Frases sobre ídolo

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da ídolo, ser, vida, vida.

Frases sobre ídolo

“Chuvas de primavera


…como a alva a sua vinda é certa; e ele descerá sobre nós como a chuva, […] que rega a terra. v.3


Precisando de uma pausa, fui caminhar num parque das proximidades. Enquanto caminhava, uma explosão de verde me chamou a atenção. Fora da lama surgiam rebentos de vida que em poucas semanas seriam narcisos alegres, anunciando a primavera e o calor que se aproximava. Tínhamos sobrevivido a mais um inverno!

Quando lemos o livro de Oseias, podemos nos sentir, em parte, como num inverno implacável. O Senhor deu a este profeta a pouco invejável tarefa de se casar com uma mulher infiel para demonstrar o amor do Criador por Seu povo Israel (1:2,3). A esposa de Oseias, Gomer, quebrou seus votos de casamento, mas Oseias a aceitou novamente, desejando que ela o amasse com dedicação (3:1-3). Assim também o Senhor deseja que o amemos com a força e empenho que não se evaporarão como a névoa da manhã.

Como nos relacionamos com Deus? Será que o buscamos, principalmente em momentos de dificuldade, procurando respostas ao nosso sofrimento, mas ignorando-o em nossas celebrações? Somos como os israelitas, facilmente seduzidos pelos ídolos do nosso tempo, tais como: ocupação, sucesso e influência?

Hoje, podemos novamente nos comprometer com o Senhor, que nos ama, tão certo como os botões em flores na primavera.

Embora possamos ser infiéis a Deus, 
Ele nunca vai virar Suas costas a nós. Amy Boucher Pye”

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“A coragem de Kossi


Não terás outros deuses diante de mim. […]. Não as adorarás, nem lhes darás culto… Êxodo 20:3,5


Enquanto aguardava por seu batismo no rio, Kossi inclinou-se para pegar uma velha escultura de madeira. Sua família tinha adorado esse objeto por gerações, e, agora o viam jogá-la no fogo preparado para a ocasião. Não mais escolheriam suas melhores galinhas para o sacrifício a esse deus.

No Ocidente, a maioria dos cristãos pensa em ídolos como metáforas para o que colocam no lugar de Deus. No Togo, África Ocidental, os ídolos representam, literalmente, os deuses que devem ser apaziguados com sacrifícios. A queima do ídolo e o batismo representam uma declaração corajosa sobre a fidelidade do novo cristão ao único Deus verdadeiro.

Aos 8 anos, o rei Josias chegou ao poder em meio à cultura de adoração aos ídolos e obcecada por sexo. Seu pai e o avô tinham sido dois dos piores reis em toda a história sórdida de Judá. Nesse contexto, o sumo sacerdote descobriu o Livro da Lei, e quando o jovem rei ouviu suas palavras, guardou-as no coração (22:8-13). Josias destruiu os altares, queimou os itens dedicados à deusa Astarote e aboliu a prostituição ritual (cap.23). Em vez disso, celebrou a Páscoa (23:21-23).

Ao procurarmos respostas que não vêm de Deus, consciente ou inconscientemente, perseguimos um falso deus. Quais os ídolos, literais ou em sentido figurado, que precisamos jogar no fogo?

Filhinhos, guardai-vos dos ídolos. 
1 João 5:21 Tim Gustafson”

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“Eu não tenho ídolos. Tenho admiração por trabalho, dedicação e competência.”

Ayrton Senna (1960–1994) piloto brasileiro de Fórmula 1

em outubro de 1981, conforme citado em Revista Veja, edição especial 1338-A, 3 de maio de 1994, p. 58
Atribuídas

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“Meus ídolos como pilotos sempre foram Niki Lauda e Gilles Villeneuve. O primeiro pela frieza e Villeneuve pela agressividade.”

Ayrton Senna (1960–1994) piloto brasileiro de Fórmula 1

Citado em 10 anos sem Senna http://esportes.terra.com.br/senna10anos/frases.html, esportes.terra

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“As mães não querem ver a Bruna Surfistinha como ídolo da garotada”

Ângela Rô Rô (1949) Cantora

criticando a anunciada adaptação cinematográfica do livro O Doce Veneno do Escorpião, da ex-garota de programa Bruna Surfistinha
Fonte: Revista Isto É Gente!, edição 349

