Frases sobre toalha

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da toalha.

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Total 17 citações, filtro:


„Atos aleatórios de bondade


…Como é que me favoreces e fazes caso de mim, sendo eu estrangeira? v.10


Alguns dizem que a escritora norte-americana Anne Herbert rabiscou a frase “Pratique atos aleatórios de bondade e atos insensatos de beleza” algo do tipo: “Pratique o bem sem olhar a quem” — numa toalha de mesa individual num restaurante em 1982. Desde então, esse sentimento foi popularizado pelo cinema e pela literatura, e incorporou-se à língua.

A pergunta é: “Por quê?” Por que devemos demonstrar bondade? Para aqueles que seguem Jesus, a resposta é clara: Para demonstrar a terna misericórdia e bondade de Deus.

No Antigo Testamento há um exemplo desse princípio na história de Rute, a emigrante de Moabe. Ela era estrangeira, vivendo em terra estranha cuja língua e cultura não entendia. Além disso, ela era desesperadamente pobre, totalmente dependente da caridade de pessoas que mal a percebiam.

No entanto, um israelita demonstrou graça a Rute e tocou-lhe o coração (Rute 2:13). Ele lhe permitiu respigar em seus campos, porém, mais do que simples caridade, ele lhe demonstrou por meio de sua compaixão a terna misericórdia de Deus, Aquele sob cujas asas ela poderia se refugiar. Rute se tornou esposa de Boaz, parte da família de Deus e fez parte da linhagem de ancestrais que levou a Jesus, que trouxe salvação ao mundo (Mateus 1:1-16).

Jamais imaginamos o alcance de algo feito em nome de Jesus.

Nunca é cedo demais para ser bondoso. David H. Roper“

—  pão_diário_é_só_noticias_boas

„Aqui para servir


Em seguida pôs água numa bacia e começou a lavar os pés dos discípulos e a enxugá-los com a toalha. v.5


Era hora de nossa igreja empossar um novo grupo de líderes. Para simbolizar seus papéis como líderes de servos, os diáconos da igreja participaram de uma memorável cerimônia de lavagem de pés. Cada um dos líderes — incluindo o pastor — lavou os pés uns dos outros enquanto a congregação os observava.

O que eles fizeram naquele dia foi modelado para nós por Jesus Cristo, conforme registrado em João 13. Nesse incidente, que aconteceu na chamada Última Ceia, Jesus “…se levantou, tirou a sua capa, […] e começou a lavar os pés dos discípulos…” (vv.4,5). Mais tarde, Jesus explicou aos Seus discípulos por que Ele havia feito isso, dizendo: “…o empregado não é mais importante do que o patrão, e o mensageiro não é mais importante do que aquele que o enviou” (v.16). Ele também disse: “…entre vocês eu sou como aquele que serve” (Lucas 22:27).

Se não está abaixo da dignidade de Jesus fazer uma tarefa tão humilde, não é inferior a nenhum de nós servirmos aos outros. Que exemplo maravilhoso Ele deu a todos nós. De fato, Ele “…não veio para ser servido, mas para servir” (Marcos 10:45). Ele nos mostrou o que significa ser um líder e um servo. Esse é Jesus, Aquele que serve.

Nenhuma ação é pequena demais 
quando é feita para Cristo. Dave Branon“

—  pão_diário_é_só_noticias_boas

„Revestidos por Deus


…Tirai-lhe as vestes sujas. […] e te vestirei de finos trajes. v.4


Quando meus filhos eram crianças, eles brincavam fora em nosso jardim encharcado e rapidamente se sujavam de lama e sujeira. Para o bem deles e do meu assoalho, eu removia suas roupas na porta e os envolvia em toalhas antes de colocá-los no banho. Eles logo saiam da condição de sujeira à limpeza com a ajuda de sabão, água e abraços.

Em uma visão dada a Zacarias, vemos Josué, um sumo sacerdote, coberto de trapos para representar o pecado e a transgressão (v.3). Mas o Senhor o limpa, removendo as suas roupas sujas e cobrindo-o com ricas vestes (v.5). O novo turbante e vestes significam que o Senhor retirou os pecados dele.

Nós também podemos receber a purificação de Deus à medida que nos tornamos livres de nossas transgressões através da obra salvífica de Jesus. Como resultado de Sua morte na cruz, podemos ser lavados e remover a lama e os pecados grudados em nós quando recebemos as vestes dos filhos e filhas de Deus. Já não somos definidos pelo que fizemos de errado (seja mentir, fofocar, roubar, cobiçar ou outro), mas podemos reivindicar os nomes que Deus dá aos que Ele ama: restaurados, renovados, limpos, libertos.

Peça a Deus para remover os trapos sujos que você está vestindo para colocar as vestimentas que Ele reservou para você.

Quem pode limpar-me 
dos meus pecados? Somente Jesus! Amy Boucher Pye“

—  pão_diário_é_só_noticias_boas

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„Preta Gil, isso é um vestido ou toalha de cantina italiana?“

—  Ronaldo Esper 1944

dia 01/09/2004, no programa Boa Noite Brasil, referindo-se ao vestido usado pela cantora em um evento.

