Frases sobre urgência

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da urgência, ser, todo, verdade.

Frases sobre urgência

“Defendendo Deus


A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira. Provérbios 15:1


Os adesivos contra Deus no vidro traseiro do carro chamaram a atenção de um professor universitário. Como ex-ateu, o professor pensou que talvez o proprietário quisesse que os cristãos sentissem raiva. “A raiva ajuda o ateu a justificar o seu ateísmo”, explicou. E advertiu: “Com muita frequência, o ateu obtém exatamente o que está procurando.”

Ao recordar sua própria jornada para a fé, este professor observou a preocupação de um amigo cristão que o convidara a considerar a verdade de Cristo. O sentimento de urgência de seu amigo foi transmitido sem qualquer traço de raiva. Ele nunca esqueceu o respeito e a graça genuína que recebera naquele dia.

Os cristãos muitas vezes se ofendem quando os outros rejeitam Jesus. Mas como Ele se sente sobre essa rejeição? Jesus constantemente enfrentava ameaças e ódio, mas jamais duvidou pessoalmente de Sua divindade. Uma vez, quando uma aldeia lhe recusou hospitalidade, Tiago e João queriam retaliação imediata: “Senhor, queres que mandemos descer fogo do céu para os consumir?” (Lucas 9:54). Jesus não queria isso, e Ele “voltando-se os repreendeu” (v.55). Afinal, “…Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele” (João 3:17).

Pode nos surpreender que Deus não precise de nós para defendê-lo. Ele quer que nós o representemos! Isso leva tempo, trabalho, autorrestrição e amor.

A melhor maneira de defender Jesus 
é viver como Ele. Tim Gustafson”

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“A mente verdadeiramente criativa em qualquer campo não é mais que isto: uma criatura humana nascida anormalmente, inumanamente sensível. Para ele, um toque é uma pancada, um som é um ruído, um infortúnio é uma tragédia, uma alegria é um extase, um amigo é um amante, um amante é um deus e o fracasso é a morte. Adicione-se a este organismo cruelmente delicado a subjugante necessidade de criar, criar, criar - de tal forma que sem a criação de música ou poesia ou literatura ou edifícios ou algo com significado, a sua respiração lhe é cortada. Ele tem que criar, deve derramar criação. Por qualquer estranha e desconhecida urgência interior, não está realmente vivo a menos que esteja criando.”

Pearl S. Buck (1892–1973)

The truly creative mind in any field is no more than this: A human creature born abnormally, inhumanly sensitive. To him... a touch is a blow, a sound is a noise, a misfortune is a tragedy, a joy is an ecstasy, a friend is a lover, a lover is a god, and failure is death. Add to this cruelly delicate organism the overpowering necessity to create, create, create -- so that without the creating of music or poetry or books or buildings or something of meaning, his very breath is cut off from him. He must create, must pour out creation. By some strange, unknown, inward urgency he is not really alive unless he is creating.
citado em "Pearl S. Buck; a biography", Volume 2‎, Theodore F. Harris - John Day Co., 1971

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“Todos os animais, com exceção do homem, sabem que a urgência da vida é aproveitá-la.”

Samuel Butler (1835-1902) (1835–1902)

Variante: Todos os animais, com exceção do homem, sabem que o principal objetivo da vida é usufruí-la.

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“Nós estávamos em uma joyride, a energia quase livre. […] Parece-me que precisamos de algo como o Projeto Manhattan. Precisamos de alguma urgência dizendo: "Aqui está o que devemos fazer. Temos que sair de combustíveis fósseis.”

Lee Iacocca (1924–2019)

We were on a joyride, on free energy almost. [...] It seems to me we need something like the Manhattan Project. We need some urgency saying, &quot;Here&#x27;s what we should be doing. We&#x27;ve got to get off fossil fuels. <br class="br"> &quot;The Long View: Iacocca Says Detroit Is Living in the Past&quot; http://www.npr.org/templates/story/story.php?storyId=9839029, Morning Edition, NPR, 26 de Abril de 2007

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Esta frase aguardando revisão.

“⁠⁠A gente só para de flertar com a m0rte todos os dias quando descobre que o melhor dia para se viver é hoje.


Há uma espécie de suicídi0 muito silencioso que pouca gente se atreve a nomear como tal.