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“O que posso falar de Dorothea? Eu a conheci quando eu estava na escola, e descobri a garota que estava destinada a ser minha mulher. Tínhamos um relacionamento tempestuoso e terminamos várias vezes no início dos anos 80. Confesso que em 1986 se eu fosse obrigado a escolher entre ela e a minha música, eu escolheria a minha música. Agora, isto mudou.. é verdade, pois eu diria que a minha família é o meu greatest hits agora. A música será sempre meu primeiro amor, porque me trouxe tudo que eu tenho na vida, mas não é mais meu único amor.". Fico feliz de conhecer Dorothea por quase toda a minha vida e não nos últimos dois anos. Se eu a tivesse conhecido agora, provavelmente lhe perguntaria o porque dela estar comigo, pois ela definitivamente não é a esposa de um rock star. Ela não quer um relógio novo ou um carro luxuoso, ela se importa apenas com o que eu faço, mas não está interessada na minha pessoa como um rock star. Lembro que quando eu era um adolescente e trabalhava num estúdio de gravação, o ídolo da adolescência dela, David Bowie, foi a esse estúdio. Eu liguei para ela e perguntei se ela não gostaria de lá ir para conhecê-lo, mas ela simplesmente não quis. Dot nunca sairia em turnê comigo, ela preferiria ficar em casa e cuidar das crianças. Sou eu que gosto de leva-la comigo. Eu continuo morrendo de tesão por ela! Posso fazer uma cena de cama com a Demi Moore ou com tantas outras atrizes, como já fiz e curtir isso, mas nenhuma delas é a mulher que eu quero para ter em minha casa.”

Jon Bon Jovi (1962)

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“Derrubar ídolos - isso sim, já faz parte do meu ofício.”

Friedrich Nietzsche livro Ecce homo

Ecce homo - págna 9 https://books.google.com.br/books?id=pTvkrVWAUG0C&amp;pg=PT9, Friedrich Nietzsche - Traduzido por Paulo César de Souza, Editora Companhia das Letras, 2008, ISBN 8580863406, 9788580863406, 144 páginas <br class="br">Ecce Homo

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“Não gosto muito de rótulos, na verdade. Não sei quem seria o novo ídolo do humor. Não acho que nesse circuito que a gente tem de humor dá para dizer quem é o cara, mas que legal que o Rafinha (Bastos) tenha esse reconhecimento. Ele está há tanto tempo trabalhando com humor, a dedicação que ele tem com a internet e os vídeos, que é merecido.”

Rafael Cortez (1976)

Cortez, ao comentar sobre o título de Rafinha Bastos como mais influente no Twitter, segundo o The New Work Times (5 de agosto de 2011) <br class="br">Atribuídas <br class="br">Fonte: Rafael Cortez diz que Rafinha Bastos merece reconhecimento do &quot;NYT&quot;, 27 de outubro de 2011, F5, 5 de agosto de 2011, 2011, agosto, F5, português http://f5.folha.uol.com.br/celebridades/954610-rafael-cortez-diz-que-rafinha-bastos-merece-reconhecimento-do-nyt.shtml,

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“Fiukar: ato ou efeito de de agir como um verdadeiro retardado, para iludir uma penca de adolescentes igualmente retardadas, de modo a deixá-las com as coxas úmidas pensando que são amadas por um ídolo babaca”

Felipe Neto (1988) Youtuber e empresário brasileiro

Em crítica ao cantor Fiuk e afins. <br class="br">Verificadas <br class="br">Fonte: Jornal Extra Online. Data de publicação: 21 de julho de 2010. <br class="br">Fonte: Barraco! Fiuk discute com o videomaker Felipe Neto no Twitter, Ana Carolina de Souza, Jornal Extra Online, 21 de julho de 2010 http://extra.globo.com/tv-e-lazer/barraco-fiuk-discute-com-videomaker-felipe-neto-no-twitter-368517.html,

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“Tive uma história muito bonita no Cruzeiro e tenho muito carinho pelo clube e pela torcida celeste. Fico muito honrado de ser considerado um dos maiores ídolos de todos os tempos do time. Estar ao lado de jogadores como Tostão, Dirceu Lopes, Zé Carlos, Ronaldo e tantos outros é algo muito gratificante e que fica marcado em minha vida.”

Frederico Chaves Guedes (1983) futebolista brasileiro

Globoesporte.com Fifa destaca Fred como um dos maiores ídolos do Cruzeiro http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Futebol/0,,MUL1039355-9825,00-FIFA+DESTACA+FRED+COMO+UM+DOS+MAIORES+IDOLOS+DO+CRUZEIRO.html 12/03/2009

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“Vai parecer clichê, mas eu não tenho ídolos. O Ayrton é apenas uma referência. Idealizar alguém é uma péssima forma de iniciar uma carreira. Ao idealizar, você quer ser igual a essa outra pessoa. Meu objetivo não é esse.”

