Citações de dinheiro
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“Paguei e ainda estou pagando, talvez pegue eternamente. Em contrapartida, não me arrependo do dinheiro recebido. Na época, eu frequentava a igreja evangélica e foi horrível conviver com o julgamento de algumas pessoas. Me arrependo, e isso é um direito meu. Odiei e jamais faria novamente.”

Gretchen (1959) Cantora, youtuber, atriz e empresária brasileira

Fonte: Extra http://extra.globo.com/famosos/gretchen-revela-em-biografia-que-faturou-15-milhao-com-filme-porno-que-filhos-sula-miranda-foram-contra-18031412.html - Atualizado 19/10/2016

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“Não tem dinheiro. Se não há o recurso, não fomos nós que criamos essa situação. Sempre uso uma expressão: não chegamos ao fundo do poço, passamos do fundo do poço. Uma atitude dessa natureza me impacta pessoalmente, mas sei o que serve para o estado. Para alguém que está com câncer, não adianta dar Novalgina. É preciso criar condições de manter a máquina funcionando, os serviços públicos funcionando.”

José Ivo Sartori (1948) Ex-Governador do Estado do Rio Grande do Sul

Governador do RS, discorrendo sobre a grave crise fiscal pela qual o estado passa, em entrevista concedida ao jornal Zero Hora — 25 de agosto de 2015.
Fonte: G1 http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2015/08/passamos-do-fundo-do-poco-define-jose-ivo-sartori-sobre-crise-no-rs.html

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“Chamo-lhe a Digressão da Pensão de Alimentos II ou Alimentar a Besta. E aqui está uma fotografia recente da minha ex-mulher num multibanco de Londres a servir-se de algum do meu dinheiro.”

John Cleese (1939)

John Cleese a justificar o nome que deu digressão de comédia que fez em 2011. Cleese afirma que teve de pagar 20 milhões de dólares de pensão de alimentos em consequência do divórcio da terceira mulher e esta digressão foi um dos muitos trabalhos que teve de aceitar para pagar a despesa. Citado a partir do artigo "John Cleese feels 'free to do the things that interest him' after paying off £12million divorce settlement to ex wife Alyce Faye Eichelberger" do The Daily Mail.

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“Ô, Malafaia, vai procurar uma rola, vai. Não me enche o saco. Você é um idiota, um paspalhão, um pilantra, tomador de grana de fiel, explorador da fé alheia. E agora vai querer me processar pelo que eu acabei de falar, porque é isso que você faz. Você gosta muito de palanque, e eu não vou te dar palanque porque você é um otário. Não vou fazer debate nenhum com você porque não quero te dar essa confiança. O que eu falei e repito é que num âmbito de igrejas neopentecostais estão acontecendo atos de incitação à tolerância religiosa, mais do que em outros ambientes. Em nenhum momento – é pegar as minhas falas que estão todas gravadas – eu disse qualquer coisa que generalizasse esse comentário. Até porque, diferente de você, não sou um idiota. Você é homofóbico, uma figura execrável, horrorosa, e que toma dinheiro das pessoas a partir da fé. Eu não sou rico porque tomei dinheiro das pessoas pregando salvação depois da morte. O meu salário, meus bens, meus patrimônios vieram do meu suor, não do suor alheio. Você é um charlatão, cara, que usa o nome de Deus, de Cristo para tomar dinheiro de fiéis. Você é tomador de grana, você e muito outros. Não tenho medo de você não, seu otário. Vai procurar uma rola, repetindo em português bem claro.”

Ricardo Boechat (1952–2019) jornalista brasileiro

Em resposta a Silas Malafaia, em 19/6/2015, que havia chamado Boechat de falastrão e pedido para que parasse de falar "asneiras", após comentário de Boechat sobre o apedrejamento de uma criança candomblecista.
Fonte: Ao vivo, Boechat responde Malafaia: “Vai procurar uma rola” https://www.revistaforum.com.br/ao-vivo-boechat-responde-malafaia-vai-procurar-uma-rola/. Revista Fórum, 19 de junho de 2015. Acesso em 12 de fevereiro de 2019.
Fonte: Ricardo Boechat se irrita com Silas Malafaia e desabafa: 'vai procurar uma r*' https://f5.folha.uol.com.br/celebridades/2015/06/1645174-ricardo-boechat-se-irrita-com-silas-malafaia-e-desabafa-vai-procurar-uma-r.shtml. F5, 19 de junho de 2015. Acesso em 12 de fevereiro de 2019.

