Citações de fé
página 8

Esta tradução está aguardando revisão. Está correcto?
Walter Savage Landor photo
Andre Rodrigues Costa Oliveira photo
Andre Rodrigues Costa Oliveira photo
Valter Bitencourt Júnior photo
Esta tradução está aguardando revisão. Está correcto?
Martin Luther King Junior photo

“A fé consiste em dar o primeiro passo, mesmo quando você não pode ver toda a escada.”

Martin Luther King Junior (1929–1968) líder do movimento dos direitos civis dos negros nos Estados Unidos

Esta tradução está aguardando revisão. Está correcto?
Judy Collins photo

“É preciso acreditar, ter fé no processo, ao mesmo tempo em que se mantém os pés no chão, traçando metas e objetivos possíveis.”

Rafael José Pôncio

Fonte: https://crarj.medium.com/f%C3%A9-metas-e-objetivos-entenda-por-que-com-essa-combina%C3%A7%C3%A3o-voc%C3%AA-est%C3%A1-pronto-para-atingir-o-sucesso-6a12d567c862

Alexis Karpouzos photo
Esta frase aguardando revisão.
Esta frase aguardando revisão.

“⁠A perda da capacidade de questionar algo — especialmente Lideranças Religiosas — pode nos precipitar nos infortúnios da linha tênue entre a Fé Genuína e a Fanatização.”

Alessandro Teodoro

Quando falamos de religião, lembremos: a segunda só nasceu pelo direito de discordar.

O Filho do Homem não foi crucificado devido à discordância — embora ela existisse.

Foi pela concordância cega!

Alguém poderia ter discordado dos que discordaram de Cristo.

Mas se calaram!

Esta frase aguardando revisão.

“⁠A Janela do Discurso sempre se moveu pelas Mãos Invisíveis das Narrativas.


Se reinventar já era mais do que esperado…


Mas nada foi tão Medonho quanto a vê-la se valer da “Idoneidade Policial” e da “Fé Religiosa”.


A Janela de Overton — esse mecanismo silencioso e traiçoeiro que define os limites do que é socialmente aceitável — sempre se moveu pelas mãos invisíveis das narrativas.


Ideias outrora impensáveis se tornam plausíveis, discutíveis, desejáveis… e até aceitáveis.


Nada disso é novo.


Mas há deslocamentos que ultrapassam o jogo das ideias: eles tocam em pilares que, uma vez manipulados, comprometem a própria estrutura da convivência civilizada.


Nada foi tão medonho quanto assistir a essa janela se valer da “Idoneidade Policial” e da “Fé Religiosa”.


Ambas, por natureza, deveriam inspirar confiança — não manipulação.


Quando começam a ser usadas como régua para definir quem merece voz, respeito ou até mesmo existência, o que está em jogo não é mais apenas a opinião pública: é a própria noção de justiça e espiritualidade.


A confiança na justiça perde o chão quando o discurso sobre “idoneidade” é moldado para blindar abusos e silenciar denúncias.


E a fé, que deveria acolher, se torna instrumento de controle quando usada para validar narrativas de exclusão, discurso de ódio, intolerância ou superioridade moral.


Quando a Janela do Discurso se move por esses vetores, não estamos apenas assistindo a uma mudança de ideias.


Estamos permitindo que conceitos sagrados e instituições essenciais sejam descaradamente arrastados para a seara da manipulação.


Toda e qualquer forma de manipulação é ruim, mas valer-se das autoridades presumidas para inviabilizar o debate e a crítica é de uma sordidez sem precedentes.


E isso, sim, é digno de temor.


Tenho medo…”

Alessandro Teodoro

Esta frase aguardando revisão.
Esta frase aguardando revisão.

“⁠⁠Talvez a conversão mais urgente e necessária seja parar de usar o nome de Deus para se esconder, aparecer e se promover.


Porque, quando a fé vira biombo, a devoção perde o brilho — e o sagrado perde o silêncio que o protege.


Há os que invocam Deus como quem veste uma fantasia: para parecer maior, mais puro e muito mais certo do que realmente é.


Mas Deus não é disfarce.


Não é medalha para pendurar no peito de quem busca aplausos.


Nem é escudo para fugir de críticas, nem trampolim para saltos de vaidade.


Usar o nome d’Ele como vitrine é profanar o altar que deveria moldar o coração.


E talvez seja por isso que tantas palavras ditas em Seu Santo nome soam tão ocas: porque não nasceram do arrependimento, mas da autopromoção.