Bruno Senna (1983)

Verificadas <br class="br">Fonte: UOL Esportes. Publicado dia 08/11/2009. <br class="br">Fonte: Bruno Senna afirma que nem mesmo o tio é seu ídolo no automobilismo. http://esporte.uol.com.br/f1/ultimas-noticias/2009/11/08/ult4361u3145.jhtm

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“O papa é um ídolo a quem se atam as mãos e se beijam os pés.”

Voltaire (1694–1778) volter também conhecido como bozo foia dona da petrobras e um grande filosofo xines

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“As massas conservaram dele somente a imagem, nunca a Idéia. Elas jamais foram atingidas pela Idéia de Deus, que permaneceu um assunto de padres, nem pelas angústias do pecado e da salvação pessoal. O que elas conservaram foi o fascínio dos mártires e dos santos, do juízo final, da dança dos mortos, foi o sortilégio, foi o espetáculo e o cerimonial da Igreja, a imanência do ritual - contra a transcendência da Idéia. Foram pagãs e permaneceram pagãs à sua maneira, jamais freqüentadas pela Instância Suprema, mas vivendo das miudezas das imagens, da superstição e do diabo. Práticas degradadas em relação ao compromisso espiritual da fé? Pode ser. Esta é a sua maneira, através da banalidade dos rituais e dos simulacros profanos, de minar o imperativo categórico da moral e da fé, o imperativo sublime do sentido, que elas repeliram. Não porque não pudessem alcançar as luzes sublimes da religião: elas as ignoraram. Não recusam morrer por uma fé, por uma causa, por um ídolo. O que elas recusam é a transcendência, é a interdição, a diferença, a espera, a ascese, que produzem o sublime triunfo da religião. Para as massas, o Reino de Deus sempre esteve sobre a terra, na imanência pagã das imagens, no espetáculo que a Igreja lhes oferecia. Desvio fantástico do princípio religioso. As massas absorveram a religião na prática sortílega e espetacular que adotaram.”

Jean Baudrillard livro In the Shadow of the Silent Majorities

In the Shadow of the Silent Majorities

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“"Apenas necessitava de silêncio, distante da aglomeração humana e de quaisquer sombras e resquícios de atividade humana, padrões sociais e desejos insaciáveis. Em completo silêncio, era o que precisava. Uma fuga por tempo indeterminado para retornar à minha essência que anula-se cegamente aos atos da vida urbana da modernidade.
Não me encaixava em nenhum grupo, e não desejava compor nenhum deles. Sinto que a aproximação aos aglomerados de pessoas anulam minha individualidade. Todos eles caminham rumo ao declínio.
Não poderia haver momento mais pleno e alegre enquanto estava só e enrolada ao cobertor em uma manhã fria de inverno. Por mais que confortasse, e trouxesse paz, era temporário. Saberia que pouquíssimo tempo após teria de levantar-me e realizar as obrigações sociais, e conviver com indivíduos inertes e demasiadamente dependentes do sistema. Tampouco capazes de perceberem a realidade em que vivem, e seguem cegamente sem questionar. Fazendo-se de seus ídolos muletas metafísicas, e nutrindo meias verdades e desejos insaciáveis para suportar a existência. Vivendo na ilusão do conhecimento sem compreender a vastidão infinita presente no interior de vossas almas.
Sou inteiramente propícia a vivenciar a solitude em completo festejo, e transformar o mais profano padecimento em conhecimento. A solidão compõe a mais profunda das filosofias.
Livrai-vos de vossos apegos, pois são estas às raízes que sustentam vossos sofrimentos. Plantastes sofrimento e colhestes saberes."”

Maria Eduarda Eskildsen

Esta tradução está aguardando revisão. Está correcto?
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“E se você humilhar um ídolo, não resta mais nada.”

Agatha Christie (1890–1976) escritora, romancista, contista, dramaturga e poetisa britânica

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“Não à toa, vários ídolos da música negra em alguma parte da carreira (alguns em toda ela) se devotam ao movimento. Bob Marley, Nina Simone, Fella Kuti, Wilson Simonal, James Brown, Milton Nascimento… A luta pelo sonho várias vezes se cruza com a luta pelo direitos iguais.”

Rashid (cantor) (1988)

como citado in Revista Galileu http://revistagalileu.globo.com/Cultura/noticia/2015/11/com-clip-novo-rapper-rashid-fala-sobre-discriminacao-no-brasil.html; entrevista a Nathan Fernandes, 13/11/2015 - 14H11/ atualizado 10H0707

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Esta frase aguardando revisão.

“A Idolatria Funcional a serviço da Instrumentalização Religiosa.

Há formas de idolatria que não exigem estátuas, imagens, altares ou templos.

Algumas são muito mais sofisticadas: vestem-se de Discurso Religioso, apropriam-se de símbolos sagrados e, silenciosamente, ocupam o lugar que deveria pertencer somente a Deus.

