Frases sobre força
página 12

“A união faz a força perante as adversidades.”

Johnny De' Carli

reiki universal, Johnny de' Carli, citações, adversidades

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“Todo ser visível tem livre acesso a uma Força Universal invisível.”

Johnny De' Carli

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“Amor próprio é tão importante, porque quando você estar sozinho às 3 da manhã chorando e querendo que tudo acabe, quem vai estar lá por você? Você. Você tem que se levantar encontrar as forças pra continuar. No fim do dia, você é tudo o que tem.”

Abraham Cezar

Amor próprio é tão importante, porque quando você estar sozinho às 3 da manhã chorando e querendo que tudo acabe, quem vai estar lá por você? Você. Você tem que se levantar encontrar as forças pra continuar. No fim do dia, você é tudo o que tem.
ABRAHAM SCHNEERSOHN

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“Poema – Caps part 3

- Rasgue os seus pulsos!
Corte a sua garganta!

- Não vê como todos estão te olhando?
Eles não te amam!
É impossível amar um monstro como você!

- Você não precisa sair do quarto
Ninguém lá fora se importa com você

- O que esta esperando?
Enforque-se! Enforque-se!

- Ninguém sentirá a sua falta
Todos vão sorrir quando você se for!

- Calem estas vozes! Eu suplico!
Tranquem-me em um quarto escuro

E me amarrem em camisas de força
Quero definhar em uma ala psiquiátrica
Até esquecer o meu nome

Sinto as baratas corroendo as minhas entranhas
Barulhos de ratos arranhando as paredes

- Calem-se! Calem-se!

- Quebrem os espelhos
Eu não consigo olhar o meu próprio rosto

Dilacerem a minha garganta!
Para que eu nunca mais consiga escutar
A minha própria voz

Eu não consigo parar de gritar e gritar
Mas parece que ninguém consegue me ouvir

Há uma multidão vivendo em mim
E todos eles sou eu!

- Eu quero rasgar o meu rosto com as unhas
Quero sentir os nervos e as vísceras pulsando
Nos meus dedos sujos de sangue!

- Matem-me, Matem-me!
Pois sou um homem covarde e doente

Eu não consigo tirar a minha própria vida
Tampouco calar estas vozes que me enlouquecem

- Você é um monstro
Não percebe como as pessoas te olham?

- Estão todos mentindo pra você
Todos eles vão partir e te abandonar

- Se enforque!
Enforque-se e poupe sofrimentos e angustias

- Você deveria raspar os cabelos
E cortar os pulsos!

- O seu corpo não é perfeito
As suas roupas fedem como trapos
E todos te olham com ódio e repulsa!

Calem-se!
Eu suplico que calem-se

Eu desejo definhar em uma ala psiquiátrica
Até esquecer o meu nome

Quero definhar até as vozes calarem-se por completo
Quero definhar até que o único som sejam os das baratas
Se alimentando das minhas vezes

Quero definhar…
Até não sobrar mais nada

Até que o pó
Que um dia compôs o meu corpo
Desapareça com o vento
No recanto do nada…
- Gerson De Rodrigues”

Gerson De Rodrigues (1995) poeta, escritor e anarquista Brasileiro

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“escrever é a força do poeta”

Riz de Ferelas

do livro Renascença

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“⁠⁠Quem não se curva aos caprichos dos apaixonados — não precisa mendigar respeito, sobretudo de gente tão confusa.

Especialmente das que confundem coisas tão simples como: arrogância com bravura, autoritarismo com autoridade, discurso de ódio com liberdade de expressão e bajulação com admiração.

Salve as Forças Armadas brasileiras!

São tão confusos a ponto de trocarem princípios por gritos, razão por devoção cega, e coragem por brutalidade.

Chamam arrogância de bravura, como se elevar a voz fosse prova de grandeza.

Confundem autoritarismo com autoridade, sem perceber que a verdadeira autoridade não se impõe — se sustenta.

E ainda se vestem de discurso de ódio com o rótulo de liberdade de expressão, ignorando que liberdade não é licença para ferir.

E, pasmem, confundem descaradamente bajulação com admiração, porque nunca aprenderam a respeitar sem se ajoelharem.

