Frases sobre dívida
página 2

Lucio Anneo Seneca photo
David Levithan photo
Stefan Zweig photo
John Steinbeck photo
Machado de Assis photo
Jair Bolsonaro photo
Aécio Neves photo
Mansour al-Hallaj photo
Moreira Franco photo
Gustavo Franco photo
Enéas Carneiro photo
Enéas Carneiro photo

“Preocupemo-nos com as grandes questões. Preocupemo-nos com aquelas importâncias fabulosas que são desviadas, oficialmente, dos cofres públicos para pagar juros de uma dívida que não tem mais nenhuma razão de ser, externa e interna.”

Enéas Carneiro (1938–2007)

Convenção do Prona - 1998 - Teatro Imprensa
Fonte: [Teatro Imprensa - Convenção Nacional do PRONA - São Paulo, 20 de dezembro, 1997, Doutor Enéas Carneiro - Discurso Completo - Convenção do PRONA 98, Brasil, português]

“Torne-se um imortal, divida o seu conhecimento, compartilhe a sua sabedoria.”

reiki universal, Johnny de' Carli, citações, compartilhar

Esta tradução está aguardando revisão. Está correcto?
John Steinbeck photo
Esta tradução está aguardando revisão. Está correcto?
Steve Allen photo

“Vamos conversar?
Quero falar sobre a importância da EMPATIA e não digo somente de compreender a dor alheia não, pois empatia vai muito além.
Garanto que você começou 2020 fazendo aquela velha promessa de ajudar mais, de compreender, de querer bem, sem olhar a quem.
O ano já começou faz tempo, tantas coisas de Janeiro até aqui Março aconteceram, entre elas essa pandemia que assusta do menor ao maior, do mais novo ao mais velho.
O que você está fazendo para ajudar o seu próximo?
E aí? Vai esperar ver a necessidade do outro chegar bem perto de você para que olhe com mais amor?
Não estou me referindo somente a um apoio emocional, mas aquele apoio de dizer: eu tenho pouco, mas quero dividir com você.
Saiba que nesses dias de aflições tanto a saúde fisica como a mental estão sofrendo surtos terríveis.
A saúde fisica mostra hospitais lotados, pessoas morrendo, e a saúde mental precisa de atenção porque muitos estão chorando por seus entes queridos, aqueles que estão acamados e aqueles que se foram.
Precisamos ser solidários até de alma para alma. De coração pára coração.
Escrevo não para ter curtidas ou visualizações, mas para que você olhe um pouco a realidade de quem não está no conforto de um lar, no isolamento dentro de casa. Eu falo daqueles que estão nas ruas, nas calçadas, (esses corações precisa ser cuidados),
E, com certeza eles se tornaram uma grande isca para esse vírus que nos assombra.
Não víamos tanta gente correndo de um lado para o outro, atrás de se proteger.
E, com certeza muita gente por aí aumentou a depressão, as crises de ansiedade, a sindrome do pânico.
Muita gente por ai ( inclusive os moradores de rua) estão se sentindo mais excluídos, mais solitários, menos e menos vistos.
Vamos cuidar da nossa saude? E a do outro como podemos cuidar?
Não espere a necessidade ou a mídia mostrar que você pode ajudar.

Vamos lá? Não importa como, mas mexa-se.
Se comprar dois álcool em gel, olhe para o lado e vê se alguém precisa de um e divida. Se você pode sair pra comprar seu alimento, olhe para quem já é idoso e não tem que faça por ele.
A propósito não abraçar, não apertar as mãos não quer dizer que o coração não deva sentir.
O toque mais bonito que existe, ainda se chama Amor, e esse até no olhar se transmite.
Fica a dica, meio longa de ler, mas que possa Fluir em você sentimentos que nos ajudem a vencer mais essa batalha.
Empatia, é o remédio adequado para salvar outras vidas.”

Esta tradução está aguardando revisão. Está correcto?
René Descartes photo
Esta frase aguardando revisão.

“A moeda mais poderosa na política do espetáculo é o ruído que mantém a paixão e o aluguel das cabeças dos asseclas e ainda movimenta os algoritmos.

Ela banca dois amantes do barulho constante: a cabeça vazia e o algoritmo.

Já não importa a profundidade do debate, a coerência das ideias ou a honestidade das intenções.

O que sustenta o teatro contemporâneo é a capacidade de produzir barulho suficiente para impedir o silêncio que oportuniza a reflexão.

O ruído virou ativo político, combustível emocional e mecanismo de controle.

Na política do espetáculo, a indignação é industrializada.

Cria-se um inimigo por semana, uma crise por dia e um escândalo por hora…

Não para resolver problemas, mas para manter plateias permanentemente excitadas, cansadas e incapazes de distinguir realidade de encenação.

Afinal, quem pensa demais começa a perceber as contradições do roteiro.

Os asseclas apaixonados, muitas vezes sem perceber, alugam as próprias consciências em troca do pertencimento.

Passam a defender narrativas como quem protege a própria identidade.

E quando a identidade depende da manutenção do conflito, qualquer tentativa de ponderação vira ameaça.

O pensamento crítico deixa de ser virtude e passa a ser tratado como traição.

Enquanto isso, os algoritmos recompensam exatamente aquilo que degrada o debate público: exagero, simplificação, raiva e histeria.

O conteúdo que mais divide é o que mais circula.

Não porque seja verdadeiro, mas porque captura atenção.

