Frases sobre depósito

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da depósito, vida, deus, história.

Frases sobre depósito

“O rei das ondas


[O Senhor] disse: até aqui virás e não mais adiante, e aqui se quebrará o orgulho das tuas ondas? v.11


O rei Canuto foi um dos homens mais poderosos da Terra no século 11. Numa famosa lenda diz-se que ele ordenou que a sua cadeira fosse colocada à beira-mar quando a maré estava subindo. “Você está sujeito a mim”, disse ele para o mar. “Eu ordeno, portanto, que não se levante sobre a minha terra, nem para molhar a roupa ou os membros inferiores do seu mestre.” Mas a maré continuou a subir, encharcando os pés do rei.

Muitas vezes, conta-se esta história para chamar a atenção para o orgulho de Canuto. Na verdade, é uma história sobre a humildade. “Permita que o mundo todo saiba que o poder dos reis é vazio.” Em seguida, Canuto diz: “salve Aquele a quem o céu, a terra e o mar obedecem.” A história de Canuto destaca: Deus é o único Todo-Poderoso.

Jó descobriu o mesmo. Comparado Àquele que colocou as fundações da Terra (38:4-7), que ordena que a manhã apareça e que termine a noite (vv.12,13), que estoca os depósitos com a neve e dirige as estrelas (vv.22,31-33), somos pequenos. Há apenas um Rei das ondas, e nenhum de nós o é (v.11; Mateus 8:23-27).

É bom relembrar a história de Canuto quando começamos a nos sentir muito inteligentes ou orgulhosos de nós mesmos. Caminhe até à beira-mar e tente ordenar às ondas que parem e que o sol se ponha. Iremos, rapidamente, lembrar quem realmente é o Único e lhe agradeceremos por reinar em nossa vida.

Deus é grande, somos pequenos, e isso é bom. Sheridan Voysey”

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“Tenha em mente que tudo que você aprende na escola é trabalho de muitas gerações. Tudo isso é posto em sua mão como sua herança para que você receba-a, honre-a, acrescente a ela e, um dia, fielmente, deposite-a nas mãos de seus filhos.”

Albert Einstein livro Como Vejo o Mundo

&quot;Bear in mind that the wonderful things you learn in your schools are the work of many generations. All this is put in your hands as your inheritance in order that you may receive it, honor it, add to it, and one day faithfully hand it on to your children.&quot; <br class="br">Filosofia de vida <br class="br">Variante: Tenha em mente que tudo que você aprende na escola é trabalho de muitas gerações. Receba essa herança, honre-a, acrescente a ela e, um dia, fielmente, deposite-a nas mãos de seus filhos. <br class="br">Fonte: The World As I See It http://books.google.com.br/books?id=aNKOo94tO6cC&amp;pg=PA23&amp;lpg=PA23&amp;dq=Bear+in+mind+that+the+wonderful+things+you+learn+in+your+schools+are+the+work+of+many+generations&amp;source=bl&amp;ots=QlXxpVGWYw&amp;sig=HVx2W9rHYzPJv2MaO-JoJOuWB_8&amp;hl=pt-BR&amp;sa=X&amp;ei=qChMT7CrG8Xw0gHGhbmdDg&amp;ved=0CFIQ6AEwBQ#v=onepage&amp;q=Bear%20in%20mind%20that%20the%20wonderful%20things%20you%20learn%20in%20your%20schools%20are%20the%20work%20of%20many%20generations&amp;f=false (2007) Book Tree, ISBN 1585092878. pág. 23

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“História, a êmula do tempo, depósito das ações, testemunho do passado, exemplo do presente, advertência do futuro.”

Miguel de Cervantes (1547–1616)

la historia , émula del tiempo , depósito de las acciones, testigo de lo pasado , exemplo y aviso de lo presente , advertencia de lo por venir. <br class="br">El ingenioso hidalgo Don Quixote de La Mancha, Parte primera - Página 7 https://books.google.com.br/books?id=IrIGAAAAQAAJ&amp;pg=PA7, Miguel de Cervantes Saavedra - En la inprenta de la academia por la viuda de Ibarra, hijos y compañía., 1787

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“[À possibilidade de formação espontânea da vida poderia ser comparada à possibilidade que] um tornado atravessando um depósito de ferro velho tem de montar um Boeing 747 com as peças em seu interior.”

Fred Hoyle (1915–2001)

Hoyle on Evolution, Nature, Vol. 294, Nov. 12, 1981, p. 105.<br>Carlos Claudinei Talli, Das Novas Descobertas da Física Moderna à Nossa Alma, biblioteca24horas, 2008, p. 42 http://books.google.it/books?id=y9jS5MWoALAC&amp;pg=PA42. ISBN 978-85-7893-266-7

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“O Vaticano é o depósito de lixo da História e o quartel-general do diabo.”

Mehmet Ali Ağca (1958) assassino turco que matou o jornalista de esquerda Abdi İpekçi em 1 de fevereiro de 1979

Mehmet Ali Agca, turco que atentou contra a vida de João Paulo II <br class="br">Fonte: Revista Veja, Edição 1 658 - 19/7/2000 http://veja.abril.com.br/190700/vejaessa.html

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Esta frase aguardando revisão.

