Frases sobre carne
página 3

Guy De Maupassant photo
Virginia Woolf photo
Victor Hugo photo
Nora Roberts photo
Fernando Pessoa photo
Marc Bloch photo
Francis Scott Fitzgerald photo
Gustave Flaubert photo
Gerson De Rodrigues photo

“Uma fria chuva de inverno…

Quando a morte beijar a vida pela última vez Como uma fria chuva de inverno Ou o último suspiro de um homem Ao debater-se dependurado em uma corda O Universo derramará suas últimas lágrimas de solidão…

A Morte deixará esse universo sem o triste despojo da carne Ou o lamentar dos cegos e a esperança dos tolos

Quando a morte beijar a última estrela Na penumbra da noite apodrecerão também Os últimos deuses e as últimas canções

Banhada de lágrimas a solidão irá cavalgar Em seu cavalo negro pelo vale do nada E até mesmo o universo irá clamar Em desespero com medo da morte

Morreremos sem deixar porventura uma única alma errante…

Quando a morte selar o contrato com o tempo E a vida dobrar os seus joelhos

A Esperança que um dia brilhou Nos olhos de pequenos indivíduos Que admiravam o céu noturno Em um passado longínquo Desaparecerá para sempre

Morreremos sem deixar um único suspiro, uma única sombra…

A lembrança da vida irá se apagar Com a última estrela a brilhar na escuridão

E os diabos vão chorar abraçados aos deuses Enquanto o seu reino perece Na fria epiderme da morte

Morreremos tão completamente Que o Niilismo irá se tornar a última verdade…

A Única verdade a caminhar pelo vazio Ao lado da morte como a sua doce amante

Até que um dia a morte ao ler em seu diário Sobre a sua antiga companheira chamada vida Chorará lágrimas de sangue degolando-se com a sua própria foice

Morreremos tão completamente Que o próprio universo deixará de existir..

E a completa ausência da matéria Tomara conta deste infinito vazio

E o vazio finalmente poderá sorrir para a solidão beijando-a como uma fria chuva de inverno….”

Gerson De Rodrigues (1995) poeta, escritor e anarquista Brasileiro

Esta tradução está aguardando revisão. Está correcto?
Charles Webster Leadbeater photo
Inácio de Antioquia photo
Inácio de Antioquia photo
Inácio de Antioquia photo
Ricardo Araújo Pereira photo

“O Austríaco por fora tem pele, e por dentro tem várias carnes.”

Ricardo Araújo Pereira (1974)

" Contra tudo isto ", Mixórdia de Temáticas 11-10-2012

Antonio Palocci photo
Elis Regina photo
Albert Camus photo
José Saramago photo
Voltaire photo
Gisele Bündchen photo

“Não sou vegetariana, sou gaúcha. Como carne todo dia e adoro chocolate.”

Gisele Bündchen (1980) Supermodelo, empresária e filantropa brasileira

Verificadas <br class="br">Fonte: vegetarianismo.com.br Data: 15 de janeiro de 2005. <br class="br">Fonte: &quot;Não sou vegetariana, sou gaúcha. Como carne todo dia e adoro chocolate.&quot;, vegetarianismo.com.br, 15 de janeiro de 2005 http://www.vegetarianismo.com.br/sitio/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=509&amp;Itemid=103,

Esta tradução está aguardando revisão. Está correcto?
Moby photo
Esta tradução está aguardando revisão. Está correcto?
Gregório de Nissa photo

“Poética - Alegoria da caverna: Lilith

Durante o apocalipse do tempo
fui expulsa do paraíso dos homens, donde toda a luz do universo era sufocada perante a penumbra das ilusões humanas.

Os mistérios da vida pereciam sob imagens turvas; e todos os suicidas jaziam tácitos e encavernados no Jardim das lamentações.
Um lugar situado por entre os cais celestes da desordem mental, cavado pelas chagas mais fundas do abandono e regado pelos
murmúrios (…)

As almas cativas encontravam-se em perene estado paradisíaco. E mesmo nuas não se enxergavam, pois as sombras da realidade encobriam seus corpos ébrios com a ilusão da sobriedade.

No jardim das lamentações, nenhuma lamentação era ouvida, pois a luz paradisíaca das almas cativas cegava os suicidas e os levava ao seu próprio inferno.

- E de que adiantarias toda a droga farmacêutica que germina na árvore patológica de um jardim pútrido?

