Frases do livro
O Conde de Monte Cristo

Alexandre Dumas, paiTítulo original Le Comte de Monte-Cristo (Francês, 1844)

O Conde de Monte Cristo é um romance da literatura francesa escrito por Alexandre Dumas em colaboração com Auguste Maquet e concluído em 1844. Inicialmente publicado como Folhetim de 1844 a 1846 , o livro conta a história de um marinheiro que foi preso injustamente. Lá, conhece um clérigo de quem fica amigo. Quando o clérigo morre, ele escapa da prisão e toma posse de uma misteriosa fortuna. O marinheiro, agora em condições financeiras, pode vingar-se daqueles que o levaram à vida de prisioneiro. A história é livremente inspirada por fatos da vida de Pierre Picaud.


Alexandre Dumas, pai photo
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„Para todos os males, há dois remédios: o tempo e o silêncio.“

—  Alexandre Dumas, pai, livro O Conde de Monte Cristo

O Conde de Monte Cristo, Alexandre Dumas; tradução de André Telles e Rodrigo Lacerda, Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 697 https://books.google.com.br/books?id=qQIkL_ZzrBcC&pg=PA697.
Fala do personagem Edmond Dantès, o Conde de Monte Cristo.
O Conde de Monte Cristo (1844)
Variante: Para toda a espécie de mal, há dois remédios: o tempo e o silêncio.

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„Este é um dos orgulhos da nossa funesta humanidade: cada homem julga-se mais infeliz que outro infeliz que chora e geme ao seu lado.“

—  Alexandre Dumas, pai, livro O Conde de Monte Cristo

O Conde de Monte Cristo, Alexandre Dumas; tradução de André Telles e Rodrigo Lacerda, Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 1612 https://books.google.com.br/books?id=qQIkL_ZzrBcC&pg=PA1612.
Fala do personagem Edmond Dantès, o Conde de Monte Cristo.
O Conde de Monte Cristo (1844)

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„Em política, meu caro, sabe tão bem quanto eu, não existem homens, mas idéias; não existem sentimentos, mas interesses; em política, ninguém mata um homem: suprime-se um obstáculo. ponto final.“

—  Alexandre Dumas, pai, livro O Conde de Monte Cristo

O Conde de Monte Cristo, Alexandre Dumas; tradução de André Telles e Rodrigo Lacerda, Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 152 https://books.google.com.br/books?id=qQIkL_ZzrBcC&pg=PA152.
Fala do personagem Nortier.
O Conde de Monte Cristo (1844)

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„A morte é sempre a morte, isto é, o esquecimento, isto é, a ausência de vida e, por conseguinte, de dor.“

—  Alexandre Dumas, pai, livro O Conde de Monte Cristo

O Conde de Monte Cristo, Alexandre Dumas; tradução de André Telles e Rodrigo Lacerda, Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 1651 https://books.google.com.br/books?id=qQIkL_ZzrBcC&pg=PA1651.
Fala do personagem Morrel.
O Conde de Monte Cristo (1844)

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„Há virtudes cujo exagero é um crime.“

—  Alexandre Dumas, pai, livro O Conde de Monte Cristo

O Conde de Monte Cristo, Vol. 2, Alexandre Dumas; tradução de André Telles e Rodrigo Lacerda, Rio de Janeiro: Zahar, 2008, p. 1081 https://books.google.com.br/books?id=_08hjhuq0KAC&pg=PA1081.
Fala do personagem Edmond Dantès, o Conde de Monte Cristo.
O Conde de Monte Cristo (1844)