Frases sobre pergunta
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“Alguém acredita em Datafolha? Você acredita em Papai Noel? Outra pergunta aí…”

Jair Bolsonaro (1955) 38º Presidente do Brasil

Década de 2010, 2019, Setembro

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“Pergunta para o Paulo Guedes, pergunta para o Paulo Guedes. Outra pergunta.”

Jair Bolsonaro (1955) 38º Presidente do Brasil

Década de 2010, 2019, Agosto

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“Não, eu vou encontrar a minha avó. A minha avó morreu. Infelizmente já morreu. Mais alguma pergunta?”

Jair Bolsonaro (1955) 38º Presidente do Brasil

Década de 2010, 2019, Agosto

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“Pergunta para as vítimas dos que morreram lá o que que eles acham. Depois que eles responderem, eu respondo vocês.”

Jair Bolsonaro (1955) 38º Presidente do Brasil

Década de 2010, 2019, Julho

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“O que está acontecendo com o Brasil? Trabalhadores, empresários, donas de casa, muita gente já não esconde a preocupação com os rumos do país e anda fazendo a mesma pergunta. Onde foi parar aquela euforia, inflamada por um discurso que apregoava um patamar de desenvolvimento jamais visto na nossa história?”

Aécio Neves (1960) político brasileiro

Aécio Neves artigo do senador publicado dia 26 de agosto de 2013.
Fonte Folha de S.Paulo http://www1.folha.uol.com.br/colunas/aecioneves/2013/08/1331830-confianca.shtml

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“Visitei zonas de guerra e campos de refugiados onde você se pergunta legitimamente o que aconteceu com a dignidade da pessoa humana. O que nos tornou imunes aos apuros dos mais desprivilegiados?”

António Guterres (1949) Primeiro-ministro de Portugal e Secretário-geral das Nações Unidas

G1 http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/10/antonio-guterres-e-nomeado-novo-secretario-geral-da-onu.html — 16/10/2016

Vikas Swarup photo

“Pois é madame, a gente que é pobre também sabe responder a perguntas e cobrar respostas. E aposto que, se um pobre fizesse um programa desse tipo, os ricos não iam acertar nenhuma resposta.”

Vikas Swarup (1961)

Vikas Swarup; Sua resposta vale um bilhão. Tradução Paulo Henrique Britto - São Paulo: Companhia das Letras, 2006. Página 26
Sua resposta vale um bilhão

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“A poesia era uma resposta, 22 a devolveu a seu estado original de pergunta: que é poesia? Em que consiste esse anômalo ato de palavra, regido por tantas lógicas musicais, lógicas não lógicas, essa área de discurso onde toda a loucura e desvario se permite? Onde o sentido?”

Paulo Leminski (1944–1989) poeta brasileiro

"Teses, tesões". In Ensaios e anseios crípticos, p. 15. Editora Unicamp, 2011.
Fonte: LEMINSKI, Paulo. Ensaios e anseios crípticos http://issuu.com/editoraunicamp/docs/ensaios_e_anseios.

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“Paro às vezes à beira de mim próprio e pergunto-me se sou um doido ou um mistério muito misterioso.”

Fernando Pessoa (1888–1935) poeta português

[1912] segundo o site: Casa Fernando Pessoa, vide: [Sou a sombra de mim mesmo]
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“Aprenda a fazer as perguntas certas para conseguir as respostas que você procura”

#suramajurdi
#motivação
#frase

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“Ainda que todos os políticos fossem Corruptos, seria menos grave que se todos os corruptos fossem Políticos.


Em ano de Eleições — especialmente as gerais — sempre arrastamos a Corrupção para o centro do palco.


Mas quase sempre nos esquecemos, por descuido ou capricho, que o combate à Corrupção começa com o nosso bom comportamento.


Ela é sempre arrastada para o centro do palco como a grande vilã nacional, apontada em debates, estampada em manchetes, tomada como inimiga número um por quase todos.


Mas, terminado o espetáculo, o que fazemos com o espelho?


É muito curioso como denunciamos com veemência os desvios bilionários, enquanto tratamos como irrelevantes os pequenos atalhos do cotidiano: a vantagem indevida — o “jeitinho brasileiro” — e o silêncio cúmplice diante do erro que nos favorece.


Condenamos os políticos corruptos, mas normalizamos a infração que nos beneficia.


Se tivéssemos a idoneidade da qual só sentimos falta neles, certamente o Brasil não padeceria da Metástase Cultural da Corrupção.


Exigimos ética em Brasília, mas relativizamos a nossa nas esquinas.


Talvez porque seja mais confortável enxergar a Corrupção como um monstro muito distante, habitante exclusivo dos palácios, e não como uma “cultura” que se infiltra nas escolhas diárias.


É mais fácil votar contra ela do que viver contra ela.


O combate à Corrupção não começa nas urnas — começa no caráter.


