Frases sobre bom
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“Não existe uma forma mais cruel de magoar alguém, ignorando sua presença, exibindo a todos que você tem tempo e carinho pra uns e pra aquela pessoa não.
E, se você for avaliar, o que você acha que é motivo, não passa de um capricho bobo ou de um gesto cruel mesmo. Já falei um monte de vezes que essa história de dar valor só depois que morre não concordo e acho uma tremenda idiotice. Ou você ama hoje ou pode demonstrar a geladeira fria que é seu coração. Daqui uns dias, meses, anos você vai se arrepender de não ter plantado amor por onde passou porque sua colheita será podre de sentimentos. Os momentos felizes que você deixou de fazer na vida de alguém hoje, vai ser o reflexo de sua solitária velhice. Sim, estou falando pra você que abre mão de sua família pra estar numa Rodinha de amigos de uma noite só, de um tempo de algumas horas festivas. Quando chegar tua velhice, se você ainda tiver lucidez de contar, conte quantos amigos estará ao teu lado. Ai, você pode dá uma olhadinha lá no passado e chorar as lagrimas de crocodilo que você acha que tem.
Existem sentimentos que não se joga fora.
Uma vida artificial é fácil de ser construída, agora o alicerce de uma família esse você tem que cultivar, fazer, plantar, exercer.
Os sentimentos que hoje você recusa a dar, mais lá na frente, no teu amanhã, só você sentirá falta. Não deixe pra dá o ultimo adeus, dê o primeiro Bom Dia, o primeiro Olá, o primeiro pedido de desculpas, o primeiro “eu te amo“.
Ninguém tá te encorajando a ser esse “ser egoísta” que você se tornou exclusivamente por vontade própria.
Abaixe o ego, a arrogância, a maldade, esses seus cruéis gestos só traz solidão pra você mesmo.
Acredite, não estou aqui como perfeição em pessoa.
Apenas tenho pena de um coração tão amargo, que não te deixa ver o que as pessoas tem de melhor pra te oferecer.
Que haja Reciprocidade na forma de se doar e de se fazer presente, enquanto há tempo de se amar, porque haverá dias, talvez até esses dias de hoje que o Amor ficará escasso.
Uma boa maneira de avaliar a vida é se perguntar:
Quantas pessoas hoje estão mais felizes por minha causa?”

BiaSMariah

“Neste vasto mundo olho para trás e vejo que deixei pegadas de dor mas, também de amor. Isso só mostra que estou caminhando bem, com minhas simples qualidades e meus exagerados defeitos. Não cobro de mim, nem mais e nem menos, tenho procurado o equilíbrio de me achar e de ser alguém que inspire Amor. Plantar! Para colher os frutos… E espalhar esses frutos colhidos do amor que devo doar, pois o que tenho de melhor, não pode ser guardado. Eu acredito que Deus nos enche de sentimentos bons, para que esses sentimentos sejam compartilhados e praticados com o próximo, que precisa de uma palavra ou de um consolo, sempre tem alguém precisando de um afago… E esse afago posso oferecer em forma de palavras, abraços, beijos, sorrisos, orações, atitudes, gestos, em doação, mas tem que partir do coração. Eu me proponho, apesar das dificuldades, me sentir intensa dos momentos de felicidade e estes sim, compartilhar. Amor plantar e sorrisos doar, e se não receberem este meu “presente” como espero, ao menos doei amor sincero, plantei sementes de compaixão. Ainda tenho muito o que aprender, mas tenho orgulho de olhar para trás e ver que o que vivi e o quanto caminhei me trouxe até aqui tão mais madura, leve e plena de mim. E mesmo que lá fora o dia esteja nublado, insisto em ser sol na vida das pessoas que amo!””