Ao revoltar-me contra as correntes
da vida; fui condenada a viver em meu próprio abismo, procriando junto aos meus demônios internos.
Assim povoamos a terra com criaturas sórdidas e reveladoras.

De minha cópula interior nasceram poesias taciturnas, pequenos diabos líricos que até hoje vagam a nutrir-se das almas perdidas, vertendo-as em asas para os meus arcanjos.

E quando perguntares quem sou, eu direi:

- Eu sou a solidão de cada Adão que na terra pisastes, aquela separada do barro que compõe tua carne, e lhe mostra a frígida anatomia de sua própria presença solitária.

Sou a deusa do meu próprio inferno mental, que vives a sussurrar a filosofia nos ouvidos dos moribundos, para soprar-lhes o último suspiro de vida.

Sou a essência feminina renegada pelo medo.

E quando perguntares como sobrevivo em minhas dores que povoam a terra, direi:

- Ora, não vês que a cada dia 100 demônios em mim perecem para que eu possa continuar a viver com uma alma demasiadamente fértil?

E assumo os meus pecados -

Abandonei todos os que ousaram me amar sem antes entregar-me a própria alma.

Quando sentires a realidade queimar tuas vísceras; serei eu, a rainha da noite; a que rege os sete arcanjos da liberdade, convocando-te a retirar-se de suas próprias ilusões.

Sussurrarei no mais fundo da tua alma: "Para crescer e chegar ao céu, tu deves primeiro criar raízes que penetrem teu próprio inferno."
Deves abraçar os teus demônios e exilar-se dos falsos paraísos.

Sob tuas crises de ansiedade mais fortes, serei eu tal qual serpente lânguida a rastejar tremente no fundo da tua alma.

E antes de entregar-se ao pecado,
lembre-se que a mesma forma que liberta-te dos falsos paraísos, podes levar-te a morrer precipitadamente, eis que sou a melancolia vindoura fustigada pelo fruto amargo da vida.

- Letícia Sales”

Letícia Sales

Esta frase aguardando revisão.
Esta frase aguardando revisão.

“Não deve ter sido fácil dar a Luz à LUZ, a Vida à VIDA, a Proteção ao SALVADOR, e se tornar a MÃE mais Renegada do mundo.

Nossa, mãe!?!

Maria, muito obrigado pelo seu SIM!

Maria, muito obrigado por ensinar o CAMINHO a caminhar!

Maria, muito obrigado por salvar o nosso SALVADOR!

Há mistérios da fé que só podem ser contemplados em profundo Silêncio.

Maria recebeu em seu ventre Aquele que criou todas as coisas.

A criatura acolheu o Criador.

A serva tornou-se Mãe do Senhor.

A jovem de Nazaré carregou nos braços quem sustenta o universo inteiro.

Que paradoxo extraordinário!

A Luz do mundo precisou ser envolvida em panos.

A Vida precisou ser alimentada.

O Salvador precisou ser protegido de todas as más sortes de perseguições…

E Deus, em sua infinita sabedoria, escolheu confiar tudo isso às mãos de uma Mulher que respondeu apenas: “Faça-se em mim segundo a tua palavra.”

O “Sim” de Maria não foi apenas uma resposta…

Foi uma entrega completa.

Ela aceitou uma missão sem conhecer todos os seus desdobramentos, suportou incompreensões, dores e a espada que lhe atravessaria a alma.

Permaneceu de pé junto à cruz quando tantos fugiram.

Ainda hoje, porém, muitos insistem em rejeitar aquela que o próprio Deus escolheu para ser a Mãe de seu Filho.

Muitos esquecem que honrar Maria nunca diminui a glória de Cristo.

Pelo contrário, toda verdadeira devoção mariana conduz ao Filho, porque Maria nunca apontou para si mesma; sempre apontou para Jesus.

Quando agradecemos a Maria, não a colocamos acima de Deus.

Apenas reconhecemos que Deus quis precisar da liberdade de uma Mulher para entrar na história da humanidade.

Seu “Sim” abriu a porta para que o Verbo se fizesse Carne e habitasse entre nós.

Que aprendamos com Maria a confiar, obedecer e dizer nosso próprio “Sim”, mesmo quando não compreendemos todos os caminhos de Deus.

Porque quem caminha com Maria aprende que toda a sua missão é conduzir cada coração ao Único Salvador: Jesus Cristo.”

Alessandro Teodoro