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“Às vezes, o que mais dói ao estar numa guerra é não poder gastar energia noutras guerras.

Porque o que mais dói ao estar numa guerra não é apenas o confronto em si, mas a renúncia silenciosa que ela nos impõe. 

Toda guerra consome foco, tempo, fôlego e até alma. 

E, enquanto lutamos para sobreviver a uma, somos forçados a abandonar outras batalhas que também nos chamam…

Afrontas ignoradas ou engolidas, goela abaixo, sonhos adiados, causas esquecidas ou abandonadas, afetos que entram para a fila de espera…

Há dores que não nascem do ataque do inimigo, mas da consciência de que nossa energia é finita. 

Escolher lutar uma guerra é, inevitavelmente, desistir de muitas outras. 

Não por covardia, mas por limite. 

O corpo cansa, a mente sangra, e o coração aprende, a duras penas, que não dá para estar inteiro em todos os fronts.

Talvez a maturidade não esteja em vencer todas as guerras, mas em reconhecer qual delas precisa, agora, da nossa presença de corpo e de alma. 

As demais não deixam de importar; apenas aguardam um tempo mais habitável, quando lutar não seja apenas resistir, mas também voltar a viver.

Que possamos e saibamos escolher nossas guerras.”

Última atualização 11 de Janeiro de 2026. História

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