Frases sobre licença

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da licença, pedir, pessoas, coisa.

Frases sobre licença

“Disposto a saltar

Quem perde a vida por minha causa salvá-lo-á. - Escritura de hoje : Lucas 9: 18-26

O revolucionário russo Vladimir Ilyich Lenin falou dos comunistas como "homens mortos em licença". Aqueles dedicados seguidores da filosofia ateísta estavam dispostos a morrer pela causa, e cada novo dia era simplesmente um alívio.

Se as pessoas estavam dispostas a arriscar tudo por uma causa baseada em uma mentira, quanto mais nós, que conhecemos a Cristo, estaríamos dispostos a fazê-lo pela verdade! Jesus disse àqueles que queriam ser Seus discípulos que eles tinham que estar dispostos a segui-Lo até a morte. Era para ser um compromisso de toda a sua vida, não importa o custo.

Em seu livro One Crowded Hour, Tim Bowden descreve um incidente em Bornéu em 1964. Os lutadores nepaleses conhecidos como Gurkhas foram perguntados se estariam dispostos a pular de aviões em combate contra os indonésios. Os Gurkhas não entenderam claramente o que estava envolvido, mas eles disseram bravamente que fariam isso, pedindo apenas que o avião voasse lentamente sobre uma área pantanosa e não mais de 100 pés. Quando lhes foi dito que os pára-quedas não teriam tempo para abrir a essa altura, os gurkhas responderam: "Oh, você não mencionou pára-quedas antes!"

Jesus nos chama para segui-lo com um tipo semelhante de compromisso e coragem, dispostos a arriscar tudo por amor a ele.

Refletir e Orar
Indiferente! Mestre, quem conhecerá a ti
as tuas ranchas, que porás as tuas próprias?
Não! Nós ofereceríamos os corações que nós Te devemos,
Viva pelo Teu amor e Tua glória somente. —Havergal

Podemos não caminhar para a estaca do mártir, mas devemos caminhar nos passos do Mestre. Haddon W. Robinson”

ministério_pão_diário

Luiz Inácio Lula da Silva photo

“Eu fico triste porque no Brasil nós temos um complexo de inferioridade na cabeça de muita gente. Uma parte de nossa elite política, que escreve colunas (em jornais), que fica dizendo: ‘Mas o que o Brasil tinha que se meter? Aquilo não é coisa do Brasil’. O Brasil não tem que pedir licença a ninguém para conversar com quem quer que seja.”

Luiz Inácio Lula da Silva (1945) político brasileiro, 35º presidente do Brasil

Sobre comentarios recebidos do acordo realizado <br class="br">Política externa, 2010 <br class="br">Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/05/100520_lula_ira_cq.shtml, 20/05/2010

Mia Couto photo
Clarice Lispector photo
Jair Bolsonaro photo
Preta Gil photo

“Rita Lee é minha mãe, eu beijo ela na boca sim, dá licença!”

Preta Gil (1974) cantora

Entrevista da cantora no Superpop de 11 de janeiro de 2007, rebatendo a crítica feita por Ronaldo Esper ao beijo.

Aécio Neves photo

“Nesta terça-feira, Jorge Hereda foi desmentido mais uma vez pelo jornal Folha de São Paulo, com a reportagem “Caixa antecipou pagamento do Bolsa Família sem licença”, contrariando uma portaria do Ministério do Desenvolvimento Social que só autoriza esse tipo de antecipação mediante o seu aval.”

Aécio Neves (1960) político brasileiro

Aécio Neves em nota à imprensa no dia 16 de julho de 2013. <br class="br">Fonte PSDB http://www.psdb.org.br/bolsa-familia-psdb-cobra-novos-esclarecimentos-do-governo/

José de Alencar photo
Caetano Veloso photo
Machado de Assis photo
Tennessee Williams photo
Paulo Leminski photo

“Quero licença poética,
E quebrar a censura, e ser livre
Para poder mandar alguém
Para onde eu quiser,
E também ser mandado
Ao bel prazer.”

