Frases sobre concessão

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da concessão, outro, coisa, vez.

Frases sobre concessão

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“A vida não pode existir em sociedade senão através de concessões recíprocas.”

Samuel Johnson (1709–1784)

Life cannot subsist in society but by reciprocal concessions.
The life of Samuel Johnson, LL.D.: comprehending an account of his ... - Página 434 http://books.google.com.br/books?id=uOINAAAAQAAJ&pg=PA434, James Boswell - Printed by Henry Baldwin, for Charles Dilly, in the Poultry., 1791 - 516 páginas
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“O único direito legítimo de governar é uma concessão expressa de poder do governado.”

William Henry Harrison (1773–1841) Militar e político estadunidense, 9° presidente dos Estados Unidos da América

The only legitimate right to govern is an express grant of power from the governed

“Cada um de nós deveria tolerar, em cada um dos outros, três defeitos. Se fizermos essa concessão, verificaremos com surpresa que todas as pessoas são boas.”

Josephine Tey (1896–1952)

Fonte: Chalita, Mansour. Os mais belos pensamentos de todos os tempos. 4 Edição. Rio de Janeiro: Assoc. Cultural Internac. Gibran. pág. 47

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“Os melhores desenhos vêm quando você olha para alguma coisa com reverência e concessão à singularidade dela.”

Milton Glaser (1929)

The best drawings come when you look at something with reverence and yield to its uniqueness.
citado em Step-by-step graphics, vol. 18, núms. 1-3, Dynamic Graphics, Inc., in association with Dynamic Graphics Educational Foundation, 2002
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“É preciso agora correr contra o tempo. O programa de concessões para desenvolver o setor de infraestrutura parece ser a única carta que o governo tem nas mãos para mudar o rumo da economia. Mais uma carta, aliás, que o PT tomou de empréstimo ao programa do PSDB.”

Aécio Neves (1960) político brasileiro

Aécio Neves artigo do senador publicado dia 16 de setembro de 2013.
Fonte Folha de S.Paulo http://www1.folha.uol.com.br/colunas/aecioneves/2013/09/1342484-concessoes.shtml

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“A experiência obtida com as concessões de aeroportos e rodovias demonstram que esse caminho melhora a qualidade, baixa o custo e faz com que o cidadão, o contribuinte e o poder público possam economizar dinheiro para pôr em outras coisas.”

Moreira Franco (1944) político brasileiro

Ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Moreira Franco, sobre o Programa de Parceria de Investimento (PPI)
Youtube Moreira Franco, 25/08/17

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Esta frase aguardando revisão.

“Não há Crime Grave o bastante para relativizar qualquer outro.

Em tempos de tantas justificativas vazias e malabarismos morais, parece que a régua da ética se elastificou — estica conforme a conveniência de quem julga, de quem fala, quiçá de quem tenta se eximir. 

Como se a existência de um erro maior tivesse o poder mágico e poético de diminuir ou até absolver um erro menor.

Mas definitivamente não tem.

Um crime não anula o outro. 

Não o equilibra. 

Nem o compensa. 

Apenas revela o quanto estamos dispostos a negociar princípios quando eles deixam de nos favorecer. 

É o velho impulso de apontar o dedo com uma mão enquanto a outra esconde aquilo que não queremos ver.

Relativizar o erro alheio com base em um erro maior é, no fundo, uma forma forçosamente elegante de aceitar o inaceitável. 

É transformar justiça em comparação, quando deveria ser compromisso. 

É escolher lados quando o certo seria escolher valores.

A lógica da compensação moral é sedutora porque alivia consciências. 

“Perto daquilo, isso nem é tão grave.”

E assim, aos poucos, vamos rebaixando o que deveria ser inegociável. 

Vamos nos acostumando com pequenas concessões que, somadas, constroem grandes e medonhas distorções.

O problema nunca foi apenas o tamanho do crime, mas a disposição em aceitá-lo quando convém. 

Porque quando a indignação depende de contexto, ela deixa de ser princípio e passa a ser estratégia.

E é nesse ponto que tudo se fragiliza, tudo se perde.

Quando começamos a pesar erros em balanças seletivas, já não estamos mais buscando justiça — estamos apenas escolhendo qual incoerência, qual injustiça estamos dispostos a defender.

No fim, não é sobre quem errou mais nem menos.

É sobre quem ainda se recusa a tratar o erro como erro, independentemente de quem o cometeu e como cometeu.”