Frases sobre praticar

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da praticar, bem, outro, coisa.

Frases sobre praticar

“Que haja honra


Guardai-vos de exercer a vossa justiça diante dos homens, com o fim de serdes vistos por eles… v.1


Sempre fiquei impressionado com a solene e magnífica simplicidade da mudança da guarda no Túmulo dos Desconhecidos no Cemitério Nacional de Arlington, EUA. O evento cuidadosamente coreografado é um tributo em honra aos soldados cujos nomes e sacrifícios são “conhecidos, apenas por Deus”. Igualmente emocionantes são os passos de ritmo constante quando as multidões se vão: de um lado a outro, hora após hora, dia a dia, mesmo no pior dos climas.

Em setembro de 2003, o furacão Isabel estava chegando em Washington, DC, e os guardas foram informados de que poderiam procurar abrigo durante o pior momento da tempestade. Surpreendentemente os guardas se recusaram! Eles desinteressadamente resistiram em seu posto para honrar a memória dos soldados abatidos, mesmo diante de um furacão.

Creio que nos ensinamentos de Jesus, em Mateus 6:1-6, está o desejo dele de que vivamos com devoção implacável e altruísta para com Ele. A Bíblia nos ensina a praticar boas obras e a viver em santidade, mas estes são atos de adoração e obediência (vv.4-6), não atitudes para nos gloriarmos (v.2). O apóstolo Paulo endossa esta fidelidade por toda a vida quando nos pede que façamos de nossos corpos “um sacrifício vivo” (Romanos 12:1).

Senhor, que os nossos momentos particulares e públicos falem de nossa devoção e compromisso contigo.

Quanto mais servimos a Cristo, 
menos serviremos a nós mesmos. Randy Kilgore”

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“A dificuldade de praticar o suicídio está nisto: é um ato de ambição que só pode ser realizado depois de superada toda a espécie de ambição.”

Cesare Pavese (1908–1950)

Variante: A dificuldade de praticar o suicídio está nisto: é um acto de ambição que só pode ser realizado depois de superada toda a espécie de ambição.

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“Admitir o 'liberalismo explícito', num país de cultura dirigista, é coisa tão esquisita como praticar sexo explícito em público. Não dá cadeia, mas gera patrulhamento ideológico. A etiqueta de 'socialista' ou 'centro-esquerda' dá um ar de respeitabilidade a qualquer patife ou imbecil, animais abundantes na praça…”

Roberto Campos (1917–2001) Economista, diplomata e político matogrossense

no artigo "Um liberal explícito", de Roberto Campos, 26/04/98 http://pensadoresbrasileiros.home.comcast.net/~pensadoresbrasileiros/RobertoCampos/um_liberal_explicito.htm

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“Praticar o bem, abster-se do mal e purificar seus pensamentos, são os mandamentos de todo iluminado.”

Buda (-563–-483 a.C.) Foi um príncipe e fundador do budismo

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“Que ação vergonhosa já me viu praticar, Filoxeno, para me propor semelhantes infâmias?”

Alexandre, o Grande (-356–-323 a.C.) antigo rei do reino grego antigo

Alexandre indignado com a proposta de Filoxeno, que queria vender-lhe dois meninos de "grande beleza", dirigindo a ele as mais severas censuras. Com igual serevidade, reprendeu Hagnon, que lhe escreveu perguntando se queria comprar Crobilo de Corinto, jovem de "maravilhosa beleza".

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“Deixe cada homem praticar a arte que conhece.”

Aristofanés (-448–-386 a.C.)

citado em &quot;The wasps of Aristophanes as performed at Cambridge&quot; 26 November-1 December, 1909 - página 110 http://books.google.com/books?id=vptfAAAAMAAJ&amp;q=%22Let+each+man+exercise+the+art+he+knows%22, Aristophanes, Benjamin Bickley Rogers, Printed for the committee at the University press, 1909, 119 páginas <br class="br">antigo provérbio anônimo, citado por Aristófanes em Vespas, linha 1431; também mais tarde encontrado em Platão (República 4.423d, 4.433ad) e Cícero (Tusc. I.18.41) <br class="br">Controversas

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“Praticar faz a perfeição, mas ninguém é perfeito, então pra que praticar?”

Billie Joe Armstrong (1972) músico americano

respondendo por que a banda não praticou antes do show em Seattle.
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“Manusear uma linguagem habilmente é praticar uma espécie de feitiçaria evocativa.”

Charles Baudelaire (1821–1867)

Manier savamment une langue, c'est pratiquer une espèce de sorcellerie évocatoire.

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“Imediatismo. Sentimo-nos livres de o fazer porque pretendemos praticar o Imediatismo em segredo, a fim de evitar qualquer contaminação de mediação. Publicamente nós continuaremos nosso trabalho na editora, rádio, gráfica, música, etc, mas em particular vamos criar algo mais, algo a ser compartilhado livremente, mas nunca consumido passivamente algo que pode ser discutido abertamente, mas nunca entendida pelos agentes de alienação, algo sem potencial comercial contudo com um valor além do preço, algo oculto ainda completamente tecido na construção de nossa vida cotidiana.”