Valter Bitencourt Júnior

Fragmento da poesia Sede, Você Pode: Antologia, organizada por Valter Bitencourt Júnior, Amazon/Clube de Autores, 2018, pág. 11, 12 e 13, ISBN: 9781980631071.
Valter Bitencourt Júnior

Esta tradução está aguardando revisão. Está correcto?
Merce Cunningham photo
Frank Zappa photo
Carlos Santana photo
Simone Bittencourt de Oliveira photo
Manuel Bandeira photo
Adélia Prado photo
Clarice Lispector photo
Friedrich Nietzsche photo

“Se uma mulher tem inclinações eruditas é porque, em geral, há algo de errado na sua sexualidade. A esterilidade predispõe a uma certa masculinidade do gosto; é que o homem, com vossa licença, é de facto «o animal estéril».”

Friedrich Nietzsche (1844–1900) filósofo alemão do século XIX

Variante: Se uma mulher tem inclinações eruditas é porque, em geral, há algo de errado na sua sexualidade. A esterilidade predispõe a uma certa masculinidade do gosto; é que o homem, com vossa licença, é de fato «o animal estéril».

Mia Couto photo

“a gente nasce sem pedir e morre sem ter licença.”

Mia Couto (1955)

Venenos de Deus, Remédios do Diabo

Gabriel García Márquez photo
Enéas Carneiro photo

“Peço licença à população brasileira que me ouve para dizer que, mais uma vez, de maneira tenebrosa, aviltante, repugnante, sórdida, torpe, vil, ignominiosa, ela está sendo enganada - e isso é uma torpeza sem limites.”

Enéas Carneiro (1938–2007)

Congresso Nacional - Indignação com o índice de reajuste do salário mínimo proposto pelo Governo - Sessão: 133.2.52.O - 23/06/2004

Esta frase aguardando revisão.

“⁠⁠Quem não se curva aos caprichos dos apaixonados — não precisa mendigar respeito, sobretudo de gente tão confusa.

Especialmente das que confundem coisas tão simples como: arrogância com bravura, autoritarismo com autoridade, discurso de ódio com liberdade de expressão e bajulação com admiração.

Salve as Forças Armadas brasileiras!

São tão confusos a ponto de trocarem princípios por gritos, razão por devoção cega, e coragem por brutalidade.

Chamam arrogância de bravura, como se elevar a voz fosse prova de grandeza.

Confundem autoritarismo com autoridade, sem perceber que a verdadeira autoridade não se impõe — se sustenta.

E ainda se vestem de discurso de ódio com o rótulo de liberdade de expressão, ignorando que liberdade não é licença para ferir.

E, pasmem, confundem descaradamente bajulação com admiração, porque nunca aprenderam a respeitar sem se ajoelharem.

O problema não está em ter convicções, mas em permitir que elas substituam o discernimento.

Paixões desenfreadas não constroem — atropelam.

E quem vive de idolatria costuma se ofender com qualquer espelho que revele a própria incoerência.

Respeito não se implora.

Se pratica, se demonstra, se preserva.

E quem sabe disso não se curva a histerias coletivas nem se deixa intimidar por certezas barulhentas e vazias.

Salve as Forças Armadas brasileiras —
não como instrumento de paixões momentâneas,
mas como instituições de Estado,
que existem para servir à nação, à Constituição e à ordem,
nunca a delírios, vaidades ou projetos pessoais.

Porque maturidade democrática também é saber distinguir força de violência,
autoridade de abuso,
e amor ao país de fanatismo disfarçado de patriotismo.”

Alessandro Teodoro

Esta frase aguardando revisão.

“O Bandido Assumido consegue ser muito mais Honesto do que qualquer Covarde sob a segunda pele do Braço Armado do Estado.

É uma verdade que incomoda — e talvez deva mesmo incomodar. 

Porque ela não exalta o crime, mas expõe uma ferida mais profunda: a da confiança traída por quem deveria, por princípio, protegê-la.

O bandido declarado não esconde suas intenções. 

Ele não se disfarça de virtude, não se abriga na legitimidade de um uniforme, não reivindica para si a autoridade moral de agir em nome da lei. 

Seu erro é explícito — e, por isso mesmo, enfrentado como tal. 

