Frases sobre impacto

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da impacto, sobra, outro, pessoas.

Frases sobre impacto

“Prepare a criança


…contaremos à vindoura geração os louvores do Senhor, e o seu poder, e as maravilhas que fez. v.4


Uma frase em muitos sites aos pais diz: “Prepare a criança para a estrada, não a estrada para a criança.” Em vez de tentar remover todos os obstáculos e preparar o caminho para as crianças em nossa vida, devemos equipá-las para as dificuldades que encontrarão na estrada à sua frente.

O salmista escreveu: “…contaremos à vindoura geração os louvores do Senhor, e o seu poder, e as maravilhas que fez. Ele estabeleceu […] e ordenou a nossos pais que os transmitissem a seus filhos, a fim de que a nova geração os conhecesse, filhos que ainda hão de nascer se levantassem e por sua vez os referissem aos seus descendentes” (vv.4-6). O objetivo é que “pusessem em Deus a sua confiança e não se esquecessem dos feitos de Deus, mas lhe observassem os mandamentos” (v.7).

Pense no poderoso impacto espiritual que os outros tiveram sobre nós pelo que disseram e como viveram. Sua conversa e demonstração chamou a nossa atenção e acendeu um fogo em nós para seguirmos a Jesus exatamente como eles fizeram.

É um maravilhoso privilégio e responsabilidade compartilhar a Palavra de Deus e Seu plano para a nossa vida com a próxima geração e as gerações vindouras. Não importa o que os aguarda no caminho pela vida, queremos que estejam preparados e equipados para enfrentá-lo na força do Senhor.

Com conversas e exemplos, ajude a preparar as crianças 
a seguir o Senhor na estrada à frente. David C. McCasland”

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“Regra de cinco minutos


…atendeu à oração do desamparado e não lhe desdenhou as preces. v.17


Li sobre uma regra de cinco minutos que certa mãe tinha para os seus filhos. Eles tinham que estar prontos para a escola e se reunir cinco minutos antes de sair a cada dia.

Eles se reuniam em torno da mãe, e ela orava por cada um deles pelo nome, pedindo a bênção do Senhor em seu dia. Em seguida beijava-os e eles saíam correndo. Outras crianças do bairro eram incluídas no círculo de oração se eles passassem por perto. Uma das crianças disse muitos anos mais tarde que com esta experiência, aprendeu como a oração é crucial para o seu dia.

O escritor do Salmo 102 reconhecia a importância da oração. Este salmo é conhecido por ser: “Oração do aflito que, desfalecido, derrama o seu queixume perante o Senhor.” Ele clamou: “Ouve, Senhor, a minha súplica […] no dia em que eu clamar, dá-te pressa em acudir-me” (vv.1,2). O “…Senhor, do alto do seu santuário, desde os céus, baixou vistas à terra” (v.19).

Deus cuida de você e quer ouvi-lo. Se você segue a regra dos cinco minutos diários pedindo as bênçãos de Deus, ou precisa passar mais tempo clamando a Ele em profunda angústia, fale com o Senhor todos os dias. O seu exemplo pode ter um grande impacto em sua família ou em alguém próximo a você.

A oração é o reconhecimento 
da nossa necessidade de Deus. Anne Cetas”

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“⁠Há pessoas que entram na tua vida que têm um impacto maior do que aquelas que conheces há anos.”

Pedro Fernando (1998) rapper angolano

Fonte: https://www.pensador.com/frase/MzIyNjg5Mg/

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“Escrevo algumas palavras ainda me recuperando do impacto que me causou a leitura.”

Fiódor Dostoiévski livro O Idiota

Notas do Subterrâneo ou Memórias do subsolo, O Idiota

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“As canções perderam impacto. Inclusive as boas. Elas estão em toda parte, são ouvidas em todas as situações, sem força.”

Lou Reed (1942–2013) cantor e guitarrista americano

Caderno Mais, Folha de São Paulo, 04 de janeiro de 2009

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“O impacto é como um soco que pode feri-lo.”

