Frases sobre conquista
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“O amor conquista todas as coisas.”

Virgilio (-70–-19 a.C.) poeta romano clássico, autor de três grandes obras da literatura latina

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“Lembre-se de que sonhos sem riscos produzem conquistas sem méritos.”

Augusto Cury (1958) Psiquiatra e Escritor brasileiro

Variante: Sonhos sem riscos produzem conquistas sem méritos!

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“Não se conquista a fama deitado sobre leves plumas.”

Dante Alighieri (1265–1321) italiano autor da epopéia, A divina comédia, considerado um entre os maiores poetas de todos os tempos; sua…

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“Conquistas sem riscos são sonhos sem méritos. Ninguém é digno dos sonhos se não usar suas derrotas para cultivá-los.”

Augusto Cury (1958) Psiquiatra e Escritor brasileiro

Do livro 'O Vendedor de Sonhos'
Variante: Ninguém é digno dos sonhos se não usar suas derrotas para cultivá-los.

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“A grande conquista da humanidade, até agora, é não
precisarmos mais temer continuamente os animais selvagens, os bárbaros, os deuses e os nossos sonhos.”

Friedrich Nietzsche (1844–1900) filósofo alemão do século XIX

Daybreak: Thoughts on the Prejudices of Morality

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“Já foi dito que a conquista da glória é um processo que se inicia com um impulso destrutivo e se encerra com a “obtenção de um triunfo vingador”.”

Rubem Fonseca (1925) contista, romancista, ensaísta e roteirista brasileiro

O Selvagem da Ópera

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“O que eu vejo é o governo falando toda hora: não, a inflação está sob controle, não tem inflação nenhuma. Mas quem vive no dia a dia? O governo tem que focar. Em primeiro lugar, cuidar da economia, tem que garantir tolerância zero com a inflação. Não pode mais haver inflação. Essa foi a grande conquista da sociedade brasileira.”

Aécio Neves (1960) político brasileiro

Aécio Neves declaração do senador no Programa Nacional do PSDB dia 19 de setembro 2013 <br class="br">Fonte PSDB http://www.psdb.org.br/psdb-apresenta-bandeiras-programa-nacional/

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“A desconfiança generalizada da sociedade não é uma peça ficcional criada pelos críticos do governo, mas o resultado de uma gestão ineficaz, pouco transparente e incapaz de reintegrar o país a uma rota de desenvolvimento e de ampliação das conquistas sociais.”

Aécio Neves (1960) político brasileiro

Aécio Neves artigo do senador publicado dia 20 de janeiro de 2014. <br class="br">Fonte Folha de S.Paulo http://www1.folha.uol.com.br/colunas/aecioneves/2014/01/1399988-truques--riscos.shtml

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“Cada religião se apoia no proselitismo, que corresponde ao imperialismo no campo político, o valor prático de cada grupo vindo do seu poder de conquista e domínio.”

Pietro Ubaldi (1886–1972) Filosofo ìtalo-brasileiro, que fundamentou uma ciência espiritualista, apreciada até mesmo por Eintein.

P. Ubaldi - A Técnica Funcional da Lei de Deus

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“É indispensável manter o Espiritismo, qual foi entregue pelos Mensageiros Divinos a Allan Kardec, sem compromissos políticos, sem profissionalismo religioso, sem personalismos deprimentes, sem pruridos de conquista a poderes terrestres transitórios.”

Bezerra de Menezes (1831–1900) médico, militar e escritor cearense

Mensagem recebida pelo médium Francisco Cândido Xavier, em reunião da Comunhão Espírita Cristã, em 20-4-1963, em Uberaba, MG. http://www.febnet.org.br/site/movimento_brasil.php?SecPad=24&amp;Sec=277 <br class="br">Atribuídas

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“A modernização das leis trabalhistas preserva as conquistas da CLT, ao mesmo tempo que insere o Brasil no modelo de legislação dos países desenvolvidos. Abre-se assim a possibilidade de trazer milhões de brasileiros para a formalidade, sem ameaçar empregos existentes, e incentivar empresários a criar novas vagas.”

Moreira Franco (1944) político brasileiro

Ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Moreira Franco, em artigo Perseverar na travessia da ponte <br class="br"> O Globo https://glo.bo/2tFtQwH, 19/07/17

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“Acho que as pessoas deviam ser reconhecidas por suas realizações e pelo valor que agregam ao progresso da sociedade. Mas é fácil exagerar. Tenho em alta conta muitas pessoas e suas conquistas, mas acredito que isso não deva se sobrepor às realizações em si. A celebridade não deve ocupar o lugar das coisas que foram realizadas.”

Neil Armstrong (1930–2012) astronauta americano; primeira pessoa a pisar na Lua

Neil A. Armstrong à James Hansen, Cincinnati, Ohio, 2 de junho de 2004.
Fonte: "O Primeiro Homem: A vida de Neil Armstrong" (2018) - isbn=9788551003930 - Pag: 393

“É impossível uma grande conquista sem antes obter pequenas conquistas sobre si próprio.”

