Frases sobre ferramenta

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da ferramenta, ser, todo, toda.

Frases sobre ferramenta

“O que você não sabe

Eu sei em quem tenho acreditado. -
Escritura de hoje : 2 Timóteo 1: 8-14

Você conhece um aglet de um tang? Você reconheceria duff se você andasse sobre ele?

Não é essencial conhecer esses termos para passar pela vida com sucesso. Se você não sabia que uma aglet é “a cobertura no final de um cadarço de sapato”, que uma espiga é “a ponta que projeta uma ferramenta”, ou que duff é “a matéria em decomposição encontrada no chão de uma floresta”, é não é tão importante assim. Você sempre pode procurar.

Podemos nos alegrar por não termos que saber tudo para sobreviver neste mundo. Muitas vezes podemos depender do conhecimento de outra pessoa. Por exemplo, eu não sei como consertar os freios do meu carro, mas enquanto alguém souber e puder consertá-los, eu estou bem.

Existe um conhecimento, no entanto, pelo qual somos individualmente responsáveis ​​se esperamos entrar no céu. Eu estou falando sobre conhecer pessoalmente a Cristo. Vivemos em uma época de expansão da informação, e um relacionamento pessoal com Cristo é o único meio de viver com sabedoria e estar preparado para encontrar Deus. O apóstolo Paulo tinha isso em mente quando disse: “Eu sei em quem tenho acreditado”.

Você conhece Aquele que morreu por você e pode perdoar seus pecados? A menos que você o conheça, todo outro conhecimento é insignificante.

Refletir e Orar
A vida eterna é conhecer a Deus
Por meio de Jesus Cristo, Seu único Filho;
Tal conhecimento é a maior busca da vida -
Sem isso, a vida não começou. —DJD

Conhecer a Cristo é o maior de todos os conhecimentos. Dave Branon”

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“Vida plena


…eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância. João 10:10


Quando visitei minha irmã, meus sobrinhos me mostraram com entusiasmo o seu novo sistema de registro de tarefas, o quadro eletrônico Choropoly, específico para o registro das tarefas diárias. O trabalho bem feito dá direito a apertar o botão verde, que adiciona pontos à conta de “gastos”. Um delito como “deixar a porta de trás aberta” resulta em multa que é deduzida do total. Se pontuarem bem alto, eles recebem recompensas emocionantes, como tempo no computador, e as transgressões são deduzidas desse total. Elas estão motivadas para cumprir seus deveres e manter a porta fechada!

Esse engenhoso sistema me fez desejar ter uma ferramenta motivacional tão emocionante quanto essa! Mas é claro que Deus nos deu motivação. Em vez de simplesmente ordenar a obediência, Jesus prometeu que a vida, quando o seguimos, mesmo custosa, é também uma “vida de abundância” (Jo 10:10). Experimentar a vida em Seu reino vale “o cêntuplo” do seu custo — agora e eternamente (Mc 10:29,30).

Podemos nos alegrar por servirmos esse Deus generoso, que não nos pune como merecemos. Ele aceita os nossos mais fracos esforços, e acolhe e recompensa os retardatários ao Seu reino tão generosamente como os que que foram a Ele primeiro (Mt20:1-16). Diante desta realidade, vamos servi-lo alegremente hoje.

Seguir a Jesus é o caminho 
para a vida abundante e satisfatória. Monica Brands”

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“O homem cria a ferramenta. A ferramenta recria o homem.”

Marshall McLuhan livro Understanding Media: The Extensions of Man

Variação: "Nós moldamos as nossas ferramentas, e posteriormente modelamos-nos às nossas ferramentas."
We shape our tools and thereafter our tools shape us.
Understanding Media: The Extensions of Man (1964)

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“Quando iniciamos a vida, cada um de nós recebe um bloco de mármore e as ferramentas necessárias para convertê-lo em escultura. Podemos arrastá-lo intacto a vida toda, podemos reduzi-lo a cascalho ou podemos dar-lhe uma forma gloriosa.”

