Frases sobre agenda

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da agenda, política, vez, governo.

Frases sobre agenda

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“Lula é um grande homem, que mudou a agenda de Davos.”

Bono Vox (1960)

durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, Suíça.

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“Quanto ao governo federal, mais uma vez fez aquilo que tem sido praxe – transferiu responsabilidades, terceirizou a sua responsabilidade. Nós, do PSDB, continuaremos cobrando do governo federal a agenda que interessa ao Brasil. Transparência, seriedade na gestão pública.”

Aécio Neves (1960) político brasileiro

Aécio Neves em em entrevista no dia 9 de junho de 2013. <br class="br">Fonte PSDB http://www.psdb.org.br/psdb-define-seis-prioridades-para-a-reforma-politica/

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“Pressionado a oferecer respostas ao país, o governo federal improvisou uma constituinte restrita, rapidamente abandonada, e busca, por meio da proposta de um plebiscito de complexa elaboração, aprovar uma agenda que interessa muito mais ao PT do que ao Brasil.”

Aécio Neves (1960) político brasileiro

Aécio Neves artigo do senador para a Folha de São Paulo no dia 1 de julho de 2013. <br class="br">Fonte Folha de S.Paulo http://www1.folha.uol.com.br/colunas/aecioneves/2013/07/1304140-classe-media.shtml

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“O PSDB estará apresentando na próxima terça-feira, em uma reunião da sua Executiva, um conjunto de ideias consensuais no partido. Vamos conversar com outras forças partidárias já na próxima semana e estamos dispostos a construir uma agenda, no Parlamento, para uma reforma política.”

Aécio Neves (1960) político brasileiro

Aécio Neves entrevista coletiva 5 de julho de 2013. <br class="br">Fonte G1 http://g1.globo.com/politica/noticia/2013/07/plebiscito-nasceu-morto-diz-aecio.html

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“Portanto, nós aqui estamos denunciando: o governo federal não quis conversar com as oposições e, achamos que agora não há também nenhum sentido maior nessa conversa, porque nós apresentamos ao Brasil uma agenda. Uma agenda objetiva. A presidente me parece não gosta do diálogo. Prefere o monólogo.”

Aécio Neves (1960) político brasileiro

Aécio Neves entrevista coletiva 2 de julho de 2013. <br class="br">Fonte PSDB http://www.psdb.org.br/aecio-mais-uma-vez-o-governo-mostra-que-nao-entendeu-absolutamente-nada-que-a-populacao-quis-dizer/

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“A agenda da reforma política, ela é necessária, hoje mesmo cobrei do presidente do Senado Federal que coloque em pauta um projeto aprovado na Comissão de Justiça da Casa que garante que todas as propostas de reforma política e eleitoral sejam submetidas a referendo. E que esse referendo ocorra no dia da eleição, no ano que vem.”

Aécio Neves (1960) político brasileiro

Aécio Neves entrevista coletiva 2 de julho de 2013. <br class="br">Fonte PSDB http://www.psdb.org.br/aecio-mais-uma-vez-o-governo-mostra-que-nao-entendeu-absolutamente-nada-que-a-populacao-quis-dizer/

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“Eu me lembro que a última vez em que a presidente da República falou sobre a reforma política foi no dia da posse no Congresso Nacional em seu discurso. Foi até muito aplaudida, inclusive por nós. Nesses dois anos e meio este tema não esteve na agenda do governo.”

Aécio Neves (1960) político brasileiro

Aécio Neves Em entrevista no dia 01/07/2013 <br class="br">Fonte PSDB http://www.psdb-mg.org.br/agencia-de-noticias/aecio-neves-defende-corte-de-ministerios-e-de-cargos-federais

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“O que estamos percebendo é o governo perdendo o rumo. No afã de dar respostas rápidas à sociedade brasileira, o governo está perdendo o foco mais uma vez. As oposições apresentaram uma agenda para o governo.”

