Frases sobre acúmulo

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da acúmulo, sobra, caminho, ser.

Frases sobre acúmulo

“Silêncio


Até quando, Senhor, clamarei eu, e tu não me escutarás?… 1:2


As aves se espalharam quando os caminhões de distribuição de alimentos passaram pelas cabanas desgastadas da aldeia. As crianças descalças olhavam. Era raro o tráfego nesta “estrada” devastada pela chuva.

De repente, a mansão do prefeito, toda murada, surgiu à vista do comboio. O povo carecia de necessidades básicas, enquanto ele descansava no luxo duma cidade distante.

Tal injustiça nos indigna. E indignou também o profeta de Deus. Quando Habacuque viu a opressão desenfreada, perguntou: “Até quando, Senhor, clamarei eu, e tu não me escutarás?” (v.2). Mas Deus tinha notado, e disse, “Ai daquele que acumula o que não é seu […] Que constrói a sua casa por ganho injusto!” (2:6,9). O julgamento estava chegando!

Alegramo-nos com o julgamento de Deus aos outros, mas Habacuque nos faz dar uma pausa: “O Senhor, porém, está no seu santo templo; cale-se diante dele toda a terra” (2:20). Toda a terra. Os oprimidos e os opressores. Às vezes, o silêncio é a resposta apropriada ao silêncio aparente de Deus!

Por que silêncio? Porque facilmente esquecemos a nossa pobreza espiritual. O silêncio nos permite reconhecer nossa pecaminosidade na presença de um Deus santo.

Habacuque aprendeu a confiar em Deus, e nós também o podemos. Não conhecemos todos os Seus caminhos, mas sabemos que Ele é bom. Nada está além do Seu controle e tempo.

Informa-se o justo da causa dos pobres, 
mas o perverso de nada disso quer saber. Provérbios 29:7 Tim Gustafson”

Marcelo Gleiser photo

“Há algo de muito patológico numa espécie que se diz inteligente, mas só é capaz de garantir sua sobrevivência pelo acúmulo de armas”

Marcelo Gleiser (1959) físico brasileiro

Revista Época http://www2.pv.org.br/noticia.kmf?noticia=6443369&canal=253&total=14220&indice=10

Lao Tsé photo
Jorge Luis Borges photo

“Não acumules ouro na Terra, porque o ouro é pai do ócio, e este, da tristeza e do tédio.”

Jorge Luis Borges (1899–1986) escritor argentino

[pt, http://caras.uol.com.br/noticia/104531-cita%C3%A7%C3%B5es/, Revista Caras: Citações].

Gabriele d'Annunzio photo

“Alguém caminha a meu lado sem rumor, como se tivesse os pés nus… A névoa entra pela boca, ocupa os pulmões. Perto de Canalazzo flutua e se acumula. O desconhecido torna-se cinza, mais leve; se faz sombra… Sob a casa onde fica o antiquário, desaparece de improviso.”

Gabriele d'Annunzio (1863–1938)

Qualcuno che cammina al mio fianco senza rumore, come se avesse i piedi nudi... La nebbia entra in bocca, occupa i polmoni. Verso il Canalazzo fluttua e s'accumula. Lo sconosciuto diventa più grigio, più lieve; si fa ombra... Sotto la casa dov'è l'antiquario, egli scompare all'improvviso
Liriche, con una scelta di prose‎, Gabriele D'Annunzio - A. Mondadori, 1965 - 424 páginas

Henry Adams photo

“Nada na instrução espanta como a quantidade de ignorância que acumula no formulário dos fatos inertes.”

Nothing in education is so astonishing as the amount of ignorance it accumulates in the form of inert facts
The Education of Henry Adams‎ - Página 306, de Henry Brooks Adams, Publicado por Forgotten Books ISBN 1606209361, 9781606209363

Martha Medeiros photo

“Nesta era de acúmulo, egoísmo e posse, gestos de desapego são raros e transformam um dia banal em um dia especial.”

Martha Medeiros (1961) escritora e jornalista brasileira

artigo http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a1714357.xml&template=3916.dwt&edition=9004&section=78 "O anel que tu me deste", Zero Hora, 23 de dezembro de 2007 | N° 15457

Jean de La Bruyere photo
Vergílio Ferreira photo
Marquês de Maricá photo
Vladimir Nabokov photo
Esta tradução está aguardando revisão. Está correcto?
Émile Henry photo
Esta frase aguardando revisão.

“Seria Humanamente impossível usar qualquer Mau Comportamento para relativizar outro sem se togar do Mau-Caratismo.

A tentativa de justificar o erro com outro erro revela mais sobre quem argumenta do que sobre o fato em si.

É como se a consciência, incapaz de sustentar a verdade nuą e crua, buscasse abrigo na comparação: “se o outro fez pior, o meu não é tão grave assim”.

Mas desde quando a gravidade de um ato deixa de existir porque há algo mais grave ao lado?

O peso moral não se dilui por contraste — ele apenas se acumula.

Relativizar desvios é uma forma sutil de normalizá-los.

E a normalização do erro é o terreno mais fértil para a sua repetição.

Quando alguém aponta o erro alheio para suavizar o próprio ou de alguém, não está defendendo justiça, mas tentando escapar dela.

É uma negociação íntima com a própria consciência, um pacto silencioso onde a verdade é sacrificada em nome do conforto.

O problema não está apenas na falha, mas na recusa em encará-la como tal.

Porque reconhecer o erro exige coragem — uma coragem que dispensa comparações e aceita a responsabilidade sem muletas.

Já o mau-caratismo, esse sim, precisa de referências externas, de exemplos piores, de histórias paralelas que sirvam como cortina de fumaça.

No fim, quem relativiza não absolve ninguém — apenas se condena junto.

Afinal, ao escolher medir o certo pelo errado, abandona-se qualquer possibilidade de integridade.

E sem integridade, o julgamento deixa de ser moral e passa a ser apenas conveniente.”