Frases de Albert Camus
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Albert Camus foi um escritor, romancista, ensaísta, dramaturgo e filósofo francês nascido na Argélia. Foi também jornalista militante engajado na Resistência Francesa e nas discussões morais do pós-guerra. Na sua terra natal viveu sob o signo da guerra, fome e miséria, elementos que, aliados ao sol, formam alguns dos pilares que orientaram o desenvolvimento do pensamento do escritor.

Camus foi agraciado com o Prêmio Nobel de Literatura de 1957 "por sua importante produção literária, que, com seriedade lúcida ilumina os problemas da consciência humana em nossos tempos".

✵ 7. Novembro 1913 – 4. Janeiro 1960
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Albert Camus frases e citações

“Quem escreve de um modo claro tem leitores. Quem escreve de um modo obscuro, comentadores.”

Variante: Os que escrevem com clareza têm leitores, os que escrevem de maneira obscura têm comentaristas.

“Não é nenhuma vergonha ser-se feliz; vergonhoso é ser feliz sozinho.”

Variante: Não há nenhuma vergonha em alguém ser feliz, mas seria vergonhoso ser feliz sozinho.

“Não caminhe atrás de mim; eu posso não liderar. Não caminhe na minha frente; eu posso não seguir. Simplesmente caminhe a meu lado e seja meu amigo.”

Variante: Não caminhe detrás de mim, posso não te guiar. Não ande na minha frente, posso não seguir-te. Simplesmente caminhe ao meu lado e seja meu amigo.

“Quando procuro o que há de fundamental em mim, é o gosto da felicidade que eu encontro.”

Quand il m'arrive de chercher ce qu'il y a en moi de fondamental c'est le goût du bonheur que j'y trouve.
Pages méditerranéennes - Página 64, Albert Camus, ‎Lucien Adjadji - Didier, 1968 - 80 páginas

“A imaginação oferece às pessoas consolação por aquilo que não podem ser e humor por aquilo que efectivamente são.”

Variante: A imaginação oferece às pessoas consolação por aquilo que não podem ser e humor por aquilo que efetivamente são.

“Para que tudo se consumasse, para que me sentisse menos só, faltava-me desejar que houvesse muitos espectadores no dia da minha execução e que me recebessem com gritos de ódio.”

Camus, Albert. O estrangeiro; tradução de Valerie Rumjanek - 28ª edição - Rio de Janeiro: Record, 2007.p. 126
O Estrangeiro