Frases sobre tropeço

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da tropeço, vida, vida, vez.

Frases sobre tropeço

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“Não desista


E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos. v.9


Bob Foster, meu mentor e amigo há mais de 50 anos, nunca desistiu de mim. Sua amizade imutável e o encorajamento, mesmo durante meus momentos mais sombrios, ajudou-me a enfrentar minhas lutas.

Com frequência, estamos prontos a estender a mão e ajudar alguém que sabemos que está em grande necessidade. Mas quando não vemos melhoras imediatas, a nossa determinação pode enfraquecer e, eventualmente, desistimos. Descobrimos que aquilo que esperávamos acontecer de uma vez só, era um processo contínuo.

O apóstolo Paulo nos pede para sermos pacientes ao ajudar uns aos outros nos tropeços e lutas da vida. Quando ele escreve: “Levai as cargas uns dos outros e, assim, cumprireis a lei de Cristo” (Gálatas. 6:2), ele está comparando a nossa tarefa ao trabalho, ao tempo e à espera que leva para um fazendeiro ver a sua colheita.

Quanto tempo devemos continuar orando e ajudando aos que amamos? “…não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos” (v.9). Quantas vezes devemos estender a mão aos outros? “…enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé” (v.10).

O Senhor nos encoraja a confiar nele hoje, a permanecer fiel aos outros, a continuar orando e a não desistir!

Deus “…é poderoso para fazer infinitamente mais do que 
tudo quanto pedimos ou pensamos…”. Efésios 3:20 David C. McCasland”

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“… Eu me desnudo emocionalmente quando confesso minha carência – que estarei perdido sem você, que não sou necessariamente a pessoa independente que tentei aparentar. Na verdade, não passo de um fraco, cuja noção dos rumos ou do significado da vida é muito restrita. Quando choro e lhe conto coisas que, confio, serão mantidas em segredo, coisas que me levarão à destruição, caso terceiros tomem conhecimento delas, quando vou a festas e não me entrego ao jogo da sedução porque reconheço que só você me interessa, estou me privando de uma ilusão há muito acalentada de invulnerabilidade. Me torno indefeso e confiante como a pessoa no truque circense, presa a uma prancha sobre a qual um atirador de facas exercita sua perícia e as lâminas que eu mesmo forneci passam a poucos centímetros da minha pele. Eu permito que você assista a minha humilhação, insegurança e tropeços. Exponho minha falta de amor-próprio, me tornando, dessa forma, incapaz de convencer você (seria realmente necessário?) a mudar de atitude. Sou fraco quando exibo meu rosto apavorado na madrugada, ansioso ante a existência, esquecido das filosofias otimistas e entusiasmadas que recitei durante o jantar. Aprendi a aceitar o enorme risco de que, embora eu não seja uma pessoa atraente e confiante, embora você tenha a seu dispor um catálogo vasto de meus medos e fobias, você pode, mesmo assim, me amar…”

Alain de Botton (1969)

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“Ser forte é compreender que tropeços e quedas são inevitáveis. O segredo está em não permanecer caído por mais tempo que o necessário.”

Max Moreno (1968) Escritor brasileiro, romancista

Fonte: https://www.facebook.com/maxmorenoescritor/photos/1442717346087558

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“O Gem me ajuda bastante, eu tropeço na letra da música às vezes… não encontro as palavras. Palavras são complicadas para mim porque sou muito burro.”

Liam Gallagher (1972)

sobre a ajuda que recebeu de Gem Archer para compor as músicas (2006).
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“Quando um homem tropeça e cai, e os outros não riem mau sinal para o que caiu.”

Santiago Rusiñol (1861–1931)

Revista Caras http://www.rivalcir.com.br/frases/caras1.html

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“Uma pessoa de vez em quando tropeça sobre a verdade, mas na maioria das vezes se levanta e continua andando.”

Winston Churchill (1874–1965) Político britânico

Men occasionally stumble over the truth, but most of them pick themselves up and hurry off as if nothing had happened.
citado em "How to develop your thinking ability", Ken Keyes - McGraw-Hill, 1950 - 246 páginas
Atribuídas

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“Será possível esperar que realizemos um sacrifício do entendimento, um sacrificium intellectus, para poder aceitar aquilo que sinceramente não podemos considerar verídico - só porque tais concepções estão contidas na Bíblia? Ou deveríamos deixar de lado os versículos do Novo Testamento que contêm tais concepções mitológicas e selecionar os que não constituem um tropeço desse tipo para o ser humano moderno? De fato, a pregação de Jesus não se limitou a afirmações escatológicas. Proclamou também a vontade de Deus, que é Seu mandamento, o mandamento de fazer o bem. Jesus exige veracidade e pureza, disposição para o sacrifício e para o amor. Exige que o ser humano todo seja obediente a Deus, e se insurge contra a ilusào de que possamos cumprir nosso dever para com Deus com a mera observância de determinadas prescrições externas. Se as exigências éticas de Jesus constituem tropeços para o ser humano moderno, somente o são em virtude de sua vontade egoísta, mas não de sua inteligência.
Que se desprende disso tudo? Deveremos conservar a pregação ética de Jesus e abandonar sua pregação escatológica? Haveremos de reduzir sua pregação do senhorio de Deus ao chamado "evangelho social"? Ou existe ainda uma terceira possibilidade? Temos que perguntar-nos se a pregação escatológica e o conjunto dos enunciados mitológicos contêm um significado ainda mais profundo, que permanece oculto sob o invólucro da mitologia. Se é assim, devemos abandonar as concepções mitológicas precisamente porque queremos conservar seu significado mais profundo. A esse método de interpretação do Novo Testamento, que procura redescobrir o significado mais profundo oculto por trás das concepções mitológicas, camo de "demitologização”

Rudolf Karl Bultmann (1884–1976) professor académico alemão

termo que nào deixa de ser bastante insatisfatório. Não se propõe a eliminar os enunciados mitológicos, mas sim interpretá-los."
Verificadas, Jesus Cristo e Mitologia

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Esta frase aguardando revisão.