Não nasce nos discursos inflamados — nasce nos hábitos.


Ele se fortalece quando o cidadão decide que sua integridade não depende de quem governa, mas de quem ele é.


Se quisermos, de fato, mudar o enredo político, precisamos antes revisar o roteiro pessoal.


Porque um povo que naturaliza pequenas desonestidades, e ainda as batiza de “jeitinho”, dificilmente sustentará grandes virtudes.


No fim, talvez a pergunta mais honesta, urgente e necessária — não só em ano eleitoral — não seja apenas “quem é o menos corrupto?”, mas “o quanto estou disposto a não ser?”.⁠”

Esta frase aguardando revisão.

“Sem querer banalizar nem florear a “profissão” mais antiga do mundo, a prostituição corporal, a que deveria nos apavorar é a espiritual.

Porque a primeira, ainda que envolta em julgamentos, é explícita: há um corpo, um acordo, uma troca visível. 

Já a segunda se disfarça de virtude, de opinião firme, de pertencimento. 

Não se vende o corpo, mas algo talvez muito mais íntimo — a consciência, os valores e a própria capacidade de discernir.

A prostituição espiritual acontece quando abrimos mão daquilo que realmente pensamos em troca de aceitação, aplausos, vantagens ou conveniência. 

Quando repetimos discursos que não refletimos, defendemos causas que não compreendemos ou atacamos pessoas que nunca paramos para ouvir. 

É um tipo de rendição silenciosa, que não deixa marcas no corpo, mas corrói lentamente o caráter.

E o mais inquietante: ela é muito raramente percebida por quem a pratica. 

Ao contrário da negociação explícita, aqui tudo parece escolha própria. 

A pessoa acredita que está sendo fiel a si mesma, quando na verdade já terceirizou o próprio julgamento. 

Tornou-se vitrine de ideias alheias, sem sequer perceber quem lucra com isso.

Talvez por isso ela seja mais perigosa. 

Porque não choca, não escandaliza, não mobiliza indignação coletiva. 

Pelo contrário, muitas vezes é premiada com likes, seguidores e senso de pertencimento. 

É a prostituição que se fantasia de convicção.

E, no fim, a pergunta que fica não é sobre quem vende o corpo, mas sobre quem, pouco a pouco, vai vendendo a alma em parcelas tão insignificantes que já nem sabe mais o que ainda lhe pertence.”

Esta frase aguardando revisão.

“Um povo espiritual e intelectualmente corrompido merece toda má sorte de corruptos lhes disputando a Economia da Atenção.

A cada exposição da ferida aberta de um, aparece uma enxurrada de passadores de pano relativizando-a e justificando-a com a ferida de outro.

Os que tentam legitimar os desvios de um lado só porque o outro também falhou, são igualmente ou mais podres do que aquilo que fingem combater.

Ainda que todos os políticos fossem corruptos, seria menos grave do que se todos os corruptos fossem políticos.

Porque a corrupção mais perigosa não nasce nos palácios, nos parlamentos ou nos gabinetes.

Ela nasce quando a consciência abdica de julgar com honestidade e passa a medir o certo e o errado pela conveniência da própria tribo.

Quando a verdade deixa de ser um princípio e se torna apenas uma ferramenta de combate.

Uma sociedade não começa a apodrecer quando surgem os corruptos.

Ela começa a apodrecer quando os corruptos encontram defensores apaixonados.

Quando a indignação deixa de ser moral e passa a ser seletiva.

Quando o escândalo não é mais o crime, mas a identidade de quem o cometeu.

Há uma degradação espiritual profunda em quem transforma a própria consciência em advogado daquilo que condenaria sem hesitar se viesse do adversário.

E há uma degradação intelectual ainda mais grave em quem acredita que duas injustiças podem produzir uma justiça, ou que um erro deixa de ser erro porque existe outro semelhante do outro lado.

A verdade não muda de natureza conforme a bandeira que a carrega.

A mentira não se torna honesta por vestir as cores da nossa preferência.

O abuso não se torna aceitável porque foi praticado por alguém que defende as mesmas causas que nós.

Quando um povo perde essa capacidade elementar de discernimento, deixa de exigir integridade e passa a exigir apenas lealdade.

E, nesse momento medonho, os piores líderes prosperam.

Não porque sejam extraordinariamente astutos, mas porque descobriram que a cegueira voluntária é mais poderosa do que qualquer estratégia.

Os corruptos que ocupam cargos são um problema.

Os corruptos que ocupam consciências são uma tragédia.

Os primeiros roubam recursos; os segundos roubam a própria noção de verdade.

Os primeiros podem ser substituídos; os segundos reproduzem indefinidamente o ambiente que permite a ascensão de novos oportunistas.

Por isso, talvez a pergunta mais importante e necessária não seja quem está corrompendo as instituições, mas quem está corrompendo os critérios pelos quais as julgamos.

