Frases sobre distribuição

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da distribuição, outro, bem, ser.

Frases sobre distribuição

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“O vício inerente ao capitalismo é a distribuição desigual de benesses; o do socialismo é a distribuição por igual das misérias.”

Winston Churchill (1874–1965) Político britânico

The inherent vice of capitalism is the unequal sharing of blessings; the inherent virtue of socialism is the equal sharing of miseries.
The sinews of peace: post-war speeches - página 23, Sir Winston Churchill, Winston Churchill - Cassell, 1948 - 256 páginas
Variante: A desvantagem do capitalismo é a desigual distribuição das riquezas; a vantagem do socialismo é a igual distribuição das misérias.

“Silêncio


Até quando, Senhor, clamarei eu, e tu não me escutarás?… 1:2


As aves se espalharam quando os caminhões de distribuição de alimentos passaram pelas cabanas desgastadas da aldeia. As crianças descalças olhavam. Era raro o tráfego nesta “estrada” devastada pela chuva.

De repente, a mansão do prefeito, toda murada, surgiu à vista do comboio. O povo carecia de necessidades básicas, enquanto ele descansava no luxo duma cidade distante.

Tal injustiça nos indigna. E indignou também o profeta de Deus. Quando Habacuque viu a opressão desenfreada, perguntou: “Até quando, Senhor, clamarei eu, e tu não me escutarás?” (v.2). Mas Deus tinha notado, e disse, “Ai daquele que acumula o que não é seu […] Que constrói a sua casa por ganho injusto!” (2:6,9). O julgamento estava chegando!

Alegramo-nos com o julgamento de Deus aos outros, mas Habacuque nos faz dar uma pausa: “O Senhor, porém, está no seu santo templo; cale-se diante dele toda a terra” (2:20). Toda a terra. Os oprimidos e os opressores. Às vezes, o silêncio é a resposta apropriada ao silêncio aparente de Deus!

Por que silêncio? Porque facilmente esquecemos a nossa pobreza espiritual. O silêncio nos permite reconhecer nossa pecaminosidade na presença de um Deus santo.

Habacuque aprendeu a confiar em Deus, e nós também o podemos. Não conhecemos todos os Seus caminhos, mas sabemos que Ele é bom. Nada está além do Seu controle e tempo.

Informa-se o justo da causa dos pobres, 
mas o perverso de nada disso quer saber. Provérbios 29:7 Tim Gustafson”

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“Durante 30 anos fomos a economia que mais cresceu no mundo. O que aconteceu é que não houve distribuição da renda produzida. Pouco dinheiro na mão de muitos significa distribuição de renda, muito dinheiro na mão de poucos significa concentração de renda”

Luiz Inácio Lula da Silva (1945) político brasileiro, 35º presidente do Brasil

Sua opinião sobre o desenvolvimento econômico nos governos anteriores.
Fonte: G1 http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL1569128-5601,00-LULA+SUGERE+CRIACAO+DE+MINISTERIO+DA+MICRO+E+PEQUENA+EMPRESA.html, 14/04/10
Gerais, 2010

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“Eu também comemoro a melhoria na distribuição de renda. A política dele (Lula) é a minha.”

Fernando Henrique Cardoso (1931) Sociólogo e político brasileiro, ex-presidente do Brasil

Revista Veja, n. 1934

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“Na distribuição das pastas não me preocupei com a política, pois essa direção me cabe, segundo as boas normas do regime. Os ministros executarão meu pensamento. Quem faz a política sou eu.”

Affonso Augusto Moreira Penna (1847–1909) político brasileiro, 6° presidente do Brasil

Em carta a Ruy Barbosa, que a função dos ministros era executar seu pensamento; citado em "Juscelino Kubitschek: Da chagada de João Alemão à revolução de 1932‎" - Volume 1, Página 162, Francisco de Assis Barbosa - J. Olympio, 1960

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“Estou plenamente convencido de que, a menos que a propriedade privada seja completamente abolida, não é possível haver distribuição justa de bens e nem a humanidade pode ser governada adequadamente.”

