Frases sobre razão
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“A primeira razão da servidão voluntária é o hábito: provam-no os cavalos sem rabo que no princípio mordem o freio e acabam depois por brincar com ele; e os mesmos que se rebelavam contra a sela acabam por aceitar a albarda e usam muito ufanos e vaidosos os arreios que os apertam.”

Discurso Sobre a Servidão Voluntária, Étienne de La Boétie, Página 16 http://www.culturabrasil.org/zip/boetie.pdf, LCC – verão de 2004 - 30 Páginas.
"la premiere raison de la servitude volontaire, c'est la coustume: comme des plus braues courtaus, qui au commencement mordent le frein & puis s'en iouent, & là où n’a guerres ruoient contre la selle, ils se parent maintenant dans les harnois & tous fiers se gorgiasent soubs la barde."
Œuvres complètes d’Estienne de La Boétie, Discours de la Servitude volontaire, Página 29 https://fr.wikisource.org/wiki/Page%3ALa_Bo%C3%A9tie_-_%C5%92uvres_compl%C3%A8tes_Bonnefon_1892.djvu/114, Auteur Estienne de La Boétie, Éditeur Paul Bonnefon - G Gounouilhou, 1892 - 444 páginas.
Discurso Da Servidão Voluntária

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“É que às vezes a discriminação tem razão de ser.”

" Hambúrgueres infanto-juvenis ", Mixórdia de Temáticas 02-04-2014

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“A natureza colocou a humanidade sob a governança de dois mestres soberanos: a dor e o prazer. Pertence apenas a eles a indicação do que devemos ou podemos fazer. Por um lado, o padrão de certo e errado, por outro, o encadeamento de causas e efeitos, estão atados ao seu trono. Eles nos governam em tudo o que fazemos, o que dizemos, o que pensamos: qualquer esforço que possamos fazer para eliminar nossa submissão servirá apenas para demonstrá-la e confirmá-la. Em palavras um homem pode fingir renunciar ao seu império: mas na realidade sempre se manterá sujeito a ele. O princípio da utilidade reconhece essa submissão e a assume para a fundação desse sistema, cujo objeto é erguer o edifício da felicidade pelas mãos da razão e da lei. Sistemas que tentam questioná-lo lidam com sons em vez de sentidos, com caprichos em vez de razão, com escuridão em vez de luz.”

Jeremy Bentham (1748–1832)

Nature has placed mankind under the governance of two sovereign masters, pain and pleasure. It is for them alone to point out what we ought to do, as well as to determine what we shall do. On the one hand the standard of right and wrong, on the other the chain of causes and effects, are fastened to their throne. They govern us in all we do, in all we say, in all we think: every effort we can make to throw off our subjection, will serve but to demonstrate and confirm it. In words a man may pretend to abjure their empire: but in reality he will remain. subject to it all the while. The principle of utility recognizes this subjection, and assumes it for the foundation of that system, the object of which is to rear the fabric of felicity by the hands of reason and of law. Systems which attempt to question it, deal in sounds instead of sense, in caprice instead of reason, in darkness instead of light.
An Introduction to the Principles of Morals and Legislation, (1789) Chapter I. https://en.wikisource.org/wiki/An_Introduction_to_the_Principles_of_Morals_and_Legislation/Chapter_I

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“Preocupemo-nos com as grandes questões. Preocupemo-nos com aquelas importâncias fabulosas que são desviadas, oficialmente, dos cofres públicos para pagar juros de uma dívida que não tem mais nenhuma razão de ser, externa e interna.”

Enéas Carneiro (1938–2007)

Convenção do Prona - 1998 - Teatro Imprensa
Fonte: [Teatro Imprensa - Convenção Nacional do PRONA - São Paulo, 20 de dezembro, 1997, Doutor Enéas Carneiro - Discurso Completo - Convenção do PRONA 98, Brasil, português]

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“Considerar a natureza humana do homem um pecado é escarnecer da natureza. Puni-lo por um crime que ele cometeu antes de nascer é escarnecer da justiça. Considera-lo culpado de algo em que não existe a possibilidade de inocência é escarnecer da razão.”

