Frases sobre encanto
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“Do bem e do mal
Todos tem seu encanto: os santos e os corruptos.
Não há coisa na vida inteiramente má.
Tu dizes que a verdade produz frutos…
Já viste as flores que a mentira dá?”

Mário Quintana (1906–1994) Escritor brasileiro

Do bem e do mal
Variante: Todos tem seu encanto: os santos e os corruptos. Não há coisa na vida inteiramente má. Tu dizes que a verdade produz frutos... Já viste as flores que a mentira dá?

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“Ás vezes respondo. Posso lhes contar da doçura e do encanto dela, e descrever
como me ensinou a ver o mundo como o lugar maravilhoso que é.”

Nicholas Sparks (1965)

Diário de uma Paixão: Uma das mais emocionantes e intensas histórias de amor

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“Un encanto de tipo. ¿Por qué no se morirá?”

Mario Benedetti livro The Truce

La tregua

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“Neste momento tens tanto encanto como uma lesma morta.”

Suzanne Collins (1962)

The Hunger Games

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“Amor e prosperidade

Melodia dos pássaros
Cantando para o além
Meditando o dia
Que passa lentamente.
Deixa a poesia bater
Na sua face,
Deixa o dia sorrir
Para você,
Para todos.
Abra a janela,
Abra a porta,
Deixa a música
Entrar na sua casa,
A luz é divina.
Que o dia seja sempre
Assim, de bons desejos
E encantos,
De harmonia e alegria,
De muita paz,
Amor e prosperidade.”

Valter Bitencourt Júnior (1994) poeta e escritor brasileiro

Fonte: Site: https://valterbitencourtjuniorpoetaeescritor.wordpress.com/2025/10/02/amor-e-prosperidade/

Facebook: https://www.facebook.com/share/r/1BWtrgEWey/

YouTube: https://youtube.com/shorts/Re2lJsSKvls?feature=share

Site: https://valterbjuniorserblogueiro.blogspot.com/2025/10/amor-e-prosperidade.html

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“⁠Talvez a sensação de descobrir ter sido manipulado com a ajuda da IA seja a mesma de descobrir ter sido assaltado com réplica de arma.


Mas a diferença entre os que são assaltados com réplica de arma e os que são manipulados com a ajuda da IA é que os primeiros não idolatram seus agressores.


Se algum dia os Asseclas Apaixonados despertarem e perceberem que foram manipulados pelos políticos-influencers com recursos terceirizados, talvez troquem a paixão pela revolta…


Talvez a maior violência nem seja a da arma — verdadeira ou réplica —, mas a da consciência ferida quando percebe que entregou a própria confiança a quem jamais mereceu.


Ser assaltado com uma réplica de arma é experimentar o medo real diante de um perigo fabricado.


O coração dispara, o corpo obedece, a vida parece ficar por um fio — ainda que o gatilho jamais pudesse cumprir a ameaça.


A dor vem depois, quando se descobre que tudo foi sustentado por uma encenação.


Mas, ao menos ali, a vítima reconhece o agressor como tal e qual.


Já quando a manipulação acontece com a ajuda da Inteligência Artificial, o enredo é muito mais sutil.


Não há correria, não há gritos, não há mãos ao alto.


Há algoritmos, narrativas calculadas, recortes convenientes da realidade.


Há “políticos-influencers” que terceirizam argumentos, fabricam proximidades e simulam verdades com a precisão de quem sabe exatamente onde tocar para provocar aplausos — ou indignação.


A diferença mais perturbadora talvez esteja nisso: quem é assaltado dificilmente defende o agressor.


Mas quem é manipulado, muitas vezes, transforma o manipulador em mito.


E confunde-se quase tudo…
Dependência com lealdade.
Repetição com convicção.
Engajamento com consciência.
Autoritarismo com autoridade.
Arrogância com bravura…
E até Discurso de Ódio com Liberdade de Expressão.


Os asseclas apaixonados não percebem que, ao terceirizarem o próprio juízo, tornam-se extensão da estratégia de quem os conduz.


E toda paixão cega tem prazo de validade: dura até o dia em que a realidade rompe o encanto.


Se esse despertar vier, pode ser doloroso.


Descobrir-se usado é como acordar no meio de um teatro vazio, percebendo que a plateia era figurante e o roteiro nunca foi seu.


Nesse instante, a paixão pode, sim, virar revolta.


Mas talvez haja um caminho mais nobre que a revolta: o da responsabilidade.


Não apenas contra quem manipulou, mas consigo mesmo — pela pressa em acreditar, pela comodidade de não questionar, pelo conforto de pertencer.