Demi Lovato (1992) cantora, compositora e atriz dos Estados Unidos

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“Calcula-se que a Peste Negra matou entre um terço e metade dos europeus, e que teve um impacto equivalente na China. Assinalou, para ambas as civilizações, o termo súbito e selvagem de uma era de crescimento e progresso, exacerbada por uma mudança no clima que trouxe invernos muito mais frios e colheitas devastadas. Na Europa, teria alguns efeitos surpreendentes. Excepcionalmente, uma vez que tanto do indispensável campesinato trabalhador nos países ocidentais, como França e Inglaterra, morreu, os que restaram puderam negociar melhores salários e libertar-se um pouco das exigências dos senhorios. Os começos de uma sociedade mais versátil, já não tão aferrada à propriedade da terra pelas famílias nobres, surgiram em consequência da matança bacteriana.
Estranhamente, na Europa Oriental o efeito foi quase inverso. Os proprietários de terras acabaram por ver o seu poder e alcance acrescidos e arrastaram gradualmente o campesinato sobrevivente para uma sujeição mais pesada, designada pelos historiadores como «segunda servidão». Isto foi possível porque os proprietários da Europa Oriental, que chegaram mais tarde ao feudalismo, eram um pouco mais poderosos e bem enraizados antes de ter chegado a epidemia. As cidades da actual Polónia, da Alemanha Oriental e da Hungria eram menos povoadas e poderosas do que as cidades mercantis – apoiadas no comércio da lã e do vinho – do norte de Itália e de Inglaterra. Os progressos nos direitos jurídicos e no poder das guildas na Europa Ocidental poderão não ter sido extraordinários pelos padrões actuais, mas foram suficientes para terem feito pender a vantagem contra a nobreza, num momento em que a força de trabalho era escassa. A leste, a aristocracia era mais impiedosa e deparava com menos resistência do campesinato disperso. Assim, uma modesta diferença no equilíbrio do poder, subitamente exagerada pelo abalo social decorrente da Peste Negra, provocou mudanças extremamente divergentes que, durante séculos, teriam como efeito um maior avanço e uma maior complexidade social da Europa Ocidental em comparação com territórios de aparência semelhante imediatamente a leste.
A França e a Holanda influenciaram todo o mundo; a Polónia e as terras checas influenciaram apenas o mundo da sua envolvência imediata.
Esses efeitos eram, obviamente, invisíveis para aqueles que atravessaram as devastações da peste, que regressaria periodicamente nos séculos mais próximos. No primeiro regresso, particularmente horrendo, as cidades tornaram-se espectros fantasmagóricos do espaço animado que em tempos haviam sido. Aldeias inteiras esvaziaram-se, deixando os seus campos regressarem ao matagal e aos bosques. Prosperaram a obsessão e o extremismo religiosos, e impregnou-se profundamente no povo cristão uma visão sombria do fim dos tempos. As autoridades vacilavam. As artes e os ofícios decaíram. O papado tremeu. Do outro lado da Eurásia, a glória da China Song desmoronou-se e também aí os camponeses se revoltaram. A mensagem de esperança de Marco Polo ecoou em vão entre povos que ainda não estavam suficientemente fortes para se esticarem e darem as mãos.”

Andrew Marr (1959) jornalista britânico

História do Mundo

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“Depois de Aqcha, a cor da paisagem mudou de chumbo para alumínio, tornou-se pálida e mortiça, como se há milhares e milhares de anos o sol lhe sugasse a alegria. Estávamos agora na planície de Balkh, que se diz ser a cidade mais antiga do mundo. Os maciços de árvores verdes, os tufos de erva áspera e cortante em forma de repuxo, quase pareciam negros, pois destacavam-se sobre o fundo daquela tonalidade mortal. De vez em quando, avistávamos um campo de cevada. O cereal estava maduro, e turcomanos em tronco nu colhiam-no com foices. Mas não era castanho nem dourado, nem lembrava Ceres, nem abundância. Parecia ter embranquecido prematuramente, como o cabelo de um louco, perdendo tudo o que nele fora nutritivo. E destas extensas mortalhas, primeiro a norte e depois a sul da estrada, elevavam-se as formas branco-acizentadas e carcomidas de uma arquitectura antiga, montículos, sulcados e esmaecidos pela chuva e pelo sol, mais estafados do que qualquer obra humana por mim vista: uma pirâmide torta, uma plataforma afunilada, um maciço de ameias, um animal agachado, com que os gregos de Báctria estavam familiarizados, e Marco Polo depois deles. Já deviam ter desaparecido. Mas foi o próprio impacto do sol, que, congregando a pertinácia daquele barro de cinza, permitiu conservar uma centelha inextinguível de forma, a centelha que não se encontra numa fortificação romana, nem numa mamoa coberta de erva, a centelha que continua a tremeluzir num mundo mais luminoso do que ela própria, cansada como só um suicida frustrado consegue ser.”

Robert Byron

The Road to Oxiana

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“Não tem dinheiro. Se não há o recurso, não fomos nós que criamos essa situação. Sempre uso uma expressão: não chegamos ao fundo do poço, passamos do fundo do poço. Uma atitude dessa natureza me impacta pessoalmente, mas sei o que serve para o estado. Para alguém que está com câncer, não adianta dar Novalgina. É preciso criar condições de manter a máquina funcionando, os serviços públicos funcionando.”

José Ivo Sartori (1948) Ex-Governador do Estado do Rio Grande do Sul

Governador do RS, discorrendo sobre a grave crise fiscal pela qual o estado passa, em entrevista concedida ao jornal Zero Hora — 25 de agosto de 2015. <br class="br">Fonte: G1 http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2015/08/passamos-do-fundo-do-poco-define-jose-ivo-sartori-sobre-crise-no-rs.html

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“Era comum Lula, em ambientes restritos, reclamar e até esbravejar sobre assuntos ilícitos que chegavam a ele e que tinham ocorrido por sua decisão. A intenção de Lula era clara no sentido de testar os interlocutores sobre seu grau de conhecimento e o impacto de sua negativa.”

