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“O único erro foi torturar e não matar.”

Jair Bolsonaro (1955) 38º Presidente do Brasil

Sobre a possibilidade de revisão da Lei de Anistia, que poderia punir de acusados de torturas e outros crimes contra presos políticos durante o regime militar. 07/08/2008.
Década de 2000, 2008
Fonte: Agência Brasil http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/noticia/2008-08-07/militares-protestam-no-rio-contra-possibilidade-de-revisao-da-lei-de-anistia
Fonte: Estadão http://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,deputado-ja-sobreviveu-a-seis-processos-imp-,699747

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“Nossa vida é o que nossos pensamentos fazem dela.”

Marco Aurelio (121–180)

The Meditations, IV, 3
Variante: A nossa vida é aquilo que os nossos pensamentos fizerem dela.

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“Todo mundo é um gênio. Mas, se você julgar um peixe por sua capacidade de subir em uma árvore, ela vai gastar toda a sua vida acreditando que ele é estúpido.”

Albert Einstein (1879–1955)

Variante: Todo mundo é um gênio. Mas se você julgar um peixe pela sua habilidade de subir em árvores, ele viverá o resto de sua vida acreditando que é um idiota.

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“É no problema da educação que assenta o grande segredo do aperfeiçoamento da humanidade.”

Immanuel Kant (1724–1804)

denn hinter der Edukation steckt das grosse Geheimniss der Vollkommenheit der menschlichen Natur
"Ueber Padagogik" in: "I. Kant's sämmtliche werke: In chronologischer Reihenfolge", Volume 8, Parte 2‎ - Página 460 http://books.google.com.br/books?id=8R2NBF90un8C&pg=PA460, Immanuel Kant, Gustav Hartenstein, Friedrich Theodor Rink, Gottlob Benjamin Jaesche - 1803

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“Ser ou não ser, eis a questão. O que é mais nobre para a alma? Sofrer as pedradas e as setas da fortuna ultrajosa ou tomar armas contra um mar de tribulações e, fazendo-lhes rosto, dar-lhes fim? Morrer… dormir… mais nada. Dizer que, por meio de um sono, acabamos com as angústias e com os mil embates naturais de que é herdeira a carne é um desfecho que se deve ardentemente desejar. Morrer… dormir… dormir! Sonhar talvez! Ah! Aqui é que está o embaraço. Pois que sonhos podem sobrevir naquele sono da morte depois de nos termos libertado deste bulício mortal? Eis o que nos obriga a fazer pausa; eis a reflexão de que procede a calamidade de uma vida tão longa. Com efeito, quem suportaria os açoites e os escárnios desta época, a injustiça do opressor, a contumélia do orgulhoso, os tormentos do amor desprezado, as dilações da lei, a insolência do poder e os maus tratos que o mérito paciente recebe de criaturas indignas, podendo com um simples punhal outorgar a si mesmo tranquilidade? Quem quereria sopesar o fardo, gemer e suar debaixo de uma vida pesadíssima, se o temor dalguma coisa depois da morte - o desconhecido país de cujas raias nenhum viajante ainda voltou - não enleasse a vontade e não fizesse antes padecer os males que temos, do que voar para outros que ignoramos? Assim, a consciência torna-nos a todos covardes; assim o fulgor natural da resolução é amortecido pelo pálido clarão do pensamento; e, assim, empresas enérgicas e de grande alcance torcem o caminho, e perdem o nome de ação.”

William Shakespeare (1564–1616) dramaturgo e poeta inglês

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