Richard Bach (1936)

We are each given a block of marble when we begin a lifetime, and the tools to shape it into sculpture. [...] We can drag it behind us untouched, we can pound it to gravel, we can shape it into glory
One - página 118, Richard Bach - Dell, 1989, ISBN 044020562X, 9780440205623 - 400 páginas

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“A palavrinha «farei» tem perdido impérios. O futuro só tem sentido na ponta da ferramenta.”

Émile-Auguste Chartier (1868–1951)

Minerva ou a Sabedoria
Fonte: "Minerva ou a Sabedoria"

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“Quando alguém encontra seu caminho, precisa ter coragem suficiente para dar passos errados. As decepções, as derrotas, o desânimo são ferramentas que Deus utiliza para mostrar a estrada.”

Paulo Coelho livro Brida

"Brida" - Página 25, de Paulo Coelho - Publicado por Pergaminho, 2000 ISBN 9727110843, 9789727110841
Por obra, Brida

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“A mente é uma excelente ferramenta se for bem utilizada. Quando usurpada, no entanto, ela pode ser muito destrutiva.”

Eckhart Tolle (1948)

Der Verstand ist ein hervorragendes Instrument, wenn er richtig benutzt wird. Bei falschem Gebrauch kann er allerdings sehr destruktiv werden.
"Jetzt! - Die Kraft der Gegenwart" ["Agora! O poder do Presente"]

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“Ciência da Computação está tão relacionada aos computadores quanto a Astronomia aos telescópios, Biologia aos microscópios, ou Química aos tubos de ensaio. A Ciência não estuda ferramentas. Ela estuda como nós as utilizamos, e o que descobrimos com elas.”

Edsger Dijkstra (1930–2002)

Computer science is no more about computers than astronomy is about telescopes, biology is about microscopes or chemistry is about beakers and test tubes. Science is not about tools, it is about how we use them and what we find out when we do.
Fellows, M.R., and Parberry, I., "SIGACT trying to get children excited about CS", January 1993, Computing Research News.
Atribuídas

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“Boas ideias não faltam. O Boninho é uma pessoa que nos ajuda muito com ideias. Surgem opções de quadro o tempo inteiro, pois o nosso programa é muito dinâmico. Além do que, recebemos muitas sugestões pelo Twitter, ferramenta que acrescenta muito no nosso programa, e por e-mail”

Ana Maria Braga (1949)

Ana Maria Braga fala sobre os novos quadros de seu programa o Mais Você.
Fonte: http://diariodopara.diarioonline.com.br/N-88914-MAIS+VOCE+TEM+QUE+DAR+AUDIENCIA++DIZ+BONINHO.html

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“O dinheiro é um necessidade do homem. Na Bíblia, ele aparece como uma ferramenta (…) Achar que o dinheiro é um mal não faz sentido.”

Edir Macedo (1945) bispo e escritor brasileiro

Em entrevista à Revista Veja, em novembro de 1990

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“Não se pode negar que em tempos que a vida do homem que tinha sido um de labuta e sofrimento. É correto dizer, portanto, que a civilização moderna e o progresso da ciência melhoraram muito a vida do homem e trouxeram conforto e facilidade na sua trilha. Mas a civilização pode servir homem tanto para o bem como para fins maléficos. A experiência mostra que tem invariavelmente trouxe grandes dividendos para aqueles que o usam para fins de bom enquanto tem sempre trouxe prejuízos incalculáveis e condenação para aqueles que usam isso para fins maléficos. Para fazer as nossas vontades obedientes às boas influências e evitar o mal, portanto, é mostrar o maior sabedoria. A fim de acompanhar este objectivo deve ser guiada pela religião. Progresso sem religião é como uma vida cercada de perigos desconhecidos e pode ser comparada a um corpo sem alma. Todas as invenções humanas, desde as mais primitivas moderna ferramenta para o átomo, podem ajudar homem grandemente nos seus empenhos pacífica. Mas, se forem usados para fins maléficos. Eles têm a capacidade de aniquilar a raça humana a partir da superfície da terra. É só quando a mente humana é guiado pela religião e moral que o homem pode adquirir a visão necessária para colocar toda sua ingênua invenções e artimanhas para realmente útil e benéfico fins.”