A fé verdadeira não chama atenção — chama responsabilidade.


Não ergue palcos — ergue consciência.


Nem vende imagem — transforma caráter.


E O Caminho, a Verdade e a Vida — deve estar muito "Entristecido" com a romantização dos atalhos, das mentiras e das mortes — descaradamente defendida, e até praticada — por inescrupulosos que insistem em usar seu Santo Nome.


Talvez a dor mais silenciosa do Sagrado seja ver Sua mensagem, feita para libertar, transformada em arma para manipular.


Ver mãos que deveriam curar, apontarem dedos.


Vozes que deveriam consolar, retroalimentar discurso de ódio.


Ver corações que deveriam ser moldados pela misericórdia — se tornarem instrumentos de Ambição, Vaidade e Poder.


Enquanto isso,
O Caminho segue ignorado por quem prefere atalhos;
A Verdade, torcida por quem lucra com mentiras;
E a Vida, reduzida por quem abraça a morte — de reputações, de esperanças, de dignidades…


Sequestrar a mente humana não é tão difícil, mas o sagrado não se deixa sequestrar.


O Cristo não vira cúmplice só porque O invocam em vão.


E a fé continua sendo o que sempre foi:
um convite para viver o que se prega,
não um salvo-conduto para quem apenas prega o que não vive.


Toda e qualquer forma de manipulação é ruim, mas nenhuma é tão execrável quanto a que se apodera da fé religiosa.”

Alessandro Teodoro

Esta frase aguardando revisão.
Esta frase aguardando revisão.

“Para as Almas Abençoadas que se despertam dispostas a aprender todos os dias, até o Encardido tem ensinamentos.

Inicialmente parece um baita despropósito, e antes fosse…

Mas definitivamente não é.

O Encardido sabe que não tem salvação nem morte que o espere, e mesmo assim faz as suas tentações todo santo dia, como se fosse o último.

Quantos de nós, cheios de Vida Eterna para vivermos, medimos esforços todo santo dia?

É curioso — e até muito desconcertante — perceber que aquele que já perdeu tudo, ainda assim, não perde o ímpeto.

Ele insiste.

Persiste.

Não por esperança, mas por natureza.

Nem por fé, mas por constância.

Há nisso uma disciplina ligeiramente sombria que, se olhada sem o véu do orgulho, sem a santidade fabricada, revela-nos um espelho absurdamente incômodo.

Porque nós, que ainda temos escolha, que ainda temos tempo, que ainda temos propósito, tantas vezes nos damos ao luxo da inércia.

Adiamos o bem que sabemos fazer, protelamos a transformação que sentimos necessária, e negociamos com a própria consciência como se o amanhã fosse uma garantia — e não apenas uma possibilidade.

O Encardido não espera o momento ideal.

Ele age.

Não escolhe o dia perfeito.

Ele insiste.

E talvez seja aí que reside a provocação mais profunda: não naquilo que ele é, mas naquilo que nós deixamos de ser.

Se até quem está perdido mantém sua constância no erro, o que dizer de nós, que ainda podemos escolher o acerto?

Se até ele se levanta todos os dias para cumprir o que acredita ser sua missão, por que nós hesitamos tanto em cumprir a nossa?

A verdade é que não nos falta luz — falta-nos Decisão.

Não nos falta Caminho — falta-nos passos.

Nem nos falta Propósito — falta-nos Entrega.

Aprender com o que é torto não é se contaminar, é reconhecer que até na escuridão há lições sobre movimento, sobre foco e sobre continuidade.

E, sobretudo, é lembrar que, ao contrário dele, nós ainda podemos escolher a Direção.

Que a nossa constância não seja menor que a dele — mas que seja infinitamente mais Luminosa.

Despertemos — Despertai-vos!

Buscai as Coisas do Alto!”

Alessandro Teodoro

O Diabo já me atentou tanto, que sem querer, ele acabou me mostrando foi o Caminho do Céu.

Valter Bitencourt Júnior photo

“Asco

Monstros que nascem na humanidade
Não merecem ser felizes
(Sequer se importam com a própria felicidade)
Merecem o sofrimento diante das suas crueldades
Que vivem a fazer
(Coração maldito cheio de maldade).
Não me venha com essa de ser bonzinho
Àqueles que nasceram para fazer o mal:
- São cruéis a ponto de matar sem um pingo de remorso
Esquecem que fazem parte da própria humanidade
A quem tanto abatem
Em nome do poder, do autoritarismo,
Do que acreditam que está escrito no sagrado
Em nome do altíssimo
Impostores, são desumanos - verdadeiros carrascos!