Aécio Neves (1960) político brasileiro

Aécio Neves Em entrevista no dia 01/07/2013 <br class="br">Fonte PSDB http://www.psdb-mg.org.br/agencia-de-noticias/aecio-neves-defende-corte-de-ministerios-e-de-cargos-federais

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“Esta é a agenda que a oposição apresentou. Infelizmente o que estamos vendo é o governo mais uma vez dando respostas laterais e tentando, com este plebiscito de reforma política, abster-se da sua responsabilidade.”

Aécio Neves (1960) político brasileiro

Aécio Neves Em entrevista no dia 01/07/2013 <br class="br">Fonte PSDB http://www.psdb-mg.org.br/agencia-de-noticias/aecio-neves-defende-corte-de-ministerios-e-de-cargos-federais

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“Defendemos que o Congresso tenha uma agenda rápida para votar a reforma política e que depois seria submetida a um referendo. Isso me parece o mais razoável.”

Aécio Neves (1960) político brasileiro

Aécio Neves Em entrevista no dia 01/07/2013 <br class="br">Fonte PSDB http://www.psdb-mg.org.br/agencia-de-noticias/aecio-neves-defende-corte-de-ministerios-e-de-cargos-federais

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“Ainda não compreendemos, olhando a longo prazo, quais são as políticas que esse governo trouxe para sobrepor os 13 anos de governo do PT, que trouxe uma agenda que foi muito criticada, inclusive pelo DEM. Não é o DEM que está no governo, mas a direita mais extrema que está no governo, e até agora a gente não entendeu qual é essa agenda.”

Rodrigo Maia (1970) político brasileiro, atual Presidente da Câmara dos Deputados

Em Nova York, durante uma palestra para investidores — 14 de maio de 2019 <br class="br">Fonte: O Antagonista https://www.oantagonista.com/brasil/maia-e-a-direita-mais-extrema-que-esta-no-governo/

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“O governo Temer demonstrou mais uma vez sua solidez e compromisso com a Nação. A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara votou contra a admissibilidade da denúncia frágil e inepta que tenta desestabilizar a agenda reformista, de retomada do crescimento e geração de empregos.”

Moreira Franco (1944) político brasileiro

Ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Moreira Franco, em artigo Perseverar na travessia da ponte <br class="br"> O Globo https://glo.bo/2tFtQwH, 19/07/17

Esta frase aguardando revisão.

“Sem o avanço exponencial do Fanatismo, talvez a Instrumentalização Religiosa não tivesse tanto Palco ou Plateia.

Há uma verdade muito incômoda nessa provocação: nenhuma Instrumentalização Religiosa prospera sozinha.

Ela precisa de um ambiente em que a fé tenha sido suficientemente capturada pelas paixões, pelos medos e pelas certezas absolutas para que Deus deixe de ser o centro e passe a funcionar como argumento.

O fanatismo não é simplesmente uma fé intensa.

Fé e fanatismo podem até usar as mesmas palavras, mas caminham em direções totalmente opostas.

A fé madura conduz à humildade; o fanatismo conduz à convicção de que somente nós, nosso grupo ou nossa causa possuímos a verdade.

A fé reconhece o mistério de Deus; o fanatismo transforma Deus em propriedade particular.

A fé se deixa corrigir pela verdade; o fanatismo transforma qualquer crítica em perseguição.

É nesse terreno infértil que a Instrumentalização Religiosa encontra seu palco.

Quando uma pessoa deixa de perguntar “o que Deus exige de mim?” e passa a perguntar apenas “como posso usar Deus para legitimar aquilo que já decidi?”, a religião corre o risco de deixar de ser caminho de transformação para tornar-se ferramenta de poder.

A Bíblia é profundamente crítica a esse tipo de apropriação.

Os profetas denunciaram repetidamente uma religiosidade que mantinha ritos, discursos e aparências enquanto negligenciava justiça, misericórdia e verdade.

O Cristo também confrontou religiosos que honravam a Deus com os lábios, enquanto o coração permanecia distante.

Talvez essa seja uma das grandes tragédias espirituais do nosso tempo: não é que Deus tenha desaparecido do Discursou Público.

Pelo contrário.