“⁠⁠Sempre que o Tempo Trabalhado estende o tapete para a Arrogância desfilar, erros são Ignorados —Minimizados ou Romantizados.


Quando o “tempo de serviço” passa a ser usado como 'Currículo Moral', algo se perde à beira do caminho.


A experiência, que deveria ensinar humildade, acaba estendendo um tapete vermelho para a Arrogância desfilar a fantasia de mérito.


E, nesse espetáculo, os erros deixam de ser mestres severos para se tornarem figurantes das conveniências.


O que antes exigia revisão, agora se justifica pela “bagagem”.


O que cobrava correção é minimizado pelo “histórico”.


E o que deveria causar constrangimento acaba sendo romantizado como traço de personalidade ou preço do sucesso.


Assim sendo, o tempo deixa de lapidar e passa a blindar.


Mas tempo não absolve falhas, só as revela com mais nitidez.


Quanto mais longa a caminhada, maior deveria ser a capacidade de reconhecer tropeços e aprender com eles.


Quando isso não acontece, o problema já não é o erro em si, mas a vaidade que lhe empresta as sandálias medonhas para desfilar.


Porque Experiência sem Autocrítica não é Sabedoria — é apenas a repetição confortável dos mesmos equívocos, agora amparados pelo tic-tac do relógio.


Não é sobre ter 10, 20 ou 30…


É sobre ter plena consciência de que errar é um risco inerente aos que se entregam, aos que fazem, aos que vivem.


E corrigir erros é permitir-se muito mais humano!⁠”

Alessandro Teodoro

Esta frase aguardando revisão.

“Talvez não haja Atrevimento mais Bonito e Charmoso do que se aventurar na arte de Brincar com as Palavras.

Há, nesse gesto, uma espécie de sedução bastante silenciosa, um convite à imaginação, uma ousadia que dispensa o toque porque sabe alcançar a alma. 

Afinal, brincar com as palavras é descobrir que elas não nasceram apenas para dizer, mas também para insinuar, provocar, acariciar e, às vezes, desarrumar delicadamente tudo aquilo que julgávamos estar em seu devido lugar.

É preciso ter um quê de coragem e consciência para se arriscar nesse território. 

Às vezes são as Palavras que se juntam para Brincar conosco.

Mas é preciso saber que uma palavra pode ser janela ou abismo, abraço ou despedida, veneno ou antídoto. 

Que uma vírgula pode prolongar um suspiro, que uma pausa pode dizer muito mais do que uma declaração inteira e que certas reticências guardam, entre um ponto e outro, os mais indecentes segredos da imaginação.

Os que Brincam com as palavras, quando o fazem com inteligência e sensibilidade, não escrevem apenas frases: criam atmosferas. 

Transformam o óbvio em mistério, o cotidiano em poesia e o silêncio em uma espécie de música que só os mais atentos conseguem ouvir. 

São artesãos do sentido, contrabandistas das emoções, gente que sabe esconder uma provocação dentro de um elogio e disfarçar uma confissão sob a aparente inocência de uma metáfora.

E talvez resida justamente aí o encanto: na capacidade de dizer sem entregar tudo, de revelar sem esgotar o mistério, de despertar no outro a vontade de ler novamente, não porque faltou compreensão, mas porque sobrou significado.

Brincar com as palavras é, de certa maneira, brincar com a própria vida. 

É perceber que nem tudo precisa ser literal, que há verdades que só a poesia alcança e sentimentos que, quando pronunciados diretamente, perdem parte da sua magia. 

Há coisas que precisam ser sugeridas, bordadas nas entrelinhas, deixadas à mercê da inteligência e da sensibilidade de quem lê.

E que delícia é encontrar alguém capaz de compreender esse jogo! 

Alguém que não tropeça nas ambiguidades, mas dança com elas; que não exige explicações para cada metáfora, mas se permite sentir antes de decifrar. 

Alguém que devolve a provocação com outra provocação, que transforma uma conversa banal em duelo de sutilezas e faz do diálogo uma espécie de dança na qual ninguém deseja anunciar o fim da música.

Porque há encontros que começam no olhar, outros no toque, mas existem aqueles que principiam numa frase bem colocada. 

E, quando duas inteligências se reconhecem nesse território lúdico, até mesmo a sedução ganha outra dimensão: menos apressada, mais inventiva; menos óbvia e infinitamente mais interessante.

No fim das contas, talvez o verdadeiro atrevimento não esteja em dominar as palavras, mas em ter a delicadeza de Brincar com elas sem aprisionar seus sentidos. 

Em compreender que a linguagem também pode ser um lugar de liberdade, onde a inteligência flerta com a sensibilidade, o humor se insinua para a elegância e a imaginação encontra espaço para respirar.

E se há beleza em quem sabe falar, há um charme quase irresistível em quem sabe jogar com aquilo que diz.

Afinal, algumas pessoas conquistam pela presença, algumas pela beleza e outras tantas pela gentileza. 

Mas existem aquelas que, sem sequer perceber, nos desarmam com uma frase, nos instigam com uma pergunta e nos deixam pensando muito depois que a conversa termina.

Essas conhecem um segredo que nem todos aprenderam: as Palavras mais sedutoras não são necessariamente as que dizem mais, mas as que despertam em nós a vontade irresistível de imaginar o que ainda não foi dito.”

Alessandro Teodoro