Antonio Palocci (1960) Ex-Ministro da Fazenda do Brasil

Em acordo de delação premiada no âmbito da Operação Lava-Jato <br class="br">Fonte: O Antagonista https://www.oantagonista.com/brasil/palocci-era-comum-lula-esbravejar-sobre-assuntos-ilicitos-que-tinham-ocorrido-por-sua-decisao/ — 01 de outubro de 2018

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“Receio que o termo “Textão” tenha surgido dos Leitores apressados que se alimentam da Superficialidade Digital.

É muito curioso como uma Palavra criada para diminuir o Tamanho de uma Reflexão acabou revelando muito mais sobre quem a utiliza do que sobre quem Escreve.

Chamar um texto de “textão” quase sempre carrega uma dose de impaciência, como se dedicar alguns minutos à leitura fosse um sacrifício incompatível com o ritmo frenético da vida online.

Vivemos a era da Velocidade…

Tudo precisa ser resumido, comprimido, editado, transformado em poucos segundos de vídeo, em frases de efeito ou em legendas que caibam entre uma propaganda e outra.

A profundidade passou a disputar espaço com o algoritmo, e o algoritmo muito raramente recompensa quem exige pausa, silêncio e Contemplação.

Não se trata de condenar a Tecnologia.

Ela democratizou o acesso à informação de uma forma jamais imaginada.

O problema começa quando confundimos informação com conhecimento, opinião com reflexão e consumo de conteúdo fragmentado com aprendizado.

Nunca lemos tanto; mas talvez nunca tenhamos compreendido tão pouco.

Há uma diferença enorme entre passar os olhos por centenas de publicações e permitir que uma ideia atravesse as nossas convicções.

A primeira alimenta o cérebro com estímulos constantes; a segunda exige algo muito mais raro: disposição para pensar.

Pensar dói, desmonta certezas e nos obriga a reconhecer que o mundo dificilmente cabe em frases feitas.

Talvez por isso os textos longos incomodem tanto.

Eles não permitem respostas automáticas.

Exigem tempo, interpretação e, principalmente, disposição para dialogar com ideias que podem contrariar as nossas próprias crenças.

Em uma cultura que premia reações instantâneas, qualquer convite à reflexão parece um atraso.

É muito curioso perceber que quase ninguém reclama de assistir horas de uma série, acompanhar partidas inteiras de futebol, maratonar vídeos ou permanecer incontáveis minutos, quiçá horas, deslizando o dedo sobre a tela.

O problema não é o tempo…

O problema é quando esse tempo precisa ser investido em algo que exige participação intelectual.

O entretenimento flui; a reflexão cobra presença.

Reduzir qualquer argumento elaborado ao rótulo de "Textão" também revela uma inversão muito preocupante de valores.

A brevidade deixou de ser uma qualidade para se tornar uma obrigação.

Como se toda ideia complexa pudesse — e devesse — caber em poucas linhas.

Mas a realidade não é simples.

Justiça, ética, liberdade, amor, política, fé, educação ou desigualdade jamais serão compreendidos em meia dúzia de caracteres.

A pressa também produz outro efeito silencioso: substitui o entendimento pelo julgamento.

Antes mesmo de compreender um raciocínio completo, muitos já formulam uma resposta.

Não dialogam com argumentos; combatem impressões.

Nem escutam para entender; escutam apenas o suficiente para responder.

Isso explica por que tantos debates se transformaram em disputas de frases de impacto.

Vence quem viraliza, não quem argumenta.

Ganha visibilidade quem simplifica, ainda que simplificar signifique distorcer.

Talvez o verdadeiro "Textão" não esteja nas palavras escritas, mas na complexidade da própria existência.

A vida nunca foi tão resumida.

Uma amizade não cabe em um emoji.

Um luto não se traduz em status ou stories.

Uma consciência não amadurece por meio de manchetes.

Os maiores aprendizados sempre exigiram tempo, escuta e profundidade.

Ler um texto longo não é apenas consumir palavras; é exercitar uma habilidade que está se tornando muito rara: permanência.

Permanecer diante de uma ideia até compreendê-la.

Permanecer diante de um argumento sem fugir para a próxima distração.

Permanecer diante do desconforto que uma boa reflexão inevitavelmente provoca.

Talvez o problema nunca tenha sido o “Textão”.

Talvez o problema seja a dificuldade crescente de permanecer tempo suficiente diante de qualquer coisa que não produza Gratificação Imediata.

E, quem sabe, o dia em que voltarmos a valorizar a Leitura Demorada, a Conversa Profunda e o Pensamento Paciente seja também o dia em que deixaremos de chamar Reflexão de Excesso de Palavras e reconheceremos nela aquilo que sempre foi: um convite para enxergar Além da Superfície.”

Alessandro Teodoro