O problema não está em ter convicções, mas em permitir que elas substituam o discernimento.

Paixões desenfreadas não constroem — atropelam.

E quem vive de idolatria costuma se ofender com qualquer espelho que revele a própria incoerência.

Respeito não se implora.

Se pratica, se demonstra, se preserva.

E quem sabe disso não se curva a histerias coletivas nem se deixa intimidar por certezas barulhentas e vazias.

Salve as Forças Armadas brasileiras —
não como instrumento de paixões momentâneas,
mas como instituições de Estado,
que existem para servir à nação, à Constituição e à ordem,
nunca a delírios, vaidades ou projetos pessoais.

Porque maturidade democrática também é saber distinguir força de violência,
autoridade de abuso,
e amor ao país de fanatismo disfarçado de patriotismo.”

Alessandro Teodoro

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“O Bandido Assumido consegue ser muito mais Honesto do que qualquer Covarde sob a segunda pele do Braço Armado do Estado.

É uma verdade que incomoda — e talvez deva mesmo incomodar. 

Porque ela não exalta o crime, mas expõe uma ferida mais profunda: a da confiança traída por quem deveria, por princípio, protegê-la.

O bandido declarado não esconde suas intenções. 

Ele não se disfarça de virtude, não se abriga na legitimidade de um uniforme, não reivindica para si a autoridade moral de agir em nome da lei. 

Seu erro é explícito — e, por isso mesmo, enfrentado como tal. 

Há clareza no confronto.

Já o covarde que veste o poder como fantasia opera num terreno muito mais perigoso. 

Ele não apenas erra; ele distorce. 

Usa a força que lhe foi confiada como escudo para suas fraquezas, como instrumento para seus desvios, como licença para ultrapassar limites que deveria defender. 

E, ao fazer isso, não fere apenas uma vítima — corrói a própria ideia de justiça.

Porque quando a violência vem de onde se esperava proteção, ela não é só agressão: é Desilusão. 

E desilusão, quando se instala, é mais devastadora do que o medo. 

O medo nos alerta. 

A desilusão nos paralisa.

Não se trata de romantizar quem vive à Margem da Lei, mas de reconhecer que a hipocrisia tem um peso moral diferente. 

O erro de quem nunca prometeu ser correto é Gravíssimo. 

Mas o erro de quem jurou ser justo — e falha por conveniência, abuso ou covardia — é uma quebra de pacto que não merece perdão.

E talvez seja isso que mais nos inquieta: perceber que o problema não está apenas na existência do mal declarado, mas na infiltração silenciosa do desvio dentro das estruturas que deveriam contê-lo.

No fim, a sociedade não se sustenta apenas por leis, mas pela confiança de que aqueles que as aplicam não as dobrarão ao sabor de seus próprios interesses. 

Quando essa confiança se rompe, o que sobra não é apenas insegurança — é um vazio ético onde qualquer narrativa pode se impor.

E é nesse vazio que a verdade mais incômoda ecoa: não é a presença do Bandido Assumido que mais ameaça a ordem, mas a perda da integridade de quem deveria garanti-la.”

Alessandro Teodoro

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“O crime, de forma geral, jamais subsistiria sem a ajuda de parte da sociedade e de parte do Estado e seu braço armado.

É uma ferida aberta, dolorosa, incômoda — daquelas que muitos preferem cobrir com discursos prontos a encará-las com honestidade.

Mas ela está ali, latejando, lembrando que nenhuma estrutura criminosa se sustenta sozinha. 

Há sempre uma teia invisível de conveniências, silêncios e conivências que a mantém de pé.

Isso não é muito diferente de outras lutas sociais que, à primeira vista, parecem ter um inimigo bem definido. 

O combate ao machismo, por exemplo, torna-se ainda muito mais árduo quando se percebe que ele também é reproduzido por mulheres. 

Não por essência, mas por condicionamento, por cultura, por sobrevivência em um sistema que ensina, desde cedo, a normalizar o absurdo.

Da mesma forma, enfrentar o corporativismo e a leniência entre pares dentro do Estado é uma tarefa extremamente espinhosa. 