Ele não acontece apenas nos gestos extremos, nas decisões finais ou nas manchetes trágicas.


Às vezes, ele se instala gradualmente, no adiamento crônico da vida, na rotina de empurrar para amanhã aquilo que já pede coragem no agora, na mania de sobreviver sem realmente habitar a própria existência.


Muita gente não quer m0rrer — quer apenas descansar da exaustão de existir sem sentido.


E é justamente aí que mora o flerte cotidiano com a m0rte: quando se abandona a urgência de viver.


Viver, porém, não é apenas respirar, cumprir tarefas, pagar contas e colecionar ausências disfarçadas de compromissos.


Viver é reconhecer que o tempo não faz promessas.


O amanhã é uma hipótese muito elegante, mas continua sendo hipótese.


O hoje, com todas as suas imperfeições, é a única matéria concreta que temos nas mãos.


E talvez amadurecer seja justamente isso: perceber que a vida não começa “quando tudo se ajeitar”, “quando a dor passar”, “quando houver mais dinheiro”, “quando a paz finalmente chegar”.


A vida está acontecendo agora — inclusive no caos, inclusive nas faltas, inclusive enquanto ainda estamos tentando entender quem somos.


Há quem flerte com a m0rte não por desejar o fim, mas por tratar a vida com permanente negligência.


Negligencia os afetos, as pausas, a própria saúde, os pedidos de socorro da alma, os sinais do corpo, os vínculos que importam, as palavras que deveriam ser ditas enquanto ainda há quem possa ouvi-las.


Age como se viver fosse um ensaio infinito, como se sempre houvesse tempo para recomeçar, pedir perdão, recalcular a rota, amar melhor, ou simplesmente descansar.


Mas nem todo adiamento é prudência; às vezes, é desistência parcelada.


Descobrir que o melhor dia para viver é hoje não é um clichê otimista — é uma revelação muito dura.


Porque obriga a gente a encarar a própria covardia, os próprios álibis e a confortável ilusão de controle.


Nos obriga a admitir que há muita m0rte disfarçada de rotina eficiente, muita apatia travestida de maturidade, muito medo chamado de prudência.


E, ao mesmo tempo, essa descoberta também liberta: porque devolve ao presente a dignidade que o imediatismo e a ansiedade roubaram.


Faz a gente entender que viver bem não é ter a vida perfeita, mas parar de oferecer o próprio tempo em sacrifício a tudo aquilo que nos afasta de nós mesmos.


Talvez a grande virada aconteça quando deixamos de esperar uma razão extraordinária para viver e passamos a reconhecer a grandeza escondida no ordinário: no abraço ainda possível, na conversa adiada que enfim acontece, no descanso sem medo e sem culpa, na lágrima que finalmente se deixa rolar, no riso que interrompe o peso do mundo — ainda que por alguns segundos.


O hoje não precisa ser grandioso para ser valioso.


Ele só precisa ser vivido com presença — e não desperdiçado como se fosse descartável.


No fim, flertar com a m0rte todos os dias talvez tenha menos a ver com desejar partir e mais com não se permitir ficar por inteiro.


E viver, em sua forma mais honesta, começa quando a gente decide parar de se ausentar da própria história.


Porque o melhor dia para viver não é o dia ideal, nem o dia fácil ou o prometido.


É este.


O único que realmente chegou — o agora.”

Alessandro Teodoro

Esta frase aguardando revisão.

“Quem fura fila, sobretudo para votar, é só um qualquer um que pode votar em qualquer outro.

A frase parece muito dura, mas talvez seja justamente a dureza que nos faça pensar.

Porque furar uma fila não é apenas passar à frente de alguém.

É afirmar, silenciosamente, que o meu tempo vale mais que o do outro, que a minha urgência merece privilégio, que a regra pode ser relativizada quando me convém.

E, quando isso acontece justamente na hora de votar, a contradição se torna ainda maior.

O voto é um dos poucos momentos em que, pelo menos em princípio, todos deveriam estar em condições de igualdade.

Na fila, diferimos em histórias, opiniões, profissões e escolhas; diante da urna, cada cidadão deveria carregar o mesmo Peso Democrático.

Mas há quem queira igualdade no resultado e privilégio no caminho.

Talvez o problema não esteja apenas em quem fura a fila, mas na mentalidade que permite a alguém pensar que pode ou merece mais do que os outros.