Haile Selassie (1892–1975) Regente e Imperador da Etiópia

"Entrevista na voz da Etiópia (5 de abril de 1948)."

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“Temos de acabar o trabalho. O que devemos fazer com as ferramentas?”

Haile Selassie (1892–1975) Regente e Imperador da Etiópia

"Telegrama para Winston Churchill após recuperar as forças italianas da Etiópia (1941), Como citado na ambrosia e pequena cerveja (1964) por Edward Marsh. Isto faz um jogo de Churchill ' s 1941 declaração para os EUA. "Dá-nos as ferramentas, e vamos terminar o trabalho".

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“Temos que exercitar a verdade fiscal no Brasil. Subsídio não pode ser uma ferramenta sem origem. Tem que constar do orçamento explicitamente. Não com a nebulosidade em que vivemos até agora.”

Moreira Franco (1944) político brasileiro

Ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Moreira Franco, sobre concessões para o Valor Econômico <br class="br"> Valor Econômico http://www.valor.com.br/brasil/5111712/e-preciso-ter-uma-estatal-de-aeroportos, 08/09/17

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“A minha fixação monárquica inalterável (…) a ferramenta toda com que trabalhei em política, excluindo somente a obra da Abolição, cujo estoque de ideias teve para mim outra procedência.”

Joaquim Nabuco livro Minha Formação

"Minha Formação", "Minha Formação", Coleção Biblioteca Básica Brasileira, pag 35
Frases, Minha Formação, Colégio e Academia

“Meu Fracasso Retumbante


Ela hostiliza a mim e ao meu trabalho, minhas madrugadas entre a biblioteca e a sala principal do escritório - devo estar pecando mortalmente em ficar até mais tarde entre os meus livros e as minhas vãs filosofias.

Briga porque não assisto a novela - e ainda porque desconheço os personagens na Gloria Pérez, inverossímeis e estranhos.

Aperreia-se diante de meu desconhecimento sobre o “Big Brother” desse ano. Acha errado eu não ter votado em alguém. Acha um absurdo eu não conhecer de cor todos os participantes.

Dorme inconformada quando eu não abro as mensagens que a própria me envia, excitada, exaltada, quase que gozando sobre as estrelas do cinema que se separaram, e as que morreram, sucumbiram, e também aquelas que estão reclusas, dependentes de anfetaminas e de outras coisas bem piores.

E acorda ao meio dia, mais inconformada ainda, já que eu tive que sair da cama muito cedo, tomar o meu banho, fazer minha barba e esconder-me por dentro de terno e gravata (ferramentas de trabalho imprescindíveis), travestido de alguém que necessita labutar bastante.

Ela me ofende em todas as vezes nas quais eu refuto a literatura espírita ou de auto-ajuda - porque digo que não são literatura; ela desconhece Kant, desconhece Nietzche, desconhece obras inacabadas dos que foram muito fodas e que nos deixaram cedo. Livros que estão aqui em casa, nas estantes da biblioteca. Gratuitos e plenamente acessíveis.

Mas ainda assim eu digo que lhe compreendo mesmo desse jeito, uma vez que não existe obrigação alguma de embriagar-se por dentre os meus grandes “clássicos”, nem mesmo de escutar as músicas que eu escuto ou assistir os filmes que tanto amo do Fellini ou do Almodóvar. Só que ela, muito ao contrário, me “descompreende” de maneira aviltante e ofensiva, e me alcunha de desordenado, de improdutivo e de desinformado (!).

Ela não percebe que o amor verdadeiro tende a rarear quando a admiração se esvazia; quando ela tenta, sem sucesso, encaixar-me na moldura de seu mundo, em vez de modelar um mundo totalmente novo, de informações que se completem e que nos por abarquem inteiros, “de conchinha”. E, ainda que eu lhe bendiga o melhor de tudo o que existe, permaneço triste. Sua companhia me faz falta.