Deus é frequentemente citado, invocado, defendido e utilizado.

O problema é que podemos falar muito sobre Deus e, ao mesmo tempo, revelar muito pouco d'Ele.

Há uma diferença enorme entre testemunhar a fé e utilizá-la como instrumento.

Quem testemunha a fé procura encarnar aquilo que anuncia.

Quem instrumentaliza a fé procura fazer com que aquilo que anuncia sirva às suas agendas ocultas.

Um, busca coerência; o outro, eficácia.

Um aceita perder privilégios por fidelidade ao Evangelho; o outro adapta o Evangelho para não perder privilégios.

E talvez seja justamente aí que o fanatismo se torna perigoso: ele oferece ao indivíduo a confortável sensação de estar lutando em nome de Deus, quando, na realidade, pode estar apenas santificando os próprios desejos.

O fanático não precisa necessariamente abandonar a religião.

Às vezes, ele se torna ainda mais religioso — mais barulhento, mais combativo, mais indignado, mais disposto a defender símbolos.

Mas a pergunta teológica essencial permanece: que Deus está sendo defendido?

Porque o Deus revelado em Jesus Cristo não parece interessado em conquistar consciências pela violência da imposição, nem em transformar adversários em inimigos absolutos.

Ele se aproxima dos feridos, acolhe os pecadores, confronta os poderosos, denuncia a hipocrisia e chama seus discípulos a amar até mesmo aqueles que pensam de maneira diferente.

Por isso, quando a fé produz ódio permanente, talvez seja necessário perguntar se ainda estamos diante da fé ou diante de uma ideologia religiosa.

O problema não está apenas nos que instrumentalizam a religião.

Está também em nós, quando entregamos nossa consciência ao grupo, quando confundimos fidelidade a Cristo com fidelidade a uma liderança, quando transformamos opinião em dogma e quando aceitamos qualquer discurso, desde que ele venha acompanhado de uma linguagem religiosa.

A Instrumentalização precisa de palanque, mas também precisa de plateia.

E talvez a responsabilidade cristã comece justamente quando deixamos de ser plateia.

Uma fé intelectualmente responsável não teme perguntas.

Uma Espiritualidade Saudável não precisa fabricar inimigos para sobreviver.

Uma consciência iluminada pelo Evangelho não precisa demonizar o outro para afirmar a própria identidade.

No fundo, a grande questão não é apenas quem está usando a religião.

É também porque permitimos que nossa fé seja usada.

Talvez seja tempo de recuperar uma espiritualidade menos apaixonada por guerras culturais e políticas, e mais apaixonada pela verdade; menos preocupada em vencer discussões e mais comprometida em praticar justiça; menos interessada em controlar o outro e mais disposta a converter a si mesma.

Porque, quando Deus se torna instrumento das nossas paixões, já não estamos colocando nossas paixões a serviço d'Ele.

E essa inversão talvez seja uma das formas mais sofisticadas de idolatria: não negar Deus, mas colocá-lo a serviço de nós mesmos.”

Alessandro Teodoro

Esta frase aguardando revisão.

“A Idolatria Funcional a serviço da Instrumentalização Religiosa.

Há formas de idolatria que não exigem estátuas, imagens, altares ou templos.

Algumas são muito mais sofisticadas: vestem-se de Discurso Religioso, apropriam-se de símbolos sagrados e, silenciosamente, ocupam o lugar que deveria pertencer somente a Deus.

A Idolatria Funcional acontece quando algo criado — uma pessoa, um líder, uma ideologia, uma instituição, uma causa ou mesmo uma visão de mundo — passa a receber uma confiança, uma lealdade e uma devoção que ultrapassam os limites daquilo que é legítimo.

Não precisa ser chamado de deus para funcionar como um.

É nesse terreno medonho que a Instrumentalização Religiosa encontra sua maior oportunidade.

Quando a fé deixa de formar consciências e passa a fabricar lealdade, algo essencial se perdeu.

Quando a Religião deixa de confrontar o poder e passa a ser utilizada para legitimá-lo, o sagrado corre o risco de transformar-se em ferramenta de interesses humanos.

