Frases sobre circunstância
página 3

Esta tradução está aguardando revisão. Está correcto?
Eleanor Roosevelt photo
Jair Bolsonaro photo

“Muitos reclamam da não tributação do imposto de renda sobre os vencimentos brutos dos oficiais e sargentos. Ora, se isso ocorresse, depararíamos com a inconcebível circunstância de um aspirante a oficial do Exército - homem de elite e cheio de sonhos de carreira - ter que sobreviver com menos de 5.000 cruzados mensais. Um salário inferior ao de muitos técnicos e funcionários sem qualificação de muitas estatais, como o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e Petrobrás.”

Jair Bolsonaro (1955) 38º Presidente do Brasil

Coluna &quot;Ponto de Vista&quot;, &quot;O salário está baixo&quot;, Revista VEJA - 03/09/1986 - Edição 939 - pág. 154. <br class="br">Decáda de 1980, 1986 <br class="br">Fonte: Coluna &quot;Ponto de Vista&quot;, O salário está baixo, Revista VEJA - 03/09/1986 - Edição 939 - pág. 154 https://acervo.veja.abril.com.br/index.html#/edition/33608?page=154

Aécio Neves photo

“A diplomacia brasileira já viveu dias melhores. As circunstâncias que forçaram a fuga cinematográfica do senador asilado Roger Molina, da embaixada em La Paz para o Brasil, derrubaram o pouco que restava da imagem de profissionalismo da nossa chancelaria.”

Aécio Neves (1960) político brasileiro

Aécio Neves artigo do senador publicado dia 2 de setembro de 2013. <br class="br">Fonte Folha de S.Paulo http://www1.folha.uol.com.br/colunas/aecioneves/2013/09/1335448-desalinhamento.shtml

John McCain photo

“O respeito pela dignidade dada por Deus de todo ser humano, não importa sua raça, etnia ou outras circunstâncias de seu nascimento, é a essência do patriotismo americano. Acreditar de outra forma é se opor à própria ideia de América.”

John McCain (1936–2018) político americano

Respect for the God-given dignity of every human being, no matter their race, ethnicity or other circumstances of their birth, is the essence of American patriotism. To believe otherwise is to oppose the very idea of America. <br class="br"> Twitter post https://twitter.com/SenJohnMcCain/status/951892337692684291 (12 de Janeiro de 2018)

Eduardo Cunha photo

“Tem um bando de aloprado no Planalto que vive desse tipo de circunstância, de criar constrangimento.”

Eduardo Cunha (1958) economista, político brasileiro e 53° Presidente da Câmara dos Deputados do Brasil

Eduardo Cunha <br class="br">Fonte G1 http://g1.globo.com/politica/noticia/2015/07/vejas-frases-de-cunha-no-anuncio-de-rompimento-com-o-governo.html

Theodore Dalrymple photo
Wentworth Miller photo
João da Cruz photo
Michel De Montaigne photo

“Quando se julga uma ação particular é preciso considerar várias circunstâncias, e o homem por inteiro que a produziu, antes de batiza-la.”

Michel De Montaigne livro Ensaios

Montaigne, Os Ensaios, Uma Seleção (2010) http://www.blogdacompanhia.com.br/2010/11/os-ensaios-de-michel-de-montaigne/, Liv. II, Cap. XI, p. 269, Org. M. A. Screech, Trad. Rosa Freire D&#x27;aguiar. <br class="br">Ensaios, Livro 2

Walter Benjamin photo

“Se imprime na narrativa a marca do narrador, como a mão do oleiro na argila do vaso. Os narradores gostam de começar sua história com uma descrição das circunstâncias em que foram informados dos fatos que vão contar a seguir, a menos que prefiram atribuir essa história a uma experiência autobiográfica.”

Walter Benjamin (1892–1940)

Fonte: BENJAMIN. W. O narrador. Considerações sobre a obra de Nikolai Leskov. IN: BENJAMIN, W. Magia e técnica, arte e política. Obras escolhidas. São Paulo: Brasiliense, 3.ed., 1987."

Fiódor Dostoiévski photo
Esta tradução está aguardando revisão. Está correcto?
Michael Porter photo
Hegel photo
Esta tradução está aguardando revisão. Está correcto?
Viktor Frankl photo
Esta frase aguardando revisão.
Esta frase aguardando revisão.

“Quase nada deve ser mais humilhante para os Autossuficientes do que precisarem caminhar com as pernas dos outros.

