Frases sobre moral
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“Leis que oprimem pessoas não tem autoridade moral.”

Richard Stallman (1953) programador e ativista estadunidense

Laws that oppress people have no moral authority.
Human Rights in the Use of Software and Other Published Works http://rms2007.se/in-english/

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“O verme se retrai quando é pisado. Isso indica sabedoria. Dessa forma ele reduz a chance de ser pisado de novo. Na linguagem da moral: a humildade.”

Friedrich Nietzsche (1844–1900) filósofo alemão do século XIX

Página 13 https://books.google.com.br/books?id=br4GP5zFW8kC&pg=PA13, Máximas e sátiras, 31
O Crepúsculo dos Ídolos

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“Minha posição a respeito de Deus é a de um agnóstico. Estou convencido de que uma consciência vívida da importância primária de princípios morais para a melhoria e o enobrecimento da vida não precisa da idéia de um legislador, especialmente um legislador que trabalha na base da recompensa e da punição.”

Albert Einstein (1879–1955)

Carta a M. Berkowitz, 25 de Outubro de 1950, disponível no Einstein Archive 59–215. Citada em The New Quotable Einstein (2000), de Alice Calaprice. Princeton, New Jersey: Princeton University Press, p. 216.
Deus e religião

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“Vale a pena destacar [vários] pontos ao mesmo tempo [que desafiam a Loucura e a Civilização de Foucault]: (1) Há ampla evidência de crueldade medieval em relação aos insanos; (2) No final da Idade Média e do Renascimento, os loucos já estavam confinados, em celas, prisões ou até gaiolas; (3) 'diálogo' ou nenhum 'diálogo', até a loucura naqueles tempos estava freqüentemente relacionada ao pecado - mesmo na mitologia do navio dos tolos; e, nessa medida, era considerado sob uma luz muito menos benevolente do que sugerida por Foucault (mentes pré-modernas aceitavam a realidade da loucura - "loucura como parte da verdade" - assim como aceitavam a realidade do pecado; mas isso não significa que eles valorizavam a loucura, mais do que o pecado; (4) como Martin Schrenk (ele próprio um crítico severo Foucault) mostrou, os primeiros hospícios modernos se desenvolveram em hospitais e mosteiros medievais, em vez de leprosária reaberta; (5) o Grande O confinamento visava primariamente não ao desvio, mas à pobreza - pobreza criminal, pobreza louca ou simplesmente pobreza; a noção de que ela anunciava (em nome da crescente burguesia) uma segregação moral não suporta um exame minucioso; (6) nota, como salientou Klaus Doerner, outro crítico de Foucault (Madmen e a Burguesia, 1969), que não havia um confinamento controlado pelo Estado uniforme: os padrões inglês e alemão, por exemplo, se desviaram bastante do Grande Renfermínio Louis Quatorziano; (7) Fouca A periodização de ult parece-me errada. No final do século XVIII, o confinamento dos pobres era geralmente considerado um fracasso; mas é então que o confinamento dos loucos realmente avançou, como tão conclusivamente mostrado nas estatísticas relativas à Inglaterra, França e Estados Unidos; (8) Tuke e Pinel não 'inventaram' a doença mental. Em vez disso, eles devem muito a terapias anteriores e, com frequência, também se baseiam em seus métodos; (9) além disso, na Inglaterra do século XIX, o tratamento moral não era tão central na medicalização da loucura. Longe disso: como demonstrado por Andrew Scull, os médicos viam a terapia moral tukeana como uma ameaça leiga à sua arte e esforçavam-se para evitá-la ou adaptá-la à sua própria prática. Mais uma vez, os monólitos da época de Foucault desmoronam diante da riqueza contraditória da evidência histórica.”

José Guilherme Merquior (1941–1991) acadêmico, diplomata e escritor brasileiro
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“Uma pessoa tem a responsabilidade moral de desobedecer a leis injustas.”

Martin Luther King Junior (1929–1968) líder do movimento dos direitos civis dos negros nos Estados Unidos
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“⁠A Janela do Discurso sempre se moveu pelas Mãos Invisíveis das Narrativas.


Se reinventar já era mais do que esperado…


Mas nada foi tão Medonho quanto a vê-la se valer da “Idoneidade Policial” e da “Fé Religiosa”.


A Janela de Overton — esse mecanismo silencioso e traiçoeiro que define os limites do que é socialmente aceitável — sempre se moveu pelas mãos invisíveis das narrativas.


Ideias outrora impensáveis se tornam plausíveis, discutíveis, desejáveis… e até aceitáveis.


Nada disso é novo.


Mas há deslocamentos que ultrapassam o jogo das ideias: eles tocam em pilares que, uma vez manipulados, comprometem a própria estrutura da convivência civilizada.


Nada foi tão medonho quanto assistir a essa janela se valer da “Idoneidade Policial” e da “Fé Religiosa”.


Ambas, por natureza, deveriam inspirar confiança — não manipulação.


Quando começam a ser usadas como régua para definir quem merece voz, respeito ou até mesmo existência, o que está em jogo não é mais apenas a opinião pública: é a própria noção de justiça e espiritualidade.


A confiança na justiça perde o chão quando o discurso sobre “idoneidade” é moldado para blindar abusos e silenciar denúncias.


E a fé, que deveria acolher, se torna instrumento de controle quando usada para validar narrativas de exclusão, discurso de ódio, intolerância ou superioridade moral.


Quando a Janela do Discurso se move por esses vetores, não estamos apenas assistindo a uma mudança de ideias.


Estamos permitindo que conceitos sagrados e instituições essenciais sejam descaradamente arrastados para a seara da manipulação.


Toda e qualquer forma de manipulação é ruim, mas valer-se das autoridades presumidas para inviabilizar o debate e a crítica é de uma sordidez sem precedentes.


E isso, sim, é digno de temor.


Tenho medo…”

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“⁠⁠Sempre que o Tempo Trabalhado estende o tapete para a Arrogância desfilar, erros são Ignorados —Minimizados ou Romantizados.


Quando o “tempo de serviço” passa a ser usado como 'Currículo Moral', algo se perde à beira do caminho.


A experiência, que deveria ensinar humildade, acaba estendendo um tapete vermelho para a Arrogância desfilar a fantasia de mérito.


E, nesse espetáculo, os erros deixam de ser mestres severos para se tornarem figurantes das conveniências.


O que antes exigia revisão, agora se justifica pela “bagagem”.


O que cobrava correção é minimizado pelo “histórico”.


E o que deveria causar constrangimento acaba sendo romantizado como traço de personalidade ou preço do sucesso.


Assim sendo, o tempo deixa de lapidar e passa a blindar.


Mas tempo não absolve falhas, só as revela com mais nitidez.


Quanto mais longa a caminhada, maior deveria ser a capacidade de reconhecer tropeços e aprender com eles.


Quando isso não acontece, o problema já não é o erro em si, mas a vaidade que lhe empresta as sandálias medonhas para desfilar.


Porque Experiência sem Autocrítica não é Sabedoria — é apenas a repetição confortável dos mesmos equívocos, agora amparados pelo tic-tac do relógio.


Não é sobre ter 10, 20 ou 30…


É sobre ter plena consciência de que errar é um risco inerente aos que se entregam, aos que fazem, aos que vivem.


E corrigir erros é permitir-se muito mais humano!⁠”