Durante décadas, construiu-se — e vendeu-se — uma imagem quase intocável de idoneidade, especialmente no que diz respeito às forças de segurança. 

Questionar isso, para muitos, soa como heresia. 

E é exatamente aí que mora o problema.

Porque, além das defesas técnicas e estratégicas entre os próprios agentes, existe ainda uma camada mais difícil de atravessar: a defesa cega, emocional, quase devocional de uma parcela da sociedade que se recusa a pensar por conta própria.

Que transforma crítica em ataque, e cobrança em traição.

Nesse cenário, abusos deixam de ser exceção para se tornarem relativizações. 

Agressões viram “excessos compreensíveis”. 

Autoridade se confunde com autoritarismo — e tudo isso vai sendo absorvido, digerido e, pior, justificado.

A indignação seletiva, nesse contexto, não é apenas um detalhe — é parte do problema. 

Ela é tão medonha quanto a própria barbárie que diz combater. 

Porque não se trata apenas de condenar o erro, mas de escolher quando e contra quem ele importa.

E talvez o retrato mais cruel disso seja imaginar: se a vítima em questão não fosse também uma policial, quantos dos juízes de plantão — esses togados da verdade das redes sociais — estariam, neste exato momento, invertendo papéis, buscando justificativas, insinuando culpas?

Quando a justiça depende de quem sofre, ela já deixou de ser justiça há muito tempo.”

Alessandro Teodoro

Justiça pela soldado PM, Gisele Alves Santana, de 32 anos, assassinada na manhã do dia 18 de fevereiro de 2026, pelo covarde escondido sob a segunda pele do Braço Armado do Estado que nem se constrangeu em passar pano para o bandido e chutar mais uma Mulher para as estatísticas.

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“O curioso não são soldados do exército pintando meio-fio, mas isso incomodar só os especialistas de uma guerra só: a Palavrosa.

Porque há algo profundamente revelador no tipo de indignação que escolhemos cultivar.

Não é a fome que escandaliza.

Nem é o abandono.

E nem é a corrupção cotidiana que envelhece o país antes do tempo.

O que incomoda é a estética da simplicidade.

Um homem com enxada parece digno. 

Um operário com uniforme parece digno. 

Um gari varrendo rua parece digno. 

Mas um soldado limpando praça ou pintando meio-fio vira símbolo de humilhação nacional para quem aprendeu a confundir utilidade com discurso.

Talvez porque a guerra palavrosa precise desesperadamente parecer mais importante do que é.

Existe uma elite emocional que vive da liturgia da crítica. 

Não produz ponte, não recolhe lixo, não organiza fila, não constrói muro, não protege fronteira, não assenta tijolo — mas comenta tudo como se governasse o universo pela força do vocabulário rebuscado. 

E, quando vê alguém executando uma tarefa simples, concreta e visível, reage com ironia, porque o concreto expõe a esterilidade do excesso de abstração.

Há gente que prefere um país perfeitamente teorizado e completamente abandonado a um país imperfeito, mas funcionando.

A tragédia moderna talvez esteja nisso: transformamos toda ação em símbolo, ideologia e todo símbolo em guerra moral. 

Já não perguntamos se algo ajuda, organiza, melhora ou serve. 

Perguntamos apenas se aquilo alimenta a narrativa que escolhemos.

E assim, pintar um meio-fio deixa de ser manutenção urbana e vira tese acadêmica improvisada.

Enquanto isso, o país real continua existindo longe dos debates performáticos.

Porque o país real pega ônibus cedo…

Troca de turno.

Limpa-chão.

Carrega peso.

Conserta rede elétrica.

Desentope outras.

Entrega comida.

Bate continência.

E, no fim do dia, entende uma verdade silenciosa que os sacerdotes da guerra palavrosa raramente suportam admitir:

Toda civilização depende muito mais de quem faz do que de quem só tenta diminuir quem fez.”

Alessandro Teodoro

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“⁠Se os pilantras não divergissem, não se traíssem nem se digladiassem, os de bem da boca para dentro só fariam para pagar a conta.

Há um detalhe curioso na engrenagem da corrupção humana: raramente ela cai por virtude coletiva. 

Quase sempre desmorona pelo ego dos próprios corruptos. 