É uma pequena transgressão que revela uma grande concepção de sociedade: a de que as regras existem só para os outros.

E é assim que a cidadania vai se desgastando.

Não necessariamente nos grandes escândalos, mas nos pequenos gestos cotidianos em que cada um decide que pode abrir uma exceção para si.

Quem não respeita a fila talvez não esteja escolhendo apenas quem vai governar o país.

Está também revelando, naquele instante, o tipo de país que considera aceitável construir.

Porque a Democracia não começa na urna.

Começa antes — na capacidade de esperar a sua vez, respeitar o outro e compreender que nenhum direito verdadeiro precisa nascer da humilhação ou do prejuízo de alguém.

No fim, votar em qualquer outro também é um direito.

Respeitar a fila é um dever…

E talvez uma sociedade mais justa comece justamente quando aprendemos a não confundir liberdade com licença para passar por cima dos outros.”

Alessandro Teodoro

Um desabafo gestado na fila que deveria ser no mínimo democrática...

Esta frase aguardando revisão.

“Se soubéssemos o quanto o momento das nossas Refeições é Sagrado, não deixaríamos que nada nos Distraísse.

Talvez nunca tenhamos parado para pensar que, enquanto nos sentamos à mesa para comer, a vida está nos oferecendo muito mais do que alimento.

Ela nos oferece uma pausa, um encontro com o presente, uma oportunidade de nutrir não apenas o corpo, mas também a alma.

A Refeição é um ritual de cuidado, um instante em que a terra, o trabalho de tantas mãos e a generosidade da natureza se encontram diante de nós.

Cada alimento carrega uma história, cada sabor desperta uma memória e cada mesa pode se tornar um lugar de comunhão, gratidão e afeto.

Mas, muitas vezes, estamos tão distraídos que comemos sem perceber o que estamos comendo.

Os olhos estão nas telas, a mente está presa às preocupações, os pensamentos correm para os compromissos seguintes e o corpo, embora presente, parece ser a única parte de nós que realmente está à mesa.

Comemos com pressa, como se alimentar-se fosse apenas uma tarefa a cumprir, e não um momento precioso de conexão com a vida.

E quantas vezes deixamos de ouvir quem está ao nosso lado?

Quantas conversas importantes se perdem porque estamos mais atentos ao celular do que ao olhar de quem compartilha a refeição conosco?

Quantos sabores passam despercebidos porque a nossa mente está ocupada demais com aquilo que ainda nem aconteceu?

Estar à mesa é também aprender a estar presente.

É reconhecer que o alimento merece Respeito, que o corpo merece Atenção e que as pessoas ao nosso redor merecem a nossa Presença Inteira.

É compreender que a gratidão não precisa de grandes discursos: às vezes, ela se manifesta simplesmente quando respiramos fundo, observamos o que temos diante de nós e agradecemos por mais uma oportunidade de nos nutrir.

Talvez o Sagrado não esteja apenas no alimento, mas na maneira como nos relacionamos com ele.

No cuidado de quem preparou a comida, no carinho de quem nos convida a sentar, na simplicidade de uma refeição compartilhada e até mesmo no silêncio de quem, sozinho, encontra naquele momento uma oportunidade de acolher a si próprio.

Por isso, da próxima vez que nos sentarmos à mesa, que possamos desacelerar.

Que deixemos o celular de lado, que suspendamos por alguns instantes as urgências do mundo e que permitamos à nossa atenção repousar sobre aquilo que verdadeiramente importa.

Porque a vida não acontece apenas nos grandes acontecimentos que esperamos.

Ela também acontece entre um gole e uma garfada, numa conversa despretensiosa, num sorriso trocado, no sabor de um alimento e na presença de quem amamos.

Talvez a verdadeira abundância não seja ter a mesa cheia, mas ter o coração presente diante daquilo que a vida nos oferece.

Que nunca nos falte a consciência de que cada refeição é uma pequena celebração da existência.

E que, ao nos levantarmos da mesa, não tenhamos apenas o corpo alimentado, mas também a alma enriquecida pela gratidão, pela presença e pelo privilégio de estarmos vivos.

Afinal, quando compreendemos a Sacralidade de uma Refeição, deixamos de apenas comer para começar a honrar a vida em cada alimento, em cada encontro e em cada instante.”

Alessandro Teodoro