Citações de felicidade
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“"Felicidade é um estado de espírito." - Surama Jurdi”

Surama Jurdi

#suramajurdi
#motivação
#frase

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“Asco

Monstros que nascem na humanidade
Não merecem ser felizes
(Sequer se importam com a própria felicidade)
Merecem o sofrimento diante das suas crueldades
Que vivem a fazer
(Coração maldito cheio de maldade).
Não me venha com essa de ser bonzinho
Àqueles que nasceram para fazer o mal:
- São cruéis a ponto de matar sem um pingo de remorso
Esquecem que fazem parte da própria humanidade
A quem tanto abatem
Em nome do poder, do autoritarismo,
Do que acreditam que está escrito no sagrado
Em nome do altíssimo
Impostores, são desumanos - verdadeiros carrascos!

Há quem seja pior que psicopata - sanguinário!
Há quem brinque com a nossa fé - oportunista!
Há quem nos engane e nos manipule - sanguessuga!

Há quem nos engane e nos faça de marionetes
Brinca com a nossa inocência,
Pensa que jamais abriremos os olhos
- Que lavagem cerebral
Vive nos fazendo o tempo todo.

E a gente se impressiona com as estatísticas
Enquanto não viramos uma -
É racismo, homofobia, xenofobia, misoginia…

E a gente se impressiona com o bombardeio
Tem gente fazendo até pipoca,
Tem gente que não se importa com as crianças
Assassinadas, não se importa com o sofrimento
De todo um povo e cria a guerra

Há quem faça da desgraça alheia uma festa!”

Valter Bitencourt Júnior (1994) poeta e escritor brasileiro

Fonte: Blog: https://valterbitencourtjuniorpoetaeescritor.wordpress.com/2026/04/10/asco/

Blog: https://valterbitencourtjuniorblogueiro.blogspot.com/2026/04/asco.html

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“Só não somos mais felizes porque queremos ser mais felizes que os outros — e eles não são tão felizes quanto demonstram.

Talvez uma das principais armadilhas da felicidade seja transformá-la em competição.

A gente olha para a vida do outro e imagina que ele chegou a um lugar onde nós ainda não conseguimos chegar.

Vemos a viagem, o sorriso, a casa, o relacionamento, o sucesso, as conquistas… e, sem perceber, começamos a medir a nossa vida pela régua de uma realidade que conhecemos apenas pela aparência.

Queremos ter mais.

Viver mais.

Conquistar mais.

Ser mais admirados.

E, principalmente, queremos que a nossa felicidade seja maior do que a felicidade de quem está ao nosso lado.

Mas existe uma ironia nisso tudo: muitas vezes, estamos competindo para vencer uma disputa que ninguém realmente está disputando.

Porque quase ninguém mostra suas inseguranças na mesma proporção em que mostra suas conquistas.

Poucos fotografam a solidão, a dúvida, o medo, as noites mal dormidas, os conflitos dentro de casa ou o vazio que aparece quando todos vão embora.

A vitrine quase nunca revela o estoque verdadeiro.

Talvez aquela pessoa que você imagina ter uma vida perfeita também olhe para você pensando que a sua vida é melhor que a dela.

E assim passamos boa parte da existência desejando a felicidade que imaginamos que os outros possuem, enquanto eles fazem exatamente a mesma coisa conosco.

É um desperdício silencioso.

Porque a felicidade deixa de ser uma experiência e passa a ser uma comparação.

Se o outro tem, eu preciso ter também.

Se o outro viajou, preciso viajar.

Se o outro prosperou, preciso prosperar mais.

Se o outro parece realizado, preciso provar que também estou.

E, nessa busca, esquecemos uma coisa essencial: felicidade não é um pódio.

Não existe primeiro lugar.

A felicidade de alguém não diminui a nossa.

O sucesso do outro não é um fracasso nosso.

A beleza de uma vida diferente da nossa não torna a nossa vida menos valiosa.

Talvez sejamos mais felizes quando deixamos de perguntar:

“Estou melhor ou pior que os outros?”

E começamos a perguntar:

“Estou vivendo de acordo com aquilo que realmente importa para mim?”

Porque, no fim, a vida não precisa parecer extraordinária para ser profundamente boa.

Às vezes, felicidade é uma conversa sem pressa...

É ter alguém para ligar.

É dormir em paz.

É poder voltar para casa.

É rir de coisas simples.

É não precisar provar nada para ninguém.

Talvez a verdadeira liberdade seja justamente essa: não precisar que a nossa vida pareça melhor do que a vida de ninguém.

Quando paramos de competir pela felicidade, descobrimos que já havia muito dela por perto.

E talvez seja esse o paradoxo:

Não somos infelizes porque temos pouco.

Muitas vezes, somos infelizes porque olhamos demais para o que os outros parecem ter.

No dia em que compreendermos que quase todos estão apenas tentando parecer bem enquanto enfrentam suas próprias batalhas, a comparação perde força.

E sobra espaço.

Espaço para agradecer.

Para viver.

Para ser quem somos.

Sem plateia.

Sem disputa.

Sem precisar ser mais Feliz que ninguém.”

Alessandro Teodoro