Esta frase aguardando revisão.

“Pouquíssimas Mentes Barulhentas se incomodam com o Barulho deliberado dos outros.

Talvez porque reconheçam naquele ruído uma espécie de cumplicidade: quando o barulho deixa de ser consequência e passa a ser estratégia, já não importa o volume, mas a intenção.

Há quem faça questão de incomodar, provocar, tumultuar e transformar qualquer silêncio em oportunidade para chamar atenção.

O curioso é que, muitas vezes, quem mais reclama do barulho alheio é justamente quem passou a vida inteira acreditando que sua própria algazarra era opinião, coragem ou personalidade.

Mas maturidade também é aprender a distinguir aquilo que merece resposta daquilo que só deseja plateia.

Nem todo ruído exige confronto.

E nem toda provocação merece explicação.

E, sobretudo, nem todo barulho precisa atravessar a porta da nossa paz.

Há pessoas que vivem de produzir incômodo porque descobriram que, sem ele, talvez ninguém as escutasse.

Por isso insistem, repetem, exageram e provocam.

Não necessariamente porque tenham algo importante a dizer, mas porque precisam desesperadamente sentir que ainda ocupam algum espaço na cabeça dos outros.

A verdadeira serenidade talvez esteja justamente em não oferecer esse espaço.

Porque existe uma diferença enorme entre ouvir o barulho e permitir que ele faça morada dentro de nós.

O primeiro é inevitável; o segundo é uma escolha.

E, às vezes, a resposta mais elegante para quem deliberadamente faz barulho é simplesmente continuar em silêncio — não por falta de argumentos, mas porque já não existe nenhuma necessidade de transformar paz em disputa.”

Última atualização 26 de Agosto de 2026. História

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“⁠⁠Se até o Barulho das nossas Lágrimas chega aos Céus, imagina o Barulho da nossa Oração!
Façamos Barulho!?!”

Alessandro Teodoro

Imagina o Barulho da nossa Oração. Façamos Barulho! Oremos!

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