Há quem seja pior que psicopata - sanguinário!
Há quem brinque com a nossa fé - oportunista!
Há quem nos engane e nos manipule - sanguessuga!

Há quem nos engane e nos faça de marionetes
Brinca com a nossa inocência,
Pensa que jamais abriremos os olhos
- Que lavagem cerebral
Vive nos fazendo o tempo todo.

E a gente se impressiona com as estatísticas
Enquanto não viramos uma -
É racismo, homofobia, xenofobia, misoginia…

E a gente se impressiona com o bombardeio
Tem gente fazendo até pipoca,
Tem gente que não se importa com as crianças
Assassinadas, não se importa com o sofrimento
De todo um povo e cria a guerra

Há quem faça da desgraça alheia uma festa!”

Valter Bitencourt Júnior (1994) poeta e escritor brasileiro

Fonte: Blog: https://valterbitencourtjuniorpoetaeescritor.wordpress.com/2026/04/10/asco/

Blog: https://valterbitencourtjuniorblogueiro.blogspot.com/2026/04/asco.html

Blog: https://valterbitencourtjuniororesgate.blogspot.com/2026/04/asco.html

Blog: https://valterbjuniorserblogueiro.blogspot.com/2026/04/asco.html

Esta frase aguardando revisão.

“Não dá para esperar por Falsos Profetas, aplaudindo o filhote do encardido fingindo “pregar” o evangelho.

A história nos mostra que os falsos profetas nunca chegam anunciando a própria falsidade.

Eles vestem a linguagem da fé, citam versículos, evocam tradições e, muitas vezes, se apresentam como defensores da verdade.

O problema é que a mentira religiosa não costuma entrar pela porta da negação de Deus, mas pela janela da manipulação de Sua Palavra.

Vivemos um tempo em que a fé pode ser transformada em instrumento de poder, de lucro, de influência e de vaidade.

O Evangelho, que nasceu como anúncio de libertação, serviço e amor ao próximo, é frequentemente reduzido a slogans, plataforma ideológica ou produto de consumo espiritual.

E, quando isso acontece, não basta apontar o dedo para quem distorce a mensagem; é preciso também questionar o silêncio e a passividade de quem assiste a tudo sem discernimento.

A responsabilidade de uma comunidade de fé não é idolatrar pregadores, mas confrontar toda pregação com os valores que ela afirma defender.

Onde há arrogância, perseguição aos vulneráveis, culto à personalidade, ganância travestida de bênção ou ódio apresentado como zelo, o Evangelho já foi abandonado, ainda que o nome de Deus continue sendo descaradamente repetido.

A fé autêntica não precisa de espetáculo para convencer, nem de inimigos para se sustentar.

Ela se reconhece nos frutos: na justiça, na misericórdia, na compaixão, na honestidade e no compromisso com a verdade.

Quem fala em nome de Deus deveria ser medido menos pelo tom da voz e mais pela coerência da vida.

Talvez o maior perigo dos falsos profetas não seja o que eles dizem, mas o quanto nos acostumamos a ouvi-los.

Quando a consciência adormece, qualquer discurso eloquente parece sabedoria.

E quando a crítica desaparece, a manipulação encontra terreno fértil.

Por isso, mais do que esperar a chegada dos falsos profetas, é preciso reconhecer que eles prosperam sempre que a fé deixa de ser encontro com a verdade para se tornar instrumento de conveniência.

O desafio não é apenas identificá-los, mas recusar-lhes os aplausos que os mantêm de pé.

Afinal, a Fidelidade ao Evangelho exige discernimento, coragem e, sobretudo, a disposição de seguir a Verdade mesmo quando ela contraria os interesses dos que se apresentam como seus porta-vozes.”

Alessandro Teodoro

Esta frase aguardando revisão.

“Não deve ter sido fácil dar a Luz à LUZ, a Vida à VIDA, a Proteção ao SALVADOR, e se tornar a MÃE mais Renegada do mundo.

Nossa, mãe!?!

Maria, muito obrigado pelo seu SIM!

Maria, muito obrigado por ensinar o CAMINHO a caminhar!

Maria, muito obrigado por salvar o nosso SALVADOR!