Ayn Rand (1905–1982)

A Revolta de Atlas / Ayn Rand; [tradução de Paulo Henriques Britto]. São Paulo: Arqueiro, 2010, Volume III, Cap. 7, p. 348
Fala do personagem John Galt

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“Minha segunda máxima era ser a mais firme e decidida em minhas ações que eu poderia, e seguir constantemente as opiniões mais duvidosas quando eu teria determinado uma vez, que se tivessem sido muito seguros : imitando nisso os viajantes, que, perdendo-se em alguma floresta, não devem se divertir girando às vezes de um lado para outro, nem mesmo parar em um lugar, mas sempre caminham tão reta quanto eles podem do mesmo lado, e não mudá-lo por razões fracas, embora tenha sido no início apenas a chance sozinha, que determinou que ele escolhesse; pois, por isso, se eles não vão para onde eles desejam, eles irão, pelo menos, chegar ao fim em algum lugar onde eles provavelmente serão melhores do que no meio de uma floresta.”

Ma seconde maxime était d'être le plus ferme et le plus résolu en mes actions que je pourrais, et de ne suivre pas moins constamment les opinions les plus douteuses lorsque je m'y serais une fois déterminé, que si elles eussent été très assurées: imitant en ceci les voyageurs, qui, se trouvant égarés en quelque forêt, ne doivent pas errer en tournoyant tantôt d'un côté tantôt d'un autre, ni encore moins s'arrêter en une place, mais marcher toujours le plus droit qu'ils peuvent vers un même côté, et ne le changer point pour de faibles raisons, encore que ce n'ait peut-être été au commencement que le hasard seul qui les ait déterminés à le choisir; car, par ce moyen, s'ils ne vont justement où ils désirent, ils arriveront au moins à la fin quelque part où vraisemblablement ils seront mieux que dans le milieu d'une forêt.
Discours de la méthode, Les passions de l'âme, Lettres - Página 35 https://books.google.com.br/books?id=VTMMAAAAIAAJ&pg=PA35, René Descartes - Éditions du Monde Moderne, 1637 - 280 páginas
Atribuídas

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“A maior felicidade do homem depende desse reto uso da razão, e por conseguinte, que o estudo que serve para adquiri-lo é mais útil ocupação que se possa ter, como é, sem dúvida, a mais agradável e a mais doce.”

René Descartes (1596–1650)

DESCARTES, RENÉ. Cartas. São Paulo: Abril cultural, 1973.p. 319. [Coleção Os Pensadores)
Discurso do método (1637), Sexta parte

“A Ciência é o caminho para se chegar a Deus pela razão.”

reiki universal, Johnny de' Carli, citações, ciência

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“A razão é um piloto muito leve e facilmente se livrou.”

Jonathan Swift (1667–1745) Escritor anglo-irlandês conhecido pela sua obra "As Viagens de Gulliver"
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“Busque a coerência, cultive a coragem e tenha paciência, o futuro talvez nos dê razão”

Eugênio Gudin (1886–1986)

Fonte: Livro "O Homem que Pensou o Brasil"

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“Compra com a razão, justifica com acção.”

Esta citação serve para contrapor a já muito conhecida que é: compramos com a emoção e justificamos com a razão.

Esta frase aguardando revisão.

“⁠⁠Quem não se curva aos caprichos dos apaixonados — não precisa mendigar respeito, sobretudo de gente tão confusa.

Especialmente das que confundem coisas tão simples como: arrogância com bravura, autoritarismo com autoridade, discurso de ódio com liberdade de expressão e bajulação com admiração.

Salve as Forças Armadas brasileiras!

São tão confusos a ponto de trocarem princípios por gritos, razão por devoção cega, e coragem por brutalidade.

Chamam arrogância de bravura, como se elevar a voz fosse prova de grandeza.

Confundem autoritarismo com autoridade, sem perceber que a verdadeira autoridade não se impõe — se sustenta.

E ainda se vestem de discurso de ódio com o rótulo de liberdade de expressão, ignorando que liberdade não é licença para ferir.

E, pasmem, confundem descaradamente bajulação com admiração, porque nunca aprenderam a respeitar sem se ajoelharem.

O problema não está em ter convicções, mas em permitir que elas substituam o discernimento.

Paixões desenfreadas não constroem — atropelam.