Há uma ironia muito silenciosa na condição humana: passamos a vida cultivando a ideia de independência, como se a autonomia absoluta fosse a forma mais elevada de existência.

Mas bastaria olhar honestamente para dentro, para perceber que ninguém chega a lugar algum sozinho.

Os que mais proclamam sua autossuficiência costumam construir em torno de si uma narrativa de mérito exclusivo.

Acreditam que suas conquistas nasceram apenas da própria força, da própria inteligência, da própria renúncia, da própria disciplina…

Esquecem-se, porém, das mãos que abriram portas, dos ombros que sustentaram seus primeiros passos, das vozes que ensinaram o que hoje repetem como se fosse descoberta pessoal.

Talvez por isso seja tão doloroso para certas pessoas reconhecer a dependência.

Não porque depender seja uma fraqueza, mas porque admitir a necessidade do outro desmonta a ilusão de grandeza construída sobre a ideia de autossuficiência.

É muito difícil aceitar que a trajetória individual é, na verdade, fruto de uma obra coletiva.

A vida, cedo ou tarde, cobra essa consciência.

O tempo enfraquece os corpos, os desafios excedem as capacidades individuais, as circunstâncias expõem limites que o orgulho insistia em esconder.

E então surge a verdade inevitável: todos caminhamos, em algum momento, com as pernas dos outros.

Seja através do conhecimento que herdamos, do afeto que nos sustenta, da solidariedade que nos ampara, ou das estruturas invisíveis que oportunizam a nossa existência cotidiana.

O problema não está em precisar do outro.

Mas em viver negando essa realidade.

Porque quem se considera uma ilha acaba transformando a gratidão em dívida, a cooperação em constrangimento e a humildade em derrota.

Talvez a verdadeira maturidade não esteja em nunca precisar de ajuda, mas em compreender que a interdependência não diminui ninguém.

Muito pelo contrário.

É ela que nos humaniza.

Reconhecer que somos sustentados por muitos não nos torna menores; apenas nos torna mais conscientes daquilo que sempre fomos.

No fim, não é a dependência que humilha.

O que humilha é a arrogância de acreditar que jamais dependemos de alguém, até o momento em que a vida nos obriga a enxergar o contrário.

E, quando esse momento chega, alguns descobrem que a maior força não estava em caminhar sozinhos, mas em reconhecer, com dignidade, aqueles que sempre caminharam junto deles.”

Alessandro Teodoro

Esta frase aguardando revisão.

“Se até o Barulho das nossas Lágrimas chega aos Céus, imagina o Barulho da nossa Oração!

Façamos Barulho!?!

Há quem pense que Deus só ouve palavras perfeitamente organizadas, discursos eloquentes ou orações longas.

Mas a história da fé sempre revelou outra verdade: o Céu reconhece sons que a Terra nem sempre consegue explicar.

As lágrimas silenciosas têm voz!

Elas denunciam a dor que a boca já não consegue traduzir.

Gritam quando o coração está cansado, quando a esperança parece pequena e quando a alma insiste em permanecer de pé, mesmo ferida.

E, se até esse silencioso barulho alcança os Céus, quanto mais a oração que nasce de um coração rendido e machucado.

Orar não é informar a Deus sobre aquilo que Ele desconhece.

Ele sabe de todas as coisas!

É declarar que, apesar das circunstâncias, continuamos acreditando que existe um Deus capaz de transformar o que parece impossível em testemunho, o deserto em caminho e a espera em propósito.

O mundo faz barulho para espalhar medo, desesperança e confusão.

A fé faz barulho para anunciar confiança, esperança e vida.

Cada oração sincera rompe o silêncio da resignação.

Cada joelho dobrado desafia a lógica da derrota.

Cada “amém” pronunciado com convicção ecoa muito além das paredes ou abismo onde foi dito.

Talvez o milagre que esperamos ainda não tenha acontecido porque estamos ouvindo mais o barulho do mundo do que o da nossa própria fé.

Então, que nossas orações sejam mais altas do que nossos medos.

Que nossa confiança fale mais forte do que nossas dúvidas.

E que nossa esperança nunca se cale diante das “impossibilidades”.

Porque, se até o Barulho das nossas Lágrimas chega aos Céus… imagine o Barulho da Nossa Oração.

Façamos barulho!?!

O Céu continua nos ouvindo!

Amém?!?”

Alessandro Teodoro