E atenção, hoje, em meio a tanta carência, vale muito mais do que a verdade.

Nesse cenário, muitos líderes deixam de governar para performar.

Precisam permanecer em evidência constante, alimentando torcidas emocionais que já não exigem soluções concretas, apenas novos capítulos da guerra simbólica.

O problema deixa de ser a pobreza, a corrupção, a violência ou a desigualdade…

E passa a ser perder o controle da narrativa.

Talvez a maior tragédia desse modelo seja transformar cidadãos em audiência e democracia em entretenimento.

Porque quando a política vira espetáculo permanente, o país inteiro passa a viver entre aplausos automáticos, vaias previsíveis e distrações cuidadosamente calculadas.

E, no meio de tanto ruído, a lucidez se torna quase um ato de resistência.”

Esta frase aguardando revisão.

“Para os que gozam do conforto gélido das arquibancadas, os que sangram na zona quente das arenas às vezes fracassam.

E talvez seja justamente esse fracasso que os diferencie.

Da arquibancada, a visão é mais ampla, segura e limpa.

Os erros parecem óbvios, as decisões parecem simples e os riscos parecem muito menores do que realmente são.

Quem só observa, muito raramente sente o peso da escolha, a vertigem da incerteza ou o custo de colocar a própria pele em jogo.

Já na zona quente das arenas, tudo é diferente.

O calor da disputa distorce certezas.

O medo divide espaço com a coragem.

A dúvida caminha lado a lado com a convicção.

E, por mais preparado que alguém esteja ou pareça, existe sempre a enorme possibilidade de cair.

Mas há uma verdade que a distância costuma esconder: fracassar tentando não é equivalente a jamais ter tentado.

Os que entram na arena carregam marcas que os espectadores não conhecem.

São cicatrizes de sonhos contrariados, de planos interrompidos, de esforços que não produziram os frutos esperados.

Ainda assim, cada uma dessas marcas testemunha algo valioso: houve entrega.

Houve movimento, houve vida acontecendo.

O mundo costuma celebrar os vencedores sem deixar de amplificar a voz dos críticos.

Porém, entre o aplauso e a crítica, existe um espaço silencioso onde amadurecem as pessoas que ousaram agir.

É nesse lugar que se aprende humildade sem submissão, resiliência sem endurecimento e coragem sem arrogância.

Talvez o fracasso mais triste não seja o de quem caiu lutando, mas o de quem passou a vida inteira protegido pelo frio da arquibancada, acumulando opiniões sobre batalhas que nunca teve coragem de enfrentar.

Porque, no fim, a arena cobra muito caro.

Ela exige esforço, invulnerabilidade e persistência.

Mas oferece algo que nenhuma arquibancada pode entregar: a possibilidade de descobrir quem somos quando as certezas acabam e apenas a coragem permanece.

Às vezes, os corredores hospitalares são os labirintos que conduzem à zona mais quente das arenas.”

Esta frase aguardando revisão.

“Quase nada deve ser mais humilhante para os Autossuficientes do que precisarem caminhar com as pernas dos outros.

Há uma ironia muito silenciosa na condição humana: passamos a vida cultivando a ideia de independência, como se a autonomia absoluta fosse a forma mais elevada de existência.

Mas bastaria olhar honestamente para dentro, para perceber que ninguém chega a lugar algum sozinho.

Os que mais proclamam sua autossuficiência costumam construir em torno de si uma narrativa de mérito exclusivo.

Acreditam que suas conquistas nasceram apenas da própria força, da própria inteligência, da própria renúncia, da própria disciplina…

Esquecem-se, porém, das mãos que abriram portas, dos ombros que sustentaram seus primeiros passos, das vozes que ensinaram o que hoje repetem como se fosse descoberta pessoal.

Talvez por isso seja tão doloroso para certas pessoas reconhecer a dependência.

Não porque depender seja uma fraqueza, mas porque admitir a necessidade do outro desmonta a ilusão de grandeza construída sobre a ideia de autossuficiência.

É muito difícil aceitar que a trajetória individual é, na verdade, fruto de uma obra coletiva.

A vida, cedo ou tarde, cobra essa consciência.

O tempo enfraquece os corpos, os desafios excedem as capacidades individuais, as circunstâncias expõem limites que o orgulho insistia em esconder.

E então surge a verdade inevitável: todos caminhamos, em algum momento, com as pernas dos outros.

Seja através do conhecimento que herdamos, do afeto que nos sustenta, da solidariedade que nos ampara, ou das estruturas invisíveis que oportunizam a nossa existência cotidiana.

O problema não está em precisar do outro.

Mas em viver negando essa realidade.

Porque quem se considera uma ilha acaba transformando a gratidão em dívida, a cooperação em constrangimento e a humildade em derrota.

Talvez a verdadeira maturidade não esteja em nunca precisar de ajuda, mas em compreender que a interdependência não diminui ninguém.

Muito pelo contrário.

É ela que nos humaniza.

Reconhecer que somos sustentados por muitos não nos torna menores; apenas nos torna mais conscientes daquilo que sempre fomos.

No fim, não é a dependência que humilha.

O que humilha é a arrogância de acreditar que jamais dependemos de alguém, até o momento em que a vida nos obriga a enxergar o contrário.

E, quando esse momento chega, alguns descobrem que a maior força não estava em caminhar sozinhos, mas em reconhecer, com dignidade, aqueles que sempre caminharam junto deles.”