Johnny De' Carli

reiki universal, Johnny de' Carli, citações, conquistas

“Ela brilha muito, na verdade ela batalha muito para alcançar esse brilho, por vezes é disciplinada e outras capaz de abrir mão de suas vontades. Tem momentos que é objetiva, racional e ao mesmo tempo flexível. Mais exigente consigo mesmo e menos com as outras pessoas
Tem momentos que quer ir à baladas pesadas para se identificar as outras pessoas, e num passe de segundos prefere ficar num ambiente tranquilo onde possa conversar e sorrir com os amigos. Mas de repente numa rapidez quer convidar todos para ir a sua casa para que conheçam seu mundo colorido.
Não se iluda com sua aparência de tímida, ela adora chamar atenção, mas todos que estão ao seu redor não se queixam, apenas se apaixonam, posso dizer que ela é básica mas estilosa.
Ela promete o tempo todo a si mesma que vai ser feliz e acaba Abrindo mão da felicidade para que o outro seja feliz primeiro.
E mesmo repetindo isso todos os dias, nunca deixa que seus dias terminem vazios, ela vive simples e intensamente seus dias, deixando sempre as coisas chatas para outra hora, mas nunca esquece e sempre deixa bem claro que tem o direito de ser feliz. Apesar de se cobrar tanto, relaxa sempre quando um amigo lhe sorri ou lhe elogia.
Se diverte sem culpa e não deixa as cobranças da vida lhe tirarem o prazer d suas conquistas ela promete a si mesma dias de romances, dias de borrar a maquiagem com lágrimas de solidão. Porém com a típica tradição: chocolate e sorvete como consolo, mas o que ela promete mesmo é que terá muitos dias de conversas banais e risos contagiantes ao lado de suas amigas. Ela é divertida, espontânea, tranqüila outras é romântica, daquelas que escuta uma música e diz: essa é a música da minha vida, quando passa essa empolgação descobre que a letra da música falava apenas coisas sem noção.
Ela sabe que meninas crescem depois de passar alguns anos testando caminhos.
Já faz tempo que ela é assim.”

BiaSMariah

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Esta frase aguardando revisão.
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“Quase nada deve ser mais humilhante para os Autossuficientes do que precisarem caminhar com as pernas dos outros.

Há uma ironia muito silenciosa na condição humana: passamos a vida cultivando a ideia de independência, como se a autonomia absoluta fosse a forma mais elevada de existência.

Mas bastaria olhar honestamente para dentro, para perceber que ninguém chega a lugar algum sozinho.

Os que mais proclamam sua autossuficiência costumam construir em torno de si uma narrativa de mérito exclusivo.

Acreditam que suas conquistas nasceram apenas da própria força, da própria inteligência, da própria renúncia, da própria disciplina…

Esquecem-se, porém, das mãos que abriram portas, dos ombros que sustentaram seus primeiros passos, das vozes que ensinaram o que hoje repetem como se fosse descoberta pessoal.

Talvez por isso seja tão doloroso para certas pessoas reconhecer a dependência.

Não porque depender seja uma fraqueza, mas porque admitir a necessidade do outro desmonta a ilusão de grandeza construída sobre a ideia de autossuficiência.

É muito difícil aceitar que a trajetória individual é, na verdade, fruto de uma obra coletiva.

A vida, cedo ou tarde, cobra essa consciência.

O tempo enfraquece os corpos, os desafios excedem as capacidades individuais, as circunstâncias expõem limites que o orgulho insistia em esconder.

E então surge a verdade inevitável: todos caminhamos, em algum momento, com as pernas dos outros.

Seja através do conhecimento que herdamos, do afeto que nos sustenta, da solidariedade que nos ampara, ou das estruturas invisíveis que oportunizam a nossa existência cotidiana.

O problema não está em precisar do outro.

Mas em viver negando essa realidade.

Porque quem se considera uma ilha acaba transformando a gratidão em dívida, a cooperação em constrangimento e a humildade em derrota.

Talvez a verdadeira maturidade não esteja em nunca precisar de ajuda, mas em compreender que a interdependência não diminui ninguém.

Muito pelo contrário.

É ela que nos humaniza.

Reconhecer que somos sustentados por muitos não nos torna menores; apenas nos torna mais conscientes daquilo que sempre fomos.

No fim, não é a dependência que humilha.

O que humilha é a arrogância de acreditar que jamais dependemos de alguém, até o momento em que a vida nos obriga a enxergar o contrário.

E, quando esse momento chega, alguns descobrem que a maior força não estava em caminhar sozinhos, mas em reconhecer, com dignidade, aqueles que sempre caminharam junto deles.”

Alessandro Teodoro

Esta frase aguardando revisão.

“Só se vê bem com os olhos cristãos; o essencial é invisível aos olhos puramente humanos.

Vivemos em um tempo que nos ensinou a enxergar quase tudo, menos aquilo que realmente importa. 

Vemos aparências, conquistas, números, status, corpos, vitrines e máscaras. 

Mas há realidades que não se deixam fotografar, medir ou exibir.

A fé nos convida a olhar para muito além do que os olhos alcançam.

Com olhos humanos, enxergamos o erro; com olhos cristãos, podemos enxergar a possibilidade de redenção.