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„Não creio que a idade seja um problema quando se está flertando. O problema é quando vira um relaciona-mento longo e a diferença de idade fica evidente. Um dos dois sempre acaba jogando a toalha“

—  Scarlett Johansson Atriz americana 1984

Johansson, então com 19 anos, que teve um rápido affair com Benício Del Toro, então com 37 anos.
Fonte: ISTOÉ Gente. Data: 6 de setembro de 2004.
Fonte: Frases - ISTOÉ Gente, Eliane Trindade; Diógenes Campanha, ISTOÉ Gente, 6 de setembro de 2004 http://www.terra.com.br/istoegente/265/frases/index.htm,

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„A boa educação não está tanto no fato de não derramar molho sobre a toalha de mesa, mas em não perceber se outra pessoa o faz.“

—  Anton Pavlovitch Tchékhov 1860 - 1904

Anton Tchekhov como citado in: Amor e Disciplina para Criar Filhos Felizes - página 164 https://books.google.com.br/books?id=7HeZBAAAQBAJ&pg=PT164, Elaine Cruz - CPAD - Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2014, ISBN 8526311921, 9788526311923, 297 páginas
Atribuídas
Variante: A boa educação não está tanto no fato de não derramar molho sobre a toalha de mesa, mas em não perceber se outra pessoa o faz.

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„Conheci que Madalena era boa em demasia, mas não conheci tudo de uma vez. Ela se revelou pouco a pouco, e nunca se revelou inteiramente. A culpa foi minha, ou antes, a culpa foi desta vida agreste, que me deu uma alma agreste. E, falando assim, compreendo que perco o tempo. Com efeito, se me escapa o retrato moral de minha mulher, para que serve esta narrativa? Para nada, mas sou forçado a escrever.

Quando os grilos cantam, sento-me aqui à mesa da sala de jantar, bebo café, acendo o cachimbo. Às vezes as idéias não vêm, ou vêm muito numerosas e a folha permanece meio escrita, como estava na véspera. Releio algumas linhas, que me desagradam. Não vale a pena tentar corrigi-las. Afasto o papel.

Emoções indefiníveis me agitam inquietação terrível, desejo doido de voltar, tagarelar novamente com Madalena, como fazíamos todos os dias, a esta hora. Saudade? Não, não é isto: é desespero, raiva, um peso enorme no coração.

Procuro recordar o que dizíamos. Impossível. As minhas palavras eram apenas palavras, reprodução imperfeita de fatos exteriores, e as dela tinham alguma coisa que não consigo exprimir. Para senti-las melhor, eu apagava as luzes, deixava que a sombra nos envolvesse até ficarmos dois vultos indistintos na escuridão.

Lá fora os sapos arengavam, o vento gemia, as árvores do pomar tornavam-se massas negras.

- Casimiro!

(…) A figura de Casimiro Lopes aparece à janela, os sapos gritam, o vento sacode as árvores, apenas visíveis na treva. Maria das Dores entra e vai abrir o comutador.

Detenho-a: não quero luz.

O tique-taque do relógio diminui, os grilos começam a cantar. E Madalena surge no lado de lá da mesa. Digo baixinho:

- Madalena!

A voz dela me chega aos ouvidos. Não, não é aos ouvidos. Também já não a vejo com os olhos. Estou encostado à mesa, as mãos cruzadas. Os objetos fundiram-se, e não enxergo sequer a toalha branca.

- Madalena…

A voz de Madalena continua a acariciar-me. Que diz ela? Pede-me naturalmente que mande algum dinheiro a Mestre Caetano. Isto me irrita, mas a irritação é diferente das outras, é uma irritação antiga, que me deixa inteiramente calmo. Loucura estar uma pessoa ao mesmo tempo zangada e tranqüila. Mas estou assim. Irritado contra quem? Contra Mestre Caetano. Não obstante ele ter morrido, acho bom que vá trabalhar. Mandrião!

A toalha reaparece, mas não sei se é esta toalha sobre que tenho as mãos cruzadas ou a que estava aqui há cinco anos.

(…) Agitam-se em mim sentimentos inconciliáveis, colerizo-me e enterneço-me; bato na mesa e tenho vontade de chorar. Aparentemente estou sossegado: as mãos continuam cruzadas sobre a toalha e os dedos parecem de pedra. Entretanto ameaço Madalena com o punho. Esquisito.

Distingo no ramerrão da fazenda as mais insignificantes minudências. Maria das Dores, na cozinha, dá lições ao papagaio. Tubarão rosna acolá no jardim. O gado muge no estábulo. O salão fica longe: para irmos lá temos de atravessar um corredor comprido. Apesar disso a palestra de Seu Ribeiro e Dona Glória é bastante clara. A dificuldade seria reproduzir o que eles dizem. É preciso admitir que estão conversando sem palavras.

Padilha assobia no alpendre. Onde andará Padilha? Se eu convencesse Madalena de que ela não tem razão… Se lhe explicasse que é necessário vivermos em paz… Não me entende. Não nos entendemos. O que vai acontecer será muito diferente do que esperamos. Absurdo.

Há um grande silêncio. Estamos em julho. O nordeste não sopra e os sapos dormem.

(…)

Repito que tudo isso continua a azucrinar-me. O que não percebo é o tique-taque do relógio. Que horas são? Não posso ver o mostrador assim às escuras. Quando me sentei aqui, ouviam-se as pancadas do pêndulo, ouviam-se muito bem. Seria conveniente dar corda ao relógio, mas não consigo mexer-me.“

—  Graciliano Ramos 1892 - 1953

São Bernardo

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