E quando pessoas são ensinadas a enxergar determinado líder, grupo ou projeto como expressão quase irrefutável da vontade divina, a crítica passa a ser tratada como blasfêmia, e a discordância, como infidelidade.

Talvez uma das formas mais perigosas de idolatria seja aquela que consegue convencer o idólatra de que sua devoção não é idolatria, mas fidelidade.

A Escritura é particularmente incisiva ao denunciar essa inversão.

O problema dos ídolos nunca foi apenas o material de que eram feitos, mas o poder que lhes era atribuído.

Um ídolo é uma criatura que recebe aquilo que pertence ao Criador.

É a criatura ocupando o lugar do Criador; o meio tornando-se fim; o instrumento transformando-se em objeto de devoção.

Por isso, a pergunta teológica não deveria ser apenas: “Quem você adora?”

Talvez precisemos perguntar também: “Em quem você deposita uma confiança que somente Deus deveria receber?”

É possível louvar a Deus e, simultaneamente, construir ídolos funcionais.

É possível frequentar templos, citar versículos e defender valores religiosos enquanto, no porão da consciência, outra coisa ocupa o centro das atenções.

Porque a idolatria não se revela apenas no que os lábios professam, mas naquilo que determina nossas paixões, nossos medos, nossas lealdades e nossas escolhas.

E é justamente aí que a Instrumentalização Religiosa se torna tão eficiente.

Ela não precisa destruir a fé.

Basta cooptá-la.

Não precisa afastar as pessoas da religião.

Basta ensinar-lhes a enxergar Deus a partir de interesses previamente definidos.

Não precisa eliminar o discurso cristão.

Basta colocá-lo a serviço de uma agenda oculta que passa a ser considerada sagrada.

Quando isso acontece, a religião deixa de ser profética e torna-se legitimadora.

Em vez de perguntar ao poder se ele é justo, passa a perguntar quem deve ser obedecido.

Em vez de denunciar a corrupção da alma humana, começa a eleger seus próprios intocáveis.

Em vez de conduzir o indivíduo à conversão, conduz à identificação com um grupo.

O resultado é uma fé que já não consegue ouvir a voz de Deus quando ela contradiz seus próprios afetos.

Talvez essa seja uma das grandes tragédias espirituais do nosso tempo: pessoas tão apaixonadas por aquilo que defendem que já não conseguem discernir aquilo que estão adorando.

Jesus, porém, nunca ensinou seus discípulos a transformar o Reino de Deus em propriedade de um grupo.

Seu caminho foi outro.

Ele recusou ser instrumentalizado pelo poder, recusou transformar sua missão em projeto de dominação e recusou reduzir o Reino a uma plataforma de interesses humanos.

O Cristo dos Evangelhos não precisava de um poder político para provar ser o Messias.

Ao contrário, diante da tentação do poder, mostrou que existem vitórias que, quando conquistadas pelos métodos do mundo, já nascem derrotadas.

Por isso, uma Religião que precisa de ídolos humanos para sustentar sua fé talvez já tenha esquecido quem é o seu verdadeiro Senhor.

A verdadeira espiritualidade não produz súditos nos homens; produz pessoas livres diante de Deus.

Não exige unanimidade em torno de personalidades; exige fidelidade à verdade.

Não transforma líderes em objetos de veneração; lembra-lhes, inclusive, que também são criaturas sujeitas ao juízo divino.

Talvez seja necessário recuperar uma antiga e desconfortável pergunta: se retirarmos o líder, o partido, a ideologia, a instituição e a causa, ainda permanecerá a nossa fé?

Se a resposta for não, talvez não estejamos diante de uma fé suficientemente centrada em Deus.

Porque o Evangelho não foi dado para sacralizar nossos ídolos, mas para derrubá-los.

E, às vezes, o ídolo mais difícil de destruir não é aquele que está diante dos nossos olhos, mas aquele que construímos em nós — justamente porque aprendemos a chamá-lo de “fé”.”

Alessandro Teodoro