Ela é a prova viva de que gentileza não atrai a gentileza.

E eu sou o egoísmo e a covardia em estado puro. Eu preciso alforria-la de minha presença alienígena, desagradável, para que encontre alguém que lhe idolatre como eu já fiz em idos tempos, engajado nos padrões nos quais, definitivamente, eu infelizmente não me encaixo.

Seja então inteiramente livre, minha amiga linda!!!
Pois que a sua liberdade me libertará de insuportável melancolia, e transformará você em regozijo puro. Eu aceitarei o “pé na bunda” com estoicismo; a alcunha de fracote, ou de fracassado incompetente, ou até do idiota lá de Dostoiévski. E aceitarei os xingamentos com o coração tranquilo. Despojado dessa culpa enorme de não lhe fazer sentir mais alegria.”

AndreRodriguesCostaOliveira

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Esta frase aguardando revisão.

“Um povo espiritual e intelectualmente corrompido merece toda má sorte de corruptos lhes disputando a Economia da Atenção.

A cada exposição da ferida aberta de um, aparece uma enxurrada de passadores de pano relativizando-a e justificando-a com a ferida de outro.

Os que tentam legitimar os desvios de um lado só porque o outro também falhou, são igualmente ou mais podres do que aquilo que fingem combater.

Ainda que todos os políticos fossem corruptos, seria menos grave do que se todos os corruptos fossem políticos.

Porque a corrupção mais perigosa não nasce nos palácios, nos parlamentos ou nos gabinetes.

Ela nasce quando a consciência abdica de julgar com honestidade e passa a medir o certo e o errado pela conveniência da própria tribo.

Quando a verdade deixa de ser um princípio e se torna apenas uma ferramenta de combate.

Uma sociedade não começa a apodrecer quando surgem os corruptos.

Ela começa a apodrecer quando os corruptos encontram defensores apaixonados.

Quando a indignação deixa de ser moral e passa a ser seletiva.

Quando o escândalo não é mais o crime, mas a identidade de quem o cometeu.

Há uma degradação espiritual profunda em quem transforma a própria consciência em advogado daquilo que condenaria sem hesitar se viesse do adversário.

E há uma degradação intelectual ainda mais grave em quem acredita que duas injustiças podem produzir uma justiça, ou que um erro deixa de ser erro porque existe outro semelhante do outro lado.

A verdade não muda de natureza conforme a bandeira que a carrega.

A mentira não se torna honesta por vestir as cores da nossa preferência.

O abuso não se torna aceitável porque foi praticado por alguém que defende as mesmas causas que nós.

Quando um povo perde essa capacidade elementar de discernimento, deixa de exigir integridade e passa a exigir apenas lealdade.

E, nesse momento medonho, os piores líderes prosperam.

Não porque sejam extraordinariamente astutos, mas porque descobriram que a cegueira voluntária é mais poderosa do que qualquer estratégia.

Os corruptos que ocupam cargos são um problema.

Os corruptos que ocupam consciências são uma tragédia.

Os primeiros roubam recursos; os segundos roubam a própria noção de verdade.

Os primeiros podem ser substituídos; os segundos reproduzem indefinidamente o ambiente que permite a ascensão de novos oportunistas.

Por isso, talvez a pergunta mais importante e necessária não seja quem está corrompendo as instituições, mas quem está corrompendo os critérios pelos quais as julgamos.

Pois nenhum sistema resiste quando a honestidade deixa de ser um valor universal e se transforma em privilégio concedido apenas aos aliados.

Uma sociedade só começa a se curar quando abandona a idolatria política e recupera a coragem de condenar o erro mesmo quando ele veste o rosto dos seus.

Porque a integridade verdadeira não escolhe lados para existir.

Ela permanece de pé, solitária se necessário, diante de qualquer mentira, de qualquer abuso e de qualquer corrupção.

E é justamente por isso que ela se torna tão rara.”

Alessandro Teodoro

Esta frase aguardando revisão.