“A Idolatria Funcional a serviço da Instrumentalização Religiosa.

Há formas de idolatria que não exigem estátuas, imagens, altares ou templos.

Algumas são muito mais sofisticadas: vestem-se de Discurso Religioso, apropriam-se de símbolos sagrados e, silenciosamente, ocupam o lugar que deveria pertencer somente a Deus.

A Idolatria Funcional acontece quando algo criado — uma pessoa, um líder, uma ideologia, uma instituição, uma causa ou mesmo uma visão de mundo — passa a receber uma confiança, uma lealdade e uma devoção que ultrapassam os limites daquilo que é legítimo.

Não precisa ser chamado de deus para funcionar como um.

É nesse terreno medonho que a Instrumentalização Religiosa encontra sua maior oportunidade.

Quando a fé deixa de formar consciências e passa a fabricar lealdade, algo essencial se perdeu.

Quando a Religião deixa de confrontar o poder e passa a ser utilizada para legitimá-lo, o sagrado corre o risco de transformar-se em ferramenta de interesses humanos.

E quando pessoas são ensinadas a enxergar determinado líder, grupo ou projeto como expressão quase irrefutável da vontade divina, a crítica passa a ser tratada como blasfêmia, e a discordância, como infidelidade.

Talvez uma das formas mais perigosas de idolatria seja aquela que consegue convencer o idólatra de que sua devoção não é idolatria, mas fidelidade.

A Escritura é particularmente incisiva ao denunciar essa inversão.

O problema dos ídolos nunca foi apenas o material de que eram feitos, mas o poder que lhes era atribuído.

Um ídolo é uma criatura que recebe aquilo que pertence ao Criador.

É a criatura ocupando o lugar do Criador; o meio tornando-se fim; o instrumento transformando-se em objeto de devoção.

Por isso, a pergunta teológica não deveria ser apenas: “Quem você adora?”

Talvez precisemos perguntar também: “Em quem você deposita uma confiança que somente Deus deveria receber?”

É possível louvar a Deus e, simultaneamente, construir ídolos funcionais.

É possível frequentar templos, citar versículos e defender valores religiosos enquanto, no porão da consciência, outra coisa ocupa o centro das atenções.

Porque a idolatria não se revela apenas no que os lábios professam, mas naquilo que determina nossas paixões, nossos medos, nossas lealdades e nossas escolhas.

E é justamente aí que a Instrumentalização Religiosa se torna tão eficiente.

Ela não precisa destruir a fé.

Basta cooptá-la.

Não precisa afastar as pessoas da religião.

Basta ensinar-lhes a enxergar Deus a partir de interesses previamente definidos.

Não precisa eliminar o discurso cristão.

Basta colocá-lo a serviço de uma agenda oculta que passa a ser considerada sagrada.

Quando isso acontece, a religião deixa de ser profética e torna-se legitimadora.

Em vez de perguntar ao poder se ele é justo, passa a perguntar quem deve ser obedecido.

Em vez de denunciar a corrupção da alma humana, começa a eleger seus próprios intocáveis.

Em vez de conduzir o indivíduo à conversão, conduz à identificação com um grupo.

O resultado é uma fé que já não consegue ouvir a voz de Deus quando ela contradiz seus próprios afetos.

Talvez essa seja uma das grandes tragédias espirituais do nosso tempo: pessoas tão apaixonadas por aquilo que defendem que já não conseguem discernir aquilo que estão adorando.

Jesus, porém, nunca ensinou seus discípulos a transformar o Reino de Deus em propriedade de um grupo.

Seu caminho foi outro.

Ele recusou ser instrumentalizado pelo poder, recusou transformar sua missão em projeto de dominação e recusou reduzir o Reino a uma plataforma de interesses humanos.

O Cristo dos Evangelhos não precisava de um poder político para provar ser o Messias.

Ao contrário, diante da tentação do poder, mostrou que existem vitórias que, quando conquistadas pelos métodos do mundo, já nascem derrotadas.

Por isso, uma Religião que precisa de ídolos humanos para sustentar sua fé talvez já tenha esquecido quem é o seu verdadeiro Senhor.

A verdadeira espiritualidade não produz súditos nos homens; produz pessoas livres diante de Deus.

Não exige unanimidade em torno de personalidades; exige fidelidade à verdade.

Não transforma líderes em objetos de veneração; lembra-lhes, inclusive, que também são criaturas sujeitas ao juízo divino.

Talvez seja necessário recuperar uma antiga e desconfortável pergunta: se retirarmos o líder, o partido, a ideologia, a instituição e a causa, ainda permanecerá a nossa fé?

Se a resposta for não, talvez não estejamos diante de uma fé suficientemente centrada em Deus.

Porque o Evangelho não foi dado para sacralizar nossos ídolos, mas para derrubá-los.

E, às vezes, o ídolo mais difícil de destruir não é aquele que está diante dos nossos olhos, mas aquele que construímos em nós — justamente porque aprendemos a chamá-lo de “fé”.”

Alessandro Teodoro