar a própria identidade.

No fundo, a grande questão não é apenas quem está usando a religião.

É também porque permitimos que nossa fé seja usada.

Talvez seja tempo de recuperar uma espiritualidade menos apaixonada por guerras culturais e políticas, e mais apaixonada pela verdade; menos preocupada em vencer discussões e mais comprometida em praticar justiça; menos interessada em controlar o outro e mais disposta a converter a si mesma.

Porque, quando Deus se torna instrumento das nossas paixões, já não estamos colocando nossas paixões a serviço d'Ele.

E essa inversão talvez seja uma das formas mais sofisticadas de idolatria: não negar Deus, mas colocá-lo a serviço de nós mesmos.”

Alessandro Teodoro