Há clareza no confronto.

Já o covarde que veste o poder como fantasia opera num terreno muito mais perigoso. 

Ele não apenas erra; ele distorce. 

Usa a força que lhe foi confiada como escudo para suas fraquezas, como instrumento para seus desvios, como licença para ultrapassar limites que deveria defender. 

E, ao fazer isso, não fere apenas uma vítima — corrói a própria ideia de justiça.

Porque quando a violência vem de onde se esperava proteção, ela não é só agressão: é Desilusão. 

E desilusão, quando se instala, é mais devastadora do que o medo. 

O medo nos alerta. 

A desilusão nos paralisa.

Não se trata de romantizar quem vive à Margem da Lei, mas de reconhecer que a hipocrisia tem um peso moral diferente. 

O erro de quem nunca prometeu ser correto é Gravíssimo. 

Mas o erro de quem jurou ser justo — e falha por conveniência, abuso ou covardia — é uma quebra de pacto que não merece perdão.

E talvez seja isso que mais nos inquieta: perceber que o problema não está apenas na existência do mal declarado, mas na infiltração silenciosa do desvio dentro das estruturas que deveriam contê-lo.

No fim, a sociedade não se sustenta apenas por leis, mas pela confiança de que aqueles que as aplicam não as dobrarão ao sabor de seus próprios interesses. 

Quando essa confiança se rompe, o que sobra não é apenas insegurança — é um vazio ético onde qualquer narrativa pode se impor.

E é nesse vazio que a verdade mais incômoda ecoa: não é a presença do Bandido Assumido que mais ameaça a ordem, mas a perda da integridade de quem deveria garanti-la.”

Alessandro Teodoro

Esta frase aguardando revisão.

“⁠Muito mais assustadora que qualquer Enfermidade é a falta de Senso Coletivo,

sobretudo ao compartilhar espaços da Saúde Pública.

As dores não escolhem hora, idade, condição social ou crenças.

Elas chegam sem pedir licença e colocam lado a lado pessoas fragilizadas, assustadas e, muitas vezes, dependentes da compreensão alheia.

Em unidades hospitalares, onde a vulnerabilidade é uma condição comum a todos, o mínimo esperado deveria ser a consciência de que ninguém está ali por lazer.

O barulho inerente a qualquer doença, ainda que terminal, é permissão divina; o que se faz em volta dela é escolha humana.

O choro de uma criança, o sintoma barulhento da apneia do sono, o gemido de quem sente dor, a tosse persistente de um enfermo ou a angústia silenciosa de uma família fazem parte das muitas realidades da condição humana.

São manifestações que não obedecem à nossa vontade.

Mas a conversa em volume excessivo, a indiferença diante do sofrimento alheio, a falta de respeito com o descanso de quem luta para se recuperar e a incapacidade de perceber que o espaço é coletivo pertencem ao campo das escolhas.

Talvez um dos principais testes de civilidade não esteja nos grandes discursos sobre empatia, mas nos pequenos gestos praticados quando ninguém está nos observando.

Respeitar o silêncio de um hospital, moderar ou erradicar comportamentos inconvenientes e considerar a presença de pessoas fragilizadas são atitudes muito simples, porém reveladoras.

Demonstram que ainda conseguimos enxergar para além do próprio umbigo.

Uma sociedade se fortalece quando compreende que direitos individuais e responsabilidades coletivas caminham de mãos dadas.

Quando essa percepção desaparece, o desconforto causado pela falta de consideração pode se tornar ainda mais pesado do que a própria enfermidade — ainda que ela seja terminal.

Afinal, a doença atinge o corpo, mas a ausência de Senso Coletivo desgasta algo ainda mais profundo: a capacidade de convivermos como — e em — comunidade.

No fim, a verdadeira Saúde de um povo não se mede apenas pela qualidade dos seus hospitais ou pela eficiência e humanização dos seus tratamentos.

Ela também se revela na maneira como as pessoas Escolhem agir diante da fragilidade humana.

Porque a dor pode ser inevitável, mas a insensibilidade jamais.”

Alessandro Teodoro