Frases sobre cada
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“Rugas de um Amor perfeito
Olho para o teu rosto, nele existem as marcas de uma vida. Olhar cansado e cheio de doçura, na tua boca as palavras sábias, que eu as acolhi dentro do coração. Mesmo com teus cabelos esbranquiçados é capaz de sacrificar sua vida pelos filhos e netos. Os dias passam para ti e não pode recuperá-los, são gastos em proveito dos outros do que de si mesmo. Às vezes olha para os filhos em silencio, em seu olhar nenhuma severidade, nenhuma raiva, nenhum castigo, ao contrário no teu olhar tem uma infinita compaixão, uma infinita bondade que me deixa a refletir de como estou sendo para os meus filhos. Sua voz, suas palavras cheia de doçura parece uma "morada tranquila". Tu estás sempre ofertando para os outros um pedacinho do teu tempo. Teus passos suaves e lentos não te deixa correr como antes, mas vem sempre em minha direção como se eu fosse ainda aquela pequena criança. E, quando te vejo, ombros meios caídos, corpo aos poucos curvado. Às vezes sentada em frente de casa ou num canto da sala, às vezes paralisada pela idade, pelo cansaço, esperando apenas um abraço, mesmo com as rugas de uma vida, seu rosto é expressivo, mostra o que teu coração sente, fala mansa, cada vez mais devagar nas palavras, teu olhar que é o porto que me acalma. Fico a pensar, se vou ter um pouco dessa tua sabedoria, dessa tua imensa bondade, dessa tua paz tão quieta.
Envelhecer com essa paz que tu transmite é mostrar ao mundo como se vive bondosamente.”

“Acho que sou bem assim: uma moça intensamente impulsiva, falo, tagarelo, falo de novo e faço tudo o que me deixa bem. Tem dias que acordo cantando para o sol, e tem dias que jogo pedra até na lua. Amor e Acidez de viver, tudo ao mesmo tempo. Tem gente que me acha esquisita, estranha, ja me chamaram até de louca. Sou um pouco de cada, não nego. Mas, acredite todo esse meu jeito temperamental é auto defesa do mal espalhado por ai no coração alheio. Tem dias que estou inspirada a ser melhor. E tem outros, que nem espero a lei do retorno, vou lá e revido. Mas, não me ache cruel. Sou apenas uma moça de alma inquieta que as vezes acerta, mas também erra. Os dias podem ser coloridos ou preto e branco, meu humor é que determina. Gosto de falar logo o que eu penso, sem rodeios, para que não me achem boazinha, certinha, e isso não é defeito, no mundo cheio de mascaras que vivemos, ser verdadeiro é nobreza pura. Tem dias que gosto de abraços longos, outros reservo o meu direito de não ser tocada. Eu sou apenas, uma moça impactante no agir e no falar. Mas, meu coração é bom viu, isso é, vai depender da sua forma de agir comigo. Não gosto de meios termos, muitas virgulas, sou de ponto final, e até interrogação. Deixo leve a vida de quem não rouba a minha paz. E infernizo quem causou guerra a minha alma. O que os outros determina como meus defeitos, eu mesma me critico, avalio e julgo como qualidades. Exageradamente intensa. Podem até sentirem vontade de me amar, mas vão querer mesmo é me odiar. Se, meu caminho tem sido dificil? Às vezes, Mas, tenho mais ganhado, do que perdido. Ser como eu sou, tem deixado minha alma mais em paz. Eu poderia até dizer que tem gente que não me aguenta, porém a vida se encarregou de deixar perto de mim, quem aceita minha essência sem preconceito, sem medo. Que me aceita por amor! Nisso tudo, sei apenas que quando for a hora certa terei meu principe encantado ou quem sabe até meu sapo. Eu sou de um jeito único e especial que, com certeza em algum lugar terá um coração tão rançudo como o meu, me esperando. Não quero mudar. Aprendi que essa sou eu, protagonista perfeita da minha vida.”

Anne Rice photo
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Andre Rodrigues Costa Oliveira photo
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“O QUE FAÇO COM ESSA MENINA?


O que faço com essa menina que se acha feia?
O que faço com essa menina que, timidamente, diz aos quatro ventos que se encontra acima de seu peso?
O que faço com essa menina que disfarça o próprio corpo vestindo camisas largas e calças folgadas?
O que faço com essa menina que esconde o rosto porque acha que está demasiado flácido?

Devo eu dizer a ela que o seu sorriso é a maior das alegrias dessa minha vida?
Devo eu dizer a ela que apenas a sua sutil lembrança me aflige em desejo incontrolável?
Devo eu dizer a ela que a sua perspicácia transforma o planeta em um lugar mais habitável, mais inteligente e mais esperançoso?
Devo eu dizer a ela que o seu humor não apenas contagia a todos, mas vicia e entorpece o mais reticente dos humanos?

Como devo convencê-la de que é perfeita?
Como devo convencê-la de que é a cada dia mais apaixonante?
Como devo convencê-la de que hei de amar intensamente cada gesto e cada uma das palavras suas até o final dos tempos?
Como devo convencê-la de que morreria pleno e confiante ao seu lado?

