Frases sobre dispensa

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da dispensa, amor, amor, idade.

Frases sobre dispensa

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“No meu dicionário, 'socialista' é o cara que alardeia intenções e dispensa resultados, adora ser generoso com o dinheiro alheio, e prega igualdade social, mas se considera mais igual que os outros…”

Roberto Campos (1917–2001) Economista, diplomata e político matogrossense

"Na virada do milênio", ‎Página 180, de Roberto de Oliveira Campos - Publicado por Topbooks, 1999 - 486 páginas

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“O livre pensamento não passa muitas vezes de uma crença, que nos dispensa da fadiga de pensar.”

Gustave Le Bon (1841–1931) psicólogo francês

La libre pensée ne constitue souvent qu'une croyance, qui dispense de la fatigue de penser.
Gustave Le Bon citado em "Dictionnaire des citations françaises et étrangères", Robert Carlier - Larousse, 1982, ISBN 2033402029, 9782033402020 - 896 páginas
Atribuídas

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“Dispenso-a de comparecer na minha idéia de si.”

Fernando Pessoa (1888–1935) poeta português

"Autobiografia sem Factos". Assírio & Alvim, Lisboa, 2006, p. 290
Autobiografia sem Factos

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“Uma boa leitura dispensa com vantagem a companhia de pessoas frívolas.”

Marquês de Maricá (1773–1848)

Variante: Uma boa leitura dispensa com grandes vantagens a companhia de pessoas frívolas.

Esta frase aguardando revisão.

“Seria Humanamente impossível usar qualquer Mau Comportamento para relativizar outro sem se togar do Mau-Caratismo.

A tentativa de justificar o erro com outro erro revela mais sobre quem argumenta do que sobre o fato em si.

É como se a consciência, incapaz de sustentar a verdade nuą e crua, buscasse abrigo na comparação: “se o outro fez pior, o meu não é tão grave assim”.

Mas desde quando a gravidade de um ato deixa de existir porque há algo mais grave ao lado?

O peso moral não se dilui por contraste — ele apenas se acumula.

Relativizar desvios é uma forma sutil de normalizá-los.

E a normalização do erro é o terreno mais fértil para a sua repetição.

Quando alguém aponta o erro alheio para suavizar o próprio ou de alguém, não está defendendo justiça, mas tentando escapar dela.

É uma negociação íntima com a própria consciência, um pacto silencioso onde a verdade é sacrificada em nome do conforto.

O problema não está apenas na falha, mas na recusa em encará-la como tal.

Porque reconhecer o erro exige coragem — uma coragem que dispensa comparações e aceita a responsabilidade sem muletas.

Já o mau-caratismo, esse sim, precisa de referências externas, de exemplos piores, de histórias paralelas que sirvam como cortina de fumaça.

No fim, quem relativiza não absolve ninguém — apenas se condena junto.

Afinal, ao escolher medir o certo pelo errado, abandona-se qualquer possibilidade de integridade.

E sem integridade, o julgamento deixa de ser moral e passa a ser apenas conveniente.”