O silêncio, a fidelidade e a cumplicidade entre os desonestos duram apenas enquanto os interesses caminham lado a lado. 

Basta faltar espaço na mesa, poder no bolso ou protagonismo no palco para que a fraternidade do oportunismo se transforme em guerra aberta.

É por isso que tantos esquemas vêm à tona, não pela força moral de quem combate, mas pela vaidade de quem participa. 

O pilantra suporta dividir o lucro; o que ele não suporta é dividir o comando. 

E quando a ambição entra em conflito com a cumplicidade, surgem os vazamentos, as delações, os arquivos esquecidos, os aliados transformados em inimigos históricos da noite para o dia.

Enquanto isso, existe também o “homem de bem” performático — aquele honesto da boca para fora que condena a sujeira em público, mas a tolera em privado, desde que seu lado continue vencendo. 

É o moralista de conveniência, cheio de valores da boca para fora, indignado seletivo, que chama de princípio aquilo que, no fundo, é apenas preferência política, ideológica ou tribal. 

Esse tipo não combate o sistema; apenas deseja ocupar uma cadeira melhor dentro dele.

Se os desonestos fossem minimamente disciplinados entre si, talvez a sociedade jamais enxergasse as rachaduras do teatro. 

Porque muita verdade não aparece pela busca sincera de justiça, mas pelo colapso inevitável da confiança entre aqueles que jamais souberam ser leais a nada além de si próprios.

No fim, parte da esperança social repousa numa ironia desconfortável: a ganância dos maus frequentemente faz muito mais para expor a podridão do que a coragem dos bons acomodados.”

Alessandro Teodoro

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“Quase nada deve ser mais humilhante para os Autossuficientes do que precisarem caminhar com as pernas dos outros.

Há uma ironia muito silenciosa na condição humana: passamos a vida cultivando a ideia de independência, como se a autonomia absoluta fosse a forma mais elevada de existência.

Mas bastaria olhar honestamente para dentro, para perceber que ninguém chega a lugar algum sozinho.

Os que mais proclamam sua autossuficiência costumam construir em torno de si uma narrativa de mérito exclusivo.

Acreditam que suas conquistas nasceram apenas da própria força, da própria inteligência, da própria renúncia, da própria disciplina…

Esquecem-se, porém, das mãos que abriram portas, dos ombros que sustentaram seus primeiros passos, das vozes que ensinaram o que hoje repetem como se fosse descoberta pessoal.

Talvez por isso seja tão doloroso para certas pessoas reconhecer a dependência.

Não porque depender seja uma fraqueza, mas porque admitir a necessidade do outro desmonta a ilusão de grandeza construída sobre a ideia de autossuficiência.

É muito difícil aceitar que a trajetória individual é, na verdade, fruto de uma obra coletiva.

A vida, cedo ou tarde, cobra essa consciência.

O tempo enfraquece os corpos, os desafios excedem as capacidades individuais, as circunstâncias expõem limites que o orgulho insistia em esconder.

E então surge a verdade inevitável: todos caminhamos, em algum momento, com as pernas dos outros.

Seja através do conhecimento que herdamos, do afeto que nos sustenta, da solidariedade que nos ampara, ou das estruturas invisíveis que oportunizam a nossa existência cotidiana.

O problema não está em precisar do outro.

Mas em viver negando essa realidade.

Porque quem se considera uma ilha acaba transformando a gratidão em dívida, a cooperação em constrangimento e a humildade em derrota.

Talvez a verdadeira maturidade não esteja em nunca precisar de ajuda, mas em compreender que a interdependência não diminui ninguém.

Muito pelo contrário.

É ela que nos humaniza.

Reconhecer que somos sustentados por muitos não nos torna menores; apenas nos torna mais conscientes daquilo que sempre fomos.

No fim, não é a dependência que humilha.

O que humilha é a arrogância de acreditar que jamais dependemos de alguém, até o momento em que a vida nos obriga a enxergar o contrário.

E, quando esse momento chega, alguns descobrem que a maior força não estava em caminhar sozinhos, mas em reconhecer, com dignidade, aqueles que sempre caminharam junto deles.”

Alessandro Teodoro