Pois nenhum sistema resiste quando a honestidade deixa de ser um valor universal e se transforma em privilégio concedido apenas aos aliados.

Uma sociedade só começa a se curar quando abandona a idolatria política e recupera a coragem de condenar o erro mesmo quando ele veste o rosto dos seus.

Porque a integridade verdadeira não escolhe lados para existir.

Ela permanece de pé, solitária se necessário, diante de qualquer mentira, de qualquer abuso e de qualquer corrupção.

E é justamente por isso que ela se torna tão rara.”

Esta frase aguardando revisão.

“Tropeçar na generalização e no floreio das narrativas é, no mínimo, atentar contra a complexidade.

Há uma tentação constante de transformar o mundo em algo mais simples do que ele realmente é.

Talvez porque a simplicidade ofereça conforto, rapidez e a ilusão de compreensão.

Narrativas bem acabadas, personagens facilmente identificáveis, causas e consequências organizadas em linhas retas: tudo isso nos dá a sensação de que dominamos aquilo que observamos.

No entanto, a realidade raramente se submete a esse tipo de enquadramento.

Quando comprimimos experiências humanas para caberem em discursos elegantes, frequentemente deixamos de fora as contradições, as ambiguidades e os silêncios que também compõem a verdade.

Generalizações podem funcionar como atalhos cognitivos, mas, quando adotadas sem cuidado, tornam-se ferramentas de apagamento.

O singular desaparece.

O contexto perde relevância.

E o que era vivo transforma-se em caricatura.

A complexidade não é um defeito a ser corrigido; é uma característica fundamental da existência.

Pessoas não são apenas a soma de suas opiniões.

Eventos não decorrem de uma única causa.

Conflitos não se explicam por uma única perspectiva.

Quanto mais nos aproximamos de algo com honestidade, mais percebemos que as respostas definitivas são escassas e que as perguntas costumam ser muito mais profundas do que imaginávamos.

Isso não significa abandonar a busca por sentido, mas reconhecer os limites das nossas interpretações.

Há uma diferença enorme entre tornar algo compreensível e torná-lo simplista.

A primeira atitude exige escuta, nuances e disposição para rever certezas.

A segunda apenas acomoda a realidade aos contornos das nossas expectativas.

Talvez a maturidade intelectual resida justamente nessa disposição de conviver com o que não se resolve facilmente.

Em aceitar que compreender não é dominar, mas aproximar-se.

E que, diante da complexidade do mundo e das pessoas, a humildade pode ser mais esclarecedora do que qualquer narrativa excessivamente polida.

Porque nem tudo precisa ser reduzido para ser entendido.

Algumas verdades exigem espaço para permanecerem amplas, contraditórias e, por isso mesmo, profundamente humanas.”

Esta frase aguardando revisão.

“Num país com a mesma quantidade de especialistas que problemas, os Cheios de Certezas preferem aumentar o tom que os Argumentos.

Talvez porque argumentos exigem muito trabalho.

Exigem escuta, leitura, dúvida, revisão de rota…

Exigem a humildade intelectual de admitir que a realidade é mais complexa do que os slogans que cabem em um comentário de rede social ou em uma breve conversa.

A “certeza absoluta”, por outro lado, é bastante confortável.

Ela dispensa perguntas.

Não precisa de evidências quando já decidiu suas conclusões antes mesmo de conhecer os fatos.

Quem está cheio de certezas muito raramente procura compreender; quase sempre procura vencer.

Vivemos tempos em que a opinião apressada vale mais do que a reflexão paciente.

Antes que um problema seja entendido, já existem milhares de diagnósticos.

Antes que uma pergunta seja formulada corretamente, já há filas de especialistas improvisados oferecendo respostas definitivas.

E quanto mais complexa a questão, mais simples e categórica costuma ser a explicação apresentada.

Nesse cenário, a dúvida passou a ser confundida com fraqueza.

Mudar de ideia virou sinal de incoerência.

Reconhecer limites no próprio conhecimento parece menos admirável do que sustentar convicções inabaláveis, mesmo quando elas colidem com a realidade.

Mas o progresso humano nunca foi construído pela arrogância das respostas à pronta entrega.

Foi construído pela coragem de questionar, testar, errar e aprender.

A ciência avança assim.

A maturidade também.

E as sociedades mais saudáveis são aquelas que valorizam mais a qualidade das perguntas do que o tom das respostas.

Talvez o verdadeiro especialista não seja aquele que tem resposta para tudo, mas aquele que sabe distinguir o que conhece do que apenas acredita conhecer.

Porque entre a ignorância assumida e a certeza infundada, a segunda costuma causar muito mais estragos.

Num país abarrotado de especialistas em quase tudo, a sabedoria continua sendo um recurso muito raro: a capacidade de ouvir antes de concluir, de pensar antes de reagir e de admitir que, às vezes, a frase mais inteligente da conversa ainda é: “Eu posso estar errado.””