E quem vive de idolatria costuma se ofender com qualquer espelho que revele a própria incoerência.

Respeito não se implora.

Se pratica, se demonstra, se preserva.

E quem sabe disso não se curva a histerias coletivas nem se deixa intimidar por certezas barulhentas e vazias.

Salve as Forças Armadas brasileiras —
não como instrumento de paixões momentâneas,
mas como instituições de Estado,
que existem para servir à nação, à Constituição e à ordem,
nunca a delírios, vaidades ou projetos pessoais.

Porque maturidade democrática também é saber distinguir força de violência,
autoridade de abuso,
e amor ao país de fanatismo disfarçado de patriotismo.”

Esta frase aguardando revisão.

“⁠⁠A gente só para de flertar com a m0rte todos os dias quando descobre que o melhor dia para se viver é hoje.


Há uma espécie de suicídi0 muito silencioso que pouca gente se atreve a nomear como tal.


Ele não acontece apenas nos gestos extremos, nas decisões finais ou nas manchetes trágicas.


Às vezes, ele se instala gradualmente, no adiamento crônico da vida, na rotina de empurrar para amanhã aquilo que já pede coragem no agora, na mania de sobreviver sem realmente habitar a própria existência.


Muita gente não quer m0rrer — quer apenas descansar da exaustão de existir sem sentido.


E é justamente aí que mora o flerte cotidiano com a m0rte: quando se abandona a urgência de viver.


Viver, porém, não é apenas respirar, cumprir tarefas, pagar contas e colecionar ausências disfarçadas de compromissos.


Viver é reconhecer que o tempo não faz promessas.


O amanhã é uma hipótese muito elegante, mas continua sendo hipótese.


O hoje, com todas as suas imperfeições, é a única matéria concreta que temos nas mãos.


E talvez amadurecer seja justamente isso: perceber que a vida não começa “quando tudo se ajeitar”, “quando a dor passar”, “quando houver mais dinheiro”, “quando a paz finalmente chegar”.


A vida está acontecendo agora — inclusive no caos, inclusive nas faltas, inclusive enquanto ainda estamos tentando entender quem somos.


Há quem flerte com a m0rte não por desejar o fim, mas por tratar a vida com permanente negligência.


Negligencia os afetos, as pausas, a própria saúde, os pedidos de socorro da alma, os sinais do corpo, os vínculos que importam, as palavras que deveriam ser ditas enquanto ainda há quem possa ouvi-las.


Age como se viver fosse um ensaio infinito, como se sempre houvesse tempo para recomeçar, pedir perdão, recalcular a rota, amar melhor, ou simplesmente descansar.


Mas nem todo adiamento é prudência; às vezes, é desistência parcelada.


Descobrir que o melhor dia para viver é hoje não é um clichê otimista — é uma revelação muito dura.


Porque obriga a gente a encarar a própria covardia, os próprios álibis e a confortável ilusão de controle.


Nos obriga a admitir que há muita m0rte disfarçada de rotina eficiente, muita apatia travestida de maturidade, muito medo chamado de prudência.


E, ao mesmo tempo, essa descoberta também liberta: porque devolve ao presente a dignidade que o imediatismo e a ansiedade roubaram.


Faz a gente entender que viver bem não é ter a vida perfeita, mas parar de oferecer o próprio tempo em sacrifício a tudo aquilo que nos afasta de nós mesmos.


Talvez a grande virada aconteça quando deixamos de esperar uma razão extraordinária para viver e passamos a reconhecer a grandeza escondida no ordinário: no abraço ainda possível, na conversa adiada que enfim acontece, no descanso sem medo e sem culpa, na lágrima que finalmente se deixa rolar, no riso que interrompe o peso do mundo — ainda que por alguns segundos.


O hoje não precisa ser grandioso para ser valioso.


Ele só precisa ser vivido com presença — e não desperdiçado como se fosse descartável.


No fim, flertar com a m0rte todos os dias talvez tenha menos a ver com desejar partir e mais com não se permitir ficar por inteiro.


E viver, em sua forma mais honesta, começa quando a gente decide parar de se ausentar da própria história.


Porque o melhor dia para viver não é o dia ideal, nem o dia fácil ou o prometido.


É este.


O único que realmente chegou — o agora.”