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“Só no Brasil existe essa loucura que é usar dinheiro de impostos para bancar produções cinematográficas, sem vigiar para que não se infle artificialmente o custo dos filmes.”

Fernando Solanas, diretor de cinema argentino, em workshop em São Paulo
Fonte: Revista Veja, Edição 1 658 - 19/7/2000 http://veja.abril.com.br/190700/vejaessa.html

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“Fui presenteado com a vida eterna, com uma percepção aguçada e com a necessidade de matar – expliquei rapidamente. – Porque o vampiro que me criou desejava a casa que eu possuía e meu dinheiro. Entende uma coisa destas? – perguntei.”

Anne Rice (1941)

Ah, mas há muita mais por trás do que digo. Fui descobrindo tudo tão devagar, de modo tão incompleto! Vê, é como se você abrisse uma porta para mim, e a luz escapasse por esta porta que eu tento agarrar, encarar, para entrar na região que diz existir além dela! Quando, na verdade, não acredito nela! O vampiro que me criou representa para mim o verdadeiro mal: era tão melancólico, tão prosaico, tão estúpido, tão inevitável e eternamente decepcionante quanto eu acreditava que devia ser o mal! Sei disto agora. Mas você, você é algo que escapa inteiramente desta concepção! Abra a porta para mim, escancare-a. Fale-me sobre o palácio de Veneza, sobre seu amor condenado. Quero compreendê-lo!".
Entrevista Com o Vampiro

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“A experiência obtida com as concessões de aeroportos e rodovias demonstram que esse caminho melhora a qualidade, baixa o custo e faz com que o cidadão, o contribuinte e o poder público possam economizar dinheiro para pôr em outras coisas.”

Moreira Franco (1944) político brasileiro

Ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Moreira Franco, sobre o Programa de Parceria de Investimento (PPI)
Youtube Moreira Franco, 25/08/17

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“O dinheiro não está na esfera de Deus. Dinheiro é alheio a Seu reino; está no mundo de Satanás. Por isso dinheiro é injusto tanto em posição como em existência. Na verdade, no tocante a Deus, o dinheiro não deve existir. No universo não deveria haver tal coisa como dinheiro. Se o amarmos, amaremos algo que não deveria existir.”

Witness Lee (1905–1997)

<small>- Money is not in the realm of God. Money is outside the kingdom of God; it is in the world of Satan. Therefore, money is unrighteous both in position and existence. Actually, as far as God is concerned, money should not exist. In this universe there should not be such a thing as money. If we love money, we love something that should not exist.
Life-Study of Luke, Chapter 36 Section 2, de Witness Lee - Living Stream Ministry, ISBN 0-7363-1202-1</small>
'- Sobre a pregação do evangelho

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“Vaim-me na rua, mas eu em casa me aplaudo ao contenplar com afeto o meu dinheiro.”

Horacio (-65–-8 a.C.)

"Populus me sibilat, at mihi plaudo / Ipse domi, simul ac nummos contemplor in arca."
Horácio, Sátiras, Liv. 1 ( 66-67 https://books.google.com.br/books?id=RF99fSSValsC&pg=PA8); tradução de Ligia Cademartori, citado por Arthur Conan Doyle em Um estudo em vermelho, Rio de Janeiro: Zahar - 2015, p. 186 https://books.google.com.br/books?id=pQZgCgAAQBAJ&pg=PA186.
Sátiras (35 a.C. e 30 a.C.)

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“Até quatro meses de gravidez, não existe quase nada. É como um grãozinho. Portanto, a mulher deve ter o direito de decidir o que é melhor. Se ela acha que não tem dinheiro ou condição emocional para criar uma criança, como pode dar a luz?”