Será mesmo que essa moça notará que jamais foi escrava de modismos de consumo e de estética?
Será mesmo que essa moça notará que ela é una e que intimida aqueles que se auto- denominam como audazes Casanovas?
Será mesmo que essa moça notará que tem o dom de arrebatar aquilo que deseja a todo tempo e a todo modo?
Será mesmo que essa moça notará que eu renegaria tudo para repousar silente e em calmaria, por entre as suas pernas?

Abra os olhos.
Eu lhe aguardo ansioso.”

“NAMORO À DISTÂNCIA


Na quinta feira eu a busco na rodoviária
E a gente vai para casa
E não se acanha nem mesmo no elevador do prédio
E espalha as roupas e sapatos e mochilas pelo chão do apartamento E ali ficamos, em silêncio de pequena morte.

Já na sexta feira levantamos tarde Só que acordamos cedo Despertados pelo maior dos desejos Quando assim começa o dia
Entre gozos e gemidos
E com a cama antiga rangendo desesperada Cada vez mais alto.

Sábado é dia de receber amigos sempre tão queridos E eu fico orgulhoso de mãos dadas
Quase que me exibindo aos convidados
Com a minha namorada tão maravilhosa
E que veio para estar no feriado
Ao meu lado
Fazendo o nosso almoço italiano
E encantando com o seu sorriso
A todos os ali presentes.

Domingo bem cedo andamos de bicicleta lá no parque da cidade Visitamos os meus pais idosos
Almoçamos uma barca de comida japonesa
Mas alguma coisa
(Eu já sinto)
Está severamente errada.
O dia transcorre
O meu enfado já está patente
A minha irritação fica notória

O mau-humor impera
E a minha namorada inaugura o pranto mais discreto
Disfarçado e silencioso
Sem saber o que de fato
Está conosco acontecendo.

Não se culpe, namorada
Porque a distância é que não permite
Que entremos
Com recíproca e com entrega
Na estranha liturgia de nossas rotinas
A centenas de quilômetros distantes

E assim eu sinto que sou invadido
Alcunhando-lhe covardemente como Invasiva
Estrangeira
Forasteira

E você, por consequência
Sente medo e insegurança
Acionando a perigosa chave de ciúmes
Com as reações de defensiva clássicas.

E é quando, então, a gente briga de verdade
E a gente chora junto
E eu deixo você na rodoviária no início da noite Em silêncio de sepulcro

E dessa maneira o feriado acaba.

Eu preciso ter você mais perto
Eu preciso ter você no dia-a-dia
Eu preciso viajar mais vezes
Eu preciso que retorne muitas outras vezes
E que nos comprometamos com o fato de que somos a prioridade um do outro.
Eu preciso lhe pedir desculpas
E dizer mil vezes o quanto eu a cada dia mais
Te amo.

E dizer também que a sua mera existência dá sentido à minha vida.”

Alexis Karpouzos photo
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“Se a física nos leva hoje a uma visão de mundo que é essencialmente holística, ela retorna, de certa forma, a seu início, 2.500 anos atrás. É interessante acompanhar a evolução da ciência ocidental
ao longo de seu caminho em espiral, começando com as filosofias místicas dos primeiros gregos, surgindo e desdobrando-se em um impressionante desenvolvimento do pensamento intelectual que cada vez mais se transformou longe de suas origens místicas para desenvolver uma visão de mundo que está em nítido contraste com a de o Extremo Oriente Em seus estágios mais recentes, a ciência ocidental está finalmente superando essa visão e voltando àquelas das primeiras filosofias grega e oriental. Desta vez, no entanto, não se baseia apenas na intuição, mas também em experimentos de grande precisão e sofisticação, e em um formalismo matemático rigoroso e consistente. Os paralelos com a física moderna aparecem não apenas nos Vedas do Hinduísmo, no I Ching ou nos sutras budistas, mas também nos fragmentos de Heráclito, Parmênides, Plotino, filosofia afro-americana, o teologia negativa oriental, no sufismo de Ibn Arabi, no espírito holístico de Giordano Bruno e Meister Eckhart, na monadologia de Leibniz, na Ideia Absoluta de Hegel e Descascar, e. t.

