Frases sobre desigualdade

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da desigualdade, ser, injustiça, forma.

Frases sobre desigualdade

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“A pior forma de desigualdade é tentar fazer duas coisas diferentes iguais.”

Aristoteles (-384–-321 a.C.) filósofo grego

Variante: A pior forma de desigualdade é tentar fazer duas coisas diferentes serem iguais.

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“Se houver desigualdade nas condições econômicas, aquele que se ache em situação mais vantajosa deverá ser generoso com o outro. Idêntica conduta deve-se observar quanto à cultura e conhecimento. Mas nunca se deverá mostrar superioridade ao proporcionar essa ajuda.”

Si hubiera desigualdad en las condiciones económicas, el que se halle en situación más ventajosa deberá ser generoso con el otro. Idéntica conducta debe observarse en cuanto a cultura y conocimiento. Pero nunca se mostrará superioridad al brindar esa ayuda.
Bases para tu conducta - página 27, Carlos Bernardo González Pecotche, 6a. ed. Buenos Aires: Fund. Logosófica, 2011,ISBN 978-987-24055-4-0

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“Não existe competição onde há desigualdade de oportunidades, mas sim covardia.”

Ernest Hemingway (1899–1961)

Livro "The Essencial Hemingway"
Fonte: https://www.pensador.com/frase/MzE1OTE1Mw/

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“Na comunidade pobre da Varginha, no Rio de Janeiro, o papa fez o apelo para que ninguém permaneça insensível às desigualdades e possa contribuir para acabar com as injustiças: "A medida da grandeza de uma sociedade é dada pelo modo como esta trata os mais necessitados.”

Aécio Neves (1960) político brasileiro

Aécio Neves artigo do senador publicado dia 29 de julho de 2013.
Fonte Folha de S.Paulo http://www1.folha.uol.com.br/colunas/aecioneves/2013/07/1318202-em-boa-hora.shtml

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“Um homem desejoso de trabalhar, e que não consegue encontrar trabalho, talvez seja o espectáculo mais triste que a desigualdade ostenta ao cimo da terra.”

Thomas Carlyle (1795–1881)

Variante: Um homem desejoso de trabalhar, e que não consegue encontrar trabalho, talvez seja o espetáculo mais triste que a desigualdade ostenta ao cimo da terra.

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“Se morasse fora do País e pudesse, compraria uma Ferrari. Mas nunca no Brasil. Tanto pela desigualdade social, como pelas condições das estradas.”

Fernando Scherer, o Xuxa, nadador, em entrevista à revista Oi
Fonte: Revista ISTOÉ Gente, edição 261 http://www.terra.com.br/istoegente/261/frases/index.htm (09/08/2004)

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“Todos podem ultrapassar a desigualdade real na sociedade civil através da igualdade imaginária no estado”

Nildo Viana (1965)

Fonte: Estado, Democracia e Cidadania (Rio de Janeiro: Achiamé, 2003)

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“Admitir desigualdade significa subscrever uma depravação da espécie.”

François Noël Babeuf (1760–1797) jornalista que participou da Revolução Francesa e foi executado por seu papel na Conspiração dos Iguais
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“Nosso Estado não é mais um instrumento de igualdade e de justiça, Muito ao contrário disto, ele é a província preferida dos interesses especiais e um mecanismo de perpetuação das desigualdades e do baixo crescimento.”

Moreira Franco (1944) político brasileiro

Ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Moreira Franco, em artigo A ordem é progredir; O Globo https://glo.bo/2x8wBJJ, 22/08/17

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“A moeda mais poderosa na política do espetáculo é o ruído que mantém a paixão e o aluguel das cabeças dos asseclas e ainda movimenta os algoritmos.

Ela banca dois amantes do barulho constante: a cabeça vazia e o algoritmo.

Já não importa a profundidade do debate, a coerência das ideias ou a honestidade das intenções.

O que sustenta o teatro contemporâneo é a capacidade de produzir barulho suficiente para impedir o silêncio que oportuniza a reflexão.

O ruído virou ativo político, combustível emocional e mecanismo de controle.

Na política do espetáculo, a indignação é industrializada.

Cria-se um inimigo por semana, uma crise por dia e um escândalo por hora…

Não para resolver problemas, mas para manter plateias permanentemente excitadas, cansadas e incapazes de distinguir realidade de encenação.

Afinal, quem pensa demais começa a perceber as contradições do roteiro.

Os asseclas apaixonados, muitas vezes sem perceber, alugam as próprias consciências em troca do pertencimento.

Passam a defender narrativas como quem protege a própria identidade.

E quando a identidade depende da manutenção do conflito, qualquer tentativa de ponderação vira ameaça.

O pensamento crítico deixa de ser virtude e passa a ser tratado como traição.

Enquanto isso, os algoritmos recompensam exatamente aquilo que degrada o debate público: exagero, simplificação, raiva e histeria.

O conteúdo que mais divide é o que mais circula.

Não porque seja verdadeiro, mas porque captura atenção.

E atenção, hoje, em meio a tanta carência, vale muito mais do que a verdade.

Nesse cenário, muitos líderes deixam de governar para performar.

Precisam permanecer em evidência constante, alimentando torcidas emocionais que já não exigem soluções concretas, apenas novos capítulos da guerra simbólica.

O problema deixa de ser a pobreza, a corrupção, a violência ou a desigualdade…

E passa a ser perder o controle da narrativa.

Talvez a maior tragédia desse modelo seja transformar cidadãos em audiência e democracia em entretenimento.

Porque quando a política vira espetáculo permanente, o país inteiro passa a viver entre aplausos automáticos, vaias previsíveis e distrações cuidadosamente calculadas.

E, no meio de tanto ruído, a lucidez se torna quase um ato de resistência.”