BiaSMariah

Autoras: Bia Silva, Maria Solange Greguer Alves e Helena Cristina Greguer)

“Amores e amizades virtuais exagerados que sufocam…
Amores e amizades controlados por uma tecla que fazem mal…
Acho que o modo de amar e de conviver de muitos anda errado e chato.
Há muitas cobranças e acaba por sufocar quem dizemos amar. Os elogios falsos estão cansando quem realmente sabe amar. A preocupação excessiva de quem somos esteja tirando nossa vontade de nos expressar. Não se escrevem cartas como antes, nem deixam bilhetes pendurados. O excesso de mensagens virtuais lotam o celular que acabamos não lendo todos, reclamamos demais, falamos de menos.
Já não temos liberdade de sermos normais, temos sempre que está com a cabeça baixa como avestruz, teclando…teclando.
Que mundo virtual é esse que ocupa todo o seu tempo? Que amor é este pelo outro que se diz desinteressado e que não te deixa conviver olho no olho? Faça-me um favor:
Grite bem alto quando eu te subsistituir por esse mundo virtual. Talvez assim você gritando eu entenda que muita tecnologia oprime, ocupa demais uma vida, sufoca demais.
Que eu possa dizer:
Bom Dia, olá, como vai vc?
Olhando em seus olhos e dar aquele abraço aconchegante que já anda escasso no mundo, que de hoje em diante possamos nos falar mais face a face, sem uma tecla pra nos separar e nos tornar tão formais.
Civilizadamente te falo vamos ser nós, apenas um eu e você, vamos nos acostumar outra vez a conviver sorrindo, feliz, com aquele abraço que sempre traz uma boa novidade ou simplesmente um pouco de saudade.”

BiaSMariah

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“O ser humano tem, naturalmente, dificuldade em seguir bons exemplos.”

Max Moreno (1968) Escritor brasileiro, romancista

Fonte: https://www.facebook.com/autor.max.moreno/posts/3830014583774494?notif_id=1621337100348858&notif_t=feedback_reaction_generic&ref=notif

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“⁠⁠Bom era quando podíamos fazer nossas cagadas, livres de qualquer culpa, sem medo de julgamentos, e ainda podíamos gritar: mamãe, acabei!”

Alessandro Teodoro

Que venha o mês d'Aquelas que, mesmo diante da nossa podridão, nunca mediram esforços para nos socorrer: já vai!

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“Amor e prosperidade

Melodia dos pássaros
Cantando para o além
Meditando o dia
Que passa lentamente.
Deixa a poesia bater
Na sua face,
Deixa o dia sorrir
Para você,
Para todos.
Abra a janela,
Abra a porta,
Deixa a música
Entrar na sua casa,
A luz é divina.
Que o dia seja sempre
Assim, de bons desejos
E encantos,
De harmonia e alegria,
De muita paz,
Amor e prosperidade.”

Valter Bitencourt Júnior (1994) poeta e escritor brasileiro

Fonte: Site: https://valterbitencourtjuniorpoetaeescritor.wordpress.com/2025/10/02/amor-e-prosperidade/

Facebook: https://www.facebook.com/share/r/1BWtrgEWey/

YouTube: https://youtube.com/shorts/Re2lJsSKvls?feature=share

Site: https://valterbjuniorserblogueiro.blogspot.com/2025/10/amor-e-prosperidade.html

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“Sempre houve, há, e infelizmente sempre haverá pessoas inidôneas em todas as searas profissionais.

Especialmente nas que são intrínsecas às nossas necessidades mais básicas.

Quer seja na Saúde, na Educação, na Segurança…

Ou até na seara Religiosa.

Esta última, infelizmente, é a que abriga os mais apaixonados.

Nela, se não fossem os inidôneos, talvez o próprio Cristo não tivesse experimentado a mais medonha sinergia das fúrias humanas: perseguição, entreguismo e crucificação.

E para sustentar a premissa de que o crime jamais se sustentaria sem a coparticipação de parte do Estado — e de uma esmagadora parcela do povo —, há a retroalimentação do fanatismo.

Apaixonados que passam pano para desvios de conduta das suas paixões.

Ninguém do povo, com ao menos dois dos oitenta e seis bilhões de neurônios ativos, 
deveria acreditar cegamente
que líderes religiosos e profissionais da segurança
são sinônimos de idoneidade.

Isso é mau-caratismo, capricho, fanatismo — ou ambos.

Foi-se o tempo das vocações…

Elas ainda existem, é verdade!

Mas os verdadeiros vocacionados são muito raros.

Nos bons e velhos tempos, poucos se vendiam.

Líderes religiosos eram quase sinônimo de santidade,
e policiais — de honestidade.

Infelizmente, a vocação levou uma rasteira da vaidade —
e muita coisa mudou.

E, infelizmente, para pior.

Hoje, o que se vê
é quase pura vaidade pela carreira, pelo status quo.