Há mistérios da fé que só podem ser contemplados em profundo Silêncio.

Maria recebeu em seu ventre Aquele que criou todas as coisas.

A criatura acolheu o Criador.

A serva tornou-se Mãe do Senhor.

A jovem de Nazaré carregou nos braços quem sustenta o universo inteiro.

Que paradoxo extraordinário!

A Luz do mundo precisou ser envolvida em panos.

A Vida precisou ser alimentada.

O Salvador precisou ser protegido de todas as más sortes de perseguições…

E Deus, em sua infinita sabedoria, escolheu confiar tudo isso às mãos de uma Mulher que respondeu apenas: “Faça-se em mim segundo a tua palavra.”

O “Sim” de Maria não foi apenas uma resposta…

Foi uma entrega completa.

Ela aceitou uma missão sem conhecer todos os seus desdobramentos, suportou incompreensões, dores e a espada que lhe atravessaria a alma.

Permaneceu de pé junto à cruz quando tantos fugiram.

Ainda hoje, porém, muitos insistem em rejeitar aquela que o próprio Deus escolheu para ser a Mãe de seu Filho.

Muitos esquecem que honrar Maria nunca diminui a glória de Cristo.

Pelo contrário, toda verdadeira devoção mariana conduz ao Filho, porque Maria nunca apontou para si mesma; sempre apontou para Jesus.

Quando agradecemos a Maria, não a colocamos acima de Deus.

Apenas reconhecemos que Deus quis precisar da liberdade de uma Mulher para entrar na história da humanidade.

Seu “Sim” abriu a porta para que o Verbo se fizesse Carne e habitasse entre nós.

Que aprendamos com Maria a confiar, obedecer e dizer nosso próprio “Sim”, mesmo quando não compreendemos todos os caminhos de Deus.

Porque quem caminha com Maria aprende que toda a sua missão é conduzir cada coração ao Único Salvador: Jesus Cristo.”

Alessandro Teodoro

Esta frase aguardando revisão.

“Receio que o termo “Textão” tenha surgido dos Leitores apressados que se alimentam da Superficialidade Digital.

É muito curioso como uma Palavra criada para diminuir o Tamanho de uma Reflexão acabou revelando muito mais sobre quem a utiliza do que sobre quem Escreve.

Chamar um texto de “textão” quase sempre carrega uma dose de impaciência, como se dedicar alguns minutos à leitura fosse um sacrifício incompatível com o ritmo frenético da vida online.

Vivemos a era da Velocidade…

Tudo precisa ser resumido, comprimido, editado, transformado em poucos segundos de vídeo, em frases de efeito ou em legendas que caibam entre uma propaganda e outra.

A profundidade passou a disputar espaço com o algoritmo, e o algoritmo muito raramente recompensa quem exige pausa, silêncio e Contemplação.

Não se trata de condenar a Tecnologia.

Ela democratizou o acesso à informação de uma forma jamais imaginada.

O problema começa quando confundimos informação com conhecimento, opinião com reflexão e consumo de conteúdo fragmentado com aprendizado.

Nunca lemos tanto; mas talvez nunca tenhamos compreendido tão pouco.

Há uma diferença enorme entre passar os olhos por centenas de publicações e permitir que uma ideia atravesse as nossas convicções.

A primeira alimenta o cérebro com estímulos constantes; a segunda exige algo muito mais raro: disposição para pensar.

Pensar dói, desmonta certezas e nos obriga a reconhecer que o mundo dificilmente cabe em frases feitas.

Talvez por isso os textos longos incomodem tanto.

Eles não permitem respostas automáticas.

Exigem tempo, interpretação e, principalmente, disposição para dialogar com ideias que podem contrariar as nossas próprias crenças.

Em uma cultura que premia reações instantâneas, qualquer convite à reflexão parece um atraso.

É muito curioso perceber que quase ninguém reclama de assistir horas de uma série, acompanhar partidas inteiras de futebol, maratonar vídeos ou permanecer incontáveis minutos, quiçá horas, deslizando o dedo sobre a tela.

O problema não é o tempo…

O problema é quando esse tempo precisa ser investido em algo que exige participação intelectual.

O entretenimento flui; a reflexão cobra presença.

Reduzir qualquer argumento elaborado ao rótulo de "Textão" também revela uma inversão muito preocupante de valores.

A brevidade deixou de ser uma qualidade para se tornar uma obrigação.