Gisele Bündchen (1980) Supermodelo, empresária e filantropa brasileira

Afirmando ser a favor do aborto.
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Fonte: Vírgula. Data: 5 de junho de 2007.
Fonte: Gisele Bündchen: a favor do aborto e da camisinha, Virgula, Vírgula, 5 de junho de 2007 http://virgula.uol.com.br/famosos/gisele-bundchen-a-favor-do-aborto-e-da-camisinha/,

“Evite empregar tempo e dinheiro em coisas que trazem arrependimento.”

reiki universal, Johnny de' Carli, citações, arrependimento

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“Fiz muitos papeis idiotas na televisão apenas por dinheiro. O que foi uma idiotice, porque eles foram muito mal remunerados.”

Fonte: Jaime Lennon, em As Aventuras e Desventuras de Jaime Lennon, Dramaturgo Marginal

Esta frase aguardando revisão.

“⁠⁠A gente só para de flertar com a m0rte todos os dias quando descobre que o melhor dia para se viver é hoje.


Há uma espécie de suicídi0 muito silencioso que pouca gente se atreve a nomear como tal.


Ele não acontece apenas nos gestos extremos, nas decisões finais ou nas manchetes trágicas.


Às vezes, ele se instala gradualmente, no adiamento crônico da vida, na rotina de empurrar para amanhã aquilo que já pede coragem no agora, na mania de sobreviver sem realmente habitar a própria existência.


Muita gente não quer m0rrer — quer apenas descansar da exaustão de existir sem sentido.


E é justamente aí que mora o flerte cotidiano com a m0rte: quando se abandona a urgência de viver.


Viver, porém, não é apenas respirar, cumprir tarefas, pagar contas e colecionar ausências disfarçadas de compromissos.


Viver é reconhecer que o tempo não faz promessas.


O amanhã é uma hipótese muito elegante, mas continua sendo hipótese.


O hoje, com todas as suas imperfeições, é a única matéria concreta que temos nas mãos.


E talvez amadurecer seja justamente isso: perceber que a vida não começa “quando tudo se ajeitar”, “quando a dor passar”, “quando houver mais dinheiro”, “quando a paz finalmente chegar”.


A vida está acontecendo agora — inclusive no caos, inclusive nas faltas, inclusive enquanto ainda estamos tentando entender quem somos.


Há quem flerte com a m0rte não por desejar o fim, mas por tratar a vida com permanente negligência.


Negligencia os afetos, as pausas, a própria saúde, os pedidos de socorro da alma, os sinais do corpo, os vínculos que importam, as palavras que deveriam ser ditas enquanto ainda há quem possa ouvi-las.


Age como se viver fosse um ensaio infinito, como se sempre houvesse tempo para recomeçar, pedir perdão, recalcular a rota, amar melhor, ou simplesmente descansar.


Mas nem todo adiamento é prudência; às vezes, é desistência parcelada.


Descobrir que o melhor dia para viver é hoje não é um clichê otimista — é uma revelação muito dura.


Porque obriga a gente a encarar a própria covardia, os próprios álibis e a confortável ilusão de controle.


Nos obriga a admitir que há muita m0rte disfarçada de rotina eficiente, muita apatia travestida de maturidade, muito medo chamado de prudência.


E, ao mesmo tempo, essa descoberta também liberta: porque devolve ao presente a dignidade que o imediatismo e a ansiedade roubaram.


Faz a gente entender que viver bem não é ter a vida perfeita, mas parar de oferecer o próprio tempo em sacrifício a tudo aquilo que nos afasta de nós mesmos.


Talvez a grande virada aconteça quando deixamos de esperar uma razão extraordinária para viver e passamos a reconhecer a grandeza escondida no ordinário: no abraço ainda possível, na conversa adiada que enfim acontece, no descanso sem medo e sem culpa, na lágrima que finalmente se deixa rolar, no riso que interrompe o peso do mundo — ainda que por alguns segundos.


O hoje não precisa ser grandioso para ser valioso.


Ele só precisa ser vivido com presença — e não desperdiçado como se fosse descartável.


No fim, flertar com a m0rte todos os dias talvez tenha menos a ver com desejar partir e mais com não se permitir ficar por inteiro.


E viver, em sua forma mais honesta, começa quando a gente decide parar de se ausentar da própria história.


Porque o melhor dia para viver não é o dia ideal, nem o dia fácil ou o prometido.


É este.


O único que realmente chegou — o agora.”