Porque, no fim, nenhuma tecnologia é mais poderosa do que a disposição humana em não pensar.


E nenhuma libertação é mais revolucionária do que reaprender a pensar por conta própria.”

Alessandro Teodoro

𝗡𝗮̃𝗼 𝗵𝗮́ 𝗟𝗶𝗯𝗲𝗿𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝘂𝗿𝗴𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗲 𝗿𝗲𝘃𝗼𝗹𝘂𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮́𝗿𝗶𝗮 𝗱𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗿𝗲𝗮𝗽𝗿𝗲𝗻𝗱𝗲𝗿 𝗮 𝗣𝗲𝗻𝘀𝗮𝗿 𝗣𝗼𝗿 𝗖𝗼𝗻𝘁𝗮 𝗣𝗿𝗼́𝗽𝗿𝗶𝗮.

Esta frase aguardando revisão.

“Talvez não haja Atrevimento mais Bonito e Charmoso do que se aventurar na arte de Brincar com as Palavras.

Há, nesse gesto, uma espécie de sedução bastante silenciosa, um convite à imaginação, uma ousadia que dispensa o toque porque sabe alcançar a alma. 

Afinal, brincar com as palavras é descobrir que elas não nasceram apenas para dizer, mas também para insinuar, provocar, acariciar e, às vezes, desarrumar delicadamente tudo aquilo que julgávamos estar em seu devido lugar.

É preciso ter um quê de coragem e consciência para se arriscar nesse território. 

Às vezes são as Palavras que se juntam para Brincar conosco.

Mas é preciso saber que uma palavra pode ser janela ou abismo, abraço ou despedida, veneno ou antídoto. 

Que uma vírgula pode prolongar um suspiro, que uma pausa pode dizer muito mais do que uma declaração inteira e que certas reticências guardam, entre um ponto e outro, os mais indecentes segredos da imaginação.

Os que Brincam com as palavras, quando o fazem com inteligência e sensibilidade, não escrevem apenas frases: criam atmosferas. 

Transformam o óbvio em mistério, o cotidiano em poesia e o silêncio em uma espécie de música que só os mais atentos conseguem ouvir. 

São artesãos do sentido, contrabandistas das emoções, gente que sabe esconder uma provocação dentro de um elogio e disfarçar uma confissão sob a aparente inocência de uma metáfora.

E talvez resida justamente aí o encanto: na capacidade de dizer sem entregar tudo, de revelar sem esgotar o mistério, de despertar no outro a vontade de ler novamente, não porque faltou compreensão, mas porque sobrou significado.

Brincar com as palavras é, de certa maneira, brincar com a própria vida. 

É perceber que nem tudo precisa ser literal, que há verdades que só a poesia alcança e sentimentos que, quando pronunciados diretamente, perdem parte da sua magia. 

Há coisas que precisam ser sugeridas, bordadas nas entrelinhas, deixadas à mercê da inteligência e da sensibilidade de quem lê.

E que delícia é encontrar alguém capaz de compreender esse jogo! 

Alguém que não tropeça nas ambiguidades, mas dança com elas; que não exige explicações para cada metáfora, mas se permite sentir antes de decifrar. 

Alguém que devolve a provocação com outra provocação, que transforma uma conversa banal em duelo de sutilezas e faz do diálogo uma espécie de dança na qual ninguém deseja anunciar o fim da música.

Porque há encontros que começam no olhar, outros no toque, mas existem aqueles que principiam numa frase bem colocada. 

E, quando duas inteligências se reconhecem nesse território lúdico, até mesmo a sedução ganha outra dimensão: menos apressada, mais inventiva; menos óbvia e infinitamente mais interessante.

No fim das contas, talvez o verdadeiro atrevimento não esteja em dominar as palavras, mas em ter a delicadeza de Brincar com elas sem aprisionar seus sentidos. 

Em compreender que a linguagem também pode ser um lugar de liberdade, onde a inteligência flerta com a sensibilidade, o humor se insinua para a elegância e a imaginação encontra espaço para respirar.

E se há beleza em quem sabe falar, há um charme quase irresistível em quem sabe jogar com aquilo que diz.

Afinal, algumas pessoas conquistam pela presença, algumas pela beleza e outras tantas pela gentileza. 

Mas existem aquelas que, sem sequer perceber, nos desarmam com uma frase, nos instigam com uma pergunta e nos deixam pensando muito depois que a conversa termina.

Essas conhecem um segredo que nem todos aprenderam: as Palavras mais sedutoras não são necessariamente as que dizem mais, mas as que despertam em nós a vontade irresistível de imaginar o que ainda não foi dito.”

Alessandro Teodoro