Como se toda ideia complexa pudesse — e devesse — caber em poucas linhas.

Mas a realidade não é simples.

Justiça, ética, liberdade, amor, política, fé, educação ou desigualdade jamais serão compreendidos em meia dúzia de caracteres.

A pressa também produz outro efeito silencioso: substitui o entendimento pelo julgamento.

Antes mesmo de compreender um raciocínio completo, muitos já formulam uma resposta.

Não dialogam com argumentos; combatem impressões.

Nem escutam para entender; escutam apenas o suficiente para responder.

Isso explica por que tantos debates se transformaram em disputas de frases de impacto.

Vence quem viraliza, não quem argumenta.

Ganha visibilidade quem simplifica, ainda que simplificar signifique distorcer.

Talvez o verdadeiro "Textão" não esteja nas palavras escritas, mas na complexidade da própria existência.

A vida nunca foi tão resumida.

Uma amizade não cabe em um emoji.

Um luto não se traduz em status ou stories.

Uma consciência não amadurece por meio de manchetes.

Os maiores aprendizados sempre exigiram tempo, escuta e profundidade.

Ler um texto longo não é apenas consumir palavras; é exercitar uma habilidade que está se tornando muito rara: permanência.

Permanecer diante de uma ideia até compreendê-la.

Permanecer diante de um argumento sem fugir para a próxima distração.

Permanecer diante do desconforto que uma boa reflexão inevitavelmente provoca.

Talvez o problema nunca tenha sido o “Textão”.

Talvez o problema seja a dificuldade crescente de permanecer tempo suficiente diante de qualquer coisa que não produza Gratificação Imediata.

E, quem sabe, o dia em que voltarmos a valorizar a Leitura Demorada, a Conversa Profunda e o Pensamento Paciente seja também o dia em que deixaremos de chamar Reflexão de Excesso de Palavras e reconheceremos nela aquilo que sempre foi: um convite para enxergar Além da Superfície.”

Alessandro Teodoro

Esta frase aguardando revisão.

“Se até o Barulho das nossas Lágrimas chega aos Céus, imagina o Barulho da nossa Oração!

Façamos Barulho!?!

Há quem pense que Deus só ouve palavras perfeitamente organizadas, discursos eloquentes ou orações longas.

Mas a história da fé sempre revelou outra verdade: o Céu reconhece sons que a Terra nem sempre consegue explicar.

As lágrimas silenciosas têm voz!

Elas denunciam a dor que a boca já não consegue traduzir.

Gritam quando o coração está cansado, quando a esperança parece pequena e quando a alma insiste em permanecer de pé, mesmo ferida.

E, se até esse silencioso barulho alcança os Céus, quanto mais a oração que nasce de um coração rendido e machucado.

Orar não é informar a Deus sobre aquilo que Ele desconhece.

Ele sabe de todas as coisas!

É declarar que, apesar das circunstâncias, continuamos acreditando que existe um Deus capaz de transformar o que parece impossível em testemunho, o deserto em caminho e a espera em propósito.

O mundo faz barulho para espalhar medo, desesperança e confusão.

A fé faz barulho para anunciar confiança, esperança e vida.

Cada oração sincera rompe o silêncio da resignação.

Cada joelho dobrado desafia a lógica da derrota.

Cada “amém” pronunciado com convicção ecoa muito além das paredes ou abismo onde foi dito.

Talvez o milagre que esperamos ainda não tenha acontecido porque estamos ouvindo mais o barulho do mundo do que o da nossa própria fé.

Então, que nossas orações sejam mais altas do que nossos medos.

Que nossa confiança fale mais forte do que nossas dúvidas.

E que nossa esperança nunca se cale diante das “impossibilidades”.

Porque, se até o Barulho das nossas Lágrimas chega aos Céus… imagine o Barulho da Nossa Oração.

Façamos barulho!?!

O Céu continua nos ouvindo!

Amém?!?”

Alessandro Teodoro

Esta frase aguardando revisão.

“Só se vê bem com os olhos cristãos; o essencial é invisível aos olhos puramente humanos.

Vivemos em um tempo que nos ensinou a enxergar quase tudo, menos aquilo que realmente importa. 

Vemos aparências, conquistas, números, status, corpos, vitrines e máscaras. 

Mas há realidades que não se deixam fotografar, medir ou exibir.

A fé nos convida a olhar para muito além do que os olhos alcançam.