“Tropeçar na generalização e no floreio das narrativas é, no mínimo, atentar contra a complexidade.

Há uma tentação constante de transformar o mundo em algo mais simples do que ele realmente é.

Talvez porque a simplicidade ofereça conforto, rapidez e a ilusão de compreensão.

Narrativas bem acabadas, personagens facilmente identificáveis, causas e consequências organizadas em linhas retas: tudo isso nos dá a sensação de que dominamos aquilo que observamos.

No entanto, a realidade raramente se submete a esse tipo de enquadramento.

Quando comprimimos experiências humanas para caberem em discursos elegantes, frequentemente deixamos de fora as contradições, as ambiguidades e os silêncios que também compõem a verdade.

Generalizações podem funcionar como atalhos cognitivos, mas, quando adotadas sem cuidado, tornam-se ferramentas de apagamento.

O singular desaparece.

O contexto perde relevância.

E o que era vivo transforma-se em caricatura.

A complexidade não é um defeito a ser corrigido; é uma característica fundamental da existência.

Pessoas não são apenas a soma de suas opiniões.

Eventos não decorrem de uma única causa.

Conflitos não se explicam por uma única perspectiva.

Quanto mais nos aproximamos de algo com honestidade, mais percebemos que as respostas definitivas são escassas e que as perguntas costumam ser muito mais profundas do que imaginávamos.

Isso não significa abandonar a busca por sentido, mas reconhecer os limites das nossas interpretações.

Há uma diferença enorme entre tornar algo compreensível e torná-lo simplista.

A primeira atitude exige escuta, nuances e disposição para rever certezas.

A segunda apenas acomoda a realidade aos contornos das nossas expectativas.

Talvez a maturidade intelectual resida justamente nessa disposição de conviver com o que não se resolve facilmente.

Em aceitar que compreender não é dominar, mas aproximar-se.

E que, diante da complexidade do mundo e das pessoas, a humildade pode ser mais esclarecedora do que qualquer narrativa excessivamente polida.

Porque nem tudo precisa ser reduzido para ser entendido.

Algumas verdades exigem espaço para permanecerem amplas, contraditórias e, por isso mesmo, profundamente humanas.”

Alessandro Teodoro

Esta frase aguardando revisão.

“Sem o avanço exponencial do Fanatismo, talvez a Instrumentalização Religiosa não tivesse tanto Palco ou Plateia.

Há uma verdade muito incômoda nessa provocação: nenhuma Instrumentalização Religiosa prospera sozinha.

Ela precisa de um ambiente em que a fé tenha sido suficientemente capturada pelas paixões, pelos medos e pelas certezas absolutas para que Deus deixe de ser o centro e passe a funcionar como argumento.

O fanatismo não é simplesmente uma fé intensa.

Fé e fanatismo podem até usar as mesmas palavras, mas caminham em direções totalmente opostas.

A fé madura conduz à humildade; o fanatismo conduz à convicção de que somente nós, nosso grupo ou nossa causa possuímos a verdade.

A fé reconhece o mistério de Deus; o fanatismo transforma Deus em propriedade particular.

A fé se deixa corrigir pela verdade; o fanatismo transforma qualquer crítica em perseguição.

É nesse terreno infértil que a Instrumentalização Religiosa encontra seu palco.

Quando uma pessoa deixa de perguntar “o que Deus exige de mim?” e passa a perguntar apenas “como posso usar Deus para legitimar aquilo que já decidi?”, a religião corre o risco de deixar de ser caminho de transformação para tornar-se ferramenta de poder.

A Bíblia é profundamente crítica a esse tipo de apropriação.

Os profetas denunciaram repetidamente uma religiosidade que mantinha ritos, discursos e aparências enquanto negligenciava justiça, misericórdia e verdade.

O Cristo também confrontou religiosos que honravam a Deus com os lábios, enquanto o coração permanecia distante.

Talvez essa seja uma das grandes tragédias espirituais do nosso tempo: não é que Deus tenha desaparecido do Discursou Público.

Pelo contrário.

Deus é frequentemente citado, invocado, defendido e utilizado.

