Frases sobre vocabulário

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da vocabulário, amor, palavra, amor.

Frases sobre vocabulário

“Embeber-se da Palavra


Guardem […] as leis que eu lhes estou dando hoje e não deixem de ensiná-las aos seus filhos… vv.6,7


Quando o nosso filho Xavier era pequeno, nós o levamos para visitar um aquário. Ao entrar no edifício, mostrei-lhe uma grande escultura suspensa no teto. “Veja. Uma baleia jubarte.” Ele arregalou os olhos, dizendo “é enorme!”

Meu marido perguntou-me: “Como ele conhece essa palavra?”

“Deve ter nos ouvido dizer isso.” Encolhi os ombros, espantada que o nosso bebê tinha absorvido o vocabulário que nunca o ensináramos intencionalmente.

Em Deuteronômio 6, Deus incentivou o Seu povo a ser intencional sobre ensinar as gerações mais jovens a conhecer e obedecer às Escrituras. À medida que os israelitas aumentassem o seu conhecimento sobre Deus, eles e seus filhos seriam mais propensos a crescer em reverência a Deus e a desfrutar as recompensas que vêm por conhecê-lo intimamente, amando-o completamente e seguindo-o obedientemente (vv.2-5).

Ao saturar intencionalmente o nosso coração e nossa mente com as Escrituras (v.6), estaremos melhor preparados para compartilhar o amor e a verdade de Deus com as crianças durante nossas atividades cotidianas (v.7). Liderando pelo exemplo, podemos equipar e encorajar os jovens a reconhecer e respeitar a autoridade e a relevância da verdade imutável de Deus (vv.8,9).

À medida que as palavras de Deus fluem naturalmente de nosso coração e da nossa boca, podemos deixar um forte legado de fé para ser transmitido de geração em geração (4:9).

As palavras que escolhemos determinam o que falamos, 
vivemos e passamos para os que nos rodeiam. Xochitl Dixon”

“Cuidado com a cobiça!

Cuidado com a cobiça, pois a vida de alguém não consiste na abundância de coisas que ele possui. - Escritura de hoje : Lucas 12: 13-21

A cobiça é uma daquelas palavras superestofadas em nosso vocabulário religioso que perdeu sua aresta de ponta. Muitos não levam isso a sério. Alguns até suspeitam que quando Deus estava montando os Dez Mandamentos, Ele tinha nove bons e sólidos, mas depois, para completar a lista, lançou-se um sobre a cobiça (Êxodo 20:17).

Jesus deu uma advertência sobre a cobiça a um homem que O interrompeu no meio de seu sermão. O homem queria que Jesus resolvesse uma disputa entre ele e seu irmão. Evidentemente, o pai deles havia morrido, e esse filho sentiu que não estava recebendo seu quinhão do que o pai havia deixado para trás. A herança se tornou uma obsessão para esse homem. Isso o consumiu. Quando ele estava na presença de Jesus Cristo e ouvia Sua inigualável pregação, ele não ouviu as palavras libertadoras que o Salvador havia falado.

Há perigo em querer mais e mais coisas, ou em querer o que pertence a outro. O apóstolo Paulo chamou esse desejo intenso de “idolatria” (Cl 3: 5). Essa é uma linguagem forte. Vamos ouvir a lei. Vamos ouvir nosso Senhor. Ele quer que sejamos ricos para com Deus. É por isso que Ele advertiu: “Cuidado com a cobiça, pois a vida de alguém não consiste na abundância das coisas que ele possui” (Lucas 12:15).

Refletir e Orar
Quando desejaríamos mais e mais
Das riquezas deste mundo - do patrimônio terrestre,
Ajude-nos, ó Senhor, a olhar para cima
E se apoiar em Seu infinito amor. —DJD

Você não pode desejar e ser feliz ao mesmo tempo. Haddon W. Robinson”

“Cuidado com a cobiça!