Com olhos humanos, vemos a ferida; com olhos cristãos, procuramos compreender a dor que existe por trás dela.

Com olhos humanos, julgamos o que aparece; com olhos cristãos, aprendemos que só Deus conhece verdadeiramente o coração.

Talvez seja por isso que tantas vezes confundimos visibilidade com importância. 

Achamos que aquilo que aparece merece mais valor do que aquilo que permanece escondido. 

Entretanto, as maiores batalhas de alguém podem acontecer em silêncio. 

As orações mais sinceras talvez nunca sejam publicadas. 

Os gestos mais generosos podem jamais receber aplausos.

Cristo nos ensina justamente esse outro modo de ver: não o olhar que procura motivos para condenar, mas aquele que procura razões para amar.

Porque o essencial continua invisível aos olhos humanos.

Não se vê a esperança, mas ela sustenta.

Não se vê a fé, mas ela mantém de pé.

Não se vê o amor, mas ele transforma.

Não se vê a graça, mas ela pode reconstruir uma vida inteira.

Ter olhos cristãos não significa ignorar a realidade ou fechar os olhos para o mal. 

Significa enxergar a realidade sem permitir que ela nos roube a compaixão. 

É olhar para o mundo com discernimento, mas também com misericórdia; reconhecer a verdade sem perder a capacidade de amar.

No fim, talvez a verdadeira cegueira não seja não enxergar o que está diante de nós, mas enxergar tudo aquilo que é passageiro e não perceber aquilo que é eterno.

Que Deus nos ensine, então, a trocar o olhar apressado pelo olhar compassivo; o julgamento pela compreensão; a aparência pela essência.

Porque há coisas que somente a fé consegue enxergar.

E talvez seja justamente aí que comece a verdadeira visão.”

Alessandro Teodoro

Esta frase aguardando revisão.

“Só não somos mais felizes porque queremos ser mais felizes que os outros — e eles não são tão felizes quanto demonstram.

Talvez uma das principais armadilhas da felicidade seja transformá-la em competição.

A gente olha para a vida do outro e imagina que ele chegou a um lugar onde nós ainda não conseguimos chegar.

Vemos a viagem, o sorriso, a casa, o relacionamento, o sucesso, as conquistas… e, sem perceber, começamos a medir a nossa vida pela régua de uma realidade que conhecemos apenas pela aparência.

Queremos ter mais.

Viver mais.

Conquistar mais.

Ser mais admirados.

E, principalmente, queremos que a nossa felicidade seja maior do que a felicidade de quem está ao nosso lado.

Mas existe uma ironia nisso tudo: muitas vezes, estamos competindo para vencer uma disputa que ninguém realmente está disputando.

Porque quase ninguém mostra suas inseguranças na mesma proporção em que mostra suas conquistas.

Poucos fotografam a solidão, a dúvida, o medo, as noites mal dormidas, os conflitos dentro de casa ou o vazio que aparece quando todos vão embora.

A vitrine quase nunca revela o estoque verdadeiro.

Talvez aquela pessoa que você imagina ter uma vida perfeita também olhe para você pensando que a sua vida é melhor que a dela.

E assim passamos boa parte da existência desejando a felicidade que imaginamos que os outros possuem, enquanto eles fazem exatamente a mesma coisa conosco.

É um desperdício silencioso.

Porque a felicidade deixa de ser uma experiência e passa a ser uma comparação.

Se o outro tem, eu preciso ter também.

Se o outro viajou, preciso viajar.

Se o outro prosperou, preciso prosperar mais.

Se o outro parece realizado, preciso provar que também estou.

E, nessa busca, esquecemos uma coisa essencial: felicidade não é um pódio.

Não existe primeiro lugar.

A felicidade de alguém não diminui a nossa.

O sucesso do outro não é um fracasso nosso.

A beleza de uma vida diferente da nossa não torna a nossa vida menos valiosa.

Talvez sejamos mais felizes quando deixamos de perguntar:

“Estou melhor ou pior que os outros?”

E começamos a perguntar:

“Estou vivendo de acordo com aquilo que realmente importa para mim?”

Porque, no fim, a vida não precisa parecer extraordinária para ser profundamente boa.

Às vezes, felicidade é uma conversa sem pressa...

É ter alguém para ligar.

É dormir em paz.

É poder voltar para casa.

É rir de coisas simples.

É não precisar provar nada para ninguém.

Talvez a verdadeira liberdade seja justamente essa: não precisar que a nossa vida pareça melhor do que a vida de ninguém.

Quando paramos de competir pela felicidade, descobrimos que já havia muito dela por perto.

E talvez seja esse o paradoxo:

Não somos infelizes porque temos pouco.

Muitas vezes, somos infelizes porque olhamos demais para o que os outros parecem ter.

No dia em que compreendermos que quase todos estão apenas tentando parecer bem enquanto enfrentam suas próprias batalhas, a comparação perde força.

E sobra espaço.

Espaço para agradecer.

Para viver.

Para ser quem somos.

Sem plateia.

Sem disputa.

Sem precisar ser mais Feliz que ninguém.”

Alessandro Teodoro