O problema é que podemos falar muito sobre Deus e, ao mesmo tempo, revelar muito pouco d'Ele.

Há uma diferença enorme entre testemunhar a fé e utilizá-la como instrumento.

Quem testemunha a fé procura encarnar aquilo que anuncia.

Quem instrumentaliza a fé procura fazer com que aquilo que anuncia sirva às suas agendas ocultas.

Um, busca coerência; o outro, eficácia.

Um aceita perder privilégios por fidelidade ao Evangelho; o outro adapta o Evangelho para não perder privilégios.

E talvez seja justamente aí que o fanatismo se torna perigoso: ele oferece ao indivíduo a confortável sensação de estar lutando em nome de Deus, quando, na realidade, pode estar apenas santificando os próprios desejos.

O fanático não precisa necessariamente abandonar a religião.

Às vezes, ele se torna ainda mais religioso — mais barulhento, mais combativo, mais indignado, mais disposto a defender símbolos.

Mas a pergunta teológica essencial permanece: que Deus está sendo defendido?

Porque o Deus revelado em Jesus Cristo não parece interessado em conquistar consciências pela violência da imposição, nem em transformar adversários em inimigos absolutos.

Ele se aproxima dos feridos, acolhe os pecadores, confronta os poderosos, denuncia a hipocrisia e chama seus discípulos a amar até mesmo aqueles que pensam de maneira diferente.

Por isso, quando a fé produz ódio permanente, talvez seja necessário perguntar se ainda estamos diante da fé ou diante de uma ideologia religiosa.

O problema não está apenas nos que instrumentalizam a religião.

Está também em nós, quando entregamos nossa consciência ao grupo, quando confundimos fidelidade a Cristo com fidelidade a uma liderança, quando transformamos opinião em dogma e quando aceitamos qualquer discurso, desde que ele venha acompanhado de uma linguagem religiosa.

A Instrumentalização precisa de palanque, mas também precisa de plateia.

E talvez a responsabilidade cristã comece justamente quando deixamos de ser plateia.

Uma fé intelectualmente responsável não teme perguntas.

Uma Espiritualidade Saudável não precisa fabricar inimigos para sobreviver.

Uma consciência iluminada pelo Evangelho não precisa demonizar o outro para afirmar a própria identidade.

No fundo, a grande questão não é apenas quem está usando a religião.

É também porque permitimos que nossa fé seja usada.

Talvez seja tempo de recuperar uma espiritualidade menos apaixonada por guerras culturais e políticas, e mais apaixonada pela verdade; menos preocupada em vencer discussões e mais comprometida em praticar justiça; menos interessada em controlar o outro e mais disposta a converter a si mesma.

Porque, quando Deus se torna instrumento das nossas paixões, já não estamos colocando nossas paixões a serviço d'Ele.

E essa inversão talvez seja uma das formas mais sofisticadas de idolatria: não negar Deus, mas colocá-lo a serviço de nós mesmos.”

Alessandro Teodoro

Esta frase aguardando revisão.

“A Idolatria Funcional a serviço da Instrumentalização Religiosa.

Há formas de idolatria que não exigem estátuas, imagens, altares ou templos.

Algumas são muito mais sofisticadas: vestem-se de Discurso Religioso, apropriam-se de símbolos sagrados e, silenciosamente, ocupam o lugar que deveria pertencer somente a Deus.

A Idolatria Funcional acontece quando algo criado — uma pessoa, um líder, uma ideologia, uma instituição, uma causa ou mesmo uma visão de mundo — passa a receber uma confiança, uma lealdade e uma devoção que ultrapassam os limites daquilo que é legítimo.

Não precisa ser chamado de deus para funcionar como um.

É nesse terreno medonho que a Instrumentalização Religiosa encontra sua maior oportunidade.

Quando a fé deixa de formar consciências e passa a fabricar lealdade, algo essencial se perdeu.

Quando a Religião deixa de confrontar o poder e passa a ser utilizada para legitimá-lo, o sagrado corre o risco de transformar-se em ferramenta de interesses humanos.