Com olhos humanos, enxergamos o erro; com olhos cristãos, podemos enxergar a possibilidade de redenção.

Com olhos humanos, vemos a ferida; com olhos cristãos, procuramos compreender a dor que existe por trás dela.

Com olhos humanos, julgamos o que aparece; com olhos cristãos, aprendemos que só Deus conhece verdadeiramente o coração.

Talvez seja por isso que tantas vezes confundimos visibilidade com importância. 

Achamos que aquilo que aparece merece mais valor do que aquilo que permanece escondido. 

Entretanto, as maiores batalhas de alguém podem acontecer em silêncio. 

As orações mais sinceras talvez nunca sejam publicadas. 

Os gestos mais generosos podem jamais receber aplausos.

Cristo nos ensina justamente esse outro modo de ver: não o olhar que procura motivos para condenar, mas aquele que procura razões para amar.

Porque o essencial continua invisível aos olhos humanos.

Não se vê a esperança, mas ela sustenta.

Não se vê a fé, mas ela mantém de pé.

Não se vê o amor, mas ele transforma.

Não se vê a graça, mas ela pode reconstruir uma vida inteira.

Ter olhos cristãos não significa ignorar a realidade ou fechar os olhos para o mal. 

Significa enxergar a realidade sem permitir que ela nos roube a compaixão. 

É olhar para o mundo com discernimento, mas também com misericórdia; reconhecer a verdade sem perder a capacidade de amar.

No fim, talvez a verdadeira cegueira não seja não enxergar o que está diante de nós, mas enxergar tudo aquilo que é passageiro e não perceber aquilo que é eterno.

Que Deus nos ensine, então, a trocar o olhar apressado pelo olhar compassivo; o julgamento pela compreensão; a aparência pela essência.

Porque há coisas que somente a fé consegue enxergar.

E talvez seja justamente aí que comece a verdadeira visão.”

Alessandro Teodoro

Esta frase aguardando revisão.

“Acho que já nasci meio Cético, mas tenho certeza de que o Immanuel Kant poliu meu Ceticismo Desapaixonado.

Não porque tenha me ensinado a duvidar de tudo, mas porque me ensinou a desconfiar das certezas fáceis e, sobretudo, das fabricadas.

Há uma diferença enorme entre não acreditar e aprender a perguntar.

O ceticismo apaixonado, imaturo, fecha janelas; o pensamento crítico mete o pé na porta.

O mundo se move com as respostas, mas subsiste com as perguntas.

Kant me fez perceber que a razão, tão orgulhosa de sua capacidade de compreender o mundo, também precisa reconhecer os seus próprios limites.

Há coisas que podemos conhecer, coisas que podemos apenas pensar que conhecemos e outras diante das quais só nos resta o silêncio.

Talvez a verdadeira Maturidade Intelectual comece justamente quando deixamos de confundir aquilo que pensamos com aquilo que sabemos.

Com o tempo, descobri que duvidar não é necessariamente afastar-se da fé.

Às vezes, a dúvida é o caminho mais curto pelo qual a fé deixa de ser herança, hábito ou medo e passa a ser uma escolha consciente.

Uma fé que nunca enfrentou perguntas difíceis pode ser apenas uma convicção protegida do vento.

Já aquela que atravessou noites de dúvidas talvez tenha aprendido a permanecer de pé sem precisar fingir que possui todas as respostas.

Talvez por isso eu desconfie tanto dos que têm explicações definitivas para quase tudo.

Há uma espécie de Arrogância Intelectual em quem transforma o mistério em certeza e uma espécie de Sabedoria Portentosa em quem consegue dizer: “não sei”.

Afinal, pensar não é acumular respostas; é aprender a formular perguntas melhores.

E talvez o meu Ceticismo Desapaixonado tenha começado como uma resistência a acreditar em qualquer coisa, mas, depois de Kant, tornou-se algo mais humilde: a disposição de não acreditar cegamente nem naquilo que eu gostaria muito que fosse verdade.

No fim, talvez seja essa a grande lição: não precisamos abandonar a fé para respeitar a razão, nem abandonar a razão para admitir o mistério.

Podemos caminhar entre as duas, conscientes de que há verdades que a mente alcança, verdades que o coração intui e mistérios diante dos quais ambos precisam aprender a se calar.

Porque, às vezes, duvidar não é perder a fé.

É apenas impedir que a nossa certeza se atreva a tentar se tornar maior do que a verdade.”

Alessandro Teodoro