Cuidado com a cobiça, pois a vida de alguém não consiste na abundância de coisas que ele possui. - Escritura de hoje : Lucas 12: 13-21

A cobiça é uma daquelas palavras superestofadas em nosso vocabulário religioso que perdeu sua aresta de ponta. Muitos não levam isso a sério. Alguns até suspeitam que quando Deus estava montando os Dez Mandamentos, Ele tinha nove bons e sólidos, mas depois, para completar a lista, lançou-se um sobre a cobiça (Êxodo 20:17).

Jesus deu uma advertência sobre a cobiça a um homem que O interrompeu no meio de seu sermão. O homem queria que Jesus resolvesse uma disputa entre ele e seu irmão. Evidentemente, o pai deles havia morrido, e esse filho sentiu que não estava recebendo seu quinhão do que o pai havia deixado para trás. A herança se tornou uma obsessão para esse homem. Isso o consumiu. Quando ele estava na presença de Jesus Cristo e ouvia Sua inigualável pregação, ele não ouviu as palavras libertadoras que o Salvador havia falado.

Há perigo em querer mais e mais coisas, ou em querer o que pertence a outro. O apóstolo Paulo chamou esse desejo intenso de “idolatria” (Cl 3: 5). Essa é uma linguagem forte. Vamos ouvir a lei. Vamos ouvir nosso Senhor. Ele quer que sejamos ricos para com Deus. É por isso que Ele advertiu: “Cuidado com a cobiça, pois a vida de alguém não consiste na abundância das coisas que ele possui” (Lucas 12:15).

Refletir e Orar
Quando desejaríamos mais e mais
Das riquezas deste mundo - do patrimônio terrestre,
Ajude-nos, ó Senhor, a olhar para cima
E se apoiar em Seu infinito amor. —DJD

Você não pode desejar e ser feliz ao mesmo tempo. Haddon W. Robinson”

George Orwell photo
Leo Buscaglia photo
Machado de Assis photo
Vergílio Ferreira photo
Esta frase aguardando revisão.

“O curioso não são soldados do exército pintando meio-fio, mas isso incomodar só os especialistas de uma guerra só: a Palavrosa.

Porque há algo profundamente revelador no tipo de indignação que escolhemos cultivar.

Não é a fome que escandaliza.

Nem é o abandono.

E nem é a corrupção cotidiana que envelhece o país antes do tempo.

O que incomoda é a estética da simplicidade.

Um homem com enxada parece digno. 

Um operário com uniforme parece digno. 

Um gari varrendo rua parece digno. 

Mas um soldado limpando praça ou pintando meio-fio vira símbolo de humilhação nacional para quem aprendeu a confundir utilidade com discurso.

Talvez porque a guerra palavrosa precise desesperadamente parecer mais importante do que é.

Existe uma elite emocional que vive da liturgia da crítica. 

Não produz ponte, não recolhe lixo, não organiza fila, não constrói muro, não protege fronteira, não assenta tijolo — mas comenta tudo como se governasse o universo pela força do vocabulário rebuscado. 

E, quando vê alguém executando uma tarefa simples, concreta e visível, reage com ironia, porque o concreto expõe a esterilidade do excesso de abstração.

Há gente que prefere um país perfeitamente teorizado e completamente abandonado a um país imperfeito, mas funcionando.

A tragédia moderna talvez esteja nisso: transformamos toda ação em símbolo, ideologia e todo símbolo em guerra moral. 

Já não perguntamos se algo ajuda, organiza, melhora ou serve. 

Perguntamos apenas se aquilo alimenta a narrativa que escolhemos.

E assim, pintar um meio-fio deixa de ser manutenção urbana e vira tese acadêmica improvisada.

Enquanto isso, o país real continua existindo longe dos debates performáticos.

Porque o país real pega ônibus cedo…

Troca de turno.

Limpa-chão.

Carrega peso.

Conserta rede elétrica.

Desentope outras.

Entrega comida.

Bate continência.

E, no fim do dia, entende uma verdade silenciosa que os sacerdotes da guerra palavrosa raramente suportam admitir:

Toda civilização depende muito mais de quem faz do que de quem só tenta diminuir quem fez.”