Hakim Bey (1945)

IMMEDIATISM. We feel free to do so because we intend to practice Immediatism in secret, in order to avoid any contamination of mediation. Publicly we&#x27;ll continue our work in publishing, radio, printing, music, etc., but privately we will create something else, something to be shared freely but never consumed passively, something which can be discussed openly but never understood by the agents of alienation, something with no commercial potential yet valuable beyond price, something occult yet woven completely into the fabric of our everyday lives. <br class="br">&quot;Immediatism&quot; - página 10 http://books.google.com.br/books?id=FlKN__HHPTMC&amp;pg=PA10, Autores Hakim Bey, Freddie Baer, Ilustrado por Freddie Baer, AK Press, 1994, ISBN 1873176422, 9781873176429, 59 páginas

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“Penso que, se algum dia eu tivesse de praticar canibalismo, daria um jeito — mas se tivesse estragão o suficiente ao meu dispor.”

James Beard (1903–1985)

I believe that if ever I had to practice cannibalism, I might manage if there were enough tarragon around
Delights and prejudices‎ - Página 94, de James Beard - Publicado por Atheneum, 1964 - 337 páginas

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“Se a pratica faz a perfeição, e ninguem é perfeito, então pra que praticar?”

Billy Corgan (1967)

If practice makes perfect and nobody's perfect then why practice?
citado em "The World's Greatest Wacky One-Line Jokes" - de Bob Phillips - Harvest House Publishers, 2005, ISBN 0736914269, 9780736914260 - 124 páginas

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“O bem que praticares em algum lugar é teu advogado em toda parte.”

Chico Xavier (1910–2002) Médium brasileiro

citado em "Justiça Além da Vida" - Página 93, Jose Carlos de Lucca, Petit Editora e Distribuidor, 2001, ISBN 8572530762, 9788572530767 - 188 páginas
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“Honro com o nome de virtude o hábito de praticar ações penosas e úteis aos outros.”

Stendhal (1783–1842)

Variante: Honro com o nome de virtude o hábito de praticar acções penosas e úteis aos outros.

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“A devoção encontra, para praticar uma má acção, razões que um simples homem jamais encontraria.”

Charles Louis Montesquieu (1689–1755) mostequis

Variante: A devoção encontra, para praticar uma má ação, razões que um simples homem jamais encontraria.

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“Os governos civis não deveriam ter religião, porque, sendo seu dever proteger a liberdade que os governados têm de praticar a religião que gostam de adotar, eles não cumpririam fielmente esse dever se fossem sectários de algum.”

Benito Juárez (1806–1872)

Los gobiernos civiles no deben tener religión, porque, siendo su deber proteger im- parcialmente la libertad que los gobernados tienen de seguir y practicar la religión que gusten adoptar, no llenarían fielmente ese deber si fueran sectarios de alguna
Benito Juárez como citado in: Historia de Oaxaca - Volume 2 - Página 93, Jorge Fernando Iturribarría - Ediciones E. R. B., 1938

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“Basta praticar o bem, fazer o bem para os outros, sem pensar que você pode receber uma recompensa. Trazer realmente benefícios para os outros, ganhando nada para si mesmo. Este é o requisito primário para libertar-se dos apegos ao si próprio.”

Eihei Dogen (1200–1253)

Just practice good, do good for others, without thinking of making yourself known so that you may gain reward. Really bring benefit to others, gaining nothing for yourself. This is the primary requisite for breaking free of attachments to the Self.
Shobogenzo Zuimonki Things Overheard at the Treasury of the Eye of the True Dharma, III, 3 - Coleção de ensinamentos de Dogen escritos por Ejō entre 1236 e 1238, traduzidos para o inglês por Reiho Masunaga. (Honolulu: University of Hawaii Press; New Ed edition, June 1975)

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“O Capitão América é um bom sujeito, um cara de bom coração. Ele é sinceramente altruísta, generoso, sempre preocupado com os outros, com O que é melhor para todos, não apenas para si mesmo. Isso é uma coisa que procuro praticar em mim mesmo. Eu sinceramente quero ser uma boa pessoa. Quero fazer o melhor pelas pessoas que amo. Todos nós temos famílias, não é mesmo? E famílias podem ser complicadas… Minha meta é poder chegar ao fim do dia, me olhar no espelho e poder dizer, independente da opinião de outras pessoas à minha volta, que eu sou uma pessoa do bem.”

Chris Evans (1981) Ator norte-americano

Em resposta à “Você se identifica com o Capitão América de algum modo?” <br class="br">Fonte: UOL. Data: 25 de abril de 2012. <br class="br">Fonte: Capitão América de &quot;Os Vingadores&quot; diz que Downey Jr. domina a cena; assista a entrevista, Ana Maria Bahiana, UOL, 25 de abril de 2012 http://cinema.uol.com.br/noticias/redacao/2012/04/25/capitao-america-de-os-vingadores-diz-que-downey-jr-domina-a-cena-assista-a-entrevista.htm,

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“Sem o avanço exponencial do Fanatismo, talvez a Instrumentalização Religiosa não tivesse tanto Palco ou Plateia.

