Frases sobre lazer

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da lazer, trabalho, tempo, homens.

Frases sobre lazer

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“A necessidade geral da arte é a necessidade racional que leva o homem a tomar consciência do mundo interior e exterior e a lazer um objecto no qual se reconheça a si próprio.”

Hegel (1770–1831) professor académico alemão

Variante: A necessidade geral da arte é a necessidade racional que leva o homem a tomar consciência do mundo interior e exterior e a lazer um objeto no qual se reconheça a si próprio.

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“O que fazemos durante as horas de trabalho determina o que temos. O que fazemos nas horas de lazer determina o que somos.”

George Eastman (1854–1932)

What we do during our working hours determines what we have; what we do in our leisure hours determines what we are.
George Eastman, citado em "George Eastman" - página , Oscar N. Solbert, Eastman Kodak Co., 1953, 22 páginas

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“Quase todos os esforços humanos se dirigem não à diminuição da carga do trabalhador, mas a tornar mais agradável o ócio dos que já vivem em lazer.”

Liev Tolstói (1828–1910) escritor russo

Pensamentos para uma vida feliz - Página 97 http://books.google.com.br/books?id=VjiouzqX6b0C&pg=PA97, Leo Tolstoy, tradução de Barbara Heliodora, Prestígio Editorial, ISBN 8599170252, 9788599170250, 224 páginas

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“O meu maior lazer é passar quatro horas jogando videogame”

Ana Maria Braga, apresentadora
Fonte: Revista ISTO É, Edição 1819.

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“A falta de espaço nos obriga a consultar o livro do General Petiet, nossos leitores vão compensar no lazer desfrutando de uma obra que faz pensar, sonhar e amar, muitas vezes.”

Auguste Louis Petiet (1784–1858) político francês

Le défaut d'espace nous force de renvoyer au livre du général Petiet; nos lecteurs se dédommageront en savourant à loisir une œuvre qui fait penser, rêver et souvent aimer.
Pays citado em "Lord Palmerston, l'Angleterre et le continent", Volume 2‎ - Página 325 http://books.google.com.br/books?id=h6UQAAAAYAAJ&pg=PA325, Karl Ludwig Ficquelmont (Graf) - Amyot, 1852

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“Lazer com dignidade.”

Cícero (-106–-43 a.C.) orador e político romano
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“O lazer sem as belas-letras é como a morte e a sepultura do homem vivo.”

Lucio Anneo Seneca (-4–65 a.C.)

Variante: O ócio sem estudos é como a morte e a sepultura do homem vivo.

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“⁠Muito mais assustadora que qualquer Enfermidade é a falta de Senso Coletivo,

sobretudo ao compartilhar espaços da Saúde Pública.

As dores não escolhem hora, idade, condição social ou crenças.

Elas chegam sem pedir licença e colocam lado a lado pessoas fragilizadas, assustadas e, muitas vezes, dependentes da compreensão alheia.

Em unidades hospitalares, onde a vulnerabilidade é uma condição comum a todos, o mínimo esperado deveria ser a consciência de que ninguém está ali por lazer.

O barulho inerente a qualquer doença, ainda que terminal, é permissão divina; o que se faz em volta dela é escolha humana.

O choro de uma criança, o sintoma barulhento da apneia do sono, o gemido de quem sente dor, a tosse persistente de um enfermo ou a angústia silenciosa de uma família fazem parte das muitas realidades da condição humana.

São manifestações que não obedecem à nossa vontade.

Mas a conversa em volume excessivo, a indiferença diante do sofrimento alheio, a falta de respeito com o descanso de quem luta para se recuperar e a incapacidade de perceber que o espaço é coletivo pertencem ao campo das escolhas.

Talvez um dos principais testes de civilidade não esteja nos grandes discursos sobre empatia, mas nos pequenos gestos praticados quando ninguém está nos observando.

Respeitar o silêncio de um hospital, moderar ou erradicar comportamentos inconvenientes e considerar a presença de pessoas fragilizadas são atitudes muito simples, porém reveladoras.

Demonstram que ainda conseguimos enxergar para além do próprio umbigo.

Uma sociedade se fortalece quando compreende que direitos individuais e responsabilidades coletivas caminham de mãos dadas.

Quando essa percepção desaparece, o desconforto causado pela falta de consideração pode se tornar ainda mais pesado do que a própria enfermidade — ainda que ela seja terminal.

Afinal, a doença atinge o corpo, mas a ausência de Senso Coletivo desgasta algo ainda mais profundo: a capacidade de convivermos como — e em — comunidade.

No fim, a verdadeira Saúde de um povo não se mede apenas pela qualidade dos seus hospitais ou pela eficiência e humanização dos seus tratamentos.

Ela também se revela na maneira como as pessoas Escolhem agir diante da fragilidade humana.

Porque a dor pode ser inevitável, mas a insensibilidade jamais.”