E quando pessoas são ensinadas a enxergar determinado líder, grupo ou projeto como expressão quase irrefutável da vontade divina, a crítica passa a ser tratada como blasfêmia, e a discordância, como infidelidade.

Talvez uma das formas mais perigosas de idolatria seja aquela que consegue convencer o idólatra de que sua devoção não é idolatria, mas fidelidade.

A Escritura é particularmente incisiva ao denunciar essa inversão.

O problema dos ídolos nunca foi apenas o material de que eram feitos, mas o poder que lhes era atribuído.

Um ídolo é uma criatura que recebe aquilo que pertence ao Criador.

É a criatura ocupando o lugar do Criador; o meio tornando-se fim; o instrumento transformando-se em objeto de devoção.

Por isso, a pergunta teológica não deveria ser apenas: “Quem você adora?”

Talvez precisemos perguntar também: “Em quem você deposita uma confiança que somente Deus deveria receber?”

É possível louvar a Deus e, simultaneamente, construir ídolos funcionais.

É possível frequentar templos, citar versículos e defender valores religiosos enquanto, no porão da consciência, outra coisa ocupa o centro das atenções.

Porque a idolatria não se revela apenas no que os lábios professam, mas naquilo que determina nossas paixões, nossos medos, nossas lealdades e nossas escolhas.

E é justamente aí que a Instrumentalização Religiosa se torna tão eficiente.

Ela não precisa destruir a fé.

Basta cooptá-la.

Não precisa afastar as pessoas da religião.

Basta ensinar-lhes a enxergar Deus a partir de interesses previamente definidos.

Não precisa eliminar o discurso cristão.

Basta colocá-lo a serviço de uma agenda oculta que passa a ser considerada sagrada.

Quando isso acontece, a religião deixa de ser profética e torna-se legitimadora.

Em vez de perguntar ao poder se ele é justo, passa a perguntar quem deve ser obedecido.

Em vez de denunciar a corrupção da alma humana, começa a eleger seus próprios intocáveis.

Em vez de conduzir o indivíduo à conversão, conduz à identificação com um grupo.

O resultado é uma fé que já não consegue ouvir a voz de Deus quando ela contradiz seus próprios afetos.

Talvez essa seja uma das grandes tragédias espirituais do nosso tempo: pessoas tão apaixonadas por aquilo que defendem que já não conseguem discernir aquilo que estão adorando.

Jesus, porém, nunca ensinou seus discípulos a transformar o Reino de Deus em propriedade de um grupo.

Seu caminho foi outro.

Ele recusou ser instrumentalizado pelo poder, recusou transformar sua missão em projeto de dominação e recusou reduzir o Reino a uma plataforma de interesses humanos.

O Cristo dos Evangelhos não precisava de um poder político para provar ser o Messias.

Ao contrário, diante da tentação do poder, mostrou que existem vitórias que, quando conquistadas pelos métodos do mundo, já nascem derrotadas.

Por isso, uma Religião que precisa de ídolos humanos para sustentar sua fé talvez já tenha esquecido quem é o seu verdadeiro Senhor.

A verdadeira espiritualidade não produz súditos nos homens; produz pessoas livres diante de Deus.

Não exige unanimidade em torno de personalidades; exige fidelidade à verdade.

Não transforma líderes em objetos de veneração; lembra-lhes, inclusive, que também são criaturas sujeitas ao juízo divino.

Talvez seja necessário recuperar uma antiga e desconfortável pergunta: se retirarmos o líder, o partido, a ideologia, a instituição e a causa, ainda permanecerá a nossa fé?

Se a resposta for não, talvez não estejamos diante de uma fé suficientemente centrada em Deus.

Porque o Evangelho não foi dado para sacralizar nossos ídolos, mas para derrubá-los.

E, às vezes, o ídolo mais difícil de destruir não é aquele que está diante dos nossos olhos, mas aquele que construímos em nós — justamente porque aprendemos a chamá-lo de “fé”.”

Alessandro Teodoro