Há uma verdade muito incômoda nessa provocação: nenhuma Instrumentalização Religiosa prospera sozinha.

Ela precisa de um ambiente em que a fé tenha sido suficientemente capturada pelas paixões, pelos medos e pelas certezas absolutas para que Deus deixe de ser o centro e passe a funcionar como argumento.

O fanatismo não é simplesmente uma fé intensa.

Fé e fanatismo podem até usar as mesmas palavras, mas caminham em direções totalmente opostas.

A fé madura conduz à humildade; o fanatismo conduz à convicção de que somente nós, nosso grupo ou nossa causa possuímos a verdade.

A fé reconhece o mistério de Deus; o fanatismo transforma Deus em propriedade particular.

A fé se deixa corrigir pela verdade; o fanatismo transforma qualquer crítica em perseguição.

É nesse terreno infértil que a Instrumentalização Religiosa encontra seu palco.

Quando uma pessoa deixa de perguntar “o que Deus exige de mim?” e passa a perguntar apenas “como posso usar Deus para legitimar aquilo que já decidi?”, a religião corre o risco de deixar de ser caminho de transformação para tornar-se ferramenta de poder.

A Bíblia é profundamente crítica a esse tipo de apropriação.

Os profetas denunciaram repetidamente uma religiosidade que mantinha ritos, discursos e aparências enquanto negligenciava justiça, misericórdia e verdade.

O Cristo também confrontou religiosos que honravam a Deus com os lábios, enquanto o coração permanecia distante.

Talvez essa seja uma das grandes tragédias espirituais do nosso tempo: não é que Deus tenha desaparecido do Discursou Público.

Pelo contrário.

Deus é frequentemente citado, invocado, defendido e utilizado.

O problema é que podemos falar muito sobre Deus e, ao mesmo tempo, revelar muito pouco d'Ele.

Há uma diferença enorme entre testemunhar a fé e utilizá-la como instrumento.

Quem testemunha a fé procura encarnar aquilo que anuncia.

Quem instrumentaliza a fé procura fazer com que aquilo que anuncia sirva às suas agendas ocultas.

Um, busca coerência; o outro, eficácia.

Um aceita perder privilégios por fidelidade ao Evangelho; o outro adapta o Evangelho para não perder privilégios.

E talvez seja justamente aí que o fanatismo se torna perigoso: ele oferece ao indivíduo a confortável sensação de estar lutando em nome de Deus, quando, na realidade, pode estar apenas santificando os próprios desejos.

O fanático não precisa necessariamente abandonar a religião.

Às vezes, ele se torna ainda mais religioso — mais barulhento, mais combativo, mais indignado, mais disposto a defender símbolos.

Mas a pergunta teológica essencial permanece: que Deus está sendo defendido?

Porque o Deus revelado em Jesus Cristo não parece interessado em conquistar consciências pela violência da imposição, nem em transformar adversários em inimigos absolutos.

Ele se aproxima dos feridos, acolhe os pecadores, confronta os poderosos, denuncia a hipocrisia e chama seus discípulos a amar até mesmo aqueles que pensam de maneira diferente.

Por isso, quando a fé produz ódio permanente, talvez seja necessário perguntar se ainda estamos diante da fé ou diante de uma ideologia religiosa.

O problema não está apenas nos que instrumentalizam a religião.

Está também em nós, quando entregamos nossa consciência ao grupo, quando confundimos fidelidade a Cristo com fidelidade a uma liderança, quando transformamos opinião em dogma e quando aceitamos qualquer discurso, desde que ele venha acompanhado de uma linguagem religiosa.

A Instrumentalização precisa de palanque, mas também precisa de plateia.

E talvez a responsabilidade cristã comece justamente quando deixamos de ser plateia.

Uma fé intelectualmente responsável não teme perguntas.

Uma Espiritualidade Saudável não precisa fabricar inimigos para sobreviver.

Uma consciência iluminada pelo Evangelho não precisa demonizar o outro para afirmar a própria identidade.

No fundo, a grande questão não é apenas quem está usando a religião.

É também porque permitimos que nossa fé seja usada.

Talvez seja tempo de recuperar uma espiritualidade menos apaixonada por guerras culturais e políticas, e mais apaixonada pela verdade; menos preocupada em vencer discussões e mais comprometida em praticar justiça; menos interessada em controlar o outro e mais disposta a converter a si mesma.

Porque, quando Deus se torna instrumento das nossas paixões, já não estamos colocando nossas paixões a serviço d'Ele.

E essa inversão talvez seja uma das formas mais sofisticadas de idolatria: não negar Deus, mas colocá-lo a serviço de nós mesmos.”

Alessandro Teodoro