Só temo pela molecada…

E, pasmem, chamá-la de Nutella é bem mais fácil que ao menos tentar ser exemplo!

Ela segue cada vez mais sem norte, sem ter no que — e em quem — se espelhar.

Nos bons e velhos tempos em que muitos Moleques queriam ser Homens, não havia tantos homens fazendo papel de moleques.”

Alessandro Teodoro

Avesso ao trisal nefasto entre a Igreja, o Estado e seu Braço Armado, essa mensagem já me rondava os pensamentos… Quando um padre se acha no direito de agredir física e verbalmente um repórter, idoso de quase 90 anos, e um policial estuprar uma senhora nas instalações do Estado, ela explode.

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“De repente, nossas necessidades mais básicas voltam a ocupar o centro das atenções.


É hora de arrastar as pautas para o centro do palco novamente…


Começaram pela “Insegurança” — e começaram ditando o tom.


Tiros. Mortes.
Não pouco — nem um, nem outro.


Tiros deliberados deveriam sempre nos assustar, nos impactar.
Mortes também.


Mas o Crime Desorganizado já entendeu que, para sensibilizar uma sociedade que — infelizmente — também já banaliza quase tudo, às vezes é preciso passar só um pouquinho além do ponto.


Apreensão de meia dúzia de fuzis…
Meia dúzia de mortes…
“Coisas da vida”!?


As 121 mortes reencontraram a sensibilidade de muitos — e reaqueceram um debate que nunca se fecha.


Reaqueceu de forma apaixonada, embora desinteligente.
Mas reaqueceu.


Até colocou em evidência o Crime Desorganizado e o Organizado… como se não coexistissem, como se não se retroalimentassem mutuamente.


Sem a sinergia entre Saúde, Educação e Segurança, não há base sólida para pleitear ou defender qualquer outra necessidade.
Qualquer outro direito.


Que bom que existem os recessos e os excessos!


Daqui a pouco, todos entram em recesso — e se calam.


Nós, seguimos nos preparando espiritualmente para o Natal, para o réveillon…


Depois do futebol, ainda tem carnaval.


Ah, se não fossem os recessos, os excessos e as distrações…


Se tivéssemos nos interessado por política antes de as Redes Sociais parirem essa corja de Políticos-Influencers, talvez não estivéssemos tão apaixonados por esses Criadores de Conteúdo brincando de governar.


Eis que o Ano Eleitoral se aproxima…”

Alessandro Teodoro

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“Ainda que todos os políticos fossem Corruptos, seria menos grave que se todos os corruptos fossem Políticos.


Em ano de Eleições — especialmente as gerais — sempre arrastamos a Corrupção para o centro do palco.


Mas quase sempre nos esquecemos, por descuido ou capricho, que o combate à Corrupção começa com o nosso bom comportamento.


Ela é sempre arrastada para o centro do palco como a grande vilã nacional, apontada em debates, estampada em manchetes, tomada como inimiga número um por quase todos.


Mas, terminado o espetáculo, o que fazemos com o espelho?


É muito curioso como denunciamos com veemência os desvios bilionários, enquanto tratamos como irrelevantes os pequenos atalhos do cotidiano: a vantagem indevida — o “jeitinho brasileiro” — e o silêncio cúmplice diante do erro que nos favorece.


Condenamos os políticos corruptos, mas normalizamos a infração que nos beneficia.


Se tivéssemos a idoneidade da qual só sentimos falta neles, certamente o Brasil não padeceria da Metástase Cultural da Corrupção.


Exigimos ética em Brasília, mas relativizamos a nossa nas esquinas.


Talvez porque seja mais confortável enxergar a Corrupção como um monstro muito distante, habitante exclusivo dos palácios, e não como uma “cultura” que se infiltra nas escolhas diárias.


É mais fácil votar contra ela do que viver contra ela.


O combate à Corrupção não começa nas urnas — começa no caráter.


Não nasce nos discursos inflamados — nasce nos hábitos.


Ele se fortalece quando o cidadão decide que sua integridade não depende de quem governa, mas de quem ele é.


Se quisermos, de fato, mudar o enredo político, precisamos antes revisar o roteiro pessoal.


Porque um povo que naturaliza pequenas desonestidades, e ainda as batiza de “jeitinho”, dificilmente sustentará grandes virtudes.