Todas as antigas tradições espirituais sugerem que o mundo é uma unidade e a multiplicidade é apenas aparente. A ciência moderna afirma que o mundo visível da matéria e da multiplicidade é apenas aparente, a realidade é invisível e invisível. Desde caminhos diferentes, o misticismo e o
o racionalismo leva à mesma visão, a visão da totalidade aberta do mundo. O místico
visão da espiritualidade e da mente racional da ciência levando ao pensamento aberto, o
sabedoria de vida. A experiência espiritual de unidade conduz ao mesmo insight que
raciocínio por meio da ciência. Ambos transmitem a percepção da interconexão fundamental entre
nós mesmos, outras pessoas, outras formas de vida, a biosfera e, em última análise, o universo.
Ciência e espiritualidade, longe de serem elementos mutuamente exclusivos e conflitantes, são
parceiros complementares na busca de um caminho que permita à humanidade recuperar sua
unidade com o mundo. A ciência demonstra a necessidade urgente e objetiva dela; e
a espiritualidade testemunha seu valor inerente e suprema desejabilidade. Podemos raciocinar para o nosso unidade no mundo, e podemos experimentar nossa unidade com o mundo. O tempo tem
vêm para fazer as duas coisas, pois são complementares e se reforçam mutuamente.
Apresenta um novo paradigma revolucionário do Pensamento Cósmico que faz a ponte entre
ciência e espiritualidade. Divulga as ramificações da consciência não localizada e como
o mundo físico e a experiência espiritual são dois aspectos do mesmo Cosmos. O que
os cientistas estão descobrindo que nas fronteiras mais externas de cada campo está derrubando todas as premissas concernentes à natureza da matéria e da realidade.”

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“Para cada modelo de surpresa eu improviso uma reação”

* Em manobras operacionais na Polícia Civil de Minas Gerias.

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“Quem busca o conhecimento vai na busca da resposta para à dúvida e em cada resposta sempre há uma nova dúvida, pois a busca pelo conhecimento não tem fim!”

Valter Bitencourt Júnior (1994) poeta e escritor brasileiro

Fonte: Revista LiteraLivre, 28ª edição, pág. 227, jul/ago. de 2021.

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“Pense com inteligência e VIVA um dia de cada vez!”

#suramajurdi #motivação #frase

“Poética - Alegoria da caverna: Lilith

Durante o apocalipse do tempo
fui expulsa do paraíso dos homens, donde toda a luz do universo era sufocada perante a penumbra das ilusões humanas.

Os mistérios da vida pereciam sob imagens turvas; e todos os suicidas jaziam tácitos e encavernados no Jardim das lamentações.
Um lugar situado por entre os cais celestes da desordem mental, cavado pelas chagas mais fundas do abandono e regado pelos
murmúrios (…)

As almas cativas encontravam-se em perene estado paradisíaco. E mesmo nuas não se enxergavam, pois as sombras da realidade encobriam seus corpos ébrios com a ilusão da sobriedade.

No jardim das lamentações, nenhuma lamentação era ouvida, pois a luz paradisíaca das almas cativas cegava os suicidas e os levava ao seu próprio inferno.

- E de que adiantarias toda a droga farmacêutica que germina na árvore patológica de um jardim pútrido?

Ao revoltar-me contra as correntes
da vida; fui condenada a viver em meu próprio abismo, procriando junto aos meus demônios internos.
Assim povoamos a terra com criaturas sórdidas e reveladoras.

De minha cópula interior nasceram poesias taciturnas, pequenos diabos líricos que até hoje vagam a nutrir-se das almas perdidas, vertendo-as em asas para os meus arcanjos.

E quando perguntares quem sou, eu direi:

- Eu sou a solidão de cada Adão que na terra pisastes, aquela separada do barro que compõe tua carne, e lhe mostra a frígida anatomia de sua própria presença solitária.

Sou a deusa do meu próprio inferno mental, que vives a sussurrar a filosofia nos ouvidos dos moribundos, para soprar-lhes o último suspiro de vida.

Sou a essência feminina renegada pelo medo.

E quando perguntares como sobrevivo em minhas dores que povoam a terra, direi:

- Ora, não vês que a cada dia 100 demônios em mim perecem para que eu possa continuar a viver com uma alma demasiadamente fértil?

E assumo os meus pecados -

Abandonei todos os que ousaram me amar sem antes entregar-me a própria alma.

Quando sentires a realidade queimar tuas vísceras; serei eu, a rainha da noite; a que rege os sete arcanjos da liberdade, convocando-te a retirar-se de suas próprias ilusões.

Sussurrarei no mais fundo da tua alma: "Para crescer e chegar ao céu, tu deves primeiro criar raízes que penetrem teu próprio inferno."
Deves abraçar os teus demônios e exilar-se dos falsos paraísos.

Sob tuas crises de ansiedade mais fortes, serei eu tal qual serpente lânguida a rastejar tremente no fundo da tua alma.

E antes de entregar-se ao pecado,
lembre-se que a mesma forma que liberta-te dos falsos paraísos, podes levar-te a morrer precipitadamente, eis que sou a melancolia vindoura fustigada pelo fruto amargo da vida.

- Letícia Sales”

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“O mundo inteiro é um palco! Deus é o dramaturgo e cada ser humano, um personagem numa peça sem intervalos. E no meu caso, sem patrocínio.”

Fonte: Jaime Lennon, em As Aventuras e Desventuras de Jaime Lennon, Dramaturgo Marginal

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“É só impressão minha ou o mundo está ficando cada vez mais louco?”

Joaquin Phoenix (1974) Ator, cantor, produtor e ativista social estadunidense

Fonte: Filme O Coringa. The Joker (Joaquin Phoenix) disse isso para sua psiquiatra no filme O Coringa, o interessante é que, ele disse isso, após ter dado risada por cerca de 15 segundos direto.

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