A Idolatria Funcional acontece quando algo criado — uma pessoa, um líder, uma ideologia, uma instituição, uma causa ou mesmo uma visão de mundo — passa a receber uma confiança, uma lealdade e uma devoção que ultrapassam os limites daquilo que é legítimo.

Não precisa ser chamado de deus para funcionar como um.

É nesse terreno medonho que a Instrumentalização Religiosa encontra sua maior oportunidade.

Quando a fé deixa de formar consciências e passa a fabricar lealdade, algo essencial se perdeu.

Quando a Religião deixa de confrontar o poder e passa a ser utilizada para legitimá-lo, o sagrado corre o risco de transformar-se em ferramenta de interesses humanos.

E quando pessoas são ensinadas a enxergar determinado líder, grupo ou projeto como expressão quase irrefutável da vontade divina, a crítica passa a ser tratada como blasfêmia, e a discordância, como infidelidade.

Talvez uma das formas mais perigosas de idolatria seja aquela que consegue convencer o idólatra de que sua devoção não é idolatria, mas fidelidade.

A Escritura é particularmente incisiva ao denunciar essa inversão.

O problema dos ídolos nunca foi apenas o material de que eram feitos, mas o poder que lhes era atribuído.

Um ídolo é uma criatura que recebe aquilo que pertence ao Criador.

É a criatura ocupando o lugar do Criador; o meio tornando-se fim; o instrumento transformando-se em objeto de devoção.

Por isso, a pergunta teológica não deveria ser apenas: “Quem você adora?”

Talvez precisemos perguntar também: “Em quem você deposita uma confiança que somente Deus deveria receber?”

É possível louvar a Deus e, simultaneamente, construir ídolos funcionais.

É possível frequentar templos, citar versículos e defender valores religiosos enquanto, no porão da consciência, outra coisa ocupa o centro das atenções.

Porque a idolatria não se revela apenas no que os lábios professam, mas naquilo que determina nossas paixões, nossos medos, nossas lealdades e nossas escolhas.

E é justamente aí que a Instrumentalização Religiosa se torna tão eficiente.

Ela não precisa destruir a fé.

Basta cooptá-la.

Não precisa afastar as pessoas da religião.

Basta ensinar-lhes a enxergar Deus a partir de interesses previamente definidos.

Não precisa eliminar o discurso cristão.

Basta colocá-lo a serviço de uma agenda oculta que passa a ser considerada sagrada.

Quando isso acontece, a religião deixa de ser profética e torna-se legitimadora.

Em vez de perguntar ao poder se ele é justo, passa a perguntar quem deve ser obedecido.

Em vez de denunciar a corrupção da alma humana, começa a eleger seus próprios intocáveis.

Em vez de conduzir o indivíduo à conversão, conduz à identificação com um grupo.

O resultado é uma fé que já não consegue ouvir a voz de Deus quando ela contradiz seus próprios afetos.

Talvez essa seja uma das grandes tragédias espirituais do nosso tempo: pessoas tão apaixonadas por aquilo que defendem que já não conseguem discernir aquilo que estão adorando.

Jesus, porém, nunca ensinou seus discípulos a transformar o Reino de Deus em propriedade de um grupo.

Seu caminho foi outro.

Ele recusou ser instrumentalizado pelo poder, recusou transformar sua missão em projeto de dominação e recusou reduzir o Reino a uma plataforma de interesses humanos.

O Cristo dos Evangelhos não precisava de um poder político para provar ser o Messias.

Ao contrário, diante da tentação do poder, mostrou que existem vitórias que, quando conquistadas pelos métodos do mundo, já nascem derrotadas.

Por isso, uma Religião que precisa de ídolos humanos para sustentar sua fé talvez já tenha esquecido quem é o seu verdadeiro Senhor.

A verdadeira espiritualidade não produz súditos nos homens; produz pessoas livres diante de Deus.

Não exige unanimidade em torno de personalidades; exige fidelidade à verdade.

Não transforma líderes em objetos de veneração; lembra-lhes, inclusive, que também são criaturas sujeitas ao juízo divino.

Talvez seja necessário recuperar uma antiga e desconfortável pergunta: se retirarmos o líder, o partido, a ideologia, a instituição e a causa, ainda permanecerá a nossa fé?

Se a resposta for não, talvez não estejamos diante de uma fé suficientemente centrada em Deus.

Porque o Evangelho não foi dado para sacralizar nossos ídolos, mas para derrubá-los.

E, às vezes, o ídolo mais difícil de destruir não é aquele que está diante dos nossos olhos, mas aquele que construímos em nós — justamente porque aprendemos a chamá-lo de “fé”.”

Alessandro Teodoro