No fim, talvez a pergunta mais honesta, urgente e necessária — não só em ano eleitoral — não seja apenas “quem é o menos corrupto?”, mas “o quanto estou disposto a não ser?”.⁠”

Alessandro Teodoro

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“Talvez se os “de bem” se libertassem da hipocrisia, já seria o bastante para resolver metade dos problemas no mundo.

Isso incomoda porque expõe uma contradição silenciosa: o rótulo de “bem” muitas vezes não nasce de virtude, mas de conveniência.

É mais fácil vestir a moral como um uniforme do que praticá-la como um exercício diário.

A hipocrisia, nesse cenário, deixa de ser um desvio e passa a ser um mecanismo de proteção — um escudo que permite condenar no outro aquilo que não se quer reconhecer em si mesmo.

Há uma espécie de conforto em apontar o erro alheio.

Ele cria a ilusão de superioridade sem exigir transformação.

Enquanto isso, a coerência — essa sim, exigente — cobra silêncio antes do julgamento, escuta antes da reação, e, principalmente, revisão antes da acusação.

Não é à toa que ela é tão rara.

O problema não está apenas nos que erram, mas nos que se absolvem com facilidade demais.

Porque quando a régua moral muda de acordo com o interesse, o conceito de “bem” se torna elástico, moldado pela conveniência e não pela consciência.

E aí, o discurso vira palco, mas a prática continua nos bastidores — muitas vezes em desacordo com tudo o que se defende em voz alta.

Libertar-se da hipocrisia não é só um gesto grandioso, é um exercício muito incômodo.

Exige reconhecer falhas sem terceirizá-las, alinhar discurso e atitude, e abrir mão da necessidade constante de só parecer certo.

Talvez por isso seja tão evitado: porque é mais difícil ser íntegro do que parecer correto.

Se metade dos problemas do mundo nascem dessa incoerência cotidiana, então a solução não está em grandes revoluções, mas em pequenos alinhamentos.

Menos discurso inflamado, mais prática silenciosa.

Menos julgamento, mais autocrítica.

Menos aparência de virtude, mais esforço real para vivê-la.

No fim, não é sobre deixar de errar — isso é inevitável.

É sobre deixar de fingir que não erramos.

Porque, talvez, o verdadeiro “bem” comece justamente onde termina a necessidade de parecer bom.

Sem a covardia de muitos que se julgam bons, os maus jamais subsistiriam.”

Alessandro Teodoro

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“⁠Se os pilantras não divergissem, não se traíssem nem se digladiassem, os de bem da boca para dentro só fariam para pagar a conta.

Há um detalhe curioso na engrenagem da corrupção humana: raramente ela cai por virtude coletiva. 

Quase sempre desmorona pelo ego dos próprios corruptos. 

O silêncio, a fidelidade e a cumplicidade entre os desonestos duram apenas enquanto os interesses caminham lado a lado. 

Basta faltar espaço na mesa, poder no bolso ou protagonismo no palco para que a fraternidade do oportunismo se transforme em guerra aberta.

É por isso que tantos esquemas vêm à tona, não pela força moral de quem combate, mas pela vaidade de quem participa. 

O pilantra suporta dividir o lucro; o que ele não suporta é dividir o comando. 

E quando a ambição entra em conflito com a cumplicidade, surgem os vazamentos, as delações, os arquivos esquecidos, os aliados transformados em inimigos históricos da noite para o dia.

Enquanto isso, existe também o “homem de bem” performático — aquele honesto da boca para fora que condena a sujeira em público, mas a tolera em privado, desde que seu lado continue vencendo. 

É o moralista de conveniência, cheio de valores da boca para fora, indignado seletivo, que chama de princípio aquilo que, no fundo, é apenas preferência política, ideológica ou tribal. 

Esse tipo não combate o sistema; apenas deseja ocupar uma cadeira melhor dentro dele.

Se os desonestos fossem minimamente disciplinados entre si, talvez a sociedade jamais enxergasse as rachaduras do teatro. 

Porque muita verdade não aparece pela busca sincera de justiça, mas pelo colapso inevitável da confiança entre aqueles que jamais souberam ser leais a nada além de si próprios.

No fim, parte da esperança social repousa numa ironia desconfortável: a ganância dos maus frequentemente faz muito mais para expor a podridão do que a coragem dos bons acomodados.”

Alessandro Teodoro