Utopia, Página 43 http://books.google.com.br/books?ei=KPRbVLHuA7HCsASc4oD4Aw&hl=pt-BR&id=GvxHAAAAYAAJ&dq=utopia+zang%C3%B5es&focus=searchwithinvolume&q=plenamente, Sir Thomas More (Saint) - Prefácio: João Almino; Tradução: Anah de Melo Franco - IPRI, 2004 - 167 páginas.
"Adeo mihi certe persuadeo, res aequabili ac iusta aliqua ratione distribui, aut feliciter agi cum rebus mortalium, nisi sublata prorsus proprietate, non posse."
De Optimo Reipublicae Statu, Deque nova insula Utopia. Página 66 https://la.wikisource.org/wiki/Pagina:Utopia,_More,_1518.djvu/67, Thomas More - Froben, 1518 - 190 páginas.
Utopia (1516)

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“No ínicio, França e Bélgica argumentavam que o dano direto deveria receber prioridade em qualquer distribuição de reparações. No norte francês, altamente industrializado, os alemães levaram tudo o que queriam para o uso própio e destruíram muito do que sobrara. Mesmo batendo em retirada em 1918, as forças alemães encontraram tempo para destruir as minas de carvão mais importantes da França.”

Margaret Olwen MacMillan (1943) historiadora canadiana

sobre o "Tratado de Versalhes"
Fonte: Peacemakers: The Paris Peace Conference of 1919 and Its Attempt to End War (também nomeado Paris 1919: Six Months That Changed the World e Peacemakers: Six Months That Changed the World) por Margaret MacMillan e John Murray http://pt.wikipedia.org/wiki/Tratado_de_Versalhes#Repara.C3.A7.C3.B5es_e_a_Cl.C3.A1usula_de_Culpa_de_Guerra

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“Seria prematuro dizer quais desenvolvimentos poderá ter a organização corporativa na Itália e algures, sob o ponto de vista da criação e da distribuição dos bens; o nosso é um ponto de partida e não de chegada.”

Benito Mussolini (1883–1945) político italiano

Em discurso http://www.ebooksbrasil.org/eLibris/corporativo.html#bm4 de 10 de novembro de 1934.

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“O mais trágico da Polarização não foi revelar a face medonha dos Cheios de Certezas, mas Espalhá-los tão estrategicamente para tropeçarmos neles aonde quer que formos.

Eles estão por quase todos os lugares…

Nas reuniões e confraternizações familiares e profissionais, nas praças e esquinas, nas mesas de jantar, nos grupos de mensagens, nas filas de espera e até nos comentários mais triviais.

Não chegam mais como exceção ruidosa, mas como regra silenciosa — aquela presença que não escuta, apenas aguarda sua vez de afirmar.

E afirmar, para eles, não é um gesto de construção, mas de encerramento: como se cada frase pudesse ser um ponto final definitivo num mundo que, por natureza, só sabe falar em reticências — e que não pode ignorar ser habitado por mais de oito bilhões de pessoas.

O problema nunca foi a divergência.

É ela que precede e oportuniza qualquer debate.

O atrito, quando honesto, ilumina.

O choque de ideias pode literalmente expandir horizontes, revelar nuances, produzir algo novo.

Mas os Cheios de Certezas e Verdades não se interessam por horizontes — eles carregam e preferem paredes e trincheiras.

Onde poderiam existir pontes, erguem-se fronteiras invisíveis, delimitando territórios onde só ecoa aquilo que já pensam ou acreditam pensar.

E talvez o mais inquietante seja que essa distribuição não parece aleatória.

É como se cada espaço humano tivesse sido cuidadosamente ocupado por uma certeza inflexível, garantindo que o desconforto nunca nos abandone.

Não há mais refúgio no diálogo leve, na dúvida compartilhada, no “talvez” dito sem medo e sem culpa.

A dúvida, aliás, virou fraqueza.

Pensar em voz alta tornou-se quase um risco.

Nesse cenário, o cansaço se instala.

Não o cansaço físico, mas o cansaço de existir entre verdades fabricadas.

Um desgaste que vem da necessidade constante de filtrar palavras, de medir silêncios, de escolher batalhas que muito raramente valem o preço.

Porque discutir com quem não admite a menor possibilidade de estar errado não é debate — é desgaste com roteiro previsível.

Ainda assim, há uma escolha muito honesta e silenciosa que resiste: a de não se tornar só mais um Cheio de Certezas.

A de preservar o incômodo da dúvida, o espaço do outro, a coragem de dizer “não sei”.

Pode parecer pouco diante do barulho dominante, mas talvez seja justamente aí que mora uma forma discreta de lucidez.

No fim, o que a Polarização realmente espalhou não foram apenas posições opostas, mas a tentação de abandonar a beleza da complexidade.

E resistir a isso, hoje, talvez seja um dos gestos mais difíceis